sábado, 30 de abril de 2011

O hospital é atacado



Enquanto isso no Hospital de Oculam Iti e Troy batalhavam para ajudar no que podiam no hospital. Milhares de feridos e mortos, buracos enormes do meio do hospital, vidraças e maquinas quebradas e sem energia. O hospital estava um desastre. E qualquer ajuda era bem vindo. Iti e Troy improvisavão uma ponte em cima do enorme buraco do corredor para os enfermeiro e médicos passarem com as várias macas. Doutor Cipriano, o médico chefe do hospital vendo eles ajudando tanto fala:
- Nem sei como agradecer vocês, a força que vocês estão dando aqui. - Fala Cipriano com o primeiro sorriso daquela interminável noite.
- Não tinha como não ajudar doutor. Mas agora temos que ir. Não sabemos aonde está nossa mãe. - Fala Iti.
- E na dor que sentimos acabamos descontando tudo nela. - Conclui Troy.
- Foi um erro terrível que temos que acertar. - Diz Iti
- Podem ir. E muito obrigado. - Diz Cipriano indo para sair. Mas de repente ouvindo mais gritos que o normal no hospital.
- O que será que está acontecendo? - Pergunta Cipriano, andando alguns passos na frente do corredor. Mas de repente vê várias pessoas vindo correndo desesperadas correndo. Ele doido tenta perguntar para algumas pessoas.
- O que ouve? Que droga é essa? Porque todos estão correndo?
De repente Cipriano vê. Um tipo de trigre enorme, sem pelos e vermelho como um bife crú pulava em cima da multidão e metia a dentada nas cabeças e costas dos enfermeiros e médicos e pacientes que conseguiam correr. Eram três daqueles terríveis animais. Quando um ia para pular em Cipriano. Iti e Troy pulam em Cipriano fazendo os três caírem no outro corredor. Eles vêm o animal quase voando cair no outro corredor que cruzava aquele. Iti e Troy sem perderem tempo puxam o médico que estava em estado de choque. E os três começam a correr daquele terrível animal. E só param quando entram em uma sala e trancam a porta. E o dormitório dos médicos. Dois beliches prediam o lugar. Enquanto Iti prendia a porta, Troy e Cipriano empurram o beliche para fecha a porta. Os monstros se batem contra a porta tentando entrar.
- Droga! Tragam logo isso! - Diz Iti fazendo força contra a pata do bicho que já estava dentro do quarto. Mas quando o beliche é jogado contra a porta a mão do bicho é prese. Ele bate para tirar a mão do lado de dentro e puxa a aquela pata horrível deixando eles prenderem a porta direito com o beliche. Mas os monstros ainda batiam contra a porta tentando entrar.
- Temos que sair daqui! Esse beliche não vai adiantar muito tempo! - Diz Cipriano.
- Mas nos vamos fugir pra onde? - Pergunta Troy.
A janela de grade dava para a rua. Para Cipriano a pergunta estava esclarecida.
- Como vamos passar por ai?
Cipriano vai até um armário e em cima dele pega uma chave de fenda e começa a desparafusar as grades da janela.
Os monstros continuavam a bater e tentar entrar na sala. Iti e Troy forçavam o beliche a ficarem na frente.
- Vai logo!
Cipriano tira o primeiro parafuso. E o segundo. Só faltava o terceiro quando um monstro pula pelo pequeno buraco que as grades já tinha feito sem os dois parafusos, agarram a cabeça de Cipriano e puxa para fora rasgando-lhe o corpo nas grades.
- O meu Deus!
- Droga!
Diz os dois irmãos em desespero. Para piorar o monstro da janela volta com a boca encharcada de sangue tentando entrar pela janela o que iria ser muito facil já sem dois parafusos.
- O que vamos fazer meu irmão? - Pergunta Iti nervoso.
- Larga isso! Pelo banheiro! - Um pequeno cubiculo era o banheiro. Não deveria ter dois metros de largura, e cumprimento. Eles largam o beliche e correm para o banheiro trancando a porta. Mas logo os monstros começam a bater ali também. Agora presos num cubiculo que não tinha nem janela, estavam perto da morte. Literalmente sentiam o bafo dela vindo dos buracos que os monstros tinham feito na porta.
- Essa porcaria não tem nem janela! - Fala Troy desesperado.
- Como um banheiro não tem janela. Eles cagam e ficam sentindo o fedor? - Pergunta Iti fazendo gracinha até na hora da morte.
- Deve ter uma passagem de ar. - Conclui Troy olhando para cima e vendo uma grade em vez do teto.
Ele sobe em cima do vaso empurra a grade para cima.
- Vem Iti! - Diz Troy subindo e entrando no túnel de ar. Iti dá um chute na porta falando. - Se ferrou otários.
Eles sobem juntos e começam a percorrer o túnel de passagem de ar do hospital.
- Temos que achar a mamãe e pedir desculpas a ela Iti.
- É verdade. Tirando a Riti ela é a unica família que temos.
- E a vovó. - Lembra Troy.
- É verdade a vovó. Você já viu a vovó?
- Não.
- Também não.
- A Marcia também pode ser considerada da família.
- É verdade. Ela também pode. Cuidou da gente quando era bebê.
- Tem razão.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Novos amigos para Sakuia, Sérgio e Arthur e a realidade lá fora.

Sakuia, Arthur e Sergio estão ainda dentro do casarão dos pais da Ana Paula que eles descobriram que na verdade era um extreterrestre que veio de outro planeta para transformar os humanos em escravos no seu planeta natal.
- Eu deveria desconfiar. A primeira menina que me dá bola na escola. É uma E.T. - Diz Sérgio nervoso sentado num dos cantos o que deveria ser a sala de estar se tivesse moveis na casa.
- Sérgio, eu nunca te dei bola na escola. - Fala Ana Paula, que estava vigiando seus antigos amigos sentada numa cadeira.
- Além de ser E.T agora é metida. - Diz Sérgio virando a cara chateado.
Sakuia que já estava nervosa andando de um lado a outro fala:
- Ana Paula, vocês podiam negociar algo com o governo. Sequestra a filha do presidente e pede um resgate. Porque não?
Ana Paula vira o olho vendo a idiotice que a menina tinha falado.
- Sakuia, seu dinheiro não vale no nosso planeta. E não se preocupe agente também vai pegar o ouro que vocês tem aqui. Que é o que vale lá em Aiticidup.
- Não dá para acreditar que você vai fazer isso com agente Ana Paula.- Diz Arthur que também estava chateado.
- Arthur eu estou fazendo o melhor pra vocês. Vocês ficando aqui não correm riscos lá fora.
- Que risco seria maior do que ser sequestrado por E.Ts para ser usados de escravos em outro planeta? - Pergunta Sérgio.
Mas de repente a porta é aberta. Eles veêm a cidade de Oculam toda esburacada destruida, prédios ao longe pegavam fogo ou desmoronavam. E em meio aquilo tudo mais três pessoas são jogados do lado de dentro da casa. Uma senhora de idade, um rapaz machucado, e outro com um tipo de algemas.
Atrás deles entra Craly, mãe de Ana Paula. Ela com uma arma na mão ria do susto de Sakuia, Arthur e Sérgio.
- Você tem que ver como está lá fora minha filha. - Diz Craly fechando a porta. - Me arrependo por não ter pego uma nave maior. Logo seu pai vai trazer um carregamento maior.
A senhora de idade meio chorando, corre ao auxilio do filho que estava caido com a perna sangrando, como se tivesse levado um tiro. O outro rapaz caido no chão tentava se levantar, mas com as algemas era meio difícil. Sakuia corre e o ajuda a se sentar no chão.
- Vocês estão bem? - Pergunta ela. Arthur e Sérgio vendo que Sakuia foi ajuda-los também sai de seu estado de choque e corre para ajuda-los.
- Estou. Ajude meu irmão e minha mãe.
- Eles já estão sendo cuidados. - Diz Sakuia olhando para a mão do rapaz. Era uma algema simples daquelas de plastico. Ela o solta facilmente.
-Muito obrigado moça. - Diz ele sorrindo para Sakuia. Ele corre ao auxilio do irmão e dá mãe.
- Meu filho! Fique calmo! Por favor! - Gritava a senhora.
- Eu tó calmo mãe. - Diz o outro jovem que sentia dor. Mas estava muito mais calmo que a mãe.
- O que agente faz? - Pergunta Sérgio assustado olhando para tanto sangue na perna dele.
- Eu fiz primeiros socorros. - Diz o próprio rapaz de perna ferida. - Vocês vão fazer o que eu falar pra vocês. Primeiro o negocio é ficarem calmos. Vocês estão calmos?
O rapaz olha para Arthur e Sérgio que pareciam que iam ter um ataque cardíaco.
- É melhor vocês dois se sentarem. Moça, poderia me ajudar, você e meu irmão?
- Claro. - Diz Sakuia e o irmão.
- Pedro segura firme minha perna. Não deixe ela mexer mais do que já mexeu.
Sakuia olha Pedro com coragem segurando a perna do irmão. O rapaz olha para Sakuia falando.
- Agora você garota. Rasgue as pernas da minha calça, para usar de torniquetes.
Sakuia rasga, e o rapaz vendo que ela quase ia rasgar toda sua calça fala:
- Não precisa de tanto pano.
- Ops, desculpa.
- Ok. Agora corta em duas faxas. Uma amarra em cima do tiro e outro em baixo.
Arthur e Sérgio viam tudo ao lado da senhora que não parava de chorar.
- Peguem um pedaço de taboa podre...
- Não é taboa podre. É só ilusão. - Diz Sakuia.
- Como assim?
Sakuia olha para Ana Paula, que até aquele momento via a cena paralisada.
- Isso é uma nave. Agente é Ete. E sequestramos vocês pra trabalhar como escravos em nosso planeta.
Pedro ri.
- Isso é brincadeira né?
- Não. Não é. - Fala Arthur.
- Bem que eu queria que fosse. - Fala Sérgio assustado.
- Então se isso não é taboa, não podemos fazer mais nada. Seria um risco maior tentar tirar isso da minha perna.
- Agora é ficar calmo, como você fala Paulo. - Diz Pedro arrastando ele para o canto da parede junto de Arthur, Sérgio e a senhora mais velha.
- Vocês estão aqui a quanto tempo?
- Desde hoje de manhã. - Responde Sérgio.
- Vocês devem estar com uma fome danada garotos. - Fala a senhora preocupada.
- Se estamos. - Diz Arthur.
Ana Paula que ouvia a conversa fala:
- Porque vocês não falaram logo?
Ana Paula se levanta e aperta uns botões que ela só via na parede de madeira podre. De repente o chão se abriu e uma mesa cheia de bolos, frutas e sucos sobe do buraco que se abriu ao chão.
- Comem logo, que depois que os outros chegarem não vai ter tempo.
Todos caem de boca na comida. Até que Sakuia arrisca.
- Ana Paula, aproveitando que você está boazinha. E nossa família? Não vai dar para capturar ela também não?
- E minha filha, a essa hora já devem ter sido capturadas por outro grupo ou sido devorados pelos monstros.
- Monstros? - Pergunta Arthur, Sérgio e Sakuia assustados.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O monstro ataca a mansão de Ray

Os estouros tinham parado. Os gritos não mais se ouvia. Apenas o barulho funesto do vento voando pela rua deserta. Dentro do labirinto do quintal destruído de Ray Crof, ele, a  filha, a empregada ruiva de olhos claros Mariana, Rafael e galante funcionário da empresa de Ray e a bela esposa dele grávida estavam ali, como se aquelas frágeis folhas daquela árvore pudesse protege-los daquelas enormes bolas de larva fervente. 
Graziella dormia nos braços do marido. Priscila riscava o chão enquanto Ray olhava o céu assustado. Mariana simplesmente tentava parar de chorar.
- Fica calma Mariana. Parece que até já parou tudo. - Diz Priscila colocando a mão no ombro da empregada e amiga.
- Então acho que já podemos sair daqui. - Fala Rafael se levantando acordando a esposa. - Estou com fome. 
- Vamos ver se sobrou alguma comida lá em casa. - Fala Ray também se levantando do chão.
- Deve ter sobrado algo na cozinha. - Fala Mariana já caminhando para a saída. Ela vê com terror o buraco mais uma vez. Agora não tinha mais larva, nem meteoro. Não tinha nada.
- Que esquisito. Será que sumiu? - Pergunta Mariana antes de todos irem olhar. Priscila nervosa fala:
- Vamos pegar a comida e sair daqui. - Diz ela séria. 
Eles entram na casa totalmente destruída e atravessam o imenso sala de estar aonde um enorme buraco no chão atrapalhava a passagem, mas se esfregando na parede dava para atravessar. E se por um acaso caissem no buraco não teria problema, não tinha também nem a larva fervente, nem meteoro. Apenas um buraco de dois metros afundado no chão.
Na cozinha Mariana e Priscila já improvisam uma trouxa para guardar os mantimentos com o lençol da mesa. Mariana iria colocando tudo que tinha na geladeira e nos armários. De repente se ouve um barulho de caco de vidro se quebrando do lado de fora.
- Vai ver se tem alguém pai. 
Ray aparece na porta da cozinha para a sala de estar.
- Ei tem alguém ai? - E tinha. Mas para seu terror era um monstro enorme, a mistura de tigre e boi, vermelho como se fosse um figado cru com suas veias quase saltando para fora como se a pele fosse pequena para aguentar tanto corpo. Ele do outro lado do buraco se preparava para pular. Ray só da tempo de fechar a porta e ouvir o estrondo do outro lado. Todos se assustam e olham para Ray. Ray com os olhos apavorados só tem tempo de dizer.
- Se escondam rapido!
Outro baque na porta faz Grazi, Priscila e Mariana correrem para dentro do armário. Ray prendendo a porta que já rachava tentava prender os monstro. Rafael sem ter noção do que é o monstro pega a faca maior de cozinha que tinha. 
- Está louco! Vai matar esse monstro com isso!
- Monstro? Como assim monstro Ray?
De repente sua resposta aparece. O monstro arrebenta a porta jogando Ray contra a parede e a porta caindo em cima dele desmaiado. O monstro enorme aparece bem em meio a cozinha. Rafael com a faca na mão olha firme para os olhos vermelhos daquele animal. O monstro pula. Rafael só tem tempo dar uma cambalhota para trás sobre o balcão da cozinha. E cair no pequeno espaço entre o balcão, outro armário e o fugão e geladeira. O monstro dá a volta, Rafael com força empurra a geladeira enorme em cima do monstro, mas cai em cima dele como um guarda-roupa velho. Mas da tempo de Rafael pular de novo pelo balcão e sair correndo até a sala de estar e ficar na frente do buraco. Ele olha para onde Ray deveria estar, não estava mais ali. Teria fugido? 
Não Ray com aproveitou que o monstro estava entretido com Rafael e correu para a sala atravessando o buraco e corre para a cozinha. Rafael ainda na porta da cozinha vê Ray aparecendo com a unica salvação deles. Vindo da cozinha ele trazia uma Remingthon M1100P, uma espingarda herança dos avôs de Ray. Rafael assustado vai para se virar mais só ouve Ray gritar:
- Pula!
Rafael como por automático pula dentro do buraco. O monstro dava seu pulo para abocanhar a cabeça de Rafael naquela hora. E Ray atira contra o monstro que cai dentro da cozinha com a força da bala. Mas ele tenta se levantar. Ray engatilha a arma de novo e atira mais uma vez, bem na cabeça do animal fazendo ele cair morto no chão. 
Ray ajuda Rafael a sair do buraco e enquanto verificava ver se o monstro estava mesmo morto Rafael abre o armário. As três mulheres estavam com a cara mais apavorada do mundo. Mas não era pelo monstro. As três olham para baixo, no chão do armário. E Rafael seguindo o olhar delas vê qual era o problema. Uma poça de liquido amniótico estava no chão. Grazzi estava tendo o bebê. 
- Vamos para o hospital!


terça-feira, 26 de abril de 2011

Os monstros

Sakura dentro da igreja do bairro um dos poucos lugares que não tinha sido atingido pelos meteóros que já tinham parado de cair. Ela segurava seu filho enquanto olhava  alguns homens cuidavam de feridos, carregando eles para dentro muitas vezes com o braço mesmo. Mas naquele momento ela via hipnotizada Terency e Cleber junto de vários homens segurando um homem para o médico da cidade amputar sua perna. Uma pedra enorme tinha caido em cima dela esmagando-lhe, não tinha como salva-la. O homem no meio dos cortes e gritos cai morto no chão. O médico triste fecha o olho do morto. Todos se afastam, alguns chorando, outros traumatizados. Terency se aproxima de Sakura e abraça. Sakura não o abraça. Ele olha para ela e fala:
- O que foi? Ainda está encucada com a história de eu no quarto da moça? Ela tinha visto uma cobra e me chamou pra matar ela Sakura. E o irmão dela fica pensando bobeira.
Sakura olha bem para Terency. Como ele poderia ser tão cara de pau. Se por um acaso ele se mantesse calado seria mais fácil de Sakura perdoar. Mas naquele momento era bem difícil. Terency percebe que a desculpa não colou. Mas a ultima coisa que ele iria fazer era assumir.
- O que? Não está acreditando? Eu juro por Nossa Senhora Aparecida que é verdade meu amor. - Diz Terency olhando para a imagem na igreja. Sakura olha triste para o céu. De repente se ouve em meios aos trovões que começava a reinar pela noite um grito aparece em uma das casas. Sakura se levanta do chão. Vários homens se encaminham para lá. Sakura segura o braço de Terency para ele não ir. Pela janela da igreja Sakura vê os homens caminhando para a casa de onde veio o grito. Sakura com medo aperta a mão do marido.  De repente todos os homens começam a correr de volta a igreja. Sangue pulava do começo daquela longa fila. Não dava para ver o que os atacava. Apenas os gritos  e sangue. Terency e Sakura vendo que os homens estavam voltando para a igreja com aquilo os perseguindo eles saem correndo pela outra porta de trás. Terency e Sakura agarrado a Warren trancam a porta e se escondem atrás de um arbusto grudado na parede da igreja. De lá, pela fresta da madeira Sakura vê os homens se trancando dentro da igreja junto dos feridos e mortos na igreja. De repente o baque na porta. Cleber está lá dentro.
- Temos que ajuda-los. - Diz Sakura assustada.
- Fica quieta. - Diz Terency a segurando. Eles vêem com mais um baque na porta aquela terrível fera entrando. Alguns saem correndo pela porta. O monstro com aparencia de tigre misturado com um boi e com os olhos em chamas cheio de sangue na boca pula em um dos homens o devorando. Cleber consegue sair pela porta, mas varios feridos e alguns homens era o prato feito para aquela terrível fera.
- Vamos sair daqui! - Diz Terency levantando e indo na direção contraria ao do monstro. Subindo um morro que ficava atrás da igreja. Mas de repente o monstro terrivel pula das madeiras podres da igreja até a rua em cima do morro, na frente de Terency e Sakura. Sakura segura seu filho firme andando para trás com a mão grudada em seu marido.
Enquanto o monstro cercava suas próximas vitimas. Terency se abaixa pegando um galho na mão e sem tirar os olhos daquele terrivel monstro fala:
- Quando eu gritar, você corre Sakura. Vou tentar segurar o monstro.
- Não Terency.
- Não tem outro jeito. Já! - Sakura sai correndo. Terency vai pra cima do monstro ele pula em Terency, mas Terency segura aquelas mandibulas enormes com o groço galho de árvore. Terency em baixo do monstro sendo salvo apenas pelo aquele fragil galho de árvore do tamanho de sua perna e da groçura de seu tronco vê que com terror que sua única salvação estava rachando. Ele com único golpe de mestre com força empurra com toda força de suas pernas a barriga do monstro fazendo ele dar uma cambalhota e cair do outro lado, suas mandibulas arranca metade da madeira transformando o que Terency tinha em suas mãos uma lasca enorme. O monstro só espera mais Terency levantar para pular mais uma vez. Terency estica o braço qual estava sua lasca de madeira e o monstro pula para uma morte certeira. Sua boca tinha entrado a ponta da lasca de madeira saindo pela nuca do terrivel animal. Terency tira a lasca de madeira fazendo o monstro dar seus últimos megidos.
Terency larga a lasca de madeira assustado no chão. E sai correndo na direção aonde sua esposa tinha sido presa. E vê na rua apenas uma enorme cabana. Ele corre até lá quando de repente um homem abre a porta. Não era nenhum homem conhecido que ele tinha visto nas festas daquela cidade. Era um homem alto com pele bronzeada e cabelos preto,curtos e escorridos. Seu olhar não demonstrava medo, e sim um sorriso assustador, maníaco.
- Vedo che ha distrutto il mio mostro. Vejo que você destruiu meu monstro.
- Chi sei tu? Dov'è mia moglie? Quem é você? Onde está minha esposa?
De repente Terency sente duas mãos frias o segurando em cada braço. Ele se vira e vê mais dois homens quase com a mesma aparência do outro o segurando.
- Entri Lascia che ti mostri.  - Entre, deixe te mostrar o lugar.
O homem falava como se Terency tivesse escolha. Ele abre a porta e os dois outros homens levam Terency para dentro. Chorando segurada por outro homem estava Sakura chorando sem seus filhos nos braços.
- Terency!
No meio daquela cabana cheia de feno sentado em um banco estava um homem branco de cabelos pretos e naris pontudo. Ele não estava tão feliz como o outro. Do seu lado, uma linda mulher morena de cabelos pretos como os dos rapazes e olhar verde segurava Warren.
- Lascia andare il mio figlio! Che cosa vuoi? Deixem meu filho! O que querem! - Diz Terency nervoso tentando se soltar dos brutamontes que o seguravam.
- Não precisa falar italiano meu caro. Sabemos todas as linguas. - Diz o homem que estava sentado se levantando. Terency assustado para de lutar. - Seu filho será agora criado por minha mulher. E vocês se eu conseguir a autorização seram meu servos.
Sakura olha assustada para Terency. Não podiam fazer mais nada. O homem olha para o que segurava Terency e fala sério.
- Vá procurar outros. Não posso chegar em Aiticidup com dois escravos e um bebê.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Suzana é capturada

Suzana no meio do oceano nadava agarrada a uma mala velha. A sua volta várias pessoas também agarradas a outros objetos flutuantes nadava na mesma direção. Suzana sentia frio, medo e fome. Mas suas pernas apesar da dor horrível continuava a bater mecanicamente, como se a pobre garota tivesse as programado para só parar de bater quando chegasse em terra. Ela tremendo de frio fala triste:
- Parece que nunca chega.
Ao seu lado um rapaz diz:
- Sabia que podemos estar nadando para longe da terra e para o meio do oceano? - Diz ela com um sorriso tremido de frio.
- Isso é muito animador. - Diz Suzana demonstrando que não estava com bom humor.
Mas o rapaz continua.
- Você não viu que tinha muita gente a mais quando caímos na água. Agora não resta dez pessoas. É que além das pessoas que não conseguiram sobreviver alguns começaram a nadar para  direção contraria a nossa.
- Será que meu namorado pode estar nadando para o outro lado? - Pergunta Suzana esperançosa.
- Se você tiver visto ele no meio do povo quando caímos ele pode ter um chance. Mas se ele tiver ido para outra direção vai ser complicado. É ele ou agente que vai sobreviver.
Suzana prefere ficar de boca calada e continuar a nadar. Mas de repente atrás de si ouve-se um grito. Todos olham para trás. Suzana conta rapidamente. Alguém dos onze tinha desaparecido. Atrás de todos algumas borbulhas.
-Ela está se afogando.
- Ninguém grita assim quando está se afogando. - Fala o rapaz. Quando uma moça que estava atrás de todos grita também afundando como se estivesse sido puxada para o fundo, o jovem puxa Suzana falando: - Nade! Rápido!
Suzana não olha mais para trás. Apenas ouve os gritos de todos que eram afundados pelo o que quer que seja. Suzana chorando apenas via o rapaz na frente que de vez em quando olhava desesperado para trás.
- Eu não vou conseguir!
- Nade!
Suzana solta a mala e começa a nada e atravessa o rapaz que de uma vez é puxado. Suzana chorando para no meio do oceano e chorando apenas esperava para ser puxada para  morte certa. Ela chorava enquanto tentava ficar na superfície. Mas de repente ela sente algo prendendo seu tornozelo. Só dá tempo dela prender a respiração para ser puxada para o fundo do oceano. Ela em meio as borbulhas tenta olhar para baixo. O sal da água arde seus olhos mas ela só consegue ver um cilindro metálico no fundo do oceano a puxando por um tipo de garra. E puxa ela para dentro de um buraco naquele tipo de submarino e ela cai dentro da nave em cima de uma grade de ferro. A água que vinha junto é escorrida para de baixo da grade. Suzana se levanta com dores por todo o corpo. E só dá tempo de ver todos os que estavam a nadar com ela assustados recuados num canto, num tipo de prisão, com o chão apenas as grades, e nas paredes barras de ferro os separavam da escuridão profunda. Suzana fecha os olhos desmaiando de cansaço e dor.

sábado, 23 de abril de 2011

A Faculdade de Ciências de Oculam é aberta.

Finalmente os horríveis estouros e barulhos tinham parado. Joe debaixo de sua mesa de jantar olha para sua filha. Ela sorria, ela ria gostosamente. Não estava entendendo o que estava passando. As duas empregadas ao seu lado também sorriem com a graça da menina. Joe sai de baixo da mesa e vê sua bonita sala de jantar totalmente destruída. Cheio de estilhaços da rua, vidros quebrados e buracos enormes nas paredes.
- Calma senhor Joe. Isso se resolve. - Diz Zilda colocando a mão no ombro do patrão carinhosamente. Margarety segurava Cecilia nos braços.
Joe demonstra que não estava preocupado com isso.
- Tenho achar Joe e arrumar um jeito de ligar para a Suzi. Se ouvir essas noticias na televisão vai ficar muito preocupada.
Joe olha pela janela tudo estava escuro e sombrio na rua. Pequenos choros e gritos de desespero se faz ouvir no silencio que estava aquela noite. Em meio a rua esburacada alguns carros parados, pessoas no meio da rua tentavam se acalmar. Joe, Zida e Margarty segurando Cecilia atravessam a sala que estava com um enorme buraco no chão e no fundo a larva já se secando. Joe olha estranhando e vai para a rua. Na porta da casa encontra Jorge muito assustado ao lado de Cristiny.
- Joe! Você está bem? A Cecilia? O Arthur?
- A Cecilia está aqui. - Diz Joe chocado olhando a sua rua da casa. - Mas o Arthur não sei aonde está. E o Cristian?
- Também não o vi. Devia estar no curso a essa hora.
Um policial na rua gritava alto para todos ouvirem:
- Todos por favor se encaminharem para a prefeitura. Os feridos fiquem em seus lugares que alguns médicos com macas os levaram para o hospital.
Joe olha para os médicos e enfermeiras suados de tanto correr com ajuda de macas improvisadas levavam feridos para o hospital.
- Não tentem levar os feridos para o hospital por conta própria. - Diz Cipriano, um dos mais famosos médicos do hospital que com a manga da camisa suja de sangue e todo suado tentava gritar para todos e já estava começando a ficar rouco. - Os médicos iram examina-los.
- O que vamos fazer senhor Joe? - Pergunta Zida esfregando a cabeça.
Joe olha para Jorge e fala:
- Vamos para a prefeitura. Se Arthur e Cristian não estiverem lá, vamos procura-lo.
Foi uma cena aterradora que Joe nunca tinha visto antes. Milhares de pessoas se recuperando do choque indo para a frente da prefeitura. Lá em cima, o Juiz Sebastian, Yan e Leonardo se preparavam para fazer um discurso. Quando todos se aproximam Leonardo começa a falar.
- Eu sei que todos estão assustados! Oculam foi totalmente destruida. Mas vamos tentar manter a calma para todos podermos saber o que está acontecendo. - Diz Leonardo para acalmar as vozes e choros do povo. - A primeira noticia não é boa. Não foi só Oculam que foi destruida. O mundo todo foi destruido por metoritos.
- De onde isso veio? - Pergunta uma mulher desesperada com a filha no braço.
- As ultimas noticias vinheirão a alguns segundos antes da energia e de todas as baterias darem curto. - Diz Sebastian entrando na frente. - Cientistas do mundo todo tentavam advertir a sociedade sobre isso. Mas o governo dos maiores pontos terrestres, não de Oculam, acharam melhor não alertar. Um erro como vimos hoje.
- Quer dizer que eles simplesmente decidiram deixar o povo sofrer o ataque e morrer? - Pergunta Joe nervoso.
- Deixa eu esclarecer uma coisa. Não foi o caso o caso de Oculam. Os cientistas de Oculam não advertiram as autoridades de modo nenhum. - Diz Yan. - Fomos pegos de surpresa como todos vocês.
-Falando nisso senhor policial. - Diz um dos homens. - Porque só na Faculdade de Ciências  tem energia? Nem geradores funcionam.
- A minha equipe já está cuidando disso senhor. Infelizmente os cientistas de Oculam se trancaram no prédio e se recusam a sair.
Joe olha para Jorge e fala:
- Eles não estão por aqui. Vamos procura-los Jorge.
- Vamos. - Jorge vira-se para Cristiny. - Fique aqui Cristiny e fique perto da Cecilia.

Longe dali na Faculdade um grupo de policiais gritava com a porteira que ficava na frente do portão.
- Senhora não é mais questão de trabalho! Oculam foi destruida e a faculdade de Oculam é a unica que está com energia! Estamos apenas fazendo o nosso trabalho.
- Você está fazendo o seu trabalho de tentar entrar! E o meu trabalho é não deixar!
- Somos a policia e serei obrigado a isso senhora! - Diz um dos policias. O policial chuta a porta. A mulher cai sentada no chão. Todos os policias vão para entrar. Mas para a surpresa de todos a porteira do prédio arranca uma arma das mãos e atira no policial na cabeça. De primeira todos os policias ficam surpresos e correm para trás. Mas quando ela atira no segundo policial o matando também, todos os outros começam a atirar na mulher. Ela cai morta no chão. Um outro policial grita para o outro:
- Vai falar para o Yan vir aqui! Agora! - O policial mais novo sai correndo pela rua enquanto uma tropa de policias vão invadindo o pátio da Faculdade de Oculam de Ciências com todo cuidado e com a arma carregada para qualquer eventualidade. O policial que tinha tomado a frente caminha e arrombando a porta das salas e vê que estava tudo vazio sem ninguém.
- Vasculhem cada canto.
- Sim tenente Daniel.
Todos os policiais se separam vasculhando cada canto. De repente a energia da Faculdade se desliga. Daniel olha assustado e engatilha a arma.
- Alguém mexeu em alguma coisa? - Grita Daniel para um segundo policial. Ele faz cara de que não sabe. De repente um grito, dois gritos, tiros, mais gritos de policias. Daniel corre para fora junto do segundo policial pelo corredor. Varios outros policias também correm.
- É no segundo andar! Correm! - Diz um outro policial.
Daniel sobe as escadas com a arma apontada firme mas se depara com uma cena assustadora. Da porta que sinalizava que tinham chegado no segundo andar descia pelo chão debaixo da porta um rio de sangue que descia os degrais da escada. Todos os policias param assustados para aquela cena. De repente um baque na porta. Outro baque mais forte. Todos os policias engatilham a arma apontando para o que quer que seja que estaria querendo abrir aquela porta. Quando a porta se abre a escuridão não deixava ver nada. Mas de repente o ultimo cara que estava no fundo da escada, só começa a ouvir gritos e tiros iluminando a escadaria como se fosse um show de luzes. O jovem policial apenas desse as escadas correndo com medo do que é que tivesse fazendo aquele espetaculo de horror. Ele sente molhado suas costas, ele passa a mão e desse para o primeiro andar encostando a mão na porta com medo. E  quando vê que era sangue começa a correr mais ainda, dessendo as escadas para o terror mas quando encosta a mão na massaneta da porta, algo agarra seu pé e o puxa dando tempo dele soltar o ultimo grito:
- Não!!!!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Meteoros destroem Nova York

Carol é puxada por um dos policias pela cidade escura, com a estrada inteira ocupada por carros parados e abandonados por seus donos que corriam para casa. A maioria pensava que era o fim do mundo. Carol via mães e filhas assustadas correndo para casas e pensava em sua filha. Os dois policias seguiam para a delegacia. Mas de repente no céu estrelas vermelhas começaram a surgir. Carol e os dois policiais param para olhar vendo as estrelas ficarem maior e maior. A maioria também olham. Mas quando percebem que aquilo não era estrelas todos começam a correr quando a voz de um homem grita na rua.
- They are meteors! São metéoros! - Todos começam a correr na direção contraria das estrelas. Carol desesperada olha para o policial. Um deles corre. O que a segurava corre com Carol e se esconde atrás de um dos carros.
Meteoros caem na terra com barulhos fortissimos quase do lado aonde Carol estava causando explosões. Carol em desespero grita para o policial.
- Cars will not protect you cop! Carros não vão te proteger policial!
O policial estava paralisado. Carol consegue se soltar do policial e correr dali. De repente um meteoro enorme acerta exatamente o local aonde o policial estava. Carol algemada com os braços para trás olha apavorada. Mas não ia conseguir correr com os braços nas costas. Ela volta para o enorme buraco no chão. Mas não tinha nada ali além da larva fervente. Carol olha para a rua e vê que o outro policial tinha voltado. Ela corre até o outro policial que olhava chocado para o lugar aonde estava o amigo e Carol grita:
- Let me go! We must flee!  Me solte! Temos que fugir!
- You are a prisoner. I can not let you get away! Você é uma prisioneira. Eu não posso te deixar fugir!
De repente um outro meteoro atinge na capota de um carro fazendo ele voar. E cair em cima do segundo policial. Carol apavorada se abaixa e o vê sangrando e falando entre o sangue espirrando da boca.
- Help me! Please!
- I can not help handcuffed!Eu não posso ajudar algemado! - Diz Carol monstrando os braços para ele.
O policial com a unica força que restava joga a chaves para Carol e cai morto no chão. Carol pega as chaves  sentada de costas e enquanto tenta se soltar vê com horror a cidade de Nova York totalmente destruída.


Danielly apavorada corria pela rua ao lado de George, correndo não sabia aonde. Não tinha jeito de fugir daqueles meteoros caindo da na terra. Algumas pessoas na rua simplesmente ficavam de joelhos num canto da calçada rezando. Mas Danielly enquanto corria em desespero o mais rápido possivel só gritava:
- We have to find my mother! We have to find my mother! 
George não sabendo o que fazer também só corria. Mas de repente simplesmente os meteoros param de cair. Quando aquelas todas esplosões e barulheira dos meteoritos caindo para se ouve apenas o povo gritando de desespero o choro e todos gritando. Danielly e George finalmente param de correr. 
- Stay close to me. - Fala George segurando o braço de Danielly que olhava tudo em estado de choque. 
As ruas todas destruída, cheia de buracos enormes na rua que saiam fumaça, gente morta, machucada, gritando na rua. 
- Let's find my mother George! - Fala Danielly puxando George para continuarem.
Enquanto algumas pessoas tentam ajudar outras que estavam machucadas, ou tentavam acalmar as outras que choravam em desespero Danielly e George param diante a delegacia. Para o desespero deles Alceu e Alma chegam à delegacia acompanhados de alguns policiais. Outros saiam correndo para tentar controlar a população. 
- What do we do? O que vamos fazer? - Pergunta Danielly desesperada.
Não deu tempo de George nem responder. De repente os dois saem novamente nervosos e gritando muito com o policial.
- It did not get the police! Ela não chegou a delegacia!- Diz George. 
- My God! Did something happened to my mother? O meu Deus! Será que aconteceu alguma coisa com minha mãe? - Diz assustada Danielly. 
- If she is looking for you'll be in the park. Let's go there! Se ela estiver te procurando vai estar no parque. Vamos para lá! - Fala George e juntos voltam correndo de onde vieram. 


sábado, 16 de abril de 2011

O mistérios dos Cardosos.

Eduardo vÊ o carro atravessando  a estrada com meteoritos atingindo toda parte, desde predios a pessoas indefesas que corriam pela rua em busca de algum abrigo. Jim dirigia serio e conseguia  explicar porque ele tinha ido a sua casa no meuio de uma chuva de meteoros para pegar sua familia. Ele ao lado da esposa, Alicinha, explicava que seu chefe tinha achado um homem a muito tempo atrás e que esse homem disse ser um extraterrestre.
- É ele disse que o mundo iria ser atacado. E que ele queria jauda para tirar da terra quem fosse os melhores para virarem escravos. Em troca Murillo ficava com a Terra e o segredo da tecnologia dos Etes.
- E era nisso que você vinha trabalhando todo esse tempo na Faculdade de Ciências de Oculam Jim? - Pergunta  Eduardo com calma abraçado a sua esposa no banco de trás do carro. Do outro lado estava sua babá, uma robô na forma de uma linda mulher que estava em seus braços Eduardo Junior. Um anjinho que dormia nem imaginando o que estava acontecendo. Ao lado da robô apertada na janela do carro estava Maria Elizabeth, sua parceira na delegacia que tinha entrado de gaiata.
- Não Eduardo. Eu estava lá trablahando num  projeto para marcar as pessoas que os Etes queriam.
- Então era para isso que a Faculdade Oculam colocava aqueles produtos nos pãezinhos da Padaria do Silvio. - Conclui Maria, que era o caso em que eles estavam trabalhando quando o meteoro começaram a cair.
- Para nos proteger durante o ataque Murillo cirou uma cabine que se fechará assim que terminar os meteoritos.
- Mas isso não faz sentido Jim. Porque se fechará logo quando o ataque terminar? - Pergunta Riti assustada.
- Porque os meteoritos não são os ataques.
- O que são os ataques então? - Pergunta Alicinha nervosa.
- Não tenho idéia. Mas esse é o motivo do Murillo e o Lauro construirem um forte dentro da terra na zona rural de Oculam para se protegerem. E não qeuro estar aqui quando tudo começar.
- Mas Jim. Não consigo acreditar que você traiu a todos. POruqe não contou a ninguém. Poderiamos ter salvo todas essas pessoas.
- O Murillo é perigoso Eduardo. Ameaçou a todos que tentavam sair do projeto. Entenda. Fique com medo dele fazer algo meus amigos e família. Além desse terrivel dia chegar e eu e vocês não terem uma vaga nesse esconderijo.  - Fala Jim desviando de um enorme buraco no chão.
De repente um grande prédio é atingido por um dos meteoros e ele começa a cair no meio da rua tapando a passagem. Jim freia o carro e Eduardo vê com terror um meteoro vindo na frente do carro em meio a fumaça do desabamento do prédio.
- Saiam do carro! - Grita Eduardo.
Riti, Eduardo e Alicinha same pela direita do carro. Jim, Maria e Angel com Eduardo Junior pulam do outro. O meteoro atinge o carro causando uma explosão enorme. Fazendo também explodir todos os outros carros que estavam parados no meio da rua  e riscando uma risca de fogo por rua separando o caminho deles. Riti olha assustada para o fogo a dividindo de Angel e seu filho.
- Angel! Eduardo Junior!
Eduardo segura Riti que gritava.
- Estamos bem dona Riti! - Grita Angel do outro lado do fogo.
Eduardo em desespero percebe que o prédio fechou a rua. O único caminho livre em outra rua que virava para bem longe aonde estavam Jim e os outros. Mas poderiam entrar num prédio e tentar atravessar.
- Eduardo! Vá para a zona rural de Ocualm. Não temos tempo de nós encontrar.
- Eu não vou sem você Jim! - Grita Alicinha chorando.
- Não dá tempo. Nossa salvação é chegar lá. - Fala Jim. - Vão!
Eduardo segurando a mão de Riti e puxando Alicinha pelo ombor e os dois saem correndo pela rua.

Descendo pelo esgoto

Suzi olha enquanto Walter, Sansão e Bruno tentavam arrombar a portas da casa aparentemente podre. Mas não era. Suzi e Saw olhavam com descrença.
- Parem! Parem! Não vê que isso não está adiantando nada! - Diz Suzi já sem paciência.
- Não podemos é ficar aqui. Esperando aqueles Etes virem para sugar nosso cerebro!- Fala Bruno nervoso.
Suzi vai para a frente nervoso.
- Vocês não lembram o que é isso antes dos tailândeses descobrirem que nós estavamos aqui. Era um tipo de capsula. Com certeza essa cabana deve ser um efeito visual para agente se enganar e não conseguir sair.
- Como assim efeito visual Suzi? - Pergunta Sansão estranhando.
- De alguma forma, com alguma tecnologia muito grande eles conseguem enganar nossos olhos. - Fala Suzi olhando para cada cantinho da cabana velha.
- Eles podem facilmente fazer isso jogando um outro tipo de luz em nossos olhos. - Fala Saw já entendendo.
- Isso é possivel? - Pergunta Walter assustado.
Suzi continuando a olhar para cada cantinho da paredes podres e começa a tocar.
- Então temos que imaginar não como saimos de uma cabana velha, que no caso seria arrombando a porta. Mas sim como vamos sair de uma cabine de metal de ultima geração.
- Não sei Suzi. - Diz Saw com tristeza. - Acho que estamos numa prisão. Sendo uma prisão não tem como sair.
Suzi enquanto tateava cada lugar fala:
- Saw, uma coisa que aprendi na minha vida é que todo lugar tem uma saída. Agente é que não consegue enxergar uma. Vamos me ajudem.
Todos começam a tatear a parede. Até que de repente Bruno grita:
- Olhe isso aqui Suzi!
Suzi, Walter, Sansão e Saw vão até onde Bruno estava. Ele tateava uma parede junto do teto, num canto. Ele parecia não tocar nada. Mas ele grita parecendo que estava segurando algo que estava preso entre a parede e o teto.
- O que é isso gente? Sintam!
Todos tocam e percebem que é um objeto quadrado grudado na parede com um monte de fios. Suzi sem pensar duas vezes puxa esse objeto. Logo ele aparece na sua mão. Era uma caixa de metal quadrada. Logo toda a cabana se transforma em paredes de metal brilhante. O chão que eles nem pensavam era de uma tipo de grade.
- Rapido Sansão me ajude aqui. - Grita Walter começando a puxar uma das grades.
- Por ai não Walter! Tenta da ponta!- Fala Suzi apontando para o canto da parede no chão.
Ele corre para lá junto de Sansão e Bruno. Os dois com dificuldade puxam a grade. Aos poucos ela se entortava.
- Espera, deixa eu ver se já consigo passar. - Fala Bruno que era mais magrinho. Ele atravesse e fica abaixado para passar por um tipo de túnel que tinha no chão. - Venham.
Saw desse também e logo depois vai Suzi. Walter vai logo depois. E Sansão por ultimo.
Todos se arrastavam para passar por meio dos varios fios. Suzi não conseguia enxergar nada. Estava tudo escuro só dava para ver as pontas das botas sujas de Saw. De repente Bruno fala:
- Tem mais um buraco aqui. Eu vou?
- Fala baixo. - Diz Walter nervoso.
- Vai Bruno. - Sussurra Suzi.
Logo Saw se move e se Suzi se encaminha para o tal buraco. Saw atravessa por ele. Suzi fica agoniada e ouve:
- Vem gente!- Era a voz de Saw.
- O que é isso?- Pergunta Bruno.
- Não sei Bruno, não dá para ver. Passa correndo. - Fala Saw.
- Vai Suzi. - Fala Walter. Suzi desse pelo buraco. Era mais estreito e maior que Suzi gostaria. Ela se espendura pelo tuneu e se segura e tenta alcançar o pés no chão. Mas não dava.
- Não tem chão...- De repente alguém segura seu pé. -Ai...
- Sou eu Suzi. Vai se solta. - Diz a voz de Bruno para acalmar Suzi.
Suzi se solta e cai num tipo de rio. Mas o cheiro dava para saber o que era.
Quando Walter escorrega para lá e cai na água suja ele diz.
- Isso é esgoto?
- Vamos sair daqui gente, o mais rápido possivel, por favor. - Diz Saw com agonia.
-Espera o Sansão. - Diz Walter olhando pelo buraco. Logo ele cai na água suja. Ele se levanta nervoso.
- Que porcaria é essa.
- Vamos logo. - Fala Suzi caminhando pelo largo corredor com água cheirando muito mau até o peito.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Meteoros causam sofrimento e destruição

Cristiny chega na sua rua no meio de um monte de gente gritando e correndo. Varios carros parados no meio da rua e meteoritos riscando o céu e caindo em varios lugares em Oculam. Cristiny desesperada chega em sua casa  gritando:
- Pai! Pai! Cadê você? - Fala ela chorando e gritando dentro de sua casa enquanto escutava estouros pra todo lado e gente gritando. Um estouro muito alto, destroços entram pela janela fazendo Cristiny se proteger. Ela olha com terror a rua Eliz com um buraco enorme, pedras do tamanho de bola de basquetes entraram em sua casa destruindo a televisão, o chão e o sofá.
Ela vai até a rua, no meio de buraco gente chorando ferida, e gente saindo correndo e pessoas chorando desesperadas. De repente uma mão a segura. Seu pai entra dentro de casa falando alto:
- Cristiny você está bem? Você está bem meu amor?
- Tó pai. Cadê o Cristian? O que tá acontecendo?
Cristiny abraça o pai. Enquanto ele vasculha o quarto tentando encontrar o irmão. Mais estouros para tudo conté lado.Um estouro enorme faz pedras enormes quebrarem o teto. Jorge protege sua filha enquanto ele a puxa para debaixo da mesa.
- Vamos ficar aqui! Aqui!

Joe chega de bicicleta em sua rua, varias pessoas gritando e chorando corriam para todo lado. Joe taca a bicicleta no chão e chega em sua casa.
- Cecilia! Cecilia!
- Pai!
Debaixo da grande mesa de jantar estava Zida e Margarety abraçada a Cecilia. Joe entra de baixo da mesa e  beija a filha e chorando fala:
- Muito obrigado meninas. Muito obrigado.
- Abaixa Joe! Abaixa! - Diz elas fazendo Joe se abaixar e ambos deitarerem colocando a cabeça em baixo do joelhos enquanto rezavam enquanto escutavam os esturos, gritos e choros do lado de fora da casa.

Priscila e Ray ainda viam tudo pela janela quando de repente a casa é atingida pelas pedras.
- O meu Deus pai! Pai! - Um enorme meteoro cai sobre a escada. Mariana, Graziella, Durval e Rafael que estavam nos quarto descem até o lugar do enorme buraco aonde não dava para descer.
- O que é isso? - Diz Rafael nervoso.  Priscila vendo a cena dos empregados presos no segundo andar da casa grita.
- Vai pelo meu quarto Mariana! Leve eles pela janela! - Priscila sai correndo para o lado de fora da mansão para o desespero do pai.
- Não Priscila! - Grita Ray indo atrás da filha.
O jardim feito tão bem por Jorge agora estava com um enorme buraco no chão. E o labirinto todo empoeirado com furos enormes de rochas. Mas Priscila não se concentra nisso. Ela dá a volta na casa aonde vê a janela de onde eles deveriam surgir. Mais um meteoro enorme cai, dessa vez no vizinho deles, mas levantando peoiera. Priscila tossindo grita para Rafael que fala:
- Desse pelas plantas.
Era como ela descia do quarto para ir namorar com Jorge. Mariana com coragem vai primeiro. Estouros fazem pedras voarem e Mariana para para se proteger. Ela desse pulando um pouco mais do que deveria e cai sentada no chão. Priscila ajuda Mariana a se levantar e grita:
- Vem! É mais baixo do que parece!
Durval olha para o filho que se preocupa com a esposa com o barrigão enorme de nove meses. Ela chorava em desespero.
Durval pega os lençol da cama de Priscila e amarra ao edredon fazendo uma tereza. E joga pela janela.
- Vai Rafael. Isso segura você e a Grazi.
Os dois se espenduram pela janela, e se segurando pela tereza, mas de repente um meteoro gigante destroi a casa de Ray, acertando diretamente o quarto e jogando longe Rafael e a esposa. Priscila, Ray e Mariana se protegem e veêm com terror que Durval não tinha chance de sobreviver. Mariana chora de desespero, Ray a segura para ela não ir correndo pra cima daquela bola de larva fervente dentro do buraco procurar pelo amigo. Priscila ajuda Rafael e Grazi se levantarem e verem se eles estavam bem. Grazi assustada chorava e Priscila diz pra ela:
- Calma! Tá tudo bem? Você não sente nada?
- Não! Meu filho! Meu filho! - Grita a mulher.
- Se você não sente nada ele está bem.- Diz Priscila tentando tranquiliza-la. Rafael chocado olha para a mansão destruida e chora sentindo vendo que seu pai estava lá dentro.
- Vamos sair daqui! Vamos! -Grita Ray correndo com todo mundo pelo meio da rua. Mas todos olham em desespero na rua varias pessoas sendo atingida pelos meteoritos e gente correndo pela rua.
- Não! Vamos voltar! - Diz Ray correndo o jardim e só vê um lugar. - No labirinto. No labirinto.
Todos correm lá para dentro.

Meteoros em Oculam

Diana chega correndo ao hospital que estava uma algazarra, um monte de gente correndo para tudo conté lado. Ela se aproxima chorando perto de Troy que chorava sentado em uma das cadeiras da recepção de cabeça baixa.
- Troy! Troy! O que aconteceu?
- O que aconteceu? O que aconteceu mãe? O pai morreu!
- Não Troy! Não. - Diz Diana chorando. - Porque? Foi acidente?
- Ele teve um ataque do coração. O hospital não deu assistência por causa do blecaute de energia. Não puderam fazer nada. - Diana percebe o rancor na voz do filho e pergunta:
- O que foi? Porque está agindo assim?
Uma voz fria e triste se ouve atrás dela.
- Porque você foi a culpada.
Diana se vira assustada.
- Como assim Iti? O que eu tenho a ver com a morte de seu pai.
- Nos descobrimos que você mentiu pra mim mãe. A Maria Elizabeth nunca esteve com homem nenhum.
- Maria Elizabeth? - Pergunta Diana nem se lembrando no nome da moça. - Que Maria Elizabeth?
- A minha namorada mãe. Aquela que fiquei preso em casa por mais de dois anos chorando por causa dela. Você não se lembra?
- E o que tem isso com a morte de seu pai? - Pergunta Diana desesperada.
Troy chorando fala:
- Ele morreu de tristeza quando descobriu a cobra que ele se casou! - Diana se vira chocada.
- Eu não estou acreditando nisso. Eu acabo de descobrir que meu marido morreu e meus  dois filhos vem me atacar com quatro pedras na mão? É isso que estou vendo?
- Você jogou dois anos da minha vida fora mãe!
- Eu? Você acha que teria que tipo de vida do lado daquela piranha?
- Ela é muito melhor do que você! Meu pai foi um heroi por viver casado com você! Uma mulher maldosa, fria, manipuladora!
A gritaria era imensa mas ninguém se dava conta pois um monte de um monte de gente ferida e chorando e gritando pela morte de parentes corria desesperado pelo hospital.
- Eu não vou ficar ouvindo essas calunias aqui! Eu quero ver meu marido!
- Não! Você não vai chegar perto do corpo do meu  pai! - Diz Iti nervoso chorando.
Diana chorando tenta entrar na sala de hospital. Mas Iti e Troy a seguram. Ela cai  no chão chorando.
- Vocês são monstros! Como podem fazer isso com a sua mãe!
- Você que é um monstro! E não quero ver você nem no velorio do meu pai!
Diana sai correndo chorando pela rua. Varios carros parados no meio da rua enquanto varias pessoas na rua saiam correndo. Diana escuta uma gritaria, e um monte de gente começa a correr. Ela olha para trás assustada.

Longe dali a alguns minutos atrás Eduardo, Yan, Maria Elizabeth e Renata ainda estão na frente da Faculdade Oculam onde uma multidão vendo que ali era o único lugar com energia começa a se aproximar de lá. Eduardo e outros policias tentavam dominar a população quando Riti aparece correndo no meio da multidão.
-Eduardo! Eduardo! - Eduardo se encontra com Riti no meio da multidão.
- Riti! O que você faz aqui! Vai pra casa! Fica com o Eduardo Junior!
Riti pega folego e fala:
- Eduardo o Jim está lá em casa com Alicinha. Ele quer te ver. Diz que é rápido.
Eduardo em desespero fala:
- Cuida de tudo Yan e Renata. Eu vou falar com o Jim. Maria vem com agente.
Eduardo, Maria e Riti saem correndo na direção contraria a de que a multidão caminhava iluminada por velas.

Eduardo chega em sua casa e encontra Jim e Alicinha ao lado de Angel que segurava Eduardo Junior nos braços. Jim ao ver o amigo entrar na sala corre até ele. A primeira coisa que Eduardo vê é as malas no meio da sala.
- Eduardo não temos muito tempo. - É a primeira coisa que Jim fala ao se encontrar com Eduardo. Mas ao ver Maria fala nervoso. - O que ela está fazendo aqui? - Jim nervoso olha para Riti. - Eu disse para chamar só o Eduardo.
Eduardo nervoso fala:
- Calma Jim. O que está acontecendo? Tem a ver com o céu escurecendo? É isso?
Jim virasse para Angel e fala:
- Coloque as malas no carro Angel.
- Do que você está falando Jim? Que malas são essas? São minhas?
- Eduardo você precisa confiar em mim. Se você quer salvar sua família venha comigo.
- Salvar? Salvar de que? - Pergunta Maria Elizabeth nervosa.
- Vamos. Eu vou te explicando no caminho. Já deveriamos ter saido. - Fala Jim nervoso saindo da casa. Todos o seguem mas ao ver o céu escuro com grandes riscos vermelho cruzando o céu Jim se desespera. - Vamos todos para o carro!
- Os carros não estão prestando! - Diz Maria seguindo eles.
- O meu está! - Fala Jim entrando no carro. Todos entram no carro.E Jim acelera o carro saindo do estacionamento e vai para ir para a rua, quando vê um monte de gente gritando e chorando saindo correndo na direção contraria aonde Jim tentava sair com o carro. E Eduardo finalmente define os riscos vermelhos como meteoros.
- Jim o que está acontecendo? - Pergunta Eduardo nervoso.
Enquanto Jim desviava das pessoas que varias veses batiam de leve no carro enquanto Jim tentava businando fazer eles sairem da frente.
- Eduardo eu estava esse tempo todo trabalhando com Lauro e Murillo.
- Em que vocês estavam trabalhando Jim? - Pergunta Maria assustada.
- A pergunta é com quem estavamos trabalhando. Eu estava trabalhando com extraterrestres Eduardo.

A verdade

Então Sergio, Arthur e Sakuia tentavam arrombar as portas para fugir da casa de Ana Paula. Mas Arthur e Sergio já estavam de ombro doendo e nada das taboas finas e frajeis se moverem.
- Eu desisto! Deve ter um tipo de macumba ai! - Fala Sérgio nervoso.
- Cruz em credo Sergio. Não fala isso nem brincando. - Diz Sakuia com agonia e chorando.
De repente Ana Paula abre a porta. E Arthur e Sergio recuam para junto de Sakuia. Ana Paula fecha a porta atrás de si com cuidado.
- Ana Paula, o que seus pais vão fazer com agente. - Fala Sergio nervoso.
- Porque nos prenderam aqui? - Pergunta Sakuia assustada.
- Já está de noite. Meu pai vai ficar preocupado Ana Paula. - Fala Arthur.
- Não está de noite. Isso é só uma ilusão que criamos para abalar vocês.  - Diz Ana Paula seria.
- Ilusão? Como? Vocês são bruxos?- Pergunta Sakuia se escondendo atrás de Arthur.
- Não Sakuia. Não somos bruxos.
- Então como vocês criam ilusões? Essas tabóas velhas também são ilusões? - Pergunta Sergio triscando novamente nas táboas da casa quase podre.
-É claro que são ilusões. Isso não é uma casa. É nossa nave.
Os três assustados recuam mais um passo.
- Nave? - Pergunta os três ao mesmo tempo.
- Quando eu sumi a dois anos atrás é porque meu pai revelou um segredo para mim. Um segredo bem complicado de se acreditar. - Diz Ana Paula com um pequeno sorriso nos lábios. - Sérgio, Sakura, Arthur, eu descobri que não sou do planeta Terra.
Os três soltam gemidos de medo.
- Como assim? Não é da terra vocês são extraterrestre? - Pergunta Sakuia gaguejando de medo.
- Meus pais me contaram que são do planeta Aiticidup. E que o governo de Aiticidup descobriram o planeta Terra a muito tempo. E resolveram atacar.
- Atacar? Como assim atacar?- Pergunta Sérgio confuso. Mas Arthur fala:
- Como atacar?- Imitar Arthur. - Atacar é que eles estão fazendo agora.
- Nos viemos a terra e fingimos ser seres humanos normais. Viramos pais, mães e familiares das pessoas. E foi marcada uma data para o ataque começar. E hoje é essa data.
- Vocês estão nos atacando? Mas porque? - Pergunta Sakuia indignada. - O que fizemos para vocês nos atacarem.
Ana Paula rindo fala:
- O que vocês fizeram? Vocês são a raça perfeita para fazerem o trabalho duro do nosso planeta.
- Como assim trabalho duro? - Pergunta quase chorando Sergio.
- Escravos Sakuia! Eles querem agente como escravo! - Diz Arthur desesperado.
- Acertou Arthur. - Diz Ana Paula rindo. - Sempre gostei de você. Você era o mais esperto.
Sergio se entristesse mas fala:
- E nos? Fomos capturados? Seremos escravos de vocês?
- Você também acertou Sergio. - Diz Ana Paula sorrindo. - Mas fiquem tranquilos. Terão mais compania. O ataque geral no Brasil vai começar daqui a um tempo. Agora só está sendo na Itália.
- Itália? - Pergunta assustada. - Itália é aonde minha irmã está! A minha irmã também vai virar escrava?
- Se ela sobreviver sim. - Diz Ana Paula com o mesmo sorriso que estava começando a virar era maniaco.

Um jantar a luz de velas.

Mariana olha pela janela da mansão de Ray. Tudo estava escuro.
- Mariana, venha me ajudar a acender essas velas se não o almoço não fica pronto nunca.
Atrás de si, Durval acendia varios candelabros de velas. Mariana vendo a cena corre e leva uma das velas para a sala de jantar. Aonde Rafael estava sentado a mesa ao ao lado de Graziella grávida. Ray ao lado de Juliana ria. Priscila triste olhava pela janela também.
- Acho que isso já deveria ter acontecido antes. A volta a época antiga onde ninguém tinha energia.
- Isso não me encomoda muito. - Diz Rafael se mostrando abalado. - Acho esquisito é o dia ficar noite assim tão rápido.
- Pode ser muitas coisas Rafael. - Diz Priscila. -  Desde um eclipse do sol ou uma simples bagunça no fusohorario. Dá para acreditar que graças aos astrologos podemos estar atrasados dias. Quer dizer, hoje sendo dezesseis. Poderia já ser dia vinte de janeiro.
- Cruzes.- Fala Graziella rindo. - Assim eu já teria trinta e dois anos. Não obrigada Priscila, prefiro acreditar que é fim do mundo.
Rafael beija a esposa fala:
- E nada melhor do que passar o fim do mundo do lado da esposa e do  meu pai. - Diz Rafael sorrindo enquanto o pai coloca mais um candelabro na mesa.
- Mas veja que baderna na rua. - Diz Priscila preocupada vendo um monte de gente gritando na rua. Carros parados e pessoas gritando. - Parece que todos os carros também pararam de funcionar.
Ray se levanta da mesa e vai olhar. Ele com cara preocupada fala:
- Estou preocupado com o Sérgio. Esse menino não para em casa. Vou ligar para ele.
Durval corre até o telefone mas fala pra ele:
- O senhor, o telefone não funciona.
Ray fica mais preocupado ainda. Rafael se levanta do lado da mulher e fala assustado.
- Senhor Ray, eu vou levar minha mulher até o quarto. Se não precisar mais de mim. Pai, poderia me acompanhar. Queria falar algo com o senhor.
Rafael sobe ajudando a esposa a subir as escadas. E Durval vai atrás. Mariana vendo Priscila e Ray concentrados na bagunça da rua aproveita e sobe as escadas também. E ouve de longe Rafael já no quarto de hospedes com o pai e a esposa falando.
- Pai, quero que você venha comigo para o Rio quando voltarmos.
- Não posso deixar o Ray. E com seu salário não da pra me sustentar. - Fala Ray compreensivo.
- Pai dá sim. Eu não dependo só dessa merreca que o Ray me paga. Eu peguei emprestado um pouco do dinheiro que iria ser pra comprar vinho uma vez e investi.
- Você pegou o dinheiro do Ray filho?
- Peguei um pouco pai. Uma vez.
- Você roubou Rafael?
- Ele não roubou senhor Ray. - Diz Grazielly. - Ele pegou emprestado. Já devolveu. Mas o que importa é que esse dinheiro deu pra Rafael investir num curtametragem.
- Curta metragem? O que é isso?  - Pergunta Durval desconfiado.
- É um filme de curta duração pai. Ele fez sucesso e o dinheiro voltou. Eu  comprei um apartamento e aluguei. Recebo todo mês mil reais. Com esse dinheiro e o dinheiro que o Ray me dá eu posso comprar mais imoveis e aluga-los. Pai, podemos ficar tão ricos quanto o Ray.
- Não sei filho. Você é ambicioso demais.
- E você é de menos. Podemos ser grandes pai.
- Nem sabemos do amanhã. - Fala Durval.
- Você tem um tempo para pensar. Não precisa falar agora. - Diz Grazielly.
- Filho não quero ver mais você pegando coisas que não é sua.
- Foi emprestado pai.
- Você não pediu. E pra mim isso é roubo.
Durval sai nervoso e bate contra Mariana. Mariana olha assustado para ele. Antes que Rafael saisse do quarto Durval a segura e a leva para o outro quarto.
- Você não ouviu nada Marina. Está me escutando?
Mariana estranhando fala:
- É claro que eu escutei Durval. Você tá pensando que sou o que?
- Não sei. - Diz ele se tranquilizando. - Depois do que você passou hoje. Eu pensei...
- Eu não sou esse tipo de pessoa não Durval. Nós estamos juntos nessa se lembra?
- Desculpe Mariana. Olha, esquece o que te falei. Esquece o que você ouviu. Vai ser melhor pra todo mundo.
Durval sai nervoso do quarto deixando Mariana olhando para a lua clara.

Meteoros na Itália.

Sakura está fazendo o almoço com o fogão a lenha e esperava nervosa pela volta de Terency. Quando ele de repente chega em casa todo suado e tentando recuperar o folego.
- Terency o que aconteceu? - Pergunta Sakura assustada vendo ele nervoso.
- Temos que sair daqui! Temos que sair daqui!
- Como assim? -Pergunta Sakura assustada.
- Pega o bebê Sakura. Vamos! - Diz ele segurando a mão da esposa e tentando a arrastar para o lado de fora. Sakura se desvencilha do braço do marido e fala:
- Primeiro você vai me contar o que está acontecendo. Que desespero é esse?
- O mundo tá acabando é isso que está acontecendo. Olhe! - Diz Terency arrastando Sakura para fora e vendo um monte de meteoros caindo sobre o mar. Sakura apavorada olha para trás e vê a cidade sendo destruida pelos meteoros, e ao lado dela a casa de Débora toda queimada com um buraco enorme no meio da casa. Sakura volta para sua casa pega o bebê e junto do marido sai correndo. De repente no meio do caminho encontra Cleber e seus dois irmãos. Ele chega gritando:
- Che cosa hai fatto con mia sorella? "O que você fez com minha irmã?" Che cosa hai fatto? - Cleber corre e dá um soco em Terency e ele cai no chão. Sakura desesperada vê a cena chocada.
- È morto! Sua sorella è morta. - Diz Terency para o pavor de Sakura.
- Do que eles estão falando seu porco! - Diz Sakura chorando. Os garotos ao vêem Sakura falar daquele jeito largam Terency. Terency chorando fala:
- Eu estava com a irmã deles Sakura. Eu estava te traindo. E você não se fassa de desentendida que você sabia! As luzes se apagaram de repente e um desses meteoros caiu no quarto em que estavamos. Eles acham que eu que fiz algo.
Mais um dos enormes meteoros caem quase do lado deles. Sakura abraçada a seu filho, os três homens e Terency começam a correr. Mas não adiantava correr, meteoros caiam para todo lado.
Cleber e os irmãos correm para de baixo de uma árvore. Terency e Sakura também. Sakura horrorizada vê um dos meteoros atingirem sua cabana.
- O meu Deus! O que está acontecendo?

Mais um avião que cai

Suzana está no avião abraçada a Arnold. Os dois tentavam cochilar mas Suzana não se ficava quieta.
- What was Susan? Not feeling well?- Pergunta Arnold finalmente desistindo.
- I'm fine. Only a heart in agony. "Eu estou bem. Somente um coração em agonia."
De repente as luzes do avião começa a piscar. Suzana segura a mão de Arnold. O avião começa cair violentamente com as luzes apagadas. Arnold segura a mão da namorada. As mascaras de oxigênio caem do teto.
- Ai meu Deus Arnold. - Grita Suzana entre a mascara com medo.
Arnold aperta  a mão de Suzana. De repente um barulho imenso além do barulho do avião dando um parafuso no ar. A parte de trás do avião se racha. E parte dela é arrancada. Suzana fica desesperada. O vento imenso vai arrastando a fileira de poltronas com varias pessoas fazendo elas serem sugadas pelo céu escuro. Varias cadeiras continuam a ser sugadas até que a cadeira de Suzana e de Arnold se movem. Arnold com a mascara olha para Suzana com tristeza antes da cadeira deles se partirem e ele ser sugado também voando para longe junto de sua cadeira. Suzana grita:
- Arnold!!!!- De repente um tronel de água entra pelo lado da primeira classe inundando tudo e arrastando varias pessoas e cadeiras para o lado de fora. Suzana não é agarrada porque seu pé fica presa no sinto de segurança. Ela sente varias coisas batendo nela, e ela sendo sugada para dentro do oceano. Mas de repente o sinto que a segurava se parte fazendo ela ir para a superfície. Suzana com medo vê varias pessoas gritando e chorando no meio do oceano, vários pedaços de metal e malas flutuam junto de pessoas gritando, pessoas feridas e pessoas mortas. Suzana tremendo de frio nada querendo se afastar o mais rápido possível daquilo tudo. Ela continua a nadar, mas eram milhares de pessoas que gritavam. Não dava para ajudar ninguém. Não dava para se quer se ajudar. Suzana só pedia a Deus para ter sorte no meio daquela água e daquela noite estranhamente iluminada pela lua enorme como nunca e as estrelas brilhantes.

Será o fim do mundo?

- Estamos aqui ainda na fazenda dos senhor João e da dona Muriel aonde um meteoro caiu. - Fala Joe ainda no milharal. Mas o que queremos informar a todos agora e que agora são três e duas e já está de noite...
Irwan olha para Joe nervoso e abaixa a camera.
- O que foi? - Pergunta Joe abaixando o microfone.
- Aconteceu alguma coisa. - Diz Irwan dando uma olhada na camera. - Desligou.
- Então fica ai tentando resolver, que eu vou ligar lá pra casa. - Joe pega o celular e vê que o celular está desligado.
- Uai acabou a bateria.
- Parece que foi mesmo. - Diz Irwan pensando que Joe falou da camera. - Eu vou na casa deles para carregar.
- Não. Eu estou falando do meu celular. - Fala Joe confuso.
- Que esquisito.
- Acho melhor agente ir lá para o Jornal. Deve ter mais noticias pra gente ir desvendar. - Fala Joe já caminhando para a casa do casal. Lá dentro eles a luz de vela o casal estava rezando.
- O que aconteceu gente?
- É o fim do mundo seu Joe. - Fala João com o rozário na mão.
- O senhor dá uma carona pra gente. Pra gente ir para a igreja.
- Que fim do mundo o que. Deve ser só o eclipse. - Fala Irwan segurando a camera no braço.
- Mas se vocês quiserem ir. Eu acharia melhor vocês ficarem caso a filha de vocês voltasse.
- Ela não volta não senhor Joe. Ela foi é pega por nosso senhor Jesus pra não sofrer com o fim dos tempos. - Fala Muriel com lagrimas nos olhos.
- Não é fim do mundo nada. - Fala já nervoso Irwan. - Vamos Joe. Esse povo tá é tudo é doido.
Irwan e Joe vão caminhando para a van. E Joe fala:
- Que isso Irwan. Isso é jeito de falar com os dois? Eles acabaram de perder a filha.
- Esses dois tão ficando é doido. - Diz ele montando no banco do motorista e tentando ligar o carro.Mas nem barulho o carro faz. - Mas que porcaria é essa?
Logo um velho do casebre vizinho fala:
- I moço. Carro nenhum tá querendo pega não. Lá na cidade tá uma confusão danada. Tão dizendo que tem gente até se matando achando que é fim do mundo.
- Temos que arrumar um jeito de ir pra cidade Irwan.- Fala Joe assustado.
- Mas pra que ir pra lá? A camera nem tá prestando não tá.
- Podemos ir no Jornal e pegar um que presta.
- Mas como vamos ir?
O velhinho fala triste.
- Tenho duas bicicletas aqui. Se vocês quiserem eu vendo ela por duzentos contos.
- Duzentos? Tudo isso? - Pergunta Joe assustado.
- Paga logo o velho Joe. Nossa reportagem é mais importante do que míseros duzentos reais.
Logo Irwan e Joe com a camera na costas vão de bicicleta pela estrada esburacada para o centro de Oculam que estava cercado pela escuridão.

All cars do not care.

Enquanto isso com Carol em Nova York, ela não estava tão preocupada com a noite caindo tão cedo. Na verdade ela nem dava para ver isso. Estava descendo os dez andares com a filha da Faculdade de Ed.Fisica de Nova York de escadas. Quando finalmente elas saem do prédio elas vêem vários policias andando pelo Faculdade.  E finalmente Carol e Danielly percebem a noite caindo ao meio dia.
- Mãe que estranho. Já está de noite. - Danielly olha no rélogio e se assusta. - Não passa das duas.
- Seu relogio deve ter parado Danielly. Mas vamos nos preocupar em sair daqui o mais rápido possível.- Fala Carol pegando folego após descer os dez andares.
- Meu Deus mães. Alguém está descendo as escadas. - Diz Danielly assustada.
Carol puxa a filha para se esconder na escuridão do prédio. Pelo menos a noite naquela hora estava ajudando alguém. No canto do prédio apenas uma grade alta separava elas do parque aonde George estava. Mas a unica coisa que os protegia da visão dos policias era a sombra da noite.
Carol nervosa fala:
- Danielly você sobe nas minhas costas. E corre para dentro do parque. O George é um homem grande com blusa xadreza.
- Porque você está falando isso? Não vai vir.
- Você vai ter que fazer tudo sozinha minha filha. O único jeito de sairmos daqui é esse. - Carol olha os policias todos perdidos olhando para o céu escuro e comentando com estranhesa.
- Eu não vou sem você. O Alceu vai te matar.
- Não vai. Eu vou ser presa e vou ficar protegida na delegacia. Agora se eles te pegarem você vai pra casa com Alceu. E corre risco de vida ao lado dele.
Danielly chorando abraça a mãe.
- Você vai até o George e vai com ele pra onde ele for. Não importa aonde. Que seja bem longe daqui ou aonde o Alceu nunca te encontre. Arrume um dinheiro e ligue para o seu pai. Conte tudo a ele. Ele vai arrumar um jeito de sairmos daqui.
- Mãe. Você vai ficar presa?
- Não sei filha. Mas você tem que se salvar. - Carol chorando fala: - Eu não vou aguentar se alguma coisa acontecer por causa de uma burrada minha.
- Não foi burrada mãe. Você acreditou no amor.
- Eu acreditei num orgulho idiota meu. Mas a vida está me ensinando o que é mais importante.
Ela abraça a filha mais uma vez. E fala nervosa.
-Agora vai!
Danielly com ajuda de um impulso da mãe consegue alcançar o muro e pula nele. Carol olha séria para os policias. E fala nervosa.
-Hey cops you saw my daughter? "Ei policiais vocês viram minha filha?"
Os policias correm para prender Carol e a seguram. Alceu desse as escadas nervoso ao lado de Alma e a diretora.
- It's her, police! Hold this crazy! "É ela policias! Segurem essa louca!"
- She is trapped Mr Alceu. Do not worry. "Ela já está presa senhor Alceu. Não se preocupe."
- Where's Danielly? What did you do with it? Cadê a Danielly Carol? O que você fez com ela?
Carol abre um sorriso malicioso para Alceu e fala:
- I do not know. I can not get to it Não sei. Eu não conseguir chegar até ela.
-Do not worry Mr Alceu. We'll find it. Não se preocupe senhor Alceu. Nós vamos acha-la. - Fala a diretora preocupada.
- Take it from here. "Levem ela daqui." - Diz o policial entregando Carol para um dos policias e eles levando ela para dentro de uma viatura de policia.
- Hey, where are you going with it? Ei, aonde vocês vão com ela? - Pergunta Alceu nervoso.
- Let's take her to the police station. "Vamos levar ela para a delegacia." - Diz o policial que a segurava. Carol rindo fala:
- É lá que uma mulher que tentou matar o marido deve ficar Alceu. Não sabia?
Carol é colocada dentro da viatura de policia e sai rindo da cara nervosa que Alceu fazia enquanto Alma tentava conforta-lo.

Enquanto isso Danielly sai correndo pelo meio do parque. Varias pessoas olham para o céu estranhando. Danielly de repente vê uma das pessoas era um sujeito grande de blusa xadreza. Danielly se aproxima tentando se acalmar. Não poderia parecer uma louca.
- His name is George?"Seu nome é George?" - Pergunta Danielly timida. George se vira preocupado mas logo desconfia quem aquela moça é.
- Yes Where is your mother?- Pergunta ele preocupado.
- She's fine. She said that she is to leave. For you to take me away. But I will not leave my mother here.Ela está bem. Ela disse que é pra deixarmos ela. Pra você me levar para longe. Mas não quero deixar minha mãe aqui.
- Where is she? We will not leave her no way."Onde ela está? Nós não vamos deixá-la de jeito nenhum."
- No doubt the police station. We go there. "Sem dúvida, a delegacia de polícia. Vamos até lá."
Mas ao olhar para a rua eles vêem o enorme engarrafamento tapando a passagem do caminhão.

No meio do enorme engarrafamento estava Carol algemada dentro da viatura de policia. Dois policias extressados com a sirene ligada tentava sair do engarrfamento. Mas não adiantava.
- Turn the shit off. Do not see it's not worth anything."Desliga essa merda. Não vê que não adianta nada."
- Move over! Do not you see that are hindering agent to take a killer to jail? "Sai da frente! Não vêem que estão atrapalhando agente de levar uma assassina pra cadeia?" - Diz o outro nervoso.
Carol nervosa fala:
- I'm not a killer! - Grita Carol nervosa.
Mas de repente toda buzinas param. Os carros todos se desligam.
- What happened? "O que aconteceu?" - Pergunta Carol assustada.
As luzes da cidade todas se desligam.
- The car will not start."O carro não liga" - Diz o policial que dirigia tentando ligar o carro. Mas nem barulho fazia.
- All cars do not care."Todos os carros não ligam"

As luzes se apagam.

Eduardo na delegacia de policia em seu escritório organizava varios policias dizendo alto:
- Todos estão tentando chegar em casa. Vão todos para os pontos mais complicados dos transitos de Oculam e tentem controlar. Não usem armas, tentem controlar a situação.
Uma mulher chega correndo no escritorio de Eduardo.
- Chefe as linhas estão super carregadas. Tem ligações de todos os lugares. Tem alguns loucos no meio da Av. Capti, estão saqueando um supermercado.
- Meu Deus. - Diz Eduardo com calma. Ele vira-se para um dos policias e fala. - Ludovico. Vai com a Meg pra lá. Pode prender todos que conseguirem.
Maria Elizabeth chega ao escritório. Eduardo sai da frente de todos os policias e eles saem correndo do escritório para tentar organizar.
- Eduardo, teve noticias da Suzi?
- Não. Ainda nem uma ligação. E na televisão? Teve alguma noticia do que está causando a anoitecer tão cedo em Oculam?
- Não Eduardo. Mas não é só em Oculam. É no mundo todo. Todo o mundo está a noite. - Diz Maria assustada.
- Como isso pode ser possivel. Se um lugar está a noite, um lugar da terra tem que estar de dia.
- Mas não é bem assim. Isso não é a noite de verdade. Alguns cientistas dizem que pode ser um tipo de imagem que alguém está projetando para todos acharem que está a noite.
- Mais pra que alguém gastaria tempo e dinheiro para isso?
Eles param diante a uma janela e vê o enorme engarrafamento nas ruas de Oculam. Já sabiam a resposta. Era simplesmente para ter essa bagunça.
- Que cientistas que dizem isso?
- Do Rio de Janeiro, dos Estados Unidos, do Japão.
- E os nossos cientistas? Os cientistas de Oculam? O que dizem?
- Alguns reportes estão na frente da faculdade. Mas ninguém entra ou sai de lá a horas.
- Algum de nossos policias estão lá?
- Não Eduardo. Não sabia que precisava.
- Vamos pra lá. Aproveitamos e averiguamos a história do produto da padaria do Silvio.
- Ok. Mas vamos a pé. Qualquer veiculo para passar nessa rua está impossivel.- Fala Maria seguindo Eduardo descendo o elevador.

Eduardo e Maria correm pela rua onde milhões de pessoas gritavam de dentro de seus carros buzinavam e xingavam. Eduardo na frente corria tentando desviar das pessoas que simplesmente paravam para olhar o céu escuro no meio da calçada. De vez enquando se via um acidente de carro e um policial tentando resolver. Eduardo vê Cristiny desesperada correndo. Ao vê-la Eduardo vai até ela e fala:
- Cristiny! Vai pra casa! Fique com seu pai e seu irmão.
- O que está acontecendo Eduardo?
Eduardo sem tempo continua a andar enquanto Cristiny vai na direção contraria.
- Eu estou tentando descobrir. Vai pra casa.

Eduardo e Maria Elizabeth chegam na Faculdade de Ciências de Oculam onde um monte de reporteres e pessoas gritando tentavam entrar na faculdade a porteira trancando os portões tentava falar para o povo se acalmar. Mas era impossivel. Um policial sai do meio da multidão desesperado.
- Senhor Eduardo. O que nós vamos fazer? O povo pensa que é culpa dos cientistas o que está acontecendo. Estão tentando entrar no prédio.
Eduardo corajosamente sobe em cima de um carro e grita.
- Todos que não são reportes saiam de perto do portão da Faculdade. Eu sou o delegado dessa cidade e estou tentando resolver o assunto. Mas vocês estão atrapalhando. - Todos olham para Eduardo. E se controlam. Só uma senhora se aproxima de Eduardo e fala:
- Senhor, poderia sair de cima do meu carro.
- Desculpe senhora.
Eduardo desse do carro e se aproxima do portão ao lado de Maria. Ele se aproxima da porteira e fala:
- Senhora, poderia deixar eu entrar. Quero falar com alguns cientistas de Oculam.
- Me desculpe mas o chefe mandou ninguém entrar.
- Esse chefe por acaso seria Lauro e Murilo Cardoso? - Eduardo olha para trás de onde vinha a voz . Era Yan e Renata que se aproximavam.
- Yan? - Fala Eduardo surpreso e alegre por ver o colega de novo como o policial de antigamente e não um bebado.
Mas a alegria acaba quando a porteira fala:
- Não tenho a autorização para lhe dar essa informação senhores.
- Senhora? Você sabe quem é agente? - Diz Eduardo nervoso. - Somos a policia de Oculam. O mundo inteiro anoiteceu ao meio dia e temos e dever de entrar ai dentro e tirar satisfação com quem intende disso.
- Desculpe senhores eu estou apenas obedecendo ordens. E ao menos que vocês tenham um mandado não poderam entrar aqui.
A porteira vai embora. E logo varios reporteres começam a fazer perguntas para Eduardo e eles. Os quatro entram no carro de policia para se protegerem dos reporteres e Eduardo pergunta para Yan:
- Como assim o Lauro e o Murillo chefes da Faculdade de Ciências? Eles não são nem professores.
- Eles não eram donos de uma fabrica de cadeiras ou coisa assim? - Pergunta Maria assustada.
- Não. - Diz Yan. - Agente foi verificar. Não tinham nenhum Lauro ou Murillo trabalhando na fabrica.
- Dai voltamos para o apartamento deles e descobrimos alguns documentos da faculdade. Eles só podem estar fazendo algo ilegal ai dentro.
- Não pode ser. - Fala Eduardo contrariado. - O meu amigo Jim trabalha ai dentro. Se fosse algo ilegal ele falaria pra mim. Jim jamais faria algo ilegal.
- Então porque você não liga para esse seu amigo. Ele deve arrumar algum jeito de deixar agente entrar. - Fala Yan.
Eduardo olha apreêncivo. Sabia que Jim não atendia seus telefonemas a dias, ou a meses. Nem se lembrava. Mas pega o celular para tentar. Mas o celular está apagado.
- O meu celular acabou a bateria.
- Tente o meu. - Fala Renata intregando-lhe o celular. - Você sabe o numero de cor?
- Sei. - Eduardo pega o celular. Mas olha que o dela também está desligado. - O seu também.
Yan pega o seu celular e olha.
- O meu também está desligado.
- O meu também. - Fala Maria assustada.
Alguém bate no vidro do carro. Era Maura. Uma reporter amiga de Joe e que Eduardo conheceu a alguns dias.
- Eduardo o que está acontecendo? As batérias dos celulares, de carros e até as das cameras acabou.

Mas de repente algo mais assustado acontece. A energia de toda a cidade se apaga. Eduardo olha com medo para o único lugar que vinha luz. O prédio da Faculdade de Ciências de Oculam.

Os tailândeses muito esquisitos.

Suzi, Walter, o piloto e o co polito e o médico vasculhavam a as margens do rio em busca de destroços do avião que pudessem ajuda-los a chegar a cidade. Saw tentava em vão fazer com que seu recém-achado laptop funcionasse. Ela nervosa taca o computador no chão e grita:
- Essa porcaria! Estamos perdidos! Nunca vamos conseguir chegar a cidade sem ele.
Suzi já sem paciência fala:
- Acho que se agente seguisse o rio daria em algum lugar. Porque não fazemos isso?
- Ficar aqui é que não vai adiantar nada.- Fala Bruno, o piloto do avião.
- Então vamos seguir viagem logo. - Fala Walter já seguindo a correnteza da água. Todos vão atrás dele. Quando de repente o céu começa a escurecer.
- Nossa. Mas já é tarde assim? - Pergunta Emilio, o co piloto do avião.
- Esse fuso horario mata agente uma hora dessas.
A noite escura deixava o caminho mais dificil. Mas Suzi caminhava sem pestanejar. Até que veêm uma luz e ouvem algumas pessoas conversando.
Suzi vira sorrindo para eles.
- O que será isso? Um grupo de aventureiros? - Pergunta Suzi.
- Isso é impossivel. Ninguém viria para esse lado de cá. - Fala Saw séria. - E não estamos nem proximos de uma aldeia.
- Mas são pessoas. Podem nos ajudar. - Diz Bruno feliz.
- Não Bruno. Espere. Não vamos até lá assim. Pode ser perigoso. - Fala Walter olhando firme para a luz. E tentando enchergar alguma coisa. - Mas o que é aquilo ali?
No meio da mata eles se escondem e tentam enxergar quem eram aquelas pessoas. Para o susto deles era um grupo de varios asiaticos. Um grupo de oito pessoas. Todos estavam nús e mas começaram a vestir as roupas tradicionais da Tailândia e falavam alguma lingua muito esquisita. Suzi vira-se para Saw e pergunta:
- O que eles estão falando? - Pergunta Suzi assustada.
- Não é Tailândes. - Fala Saw assustada. - Não é variação de nenhuma outra lingua que eu conheça.
Um dos homens falava nervoso e sério. Parecia ser o chefe. Dava ordens para outros três homens que já terminavam de se vestirem. De repente ele se encaminha para um lugar escuro e parece que ia tocar em algo. Mas não tinha nada na frente dele. De repente com o toque de sua mão do nada surgiu um capsula prata, alta do tamanho de um prédio de três andares.
- Meu Deus! - Fala Sansão o médico. - Eles são Etes.
- Devem ser algum ciêntistas testando uma maquina que eles criaram. - Fala Bruno tentando manter o controle.
- Eu nunca vi uma maquina fazer isso. Aparecer assim diante dos nossos olhos. - Fala Walter nervoso.
- Você acha que eles são Etes também Walter? - Pergunta Suzi assustada.
- Isso não me interessa o que eles são ou deixam de serem. Eu vi muita coisa estranha em Oculam. E não é isso que vai me tirar da rota de achar Suzam Crof. - Fala Walter já indo para caminhar quando ouvem uma voz nervosa e fria, mas falando claramente o português.
- Parados ai!
Ao se virar o sujeito tailândes apontava uma espingarda para todos. Atrás dele surgem todos os outros tailândeses que estavam ali.
- Você fala português? - Pergunta Saw assustada.
- Nos acompanhe imediatamente. - Fala o coreano com a arma na mão.
- Nosso avião caiu aqui moço. - Diz Emilio.- Não invadimos nada.
De repente o coreano atira em Emilio fazendo ele cair morto no chão. Todos gritam em desespero. Walter protege Suzi atrás de ci.
- Vão nos acompanhar ou vão ficar ai parados?
Walter, Suzi, Saw, Sansão e Bruno se encaminham para o lugar aonde eles avistaram a nave sempre na mira daquela pistola que tirou a vida de Emilio. Ao longo do trajeto um dos tailândeses parecia brigar com o que estava com arma. Mas naquela mesma língua. Para o susto de todos no lugar da nave tinha uma cabana velha.
- Entrem ai.- Diz o homem.
Todos entram na cabana e quando Saw entra a porta se fecha para uma escuridão extrema.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O céu escurece ao meio dia

Yan e Renata invadem o apartamento de Lauro e Murillo, com ajuda do porteiro.
- Eles não vão gostar nada disso. - Fala o porteiro nervoso.
- Nós temos um mandado. Sabe o que é isso rapaz? - Pergunta Yan mostrando o papel para o porteiro que sai de lá.
Renata corre até o lugar aonde estava o desenho e vê o quadro na frente. Yan sem demora tira o quadro e mostra o desenho. Renata tira a foto do milharal do bolso e vê que as figuras eram idênticas.
- Aonde é que estão esses dois? - Pergunta Renata nervosa.
- Sem duvida no emprego deles.
- Aonde esses dois trabalham?
- Na carteira está a fabrica de cadeiras de Oculam.
- Então vamos pra lá! Pelo menos algumas perguntas eles vão nos responder. - Conclui Renata.
Mas de repente algo de estranho acontece. O céu começa a escurecer. Renata e Yan olham pela janela. Renata olha para o relógio estranhando:
 - O que é isso? Eclipse? Não passa das duas horas.
- Venha! - Eles correm para fora do prédio onde uma multidão também sai de casa para ver aquele eclipse. Mas não era eclipse. A lua estava ali grande e poderosa.

Cristiny longe dali abre seus olhos assustada. Ela se levanta da cama de Renato onde ele acorda assustado também.
- Já é de noite? Meu pai vai me matar.
- De noite? Você está doida? - Diz Renato se levantando da cama também e olhando o relogio. - São uma e duas.
Cristiny veste sua roupa.
- É melhor eu ir.
- Porque? Por causa de um eclipse?  - Diz Renato a beijando. Ela tranquila se senta na cama e Renato vai até a televisão no quarto e liga a televisão. Uma reporter fala:
- O céu escureceu ao meio dia em Oculam. Especialistas tentam descobrir o que está acontecendo mas ainda não deram respostas. Alguns estudantes ao verem por telescopio dizem que isso não é real. Aquela não é a lua. O místério continua. Será que é um ciêntista maluco que quis a noite por mais tempo? Ou será o fim do mundo?
- Eu vou pra casa Renato.
Renato olha pela janela e vê varias pessoas do lado de fora da rua.
- É melhor não. Estão todos malucos por causa disso. Fica.
Mas Cristiny sai nervosa pegando sua bolsa e saindo. Cristiny do lado de fora veêm varias pessoas do lado de fora olhando para o céu. Ela caminha pela multidão e corre para casa com medo.

Diana apronta mais uma.

Iti está numa lan house do Shopping quando vê Maria Elizabeth passando apressada na rua. Ele tenta se esconder mas Maria Elizabeth a vê e entra no shopping e na Lan House.
- Iti? Conseguiu sua lan house?
Iti sem graça fala:
- Meu pai me deu.
Maria Elizabeth pareceu decepcionada. Mas ela finge e fala:
- Você sumiu? Não te vi mais. O que aconteceu? Viajou?
Iti pareceu mais sem graça quando solta.
- Não Maria. Minha mãe te viu com um outro homem. Eu fiquei com depressão. Não sai de casa desde aquele dia.
- Me viu com outro homem? Impossível!Em mais de dezoito anos o único homem que eu me envolvi foi você. - Fala ela nervosa.
- Jura? Dezoito anos?
- Iti! Eu não acredito que ficamos dois anos sem se ver por causa de uma mentira que sua mãe te contou.
- Não foi mentira. Ela me mostrou uma foto sua com outro homem.
- Iti você trabalha numa lan house. Sabe muito bem que fotos são facilmente de serem manipuladas. Isso se tiver algo tão comprometedor assim. Eu estava beijando esse homem na foto?
- Não. - Fala Iti muito sem graça.
- Não vê que sua mãe queria nos separar? E conseguiu.
- Minha mãe não seria capaz de fazer isso comigo Maria.
- Tem certeza que não? - Fala Maria olhando séria para Iti.

Logo Iti chega correndo em casa.
- Mãe! Mãe!
- O que é isso menino. Que gritaria é essa? - Fala Marcia, a empregada chegando correndo.
- Minha mãe Marcia. Ela mentiu pra mim. Ela mentiu. A Maria não tinha nada com outro homem.
- Mais menino. Sua mãe seria capaz de ver você dois anos depressivo e não contar nada?
- O que é que está acontecendo aqui? - Lorency, pai de Iti aparece descendo as escadas. Iti chorando corre e abraça o pai. - Pai, minha mãe mentiu pra mim.
- Ai meu filho. O que ela fez de novo?
- Pai, a Maria não tinha nada com homem nenhum. Ela mentiu pra mim.
Lorency coloca a mão no coração.
- Pai? Pai? Você tá bem? - Lorency cai no chão. - Marcia! Liga para o hospital! Rápido! O papai tá tendo um ataque!

As portas que não se abrem

Arthur e Sergio estão parados perto a casa de Ana Paula novamente. Eles olham estranhando algo e fala:
- Que estranho. Desde ontem eles não sairão da casa. - Fala Sergio com agonia.
- Eles devem acordar tarde Sérgio? O que você acha que deve ser? - Fala Arthur já nervoso.
- Não sei. Mas eu vou descobrir.
De repente Sakuia aparece de bicicleta na rua falando rindo:
- Eu sabia que vocês deveriam estar aqui.
- Você não deveria estar no colégio? - Fala Sérgio nervoso.
- Vocês também deviam. - Fala triste Sakuia. - Vocês deveriam me agradecer. Livrei a barra de vocês. Disse a diretora que vocês pegaram uma gripe. Consegui sair mais cedo dizendo que iria visitar vocês.
Arthur com carinho fala:
- Poxa Sakuia. Obrigado.
Sakuia rindo fala:
- Tinha gente aqui que não merecia. Mas eu sou amiga de vocês.
Sergio virasse para Sakuia triste.
- Obrigado Sakuia. Mas é que fico irritado. Parece que você não se interessa pelo o que está acontecendo com Ana Paula. Não acha curioso ela ter sumido e dois anos depois reaparecer assim, do nada?
Sakuia fala hironica.
-Até parece que não tem nada além disso Sérgio.
- O meu tempo de apaixonado pela Ana Paula passou Sakuia. Agora é só curiosidade mesmo. - Fala Sérgio voltando a ficar nervoso.
- Sei disso.
- Gente dá para vocês calarem a boca. A Ana Paula está saindo de novo.- Diz Arthur apontando para Ana Paula saindo da casa.
- Vamos atrás dela. - Diz Sérgio pegando sua bicicleta e indo atrás dela que já ia virando a rua. Sakuia e Arthur vão atrás. Mas quando passam pela frente da casa de Ana Paula uma voz fria de mulher grita:
- Ei! Vocês ai! - Os três se viram assustados para ver a cara de Craly, mãe de Ana Paula nervosa na frente da casa. - Porque estão seguindo minha filha?
Os três ficam mudos. Mas Sakuia se levanta para falar.
- Nós não estavamos seguindo sua filha. A senhora está enganada.
- Acho que a mocinha é que está querendo nos enganar. - A voz de agora vinha atrás deles. Eles se viram e um homem de olhar frio os encaravam com um espingarda na mão. Os três assustados andam para trás.
- Moço! Vai com calma! - Diz Arthur gaguejando.
- Agente só estava curioso. - Solta Sérgio corajosamente.
- A Ana Paula era nossa amiga do colégio e ela simplesmente desapareceu. Nós estavamos preocupados. - Fala Sakuia.
- Vocês estavam curiosos? Então vai descobrir o que temos para esconder. - O homem ameaçava eles e os impurrava para dentro de casa.
Os três entram dentro da casa velha feita totalmente de madeira. Mas sem movel nenhum.
- Cara deixa agente ir. Eu juro que não vamos a policia.
Craly solta uma risada da porta. Sakuia, Arthur e Sérgio já estavam dentro da casa recuando a cada passo que o homem dava.
- Agente tem família. Eles vão vir atrás da gente. - Diz Sakuia rindo.
- Aposto que aonde vamos eles não vão poder ir atrás.
- Não mata agente! Pelo amor de Deus! - Grita Sérgio se ajoelhando.
- Nós não vamos matar vocês. - Diz o homem.
- Então o que vão fazer com agente? - Pergunta Sakuia quase chorando.
- Deixa a Sakuia ir por favor. Agente é que estava espiando. Ela não tem nada a ver com isso. - Diz Arthur corajosamente. Sakuia olha surpresa para ele.
Para a surpresa deles o casal sai da casa e tranca eles ali dentro. Os três olham um para cara do outro.
- Vamos sair daqui! - Diz Sergio dando a disparada para os dois correrem para a cozinha, ou onde deveria ser a cozinha. Nenhum movel apenas aqueles desenhos no teto, chão e parede. Eles correm para a porta da cozinha mas ela não se abre. Arthur tenta chutar a porta que parecia ser muito frágil mas com o chute dele não se abre.
- Deve ter algo trancando a porta. - Diz Arthur com agonia.
- Pela janela! Rápido! - Diz Sakuia tentando abrir a janela da cozinha mas também estando trancada. Sérgio esmurra a janela, mas nada.
- O que é isso? - Pergunta Sérgio assustado.
- As portas não se abrem! - Fala Sakuia nervosa.
- Parece que tem um tipo de feitiço. - Conclui Arthur com os olhos arregalados.

A volta de Rafael a Oculam

Mariana no aeroporto esperava ansiosa Rafael descer a qualquer momentos por um dos aviões. Ray, Priscila e Durval estava com ela.
- Mau posso esperar. Ele deve estar tão elegante. - Diz Mariana rindo.
Priscila animada fala:
- Tenha calma menina. Se não você vai ter uma ataque cardiáco.
Durval abraça Mariana rindo.
- Ela vai aguentar. Se não, não vai ver o Rafael.
- Eu estou calma. Eu estou calma.
De repente de um dos aviões desse Rafael de terno e gravata. Mariana com um grande sorriso abana a mão para Rafael a ver. Mas de repente ao lado dele surge uma linda mulher grávida. Todos fecham o sorriso e Rafael se aproxima abraçado a mulher e carregando as malas na outra mão. Ao chegar perto de todos. Mariana já segurando o choro Rafael fala:
- Pai, Mariana, Ray, Priscila, essa é Graziella, minha mulher. Nos casamos poucos meses depois de chegar ao Rio.

Mariana sai correndo chorando. Priscila corre atrás. Durval faz cara de nervoso.
Mariana no banheiro feminino chora de frente ao espelho. Priscila entra no banheiro também.
- Fica calma Mariana.
- Aquele miseravel. Cara de pau. Me enganou. E ainda trás a esposa pra cá.
Priscila se aproxima com tristeza.
- Mariana, ele deve ter uma boa explicação.
- Que explicação Priscila? Ele passou dois anos longe. Ele se casou.
- Você tem certeza que as coisas entre vocês era sério assim pra ele também? Ele te falou algo.
Mariana abraça Priscila chorando.
- Eu tinha planos com ele Priscila. Queria casar, ter filhos.

Num restaurante dentro do aeroporto Rafael, Durval, Ray e Graziella conversavam.
- Eu sai daqui tem dois anos. Jamais imaginaria que ela estaria me esperando.
- Mas ela esperou Rafael. E pensou que você a amava. - Fala Durval claramente nervoso.
- Eu nunca falei nada pra ela. Eu estava era muito grato por ela. Sem ela nunca encontraria você Ray.
- Mas pra ela foi diferente. E você tinha que ter aberto os olhos pra isso. - Fala Durval novamente irritado.
- Não adianta falar o que deveria ter feito. Agora temos que falar o que deve ser feito. O que deve ser feito é o Rafael sentar e explicar para Mariana o seu verdadeiro sentimento. E esclarecer as coisas  pra ela. - Fala Ray serio.
- O Rafael me falou sobre a Mariana. - Diz a mulher triste. - Mas nunca falou que tinham algo tão forte os ligando.
- Não tem nada me ligando a ela meu amor. - Fala Rafael beijando a esposa. - Eu sou ligado só a você.
De repente Mariana aparece no restaurante ao lado de Priscila.
- Me desculpe Rafael, Grazielle pela cena que vocês foram forçados a ver. Foi apenas um mau entendido que já está resolvido.
Rafael se levanta com um sorriso.
- Eu acho ótimo que você tenha entendido Mariana. Para mim quando fui para o Rio pensei que agente só tivesse tido um amizade mais intensa.
Mariana sorrindo fala se sentando em outro banco.
- E não passou disso Rafael.
- Que ótimo. - Responde ele se sentando ao lado da esposa novamente.