Daniel entra em seu quarto. Um aposento luxuoso. As luzes meio escuras e um abajur de luz avermelhada ilumina o quarto enorme e espaçoso. Ele está preocupado e nervoso. Se senta na cama, grande acolchoada e tenta respirar profundamente entre a mão. Ele se levanta e pega um tipo de aparelho telefonico e coloca no ouvido.
- Manoel, as coisas não deram certo aqui.- Daniel para de falar um pouco e ouve a voz chiada do outro lado do telefone. - Ela não pode ser humana. Tudo que coloca na frente dela ela vence. - De repente o telefone fica mudo. - Manoel? Manoel?
Daniel olha para o telefone e vê que uma mão com esmalte cor de rosa tinha puxado a linha que ligava o telefone. Na outra mão um revolver. Daniel sobe e vê a bela mulher de olhos azuis e cabelos loiros.
- Daniel é o seu nome não é? Eu acho que vou precisar de uma ajudinha sua.
- Suzi Crof. É esse seu nome. Você conseguiu vencer meus deseafios não é?
- Seus guardas foram rendidos. Eles não são como você. Se importaram pela vida dos dois colegas que estão como refém. Mas o único que tem a chave para entrar na sala das maquinas é você.
- São uns fracos. Todos não terão um destino muito bom quando chegarem a Izus.
- Você vai abrir aquela sala e nos levar até Oculam.
- Você está querendo uma carona?
- E vão sair do meu planeta! - Diz Suzi séria e firme.
- Seu planeta já está destruido Suzi e a maioria dos humanos já estão no meu planeta servindo de escravos.
- Então você terá mais serviço ainda.
- Você acha mesmo que vou fazer isso? Só porque você quer?
- Ia ser melhor para você Daniel.
De repente Daniel agarra o pescoço de Suzi e a levanta e olhando firme nos olhos dela fala:
- Você será uma boa escrava. Eu vou me divertir muito com você.
Suzi levanta a perna alto chutando o braço de Daniel, e já se afasta mantendo distancia do homem. Daniel cai no chão com o impacto do chute ele se vira de costa com a mão apoiada num criado mudo. Ele já o pega e joga contra Suzi.
Suzi pega um abajur grande de metal que iluminava o quarto e com ele acerta a comoda se desviando dela.
Daniel num pulo dá dois chutes em Suzi a reconstando contra a parede. Ela se defende com o abajur dos chutes colocando na horizontal. Mas logo apos Daniel cair no chão ele prende o abajur na horizontal contra o pescoço de Suzi que está na parede e a levanta do chão novamente a sufocando. Ela chuta o saco de Daniel o fazendo soltar. Ele se dobra de dor. E Suzi dando uma volta dá dois chutes na cara de Daniel cada um com uma perna. Ele cai no chão. Mas puxa o tapete que Suzi estava em cima. Ela cai no chão. E Daniel vai para cima dela. Suzi não o deixa e com as pernas o impurra contra a parede. Ele fica na parede em pé e Suzi num pulo se levanta e pisando na cama pula alto dando uma joelha na cara de Daniel.
Suzi para no chão novamente em posição de ataque. Daniel limpa o sangue na boca. E olha com raiva para Suzi. Ele sem pensar corre para cima de Suzi. Suzi só se afasta dando uma rasteira em Daniel. Ele cai contra a porta a abrindo e indo parar no corredor. Aonde estava Walter, Saw, Bruno e Suzam a esquerda segurando Miguel e Talles como refém apontando a arma para direita aonde estava vários soldados recuados. Suzi sai pela porta. E logo o corredor espaçoso da nave se torna um ringue de luta.
Suzi rodando em volta de Daniel caído ao chão com um olhar malicioso fala:
- Mãos limpas Daniel. Se você ganhar eu e meus amigos seremos seus escravos.
- Não me coloca nessa não Suzi. - Diz Bruno nervoso segurando o pescoço de Talles com a arma na cabeça dele.
- Seu eu ganhar quero que você me ajude a fazer o planeta Terra voltar como era antes de ser atacado.
- Isso é impossível. - Diz Daniel se levantando.
- Você me levará ao seu planeta e traremos todos os humanos de volta a Terra e daremos um jeito do planeta nunca ser invadido de novo.
- Suzi... Suzi... - Diz Daniel rindo. - Os seres humanos até hoje viviam numa gota de água, sendo que o oceano é bem complexo do que você pensa.
- Então eu vencerei você e terá que me dar uma aula completa sobre isso tudo.
- Combinado Suzi Crof. Mas você não ganhará.
-Suzi não. - Diz Walter assustado.
