quinta-feira, 31 de março de 2011
13 de março de 2025 - quinta-feira - 12:40 - Casarão Ray e Priscila
O grande portão da mansão de Ray Crof se abre. Jorge sem jeito entra no belo jardim que ele mesmo fez. Priscila sorrindo sai para fora e encontra seu amado num beijo.
- Você tem certeza que seu pai não tá Priscila? - Pergunta Jorge preocupado.
- Ninguém está em casa Jorge. Os empregados estão no julgamento do meu tio e meu pai está no restaurante da minha tia.
Jorge abre um sorriso e corre para o labirinto segundo a mão de Priscila que ria. Lá dentro eles se beijam e caem na grama verde rindo.
- Porque você gosta tanto desse labirinto? - Pergunta Priscila rindo.
- Porque esse é o meu reino que eu fiz pra você. É algo que só eu poderia fazer por você.
Priscila rindo beija Jorge mais uma vez falando.
- Não é só isso.
Os dois rolam na grama se beijando. Jorge vira-se para Priscila falando:
- Eu não quero só isso Priscila. Eu casar com você. Eu quero ter filhos com você.
Priscila triste fala:
- Meu pai nunca vai aceitar. - Jorge abaixa a cabeça triste também. Mas Priscila o beija. - Eu fujo de casa. Vamos embora de Oculam. Mas eu nunca vou te perder.
Jorge a beija novamente. Em tão pouco tempo estava feliz novamente. Quantas noites Adélia repetia isso para ele. Que se algo acontecesse queria que ele refizesse a vida dele. Jorge naquele momento soube que tudo era um presente de sua falecida esposa.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 12:30 - Tribunal deOculam
- Eu era jovem e queria fazer ao maximo para sair do Orfanato Oculam. - Sakura sentada naquela fria cadeira de madeira contava na frente de todos toda sua história. - Jack apareceu como um principe para me tirar daquele lugar terrível. Eu o vi como um príncipe cega pelas tristezas daquele orfanato. E ele me apresentou a Carlos. Começou pedindo para vigiar o carro enquanto ele entrava em prédios. Nunca pedi para ele me contar o que fazia. Mas acho que já desconfiava. Sempre soube que não era coisa boa. Tive certeza que não era coisa boa quando tivemos que fugir da policia com vários pacotes de dinheiro. Foi horrível, muitos tiros...nunca tinha visto alguém morrer até aquele momento. Mas Carlos me ameaçou disse que se eu contasse para alguém iria me matar. Era ficar com ele ou morrer. Mas apesar das ameaças sempre foi muito gentil, nunca me machucou, ou me bateu. Pra mim que era ameaçada e torturada sempre em Oculam aquilo não era tão ruim. Ele me ajudou muito a ser uma pessoa mais confiante, menos preguiçosa, me ajudou a crescer. Nunca teve má intenções comigo e a unica ameaça que fez foi aquela. Se agente seguisse as regras dele nós eramos grandes amigos. Se não era morte na certa.
Alicinha fala:
- Quando você começou a participar dos crimes Sakura?
- Foi um dia depois do roubo. Ele me falou que precisava que eu fizesse algo pra ele. Eu tinha que seduzir o segurança da casa. Ele me deu uma arma e falou para mim que era pra minha segurança.
- E você precisou usar a arma?
Sakura abaixa a cabeça triste e limpa a lagrimas dos olhos.
- Eu precisei. Eu fiquei assustada.
Alicinha segura a mão de Sakura e fala com carinho.
- Conte para todos com detalhes o que aconteceu.
- Era uma mansão. Eu chegava de carro com o pneu furado e parava diante a mansão. Pedia ajuda para o segurança e ele iria me ajudar. Eu deveria tentar segura-lo o máximo de tempo possível. Ele me agarrou e tentou se aproveitar de mim. Eu fiquei com medo. Falei pra ele me largar, mas ele não me escutava. Até que ele achou a arma dentro do terno que eu usava. Ele perguntou o que era. Foi no susto. Eu atirei.
- Quando o Carlos chegou o que ele fez?
Sakura olhou para Carlos, pela primeira vez ele não estava com aquela cara de criminoso e sim um face calma e tranquilo. E Sakura olhou para ele com carinho.
- Ele foi um amor. Me ajudou a me recuperar do choque inicial. Me levou para o carro.
- Você poderia dizer que Carlos era um bandido com bom coração?
- Isso não existe. Mas posso afirmar que ele merece ser o primeiro a ter pena de morte. Tem gente muito pior em Oculam que merecia esse fim, mas que a policia nem aborda.
- Carlos para você merecia que pena Sakura?
- Por mim ele poderia ser solta. Porque eu sei que ele se arrependeu.
Alicinha olha para Carlos com calma. E pensa se aquele homem com aquele ódio nos olhos merecia ser solto. Alicinha só tinha duas certezas naquele momento. Uma é que Carlos não merecia ser solto. E outra é que Alicinha tinha se arrependido muito de ter pegado esse caso.
Alicinha fala:
- Quando você começou a participar dos crimes Sakura?
- Foi um dia depois do roubo. Ele me falou que precisava que eu fizesse algo pra ele. Eu tinha que seduzir o segurança da casa. Ele me deu uma arma e falou para mim que era pra minha segurança.
- E você precisou usar a arma?
Sakura abaixa a cabeça triste e limpa a lagrimas dos olhos.
- Eu precisei. Eu fiquei assustada.
Alicinha segura a mão de Sakura e fala com carinho.
- Conte para todos com detalhes o que aconteceu.
- Era uma mansão. Eu chegava de carro com o pneu furado e parava diante a mansão. Pedia ajuda para o segurança e ele iria me ajudar. Eu deveria tentar segura-lo o máximo de tempo possível. Ele me agarrou e tentou se aproveitar de mim. Eu fiquei com medo. Falei pra ele me largar, mas ele não me escutava. Até que ele achou a arma dentro do terno que eu usava. Ele perguntou o que era. Foi no susto. Eu atirei.
- Quando o Carlos chegou o que ele fez?
Sakura olhou para Carlos, pela primeira vez ele não estava com aquela cara de criminoso e sim um face calma e tranquilo. E Sakura olhou para ele com carinho.
- Ele foi um amor. Me ajudou a me recuperar do choque inicial. Me levou para o carro.
- Você poderia dizer que Carlos era um bandido com bom coração?
- Isso não existe. Mas posso afirmar que ele merece ser o primeiro a ter pena de morte. Tem gente muito pior em Oculam que merecia esse fim, mas que a policia nem aborda.
- Carlos para você merecia que pena Sakura?
- Por mim ele poderia ser solta. Porque eu sei que ele se arrependeu.
Alicinha olha para Carlos com calma. E pensa se aquele homem com aquele ódio nos olhos merecia ser solto. Alicinha só tinha duas certezas naquele momento. Uma é que Carlos não merecia ser solto. E outra é que Alicinha tinha se arrependido muito de ter pegado esse caso.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 12:20 - Casa de Renato.
Renato em sua casa cuida do machucado do pé de Cristiny. A mobilia era linda, e a decoração deixava claro que ele tinha uma mulher em casa. Cristiny sorrindo fala:
- O senhor tem esposa senhor Renato?
Renato olha assustado para Cristiny. Mas se recupera dos susto falando de olhos vidrados no corte de Cristiny e pegando o bandeide e colocando sobre o corte.
- Sim. Ela está viajando.
- Que bom.
Cristiny sem querer chuta o vidro de remédio sobre a calça do professor. E ele se levanta assustado.
- Droga. - Ele olha para Cristiny com constrangimento. - Cristiny espera eu só trocar essa calça que eu te levo em casa.
Renato entra no quarto e tira a calça e pega outra em seu guarda-roupa. Cristiny do lado de fora do guarto olhava para o professor só de cueca pela fresta da porta. E caminha com dificuldade pela estante com as fotos da esposa do professor e dos dois filhos. Dois rapazes de uns doze anos na foto. Renato sai do quarto falando:
- São minha esposa e meus filhos. Hoje eles estão mais velhos que você. Um está no Estados Unidos e o outro viajando com a mãe.
Cristiny sorrindo fala:
- E eles são tão bonitos como você?
Renato fica vermelho e olha aquela bela jovem em sua casa, com saia justa e seios fartos quase aparecendo entre a blusa de alça que de tão apertada parecia que tinha sido pintada em seu corpo cheio de curvas. Seu sorriso ao mesmo tempo mostrando uma sensualidade e um pureza que era difícil de definir se ela estava com a malicia verdadeira ou se apenas estava sendo gentil.
- Podemos ir?
Cristiny se senta cadeira com aquele sorriso doce nos lábios.
- Porque a pressa?
- É que eu tenho muitos cadernos para corrigir Cristiny.
- Não via nem almoçar? - Fala Cristiny preocupada mais num tom teatral.
- É claro que vou.
- A Suzam vai fazer comida para agente hoje. A família está num julgamento de um cara ai e meu pai está com a namorada dele. Porque não faz um almoço para agente. Eu ia adorar saber qual é o gosto da sua comida.
Renato não podia acreditar como cada palavra daquela garota parecia com tantas segundas intenções. Talvez fosse sua mente. Ela era apenas uma garota.
- Está bem. Você venceu. Prefere um prato especial?
- Qualquer um que você fazer estará ótimo.
Renato vai até a cozinha e respira um pouco. Parecia que não podia se quer respirar perto daquela garota que já seria um atentado a seu casamento, ou a inocência dela. Ele olha para trás. E vê Cristiny de costas esticando seus braços para o alto se espreguiçando. Ele olha para aquelas belas costas descendo para a cintura fina e as pernas cheias cruzadas. Até onde Cristiny tinha inocência?
- O senhor tem esposa senhor Renato?
Renato olha assustado para Cristiny. Mas se recupera dos susto falando de olhos vidrados no corte de Cristiny e pegando o bandeide e colocando sobre o corte.
- Sim. Ela está viajando.
- Que bom.
Cristiny sem querer chuta o vidro de remédio sobre a calça do professor. E ele se levanta assustado.
- Droga. - Ele olha para Cristiny com constrangimento. - Cristiny espera eu só trocar essa calça que eu te levo em casa.
Renato entra no quarto e tira a calça e pega outra em seu guarda-roupa. Cristiny do lado de fora do guarto olhava para o professor só de cueca pela fresta da porta. E caminha com dificuldade pela estante com as fotos da esposa do professor e dos dois filhos. Dois rapazes de uns doze anos na foto. Renato sai do quarto falando:
- São minha esposa e meus filhos. Hoje eles estão mais velhos que você. Um está no Estados Unidos e o outro viajando com a mãe.
Cristiny sorrindo fala:
- E eles são tão bonitos como você?
Renato fica vermelho e olha aquela bela jovem em sua casa, com saia justa e seios fartos quase aparecendo entre a blusa de alça que de tão apertada parecia que tinha sido pintada em seu corpo cheio de curvas. Seu sorriso ao mesmo tempo mostrando uma sensualidade e um pureza que era difícil de definir se ela estava com a malicia verdadeira ou se apenas estava sendo gentil.
- Podemos ir?
Cristiny se senta cadeira com aquele sorriso doce nos lábios.
- Porque a pressa?
- É que eu tenho muitos cadernos para corrigir Cristiny.
- Não via nem almoçar? - Fala Cristiny preocupada mais num tom teatral.
- É claro que vou.
- A Suzam vai fazer comida para agente hoje. A família está num julgamento de um cara ai e meu pai está com a namorada dele. Porque não faz um almoço para agente. Eu ia adorar saber qual é o gosto da sua comida.
Renato não podia acreditar como cada palavra daquela garota parecia com tantas segundas intenções. Talvez fosse sua mente. Ela era apenas uma garota.
- Está bem. Você venceu. Prefere um prato especial?
- Qualquer um que você fazer estará ótimo.
Renato vai até a cozinha e respira um pouco. Parecia que não podia se quer respirar perto daquela garota que já seria um atentado a seu casamento, ou a inocência dela. Ele olha para trás. E vê Cristiny de costas esticando seus braços para o alto se espreguiçando. Ele olha para aquelas belas costas descendo para a cintura fina e as pernas cheias cruzadas. Até onde Cristiny tinha inocência?
13 de março de 2025 - quinta-feira - 12:10 - Tribunal de Oculam
O computador que o escrivão digitava o que estava acontecendo no tribunal dá problemas. E o juiz com educação fala:
- Os senhores me desculpem mas vamos ter um intervalo de três minutos para organizar o computador de nosso escrivão que deu problema.
Algumas pessoas saem para tomar água e outras para tomar um ar. Alicinha aproveita para virar-se para Carlos.
- O que você pensa que está fazendo? Quer morrer?
Carlos sem olhar para Alicinha fala:
- Eu falei apenas a verdade. Não é isso que eu tenho que fazer?
Alicinha sem paciência corre até Yomiko e seus amigos.
- Yomiko fique calma. Eu não sei o que deu no Carlos, mas eu vou ajuda-lo.
Suzi que segurava a mão de sua mãe, vê a três cadeiras a resposta para o que aconteceu com Carlos, mas não queria acreditar.Talvez não precisasse ter sido ela. Mas quem mais poderia fazer aquela fita não maldosa? E pra que não, se não para mostrar para Carlos?
De repente Jim chega no julgamento com cara séria. Ele cumprimenta Riti e Eduardo e beija Alicinha.
- E ai amor? Como foi na entrevista.
- Ótima. Fui contratado.
- E como é o emprego?
- Depois agente conversa sobre isso amor. - Fala ele se sentando e ficando calado. Alicinha estranha. Jim estava tão animado. Mas não dava tempo pra mais nada. O juiz já tinha se sentado no seu lugar. O problema no computador tinha sido resolvido.
Riti nervosa fala para Jim que estava ao seu lado.
- Jim? Você ficou sabendo que a Suzam sumiu?
- Sim é claro. Não se fala outra coisa. - Fala Jim sem olhar para Riti.
- E você acha que o Lauro e o Murillo está relacionado. Eu ia contar para a Yomiko sobre o que aconteceu lá em casa aquele dia. Mas pensei bem, e resolvi esperar para ver o que você fala. E ai?
- E ai o que Riti?
Riti começa a perder a paciência.
- Eu quero saber se a Suzam sumiu por causa do Lauro e do Murillo. E se devo contar para a Yomiko o que aconteceu lá ontem.
- O julgamento já começou Riti. Porque agente não conversa sobre isso depois.
- Os senhores me desculpem mas vamos ter um intervalo de três minutos para organizar o computador de nosso escrivão que deu problema.
Algumas pessoas saem para tomar água e outras para tomar um ar. Alicinha aproveita para virar-se para Carlos.
- O que você pensa que está fazendo? Quer morrer?
Carlos sem olhar para Alicinha fala:
- Eu falei apenas a verdade. Não é isso que eu tenho que fazer?
Alicinha sem paciência corre até Yomiko e seus amigos.
- Yomiko fique calma. Eu não sei o que deu no Carlos, mas eu vou ajuda-lo.
Suzi que segurava a mão de sua mãe, vê a três cadeiras a resposta para o que aconteceu com Carlos, mas não queria acreditar.Talvez não precisasse ter sido ela. Mas quem mais poderia fazer aquela fita não maldosa? E pra que não, se não para mostrar para Carlos?
De repente Jim chega no julgamento com cara séria. Ele cumprimenta Riti e Eduardo e beija Alicinha.
- E ai amor? Como foi na entrevista.
- Ótima. Fui contratado.
- E como é o emprego?
- Depois agente conversa sobre isso amor. - Fala ele se sentando e ficando calado. Alicinha estranha. Jim estava tão animado. Mas não dava tempo pra mais nada. O juiz já tinha se sentado no seu lugar. O problema no computador tinha sido resolvido.
Riti nervosa fala para Jim que estava ao seu lado.
- Jim? Você ficou sabendo que a Suzam sumiu?
- Sim é claro. Não se fala outra coisa. - Fala Jim sem olhar para Riti.
- E você acha que o Lauro e o Murillo está relacionado. Eu ia contar para a Yomiko sobre o que aconteceu lá em casa aquele dia. Mas pensei bem, e resolvi esperar para ver o que você fala. E ai?
- E ai o que Riti?
Riti começa a perder a paciência.
- Eu quero saber se a Suzam sumiu por causa do Lauro e do Murillo. E se devo contar para a Yomiko o que aconteceu lá ontem.
- O julgamento já começou Riti. Porque agente não conversa sobre isso depois.
quarta-feira, 30 de março de 2011
13 de março de 2025 - quinta-feira -12:00 - Tribunal Oculam
Suzi se senta na cadeira de madeira do grande tribunal. Sua mãe ao seu lado se agarrava a sua mão como se aquilo fosse a unica coisa que não deixasse ela cair num pranto terrível. Eduardo acompanhado de Riti dava força para Suzi sabendo que ela não estava sozinha naquele momento. Ela queria muito que Joe estivesse com ela naquele momento. Mas seu marido estava investigando outro assunto que interessava muito a família Crof, o desaparecimento das pessoas em Oculam e no mundo, em preferência a de Suzam Crof.
O estômago de Suzi aperta ao ver não sobrava mais cadeiras no tribunal. Isso queria dizer que estava prestes a começar. Carlos Tedesco entra no tribunal e é colocado no banco dos réus pelos dois policiais da penitenciaria.
Suzi não conseguia ver aquele homem com seu pai. Seu pai continuava ser aquele homem de olhos acolhedores e sorriso largo. Tharly Tedesco era seu pai. Carlos era apenas um homem que Suzi queria ajudar a recuperar o pouco de dignidade que tinha sobrado após mandar matar e roubar.
Juiz Sebastian entra com sua cara gorda e séria como sempre. Após ele entrar os sete jurados vão para o seu lugar.
- Todos se levantem para a abertura do julgamento de Carlos Tedesco contra a cidade Oculam pelo crime de latrocinio de Tony Marcondes Várzea e Brad Campos de Rios. Pelo seqüestro de Suzam Crof Meirelles, Sakura Carvalho Cianey e Mariana Forjaz Vetech. Pelo assassinato de Hytorino Chasp Reosd. Roubo e sequestro da menor Danielly Meirelles Mourão, Suzi Crof Meirelles, Adelia Powery Justinalda de Olirep.
Chamo o policial Yuri Sern Sednem para depor representando a policia oficial de Oculam.
Yuri se senta no banco do lado do juiz. E um homem que estava sentado num banco do lado de Taís Rios, mãe de um dos assassinados.Era um dos promotores mais famosos de Oculam. Do lugar aonde Suzi estava não dava para ver o rosto de Carlos, apenas o advogado que se levanta que se vê ao longe. Era um homem alto de cabelos grisalhos.
Ele caminha até Yuri e faz a pergunta claramente.
- Senhor Yuri, Quando foi que ouviu falar de Carlos pela primeira vez?
- Ainda quando estava na academia de policia. Ele é bem famoso em Oculam tem mais de uma décadas.
- Ele é famoso pelo o que?
Yuri abre um sorriso.
- Todos sabem que ele é o maior bandido que já se ouviu falar. Ele é famoso por influênciar os jovens a bandidagem e também dizem que é ele que trouxe o tráfico de drogas para Oculam apesar de não termos provas.
- Mas do que vocês tem provas.
- Temos provas que Suzam, Sakura e a Mariana matavam a mando dele.
Sakura segura forte a mão do pai. Mariana respira fundo e olha para Durval.
O promotor se vira para todos.
- Eu quero deixar claro senhores jure que na minha opnião essas senhoritas também deveriam estar sentadas no banco do réu.
Várias pessoas se levantam. Entre elas Raimunda, Durval, e Yomiko berram em meio a gritaria. Alicinha que era advogada que defendia Carlos se levanta nervosa.
- Protesto meritíssimo!
Sebatian barte o seu martelo nervoso.
- Silêncio! Silêncio no tribunal! - Quando todos se calam Sebastian fala para o promotor. - Senhor Playsty, se resuma em apenas fazer as perguntas.
- Desculpe senhor meritíssimo. - Ele com um sorriso malicioso volta-se para Yuri. - Eu já terminei com você.
Alicinha se levanta e vai até Yuri enquanto Playsty vai se sentar.
Alicinha se aproxima de Yuri que fica mais assustado.
- Senhor Yuri. Quando foi que você conheceu a história de Carlos Tedesco?
- Bem, o Walter comentou comigo e meu irmão quando entramos na delegacia.
Alicinha com um olhar calma fala:
- E o que ele te contou.
- Falou que o Carlos era de família rica da zona rural de Oculam. Mas ai aconteceu um acidente. Um incendio que destruiu as terras de muita gente e matando muita gente. E ele chegou ao centro de Oculam com o irmão e um grupo de amigos. Eles eram muito unidos e acabaram virando outra família.
De repente o promotor se levanta também.
- Protesto meritíssimo. O que isso tem haver com os crimes.
- Protesto aceito. A senhora tem perguntas sobre o caso senhora Alice?
Alicinha nervosa olha para Playsty e vira-se para Yuri.
- Qual o primeiro crime que você sabe que Carlos cometeu?
- Que eu sei que ele cometeu foi a agressão com a esposa. Foi o que o Walter me mostrou. Caso em que foi preso da primeira vez.
Carlos com ar triste relembra daquele triste dia e ferve de raiva.
- E porque Carlos cometeu esse crime?
- Porque achou que os filhos da esposa era do irmão. Mas não era.
- O senhor acharia que isso foi o estepe para ele começar sua onda de crimes.
O promotor se levanta mais uma vez.
- Protesto mais uma vez meritissimo. Como um mero policia vai responder essa pergunta. Ele não é psicólogo.
Antes que o juiz possa falar qualquer coisa Alicinha virasse para Carlos.
- Chamo para depor senhor juiz o réu Carlos Tedesco.
Yuri sai aliviado do juri e Carlos se senta no lugar dele. E Alicinha começa.
- Senhor Carlos como o senhor se define pelos crimes relatados pelo Juiz?
- Eu me declaro culpado Alicinha. Como disse quando fui preso, eu sou abusei da inocência dessas pobres mulheres que conheci ainda garotas. E obriguei elas a matar se não matava cada uma delas. - O olhar de Carlos era frio e de um verdadeiro assassino. Não era mais o Carlos que Alicinha tinha visto da ultima vez. Isso a reprime. Ela olha para Yomiko que também via a cena preocupada. Ela recupera a voz e fala:
- E o senhor acha que não tem o direito de ter uma pena como qualquer outra?
- Eu mereço a pena que ter no livro de direito de todo o pais. E tenho certeza que pena de morte não se encontra nele. - Fala Carlos friamente. Alicinha tenta manter a linha de raciocinio mesmo com aquele olhar a seguindo.
- Porque cometeu esses crimes senhor Carlos Tedesco?
- Porque eu queria me vingar de Yomiko Crof. - Carlos olha friamente para Yomiko. - Ela destruiu minha vida e continua destruindo a cada segundo. Eu queria jogar esse mesmo ódio que eu tenho para outras pessoas de Oculam que viviam em sua vidinha simples e feliz. - Ele olha friamente para Taís e para Nathalia mãe de suas vitimas. - E parece que eu consegui isso.
Elas ficam horrorizadas e juri também, junto de Alicinha. O único não horrorizado naquele lugar era o promotor que com um sorriso fala:
- Eu terminei minhas perguntas senhor Juiz. - Alicinha se senta. E promotor rindo fala:
- Eu não tenho nada a perguntar.
Chamo o policial Yuri Sern Sednem para depor representando a policia oficial de Oculam.
Yuri se senta no banco do lado do juiz. E um homem que estava sentado num banco do lado de Taís Rios, mãe de um dos assassinados.Era um dos promotores mais famosos de Oculam. Do lugar aonde Suzi estava não dava para ver o rosto de Carlos, apenas o advogado que se levanta que se vê ao longe. Era um homem alto de cabelos grisalhos.
Ele caminha até Yuri e faz a pergunta claramente.
- Senhor Yuri, Quando foi que ouviu falar de Carlos pela primeira vez?
- Ainda quando estava na academia de policia. Ele é bem famoso em Oculam tem mais de uma décadas.
- Ele é famoso pelo o que?
Yuri abre um sorriso.
- Todos sabem que ele é o maior bandido que já se ouviu falar. Ele é famoso por influênciar os jovens a bandidagem e também dizem que é ele que trouxe o tráfico de drogas para Oculam apesar de não termos provas.
- Mas do que vocês tem provas.
- Temos provas que Suzam, Sakura e a Mariana matavam a mando dele.
Sakura segura forte a mão do pai. Mariana respira fundo e olha para Durval.
O promotor se vira para todos.
- Eu quero deixar claro senhores jure que na minha opnião essas senhoritas também deveriam estar sentadas no banco do réu.
Várias pessoas se levantam. Entre elas Raimunda, Durval, e Yomiko berram em meio a gritaria. Alicinha que era advogada que defendia Carlos se levanta nervosa.
- Protesto meritíssimo!
Sebatian barte o seu martelo nervoso.
- Silêncio! Silêncio no tribunal! - Quando todos se calam Sebastian fala para o promotor. - Senhor Playsty, se resuma em apenas fazer as perguntas.
- Desculpe senhor meritíssimo. - Ele com um sorriso malicioso volta-se para Yuri. - Eu já terminei com você.
Alicinha se levanta e vai até Yuri enquanto Playsty vai se sentar.
Alicinha se aproxima de Yuri que fica mais assustado.
- Senhor Yuri. Quando foi que você conheceu a história de Carlos Tedesco?
- Bem, o Walter comentou comigo e meu irmão quando entramos na delegacia.
Alicinha com um olhar calma fala:
- E o que ele te contou.
- Falou que o Carlos era de família rica da zona rural de Oculam. Mas ai aconteceu um acidente. Um incendio que destruiu as terras de muita gente e matando muita gente. E ele chegou ao centro de Oculam com o irmão e um grupo de amigos. Eles eram muito unidos e acabaram virando outra família.
De repente o promotor se levanta também.
- Protesto meritíssimo. O que isso tem haver com os crimes.
- Protesto aceito. A senhora tem perguntas sobre o caso senhora Alice?
Alicinha nervosa olha para Playsty e vira-se para Yuri.
- Qual o primeiro crime que você sabe que Carlos cometeu?
- Que eu sei que ele cometeu foi a agressão com a esposa. Foi o que o Walter me mostrou. Caso em que foi preso da primeira vez.
Carlos com ar triste relembra daquele triste dia e ferve de raiva.
- E porque Carlos cometeu esse crime?
- Porque achou que os filhos da esposa era do irmão. Mas não era.
- O senhor acharia que isso foi o estepe para ele começar sua onda de crimes.
O promotor se levanta mais uma vez.
- Protesto mais uma vez meritissimo. Como um mero policia vai responder essa pergunta. Ele não é psicólogo.
Antes que o juiz possa falar qualquer coisa Alicinha virasse para Carlos.
- Chamo para depor senhor juiz o réu Carlos Tedesco.
Yuri sai aliviado do juri e Carlos se senta no lugar dele. E Alicinha começa.
- Senhor Carlos como o senhor se define pelos crimes relatados pelo Juiz?
- Eu me declaro culpado Alicinha. Como disse quando fui preso, eu sou abusei da inocência dessas pobres mulheres que conheci ainda garotas. E obriguei elas a matar se não matava cada uma delas. - O olhar de Carlos era frio e de um verdadeiro assassino. Não era mais o Carlos que Alicinha tinha visto da ultima vez. Isso a reprime. Ela olha para Yomiko que também via a cena preocupada. Ela recupera a voz e fala:
- E o senhor acha que não tem o direito de ter uma pena como qualquer outra?
- Eu mereço a pena que ter no livro de direito de todo o pais. E tenho certeza que pena de morte não se encontra nele. - Fala Carlos friamente. Alicinha tenta manter a linha de raciocinio mesmo com aquele olhar a seguindo.
- Porque cometeu esses crimes senhor Carlos Tedesco?
- Porque eu queria me vingar de Yomiko Crof. - Carlos olha friamente para Yomiko. - Ela destruiu minha vida e continua destruindo a cada segundo. Eu queria jogar esse mesmo ódio que eu tenho para outras pessoas de Oculam que viviam em sua vidinha simples e feliz. - Ele olha friamente para Taís e para Nathalia mãe de suas vitimas. - E parece que eu consegui isso.
Elas ficam horrorizadas e juri também, junto de Alicinha. O único não horrorizado naquele lugar era o promotor que com um sorriso fala:
- Eu terminei minhas perguntas senhor Juiz. - Alicinha se senta. E promotor rindo fala:
- Eu não tenho nada a perguntar.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 11:30 - Colégio Oculam
O sinal toca. Cristiny aliviada fecha os livros. Não aguentava mais a aula chata de história da professora Ualací. Ela tentava fazer a história de como Anita Forc conquistou a cidade se tornar um conto de fadas. Mas Cristiny sabia que nenhuma mulher era tão perfeita como Anita. Suzana e Cristiny na frente iam gritando:
- O que aconteceu ai Cristiny?
Cristiny se vira. Renato sai de seu carro preocupado e ajuda Cristiny a se levantar. Ela olha para o olhar de Renato preocupado.
- Eu machuquei o pé. Não consigo pisar no chão.
- Será que quebrou?- Pergunta Arthur.
- Deixa eu ver? -Fala Renato se abaixando e tirando os saltos de Cristiny. Ela olha para Cristiny pela primeira vez. O saltos mostrava que Cristiny não era uma criança. Ele olha para o pé de Cristiny e se levanta constrangido. Seu coração batia forte ao ver aquelas belas pernas entrando naquela saia justa e descendo para aqueles saltos que faziam ela ficar mais bela e mais alta.
- Não está quebrado. - Fala ele rindo para disfarçar a timides.
- Como você sabe? - Pergunta Cristiny com um sorriso.
- Se tivesse quebrado você estaria sorrindo agora. - Fala ele com carinho. - Mas não é bom ela andar por agora. Eu posso te dar uma carona até em casa. Eu até daria carona para todos, mas meu carro está cheio de cadernos para corrigir.
- Tudo bem professor. Agente vai andando mesmo. Vai ser mais divertido. -Fala Cristiny trazendo Suzana mais perto dele e a beijando.
Eles vão andando e Renato para a surpresa de Cristiny a pega no colo.
- Ui professor não precisa disso.
- Precisa sim. Vou me sentir muito culpado se seu pé começar a inchar.
Ele a coloca no carro. Cristiny olha para o professor sentindo seus braços fortes a segurando. Renato sente o seu coração bater mais de pressa com aquela bela jovem tão perto, sentindo sua respiração doce contra o seu rosto.
Ele a coloca no banco do carona e dá a volta no carro e sai com o carro. E ao entrar se depara com o olhar romantico de Cristiny. Ela também sentia algo. Mas atrás de Cristiny através do vidro ele vê Manildy os olhando. Ele abre o vidro e fala rindo para a professora de português.
- A Cristiny torceu o pé. Estou levando ela para casa. Para a casa dela.
Manildy estranhando fala:
- Ok. Tchau professor.
- Tchau.
O carro sai e Renato olha para Cristiny com medo. Ela com olhar de malandra fala:
- Ficou com medo da professora Manildy achar que agente está juntos.
- Não fala isso nem brincando Cristiny. -Fala Renato rindo e tentando parecer o máximo que isso seria impossível. Mas percebe que sua resposta rude a machucou.
- Isso é tão ruim assim de acontecer?
Renato engole em seco e fala com calma:
- Não é ruim Cristiny. Quero dizer...Se alguma coisa fosse acontecer...mas que não vai... seria bonito... se acontecesse numa situação hipotética. Mas não seria olhado com bons olhos pelos outros.
Cristiny abaixa a cabeça rindo e de repente percebe que o pé tinha cortado por isso a dor.
- Droga. Parece que foi mais serio do que pensavamos.
Renato olha com calma para o pé da garota que estava sobre o banco do carro mostrando mais o que deveria da saia curta da garota.
- Não se preocupe. Só é um pouco de sangue. Tem primeiros socorros na minha casa. É virando essa esquina. Vamos fazer um curativo.
Cristiny abre um sorriso incontrolável. Ela o esconde com as mãos depois que percebe que Renato percebeu seu sorriso.
- Eu vou adorar conhecer sua casa.
-Vem logo Cristiny! Hoje eu que vou ter que fazer a comida.
- Vou adorar comer sua comida Suzana. - Fala Cristian beijando Suzana.
Cristiny coloca tudo dentro da mochila e sai correndo para alcansalos. De longe ela vê Arthur e Sergio juntando com Suzana e Cristian e falando rindo.
- Vamos correr dela! - Fala Sergio brincando.
- A não gente. Para eu estou de salto. - Fala Cristiny tentando alcançalos se equilibrando nos enormes saltos que tinha escolhido.
De repente ela vira o pé quando atravessava o portão, ela cai sentada no chão. Cristian, Susana, Sergio e Arthur voltam preocupados.
-Cristiny você está bem? - Pergunta o irmão preocupado.
-Você machucou?- Fala Sergio assustado.
Cristiny tenta levantar e sente dor. Até que uma voz confortante aparece atrás de Cristiny.
- O que aconteceu ai Cristiny?
Cristiny se vira. Renato sai de seu carro preocupado e ajuda Cristiny a se levantar. Ela olha para o olhar de Renato preocupado.
- Eu machuquei o pé. Não consigo pisar no chão.
- Será que quebrou?- Pergunta Arthur.
- Deixa eu ver? -Fala Renato se abaixando e tirando os saltos de Cristiny. Ela olha para Cristiny pela primeira vez. O saltos mostrava que Cristiny não era uma criança. Ele olha para o pé de Cristiny e se levanta constrangido. Seu coração batia forte ao ver aquelas belas pernas entrando naquela saia justa e descendo para aqueles saltos que faziam ela ficar mais bela e mais alta.
- Não está quebrado. - Fala ele rindo para disfarçar a timides.
- Como você sabe? - Pergunta Cristiny com um sorriso.
- Se tivesse quebrado você estaria sorrindo agora. - Fala ele com carinho. - Mas não é bom ela andar por agora. Eu posso te dar uma carona até em casa. Eu até daria carona para todos, mas meu carro está cheio de cadernos para corrigir.
- Tudo bem professor. Agente vai andando mesmo. Vai ser mais divertido. -Fala Cristiny trazendo Suzana mais perto dele e a beijando.
Eles vão andando e Renato para a surpresa de Cristiny a pega no colo.
- Ui professor não precisa disso.
- Precisa sim. Vou me sentir muito culpado se seu pé começar a inchar.
Ele a coloca no carro. Cristiny olha para o professor sentindo seus braços fortes a segurando. Renato sente o seu coração bater mais de pressa com aquela bela jovem tão perto, sentindo sua respiração doce contra o seu rosto.
Ele a coloca no banco do carona e dá a volta no carro e sai com o carro. E ao entrar se depara com o olhar romantico de Cristiny. Ela também sentia algo. Mas atrás de Cristiny através do vidro ele vê Manildy os olhando. Ele abre o vidro e fala rindo para a professora de português.
- A Cristiny torceu o pé. Estou levando ela para casa. Para a casa dela.
Manildy estranhando fala:
- Ok. Tchau professor.
- Tchau.
O carro sai e Renato olha para Cristiny com medo. Ela com olhar de malandra fala:
- Ficou com medo da professora Manildy achar que agente está juntos.
- Não fala isso nem brincando Cristiny. -Fala Renato rindo e tentando parecer o máximo que isso seria impossível. Mas percebe que sua resposta rude a machucou.
- Isso é tão ruim assim de acontecer?
Renato engole em seco e fala com calma:
- Não é ruim Cristiny. Quero dizer...Se alguma coisa fosse acontecer...mas que não vai... seria bonito... se acontecesse numa situação hipotética. Mas não seria olhado com bons olhos pelos outros.
Cristiny abaixa a cabeça rindo e de repente percebe que o pé tinha cortado por isso a dor.
- Droga. Parece que foi mais serio do que pensavamos.
Renato olha com calma para o pé da garota que estava sobre o banco do carro mostrando mais o que deveria da saia curta da garota.
- Não se preocupe. Só é um pouco de sangue. Tem primeiros socorros na minha casa. É virando essa esquina. Vamos fazer um curativo.
Cristiny abre um sorriso incontrolável. Ela o esconde com as mãos depois que percebe que Renato percebeu seu sorriso.
- Eu vou adorar conhecer sua casa.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 11:00 - Tribunal de Oculam
O carro para diante o tribunal de Oculam. Yomiko de óculos preto para esconder as lágrimas e um vestido preto e luvas negros segurava a mão da filha. Suzi com uma blusa branca e calça jeans dava forças para a mãe. Eduardo no banco da frente dirigia o carro. Ao lado dele Riti olhava para Yomiko piedosa.
- Tudo vai ficar bem Yomiko.
Yomiko sabia que nada iria ficar bem naquela hora. Bárbara ao seu lado também sabia disso. Seus olhos fixos no horizonte dava para perceber que estava pensando algo profundo. Yomiko com carinho fala para Bárbara.
- Vamos Bárbara?
Bárbara acorda de seu desvaneio e olha para Yomiko. Ela limpa uma lagrimas que cai e balança a cabeça afirmando que também estava pronta para sair. Suzi e Yomiko sai pela porta. O sol forte faz ficar mais dificil ver aquelas pessoas entrando no tribunal, e aquelas varias pessoas na porta separada por uma fita e varios policias gritando para matarem Carlos. Yomiko se segura no capo do carro e em sua filha. Riti também sai do carro, junto de Eduardo. Ele abre a porta do passageiro pelo lado de Bárbara, pega a cadeira de rodas e abre na calçada. E com jeito pega Bárbara e coloca na cadeira. Mas poderia ser o jeito que for no rosto de Bárbara estava estampada a humilhação.
Yomiko olha para os rostos nervosos dos homens, mulheres e até crianças gritando, levantando placas e cartazes desenhado forcas, e escrito. "Pena de morte para Carlos Tedesco". Logo pelo corredor feito para passar os carros entra o segundo carro. Mariana sai do carro. Uma blusa azul e um sai florida era o escolhido dela. Era acompanhado por Durval. Yomiko ao vê-la sabia que era uma das meninas vitimas de Carlos Tedesco. Ao ver aquela mulher muito mais adulta do que pensava ela pensa. Até onde elas foram vitimas?
O carro de Eriberto também aparece em meio a multidão. Ao descer do carro a menina corre e abraça Suzi. Eriberto e Raimunda saem do carro.
- Estamos juntas nessa Suzi. -Fala Sakura com tristeza. Raimunda estica a mão de longe para Sakura como se Sakura fosse uma criança que tinha corrido de mais no passeio ao zoologico.
- Sakura. Vamos.
Sakura vai para entrar no tribunal. Mas vê ao longe um carro de policia entrando também na garagem do tribunal. E desse do carro algemado Jack com aquele mesmo sorriso pretensioso. Yomiko vira o rosto com raiva. Ainda tinha nojo daquele homem que negou falar aonde estava sua filha da primeira vez. Agora ela estava perdida de novo.
Yuri desse do carro com ele e o leva para dentro do tribunal pelas portas dos fundos.
Ao longe se vê outro veiculo. Um ônibus cinza escrito com letras enormes. Penitenciaria Masculina Oculam. Yomiko segura firme a mão da filha. Suzi abraça a mãe. O carro para também na garagem do tribunal. E a porta se abre. Um guarda desse do onibus com uma escopeta nas mãos. E logo atrás segurado por dois outros policias, algemado e com macacão laranja, Carlos aparece. Yomiko chora por trás dos grandes óculos. A multidão se alvorossa e começa a gritar mais alto. - Assassino! Assassino! Morte para o Assassino!
Yomiko cai num choro profundo e Carlos a consola em seus ombros. Carlos olha de longe com olhar fervendo de raiva. Mau sabia Yomiko o que seu marido estava pensando naquele momento vendo aquela cena.
- Vamos entrar Yomiko. - Fala Eduardo com calma esperando Yomiko se recompor.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 10:52 - Escola Oculam
Sergio caminha com seus amigos pelo corredor do colégio pensando em Ana Paula. Será que ela tinha se mudado? Como pode fazer isso? Isolado as únicas chances que tinham de ficar juntos. Porque não deu uma chance para ele? Porque só Arthur tinha chances? E porque logo com Arthur? Um amigo tão confiavel. Poderia ser com qualquer um. Poderia ser com Danilo, aquele sim Sergio não tinha tanta confiança, apesar de não demonstrar isso. Ou quem sabe o Enzo. Eles fariam um bonito casal e Sergio poderia até se contentar em ser apenas bons amigos dos dois e guardar seu sentimento. Se bem que ela também poderia tirar o Flávio desse beatice dele. Sergio ficaria até feliz de ver Ana Paula e Flávio se casando. Mas com Arthur não.
- Então Sergio? O que você acha? - Pergunta Danilo se sentando junto de todos num dos bancos do jardim.
- Eu acho o que? - Pergunta Sergio não prestando atenção a pergunta.
- Você estava aonde Sergio? - Pergunta Enzo rindo. - Estamos falando dos desaparecimentos em Oculam.Você acha que é o que?
- Eu acho que é o fim do mundo. Jesus está voltando e já começou a levar quem vai para o céu. - Fala Flávio com sua sabedoria católica.
- Eu não acho que a minha vizinha iria para o céu. Aquela jararaca furava todas as minhas bolas que caia no quintal dela. - Fala Danilo com seriedade.
- Sua vizinha também sumiu? -Pergunta Arthur interessado.
- Sim. Ela morava com o filho e com sete gatos. Vocês tinham que ver o grito que o filho deu na rua. Se alguém tinha duvida se ele era gay se revelou naquela hora.
Sakuia aparece com um sorriso no jardim da escola também.
- E ai gente? Estão falando da Ana Paula?
- Porque? -Pergunta Enzo assustado. - Ela também sumiu?
- Não. - Fala Sakuia rindo e explicando o que tinha acontecido, sem perceber que Sergio estava ligando uma coisa a outra.
- Gente. E se a Ana Paula sumiu também e por isso os pais delas não queriam nos receber ontem?
- Então Sergio? O que você acha? - Pergunta Danilo se sentando junto de todos num dos bancos do jardim.
- Eu acho o que? - Pergunta Sergio não prestando atenção a pergunta.
- Você estava aonde Sergio? - Pergunta Enzo rindo. - Estamos falando dos desaparecimentos em Oculam.Você acha que é o que?
- Eu acho que é o fim do mundo. Jesus está voltando e já começou a levar quem vai para o céu. - Fala Flávio com sua sabedoria católica.
- Eu não acho que a minha vizinha iria para o céu. Aquela jararaca furava todas as minhas bolas que caia no quintal dela. - Fala Danilo com seriedade.
- Sua vizinha também sumiu? -Pergunta Arthur interessado.
- Sim. Ela morava com o filho e com sete gatos. Vocês tinham que ver o grito que o filho deu na rua. Se alguém tinha duvida se ele era gay se revelou naquela hora.
Sakuia aparece com um sorriso no jardim da escola também.
- E ai gente? Estão falando da Ana Paula?
- Porque? -Pergunta Enzo assustado. - Ela também sumiu?
- Não. - Fala Sakuia rindo e explicando o que tinha acontecido, sem perceber que Sergio estava ligando uma coisa a outra.
- Gente. E se a Ana Paula sumiu também e por isso os pais delas não queriam nos receber ontem?
terça-feira, 29 de março de 2011
13 de março de 2025 - quinta-feira - 10:50 - Casarão Ray e Priscila.
Mariana também tinha recebido a ordem judicial de manhã. Agora em seu quarto terminava de se arrumar. No guarda-roupa suas roupas misturas com os de Rafael. Ela já arrumada pega as roupas de seu amado e as cheira. Como alguém podia entrar em sua vida a tão pouco tempo e ter tanta importância assim? Será que o que ela fez a essa família já pagou pelas coisas erradas que já fez na vida? Será que uma vida tinha pagamento?
Mariana se senta na cama e pensa em Carlos. Tantas noites de amor já teve com aquele homem, só pela segurança. Tantas coisas horríveis que fez por ele. Será que não deveria estar naquela penitenciária também, esperando a decisão do júri para ver se iria morrer ou não?
Durval entra no quarto com um olhar preocupado.
- Você está pronta Mariana? O carro já está.
Mariana olha para aquele cara amigo e companheiro que tinha ajudado tanto. Antes bêbado e dependendo de um padre explorador para viver. Agora com um terno, de barba feita e falando muito bem, sabia que tinha feito a coisa certa. Mariana abraça Durval soltando um choro sentido.
- Calma Mariana. Tudo vai ficar bem. Você está com medo? Você não pode ser mais presa. Você mesma falou isso.
- Não é isso. - Diz ela se desvencilhando do abraço. E olhando fundo nos olhos de Durval. - Não sabe como eu tenho a agradecer a você e a seu filho.
- Você? Nos agradecer? Foi você que nos ajudou.
- Vocês me ajudaram em dobro.- Mariana sorrindo fala. - Você pode me acompanhar no julgamento.
Durval surpreso fala.
- Claro que posso. O Ray não vai ficar em casa. Vai passar o dia cuidando do restaurante da irmã. Não vai precisar de nós.
Mariana abraça ele mais uma vez.
- Obrigada. Muito obrigada meu amigo.
- Agora vamos se não, não chegamos no horário no tribunal.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 10:40 - Casa Raimunda e Eriberto
Sakura se olha no espelho. Teria que reencontrar com seu passado. Acordar com um ordem judicial na porta não era uma coisa muito agradável de se ver. Ainda mais sendo achado por Raimunda. A ordem judicial dizia que ela deveria ser interrogada no julgamento de Carlos Tedesco. Rever seu passado. As coisas que fez. Parecia não escuro e sombrio perto daquela família linda. Relembrar de sua irmã brincando com suas pulseiras e conversando sobre amor na noite passada tinha sido tão perfeito e tão puro. Amor, se quer tinha significado quando estava com Jack. Será que ele estaria no tribunal também?
De repente Elizio entra em seu quarto. Ele estava como sempre com um olhar triste, baixo, mas charmoso como sempre. Sakura sem se virar, o olhava pelo espelho. Ela fecha os olhos, não podia acontecer nada.
- Você vai mesmo se casar?
- Sim. - Diz ela abaixando a cabeça triste.
- Você o ama?
Sakura se vira:
- Não. É claro que não.
- Vai casar só por dinheiro Sakura? - Fala Elizio demonstrando que estava horrorizado.
Sakura pega a mão de Elizio e juntos se sentam na cama.
- As coisas não são tão simples assim. Você tem noção o tanto que é importante esse dinheiro. Para o meu pai, para a sua mãe, para o futuro da minha irmã.
- E o seu futuro? Você quer ficar presa num casamento sem amor pelo resto da vida. Enganar um cara.
Sakura cai no travesseiro chorando.
- Eu não queria enganar ninguém. Não mais. Mas que escolha que eu tenho.
Elizio abaixa beijando as costas de Sakura subindo para o seu pescoço.
- Diga para todos que me ama. Assuma nosso namoro. E vamos ter uma casa, filhos, um quintal modesto, mas que dê para as crianças jogarem bola.
Sakura sorria entre lagrimas podendo sonhar pela primeira vez entre o travesseiro. Mas ela se levanta da cama.
- Eu não posso. - Ela se abaixa e beija Elizio e o beija. - Mas eu não consigo ficar longe de você. Pode me julgar, me chamar de tudo que você quiser, mas o que eu posso te oferecer é isso. Beijos e encontros escondidos.
Elizio dá espaço na cama para Sakura sem desgrudar os lábios envolvidos num beijo de puro amor.
- Como se eu tivesse escolha de aceitar ou não.
Ele se desvencilha da boca de Sakura e olha para aqueles lindos olhos castanhos.
- Meu destino está ligado com o seu a muito tempo.
Sakura beija Elizio mais uma vez. Desejando que aqueles minutos que tinham não acabasse mais.
13 de março de 2025 - quinta-feira - 10:30 - Hospital de Oledasep
Walter abre os olhos. Os olhos embaçados só dava para ver uma luz muito forte. E a dor forte na cabeça e e nas pernas. O embaçado vai dando forma num rosto. Alguém estava falando com ele e era agora que Walter conseguia definir que era a voz de uma pessoa. E era uma voz conhecida. Era a voz de Yan. Era o rosto de Yan. Ele estava com um grande sorriso no rosto apesar de os olhos estarem preocupados. Yan corre até a porta do quarto de hospital e grita:
- Ele está acordando. Rápido. - Yan volta-se para Walter com o sorriso maior ainda. - Não sabe como é bom te ver companheiro.
- Yan? O que faz aqui? O que aconteceu.
O sorriso de Yan desaparece.
- As noticias não são nada boas Walter. Seu carro capotou na estrada. Roberta e Saul estão mortos. Alguém atirou em vocês depois do carro ter capotado. Você teve muita sorte por ter sobrevivido. A bala atravessou o seu peito. Mas graças a Deus não pegou no coração. Azar de quem atirou em vocês.
- Era uma mulher. - Diz Walter com a enfermeira que tinha acabado de chegar no quarto o examinando.
- Uma mulher? - Se surpreende Yan.
- Sim. Acho que é a esposa do Kenny, o homem que tentou nos matar da primeira vez. - Walter se levanta da cama com os protestos da enfermeira mas ela não podia fazer nada. -Tenho que voltar a Oculam e falar mais uma vez com o Alceu.
Walter enquanto fala vê suas roupas em cima da poltrona do quarto e arranca a camisola de doente na frente da enfermeira e de Yan e começa a vestir as roupas de policial novamente.
- Se você vai voltar a Oculam você precisa saber o que está acontecendo lá. E no mundo todo.
- O que está acontecendo? - Pergunta Walter já se preparando para a nova bomba.
- Pessoas do mundo toda simplesmente sumiram na frente dos olhos de seus familiares.
- Como assim Yan?
- Desapareceram Walter. Ninguém sabe o que aconteceu. Não se tem notícias de nem um dos desaparecidos a mais de dez horas.E tem outra coisa.
Walter termina de se vestir e saem do hospital pelo corredor.
- O que?
- O Carlos está sendo julgado nesse momento. O Yuri está lá.
- Ele está acordando. Rápido. - Yan volta-se para Walter com o sorriso maior ainda. - Não sabe como é bom te ver companheiro.
- Yan? O que faz aqui? O que aconteceu.
O sorriso de Yan desaparece.
- As noticias não são nada boas Walter. Seu carro capotou na estrada. Roberta e Saul estão mortos. Alguém atirou em vocês depois do carro ter capotado. Você teve muita sorte por ter sobrevivido. A bala atravessou o seu peito. Mas graças a Deus não pegou no coração. Azar de quem atirou em vocês.
- Era uma mulher. - Diz Walter com a enfermeira que tinha acabado de chegar no quarto o examinando.
- Uma mulher? - Se surpreende Yan.
- Sim. Acho que é a esposa do Kenny, o homem que tentou nos matar da primeira vez. - Walter se levanta da cama com os protestos da enfermeira mas ela não podia fazer nada. -Tenho que voltar a Oculam e falar mais uma vez com o Alceu.
Walter enquanto fala vê suas roupas em cima da poltrona do quarto e arranca a camisola de doente na frente da enfermeira e de Yan e começa a vestir as roupas de policial novamente.
- Se você vai voltar a Oculam você precisa saber o que está acontecendo lá. E no mundo todo.
- O que está acontecendo? - Pergunta Walter já se preparando para a nova bomba.
- Pessoas do mundo toda simplesmente sumiram na frente dos olhos de seus familiares.
- Como assim Yan?
- Desapareceram Walter. Ninguém sabe o que aconteceu. Não se tem notícias de nem um dos desaparecidos a mais de dez horas.E tem outra coisa.
Walter termina de se vestir e saem do hospital pelo corredor.
- O que?
- O Carlos está sendo julgado nesse momento. O Yuri está lá.
segunda-feira, 28 de março de 2011
13 de março de 2025 - quinta-feira - O futuro está chegando.
Yomiko abre seus olhos. Ela se levanta da cama e vai até a cozinha. Yomiko pega uma tigela e ovos e começa a bater alguns ovos. De repente a vasilha cai no chão se quebrando. Yomiko, pega o pano e começa a limpar a sujeira abaixada ao chão. Ela esfrega os olhos cheio de lágrimas. Eduardo abre a porta da casa. Yomiko se levanta do chão. Eduardo parecia assustado. Yomiko coloca a mão no coração. Mais alguma coisa ruim tinha acontecido. Eduardo se aproxima de Yomiko e acaricia seu rosto triste e olhando fundo nos olhos de Yomiko fala com tristeza.
- Yomiko, sua filha desapareceu.
Alguns minutos depois Yomiko já estava descendo do carro de Eduardo e indo para cima do carro de Lauro e Murillo que estava saindo da garagem do apartamento naquele momento.
- O que vocês fizeram com a minha filha! - Diz Yomiko batendo nervosa a mão no capo do carro.
- Está louca!- Fala Murillo não sabendo quem era ela. Mas ao ve-la reconhece. - Yomiko?
Yomiko olha nervosa para Murillo. Lauro sai do carro e segura Yomiko.
- Calma senhora Crof? A senhora conhecia meu avô?
Yomiko abaixa os olhos triste.
- Sim. Eu sabia que eu te conhecia de algum lugar. Mas não sabia que era filho de Edu Tedesco.
- Dona Yomiko, eu já fiz o que pude. Não sei se o Eduardo te explicou mas milhares de pessoas em Oculam desapareceram.
Joe olha firme para a mulher que estava entrevistando naquele momento.Uma moça de pele morena e cabelos negros, olhos pretos e olhar vago. Ela com calma contava a todos como seu marido sumiu.
- Estavamos jantando. Ele ria da história que eu estava contando sobre o que tinha acontecido no meu serviço hoje. Segurava o prato na mão e levava perto da boca, pois estavamos comendo sopa. Ele gostava de sopa de verduras que eu faço. E de repente na minha frente ele some o prato que estava em suas mãos cai se quebrando no chão.
- Então é isso ai minha gente. Esse é o relato de mães, pais, esposas, filhos de todo o mundo. Pessoas estão sumindo sem nem uma explicação plalsiva. Alguns dizem que é fim do mundo. Outros dizem que eles são mutantes. O que deve estar acontecendo? Investigaremos até o fim.
Irwan desliga a camêra e Joe entrega a ele o microfone e vira-se para a moça.
- Muito obrigada. Eu tenho certeza que sua reportagem vai fazer milhares de outras pessoas terem certeza que não estão loucas. Isso está mesmo acontecendo. - A mulher apenas sorri com os olhos para o chão. - Poderia ligar para agente quando acontecer mais alguma coisa?
- Claro. - Diz ela triste.
Joe e Irwan entram na van e saem pela rua.
- Vamos ir ao outro caso Joe. Tem muitos ainda.
- Ou não. O meu sogro está sendo julgado hoje. E quero acompanhar minha esposa.
Joe chega em casa e encontra Arthur saindo para a escola acompanhado de Suzana, Sergio, Cristiny e Cristian.
- Teve reportagem hoje cedo senhor Joe? - Pergunta Cristiny agarrada a mochila.
- Sim Cristiny. Quero que tomem muito cuidado hoje. E não se separem. Tem acontecido coisas muito estranhas em Oculam.
- É melhor você contar os momentos em que não acontecem coisas estranhas em Oculam Joe. - Fala Suzana rindo.- Minha mãe está ai na sua casa. A Suzam sumiu também.
Joe entra em casa e encontra Suzi consolando a mãe sentadas no sofá. E Eduardo sentado na poltrona.
Joe abraça Yomiko triste e se senta no sofá.
- Ou Yomiko. Não se preocupe que todos estão investigando o caso. Acabei de fazer uma reportagem sobre isso.
- Eu falei para ela Joe. - Fala Eduardo com tristesa. - Ela tem que ser forte.
- Mãe se consentre no jugamento. Para você dar força para o papai nesse momento. Porque com a Suzam não vamos poder fazer nada.
- O Lauro e Murillo vão trabalhar como se nada tivesse acontecido. Eles são uns monstros. - Fala Yomiko chorando.
- Mãe. Vai que nada aconteceu mesmo. A Suzam estava cheia de viver com Lauro e vai ver fugiu. Você lembra como ela era.
- Força Yomiko. - Fala Joe.- O julgamento vai ser logo. E você precisa se arrumar para seu marido. Ele vai querer ver você muito bonita.
- E o Ray vai ficar cuidando do restaurante. Se a Suzam aparecer lá ele liga. - Fala Eduardo. - Vamos Yomiko eu te levo até seu quarto para se arrumar.
Eduardo e Yomiko sai. E Suzi preocupada olha para Joe e o abraça.
- Meu Deus Joe. A Suzam estava envestigando algo sobre o Lauro. Eu tenho muito medo do que ele possa ter feito algo com a Suzam.
- Suzi. Você está falando do Lauro. Aquele cara legal que eu confiei a educação dos meus filhos a ele. E o Lauro não conseguiria viajar o mundo todo seqüestrando pessoas.
- Não sei não. - Fala Suzi com agonia.
A cena muda para Suzana, Arthur, Sergio, Cristiny e Cristian entrando no colégio. Quando Manildy a professora de Português e Raquilma aparecem na porta da sala dos mais velhos.
- Suzana. Poderiamos falar com vocês por alguns minutos? - Fala Raquilma com calma.
- O que foi que eu fiz? - Pergunta Suzana com medo.
- Nós acompanhe por favor. - Fala Manildy com carinho. - É uma coisa boa.
Suzana acompanha elas até a sala da diretora e entrando as duas falam.
- Suzana enquanto estava investigando os arquivos da antiga diretora e vi seu histórico eu fiquei surpresa. - Fala Raquilma. - Apesar das varias advertecias e suspenções por faltas e atrasos você tira dez em todas as matérias. Como você consegue isso?
Suzana confusa fala:
- Eu só presto atenções nas aulas. Pelo menos a que eu estou. E depois pego a matéria com alguns amigos ou estudo numa lan house perto da minha casa quando tenho dinheiro.
Manildy com um grande sorriso fala:
- Você é muito especial Suzana. E pode ter um grande futuro pela frente. Mas aqui você não vai longe.
- Aqui onde?
- Em Oculam. Suzana, - fala Manildy. - eu tenho uma irmã que trabalha em Boston, nos Estados Unidos. E ela tem uma vaga para uma estudante do Brasil. E acho que você pode ocupar essa vaga perfeitamente.
- Eu? Estudando nos Estados Unidos?
- Sim Suzana. Na Universidade de Boston, uma das melhores do mundo. - Fala Raquilma com um grande sorriso. - Eu vejo em você um futuro grandioso, em qualquer area que você queira.
- Eu não sei se minha mãe vai deixar. Ela está passando por muitas coisas...
- Nas explicações de suas faltas e seus atrasos sempre a explicação é só uma Suzana. Sua família. -Fala Manildy - Você precisa decidir se você quer crescer. Ou ser um fracasso na sua família. Pois se continuar assim você bombará por faltas.
- Eu vou pensar senhora Manildy, eu juro.
- Você tem até amanhã para me falar sua resposta Suzana.
- Yomiko, sua filha desapareceu.
Alguns minutos depois Yomiko já estava descendo do carro de Eduardo e indo para cima do carro de Lauro e Murillo que estava saindo da garagem do apartamento naquele momento.
- O que vocês fizeram com a minha filha! - Diz Yomiko batendo nervosa a mão no capo do carro.
- Está louca!- Fala Murillo não sabendo quem era ela. Mas ao ve-la reconhece. - Yomiko?
Yomiko olha nervosa para Murillo. Lauro sai do carro e segura Yomiko.
- Calma senhora Crof? A senhora conhecia meu avô?
Yomiko abaixa os olhos triste.
- Sim. Eu sabia que eu te conhecia de algum lugar. Mas não sabia que era filho de Edu Tedesco.
- Dona Yomiko, eu já fiz o que pude. Não sei se o Eduardo te explicou mas milhares de pessoas em Oculam desapareceram.
Joe olha firme para a mulher que estava entrevistando naquele momento.Uma moça de pele morena e cabelos negros, olhos pretos e olhar vago. Ela com calma contava a todos como seu marido sumiu.
- Estavamos jantando. Ele ria da história que eu estava contando sobre o que tinha acontecido no meu serviço hoje. Segurava o prato na mão e levava perto da boca, pois estavamos comendo sopa. Ele gostava de sopa de verduras que eu faço. E de repente na minha frente ele some o prato que estava em suas mãos cai se quebrando no chão.
- Então é isso ai minha gente. Esse é o relato de mães, pais, esposas, filhos de todo o mundo. Pessoas estão sumindo sem nem uma explicação plalsiva. Alguns dizem que é fim do mundo. Outros dizem que eles são mutantes. O que deve estar acontecendo? Investigaremos até o fim.
Irwan desliga a camêra e Joe entrega a ele o microfone e vira-se para a moça.
- Muito obrigada. Eu tenho certeza que sua reportagem vai fazer milhares de outras pessoas terem certeza que não estão loucas. Isso está mesmo acontecendo. - A mulher apenas sorri com os olhos para o chão. - Poderia ligar para agente quando acontecer mais alguma coisa?
- Claro. - Diz ela triste.
Joe e Irwan entram na van e saem pela rua.
- Vamos ir ao outro caso Joe. Tem muitos ainda.
- Ou não. O meu sogro está sendo julgado hoje. E quero acompanhar minha esposa.
Joe chega em casa e encontra Arthur saindo para a escola acompanhado de Suzana, Sergio, Cristiny e Cristian.
- Teve reportagem hoje cedo senhor Joe? - Pergunta Cristiny agarrada a mochila.
- Sim Cristiny. Quero que tomem muito cuidado hoje. E não se separem. Tem acontecido coisas muito estranhas em Oculam.
- É melhor você contar os momentos em que não acontecem coisas estranhas em Oculam Joe. - Fala Suzana rindo.- Minha mãe está ai na sua casa. A Suzam sumiu também.
Joe entra em casa e encontra Suzi consolando a mãe sentadas no sofá. E Eduardo sentado na poltrona.
Joe abraça Yomiko triste e se senta no sofá.
- Ou Yomiko. Não se preocupe que todos estão investigando o caso. Acabei de fazer uma reportagem sobre isso.
- Eu falei para ela Joe. - Fala Eduardo com tristesa. - Ela tem que ser forte.
- Mãe se consentre no jugamento. Para você dar força para o papai nesse momento. Porque com a Suzam não vamos poder fazer nada.
- O Lauro e Murillo vão trabalhar como se nada tivesse acontecido. Eles são uns monstros. - Fala Yomiko chorando.
- Mãe. Vai que nada aconteceu mesmo. A Suzam estava cheia de viver com Lauro e vai ver fugiu. Você lembra como ela era.
- Força Yomiko. - Fala Joe.- O julgamento vai ser logo. E você precisa se arrumar para seu marido. Ele vai querer ver você muito bonita.
- E o Ray vai ficar cuidando do restaurante. Se a Suzam aparecer lá ele liga. - Fala Eduardo. - Vamos Yomiko eu te levo até seu quarto para se arrumar.
Eduardo e Yomiko sai. E Suzi preocupada olha para Joe e o abraça.
- Meu Deus Joe. A Suzam estava envestigando algo sobre o Lauro. Eu tenho muito medo do que ele possa ter feito algo com a Suzam.
- Suzi. Você está falando do Lauro. Aquele cara legal que eu confiei a educação dos meus filhos a ele. E o Lauro não conseguiria viajar o mundo todo seqüestrando pessoas.
- Não sei não. - Fala Suzi com agonia.
A cena muda para Suzana, Arthur, Sergio, Cristiny e Cristian entrando no colégio. Quando Manildy a professora de Português e Raquilma aparecem na porta da sala dos mais velhos.
- Suzana. Poderiamos falar com vocês por alguns minutos? - Fala Raquilma com calma.
- O que foi que eu fiz? - Pergunta Suzana com medo.
- Nós acompanhe por favor. - Fala Manildy com carinho. - É uma coisa boa.
Suzana acompanha elas até a sala da diretora e entrando as duas falam.
- Suzana enquanto estava investigando os arquivos da antiga diretora e vi seu histórico eu fiquei surpresa. - Fala Raquilma. - Apesar das varias advertecias e suspenções por faltas e atrasos você tira dez em todas as matérias. Como você consegue isso?
Suzana confusa fala:
- Eu só presto atenções nas aulas. Pelo menos a que eu estou. E depois pego a matéria com alguns amigos ou estudo numa lan house perto da minha casa quando tenho dinheiro.
Manildy com um grande sorriso fala:
- Você é muito especial Suzana. E pode ter um grande futuro pela frente. Mas aqui você não vai longe.
- Aqui onde?
- Em Oculam. Suzana, - fala Manildy. - eu tenho uma irmã que trabalha em Boston, nos Estados Unidos. E ela tem uma vaga para uma estudante do Brasil. E acho que você pode ocupar essa vaga perfeitamente.
- Eu? Estudando nos Estados Unidos?
- Sim Suzana. Na Universidade de Boston, uma das melhores do mundo. - Fala Raquilma com um grande sorriso. - Eu vejo em você um futuro grandioso, em qualquer area que você queira.
- Eu não sei se minha mãe vai deixar. Ela está passando por muitas coisas...
- Nas explicações de suas faltas e seus atrasos sempre a explicação é só uma Suzana. Sua família. -Fala Manildy - Você precisa decidir se você quer crescer. Ou ser um fracasso na sua família. Pois se continuar assim você bombará por faltas.
- Eu vou pensar senhora Manildy, eu juro.
- Você tem até amanhã para me falar sua resposta Suzana.
12 de março de 2011 - Quarta feira - Medos escondidos
Iti chega com tudo escuro. Ele sai do carro vermelho beijando Maria Elizabeth. Eles riem.
- Porque você não entra? - Fala Iti rindo.
- Por dois motivos. Um porque eu não quero conhecer sua família. E dois, eu tenho que ir trabalhar. - Fala Maria Elizabeth dando mais beijos em Iti.
- É muito complicado ter uma mulher policial. - Fala ele agarrando Maria pela cintura e a prendendo contra o carro. Maria Elizabeth abre um sorriso e fala:
- Oculam está uma loucura. Um monte de gente desaparecendo. E a unica coisa que eu queria fazer era ficar aqui com você.
- Oculam está uma loucura. Um monte de gente desaparecendo. E a unica coisa que eu queria fazer era ficar aqui com você.
- Eu