- Será facil Walter. - Fala Suzi rindo.
De repente das mãos de Walter começa a brotar em cada uma delas uma espada que cresce até ficar do tamanho de um ante-braço.
- Manoel, as coisas não deram certo aqui.- Daniel para de falar um pouco e ouve a voz chiada do outro lado do telefone. - Ela não pode ser humana. Tudo que coloca na frente dela ela vence. - De repente o telefone fica mudo. - Manoel? Manoel?
Daniel olha para o telefone e vê que uma mão com esmalte cor de rosa tinha puxado a linha que ligava o telefone. Na outra mão um revolver. Daniel sobe e vê a bela mulher de olhos azuis e cabelos loiros.
- Daniel é o seu nome não é? Eu acho que vou precisar de uma ajudinha sua.
- Suzi Crof. É esse seu nome. Você conseguiu vencer meus deseafios não é?
- Seus guardas foram rendidos. Eles não são como você. Se importaram pela vida dos dois colegas que estão como refém. Mas o único que tem a chave para entrar na sala das maquinas é você.
- São uns fracos. Todos não terão um destino muito bom quando chegarem a Izus.
- Você vai abrir aquela sala e nos levar até Oculam.
- Você está querendo uma carona?
- E vão sair do meu planeta! - Diz Suzi séria e firme.
- Seu planeta já está destruido Suzi e a maioria dos humanos já estão no meu planeta servindo de escravos.
- Então você terá mais serviço ainda.
- Você acha mesmo que vou fazer isso? Só porque você quer?
- Ia ser melhor para você Daniel.
De repente Daniel agarra o pescoço de Suzi e a levanta e olhando firme nos olhos dela fala:
- Você será uma boa escrava. Eu vou me divertir muito com você.
Suzi levanta a perna alto chutando o braço de Daniel, e já se afasta mantendo distancia do homem. Daniel cai no chão com o impacto do chute ele se vira de costa com a mão apoiada num criado mudo. Ele já o pega e joga contra Suzi.
Suzi pega um abajur grande de metal que iluminava o quarto e com ele acerta a comoda se desviando dela.
Daniel num pulo dá dois chutes em Suzi a reconstando contra a parede. Ela se defende com o abajur dos chutes colocando na horizontal. Mas logo apos Daniel cair no chão ele prende o abajur na horizontal contra o pescoço de Suzi que está na parede e a levanta do chão novamente a sufocando. Ela chuta o saco de Daniel o fazendo soltar. Ele se dobra de dor. E Suzi dando uma volta dá dois chutes na cara de Daniel cada um com uma perna. Ele cai no chão. Mas puxa o tapete que Suzi estava em cima. Ela cai no chão. E Daniel vai para cima dela. Suzi não o deixa e com as pernas o impurra contra a parede. Ele fica na parede em pé e Suzi num pulo se levanta e pisando na cama pula alto dando uma joelha na cara de Daniel.
Suzi para no chão novamente em posição de ataque. Daniel limpa o sangue na boca. E olha com raiva para Suzi. Ele sem pensar corre para cima de Suzi. Suzi só se afasta dando uma rasteira em Daniel. Ele cai contra a porta a abrindo e indo parar no corredor. Aonde estava Walter, Saw, Bruno e Suzam a esquerda segurando Miguel e Talles como refém apontando a arma para direita aonde estava vários soldados recuados. Suzi sai pela porta. E logo o corredor espaçoso da nave se torna um ringue de luta.
Suzi rodando em volta de Daniel caído ao chão com um olhar malicioso fala:
- Mãos limpas Daniel. Se você ganhar eu e meus amigos seremos seus escravos.
- Não me coloca nessa não Suzi. - Diz Bruno nervoso segurando o pescoço de Talles com a arma na cabeça dele.
- Seu eu ganhar quero que você me ajude a fazer o planeta Terra voltar como era antes de ser atacado.
- Isso é impossível. - Diz Daniel se levantando.
- Você me levará ao seu planeta e traremos todos os humanos de volta a Terra e daremos um jeito do planeta nunca ser invadido de novo.
- Suzi... Suzi... - Diz Daniel rindo. - Os seres humanos até hoje viviam numa gota de água, sendo que o oceano é bem complexo do que você pensa.
- Então eu vencerei você e terá que me dar uma aula completa sobre isso tudo.
- Combinado Suzi Crof. Mas você não ganhará.
-Suzi não. - Diz Walter assustado.
- Será facil Walter. - Fala Suzi rindo.
De repente das mãos de Walter começa a brotar em cada uma delas uma espada que cresce até ficar do tamanho de um ante-braço.
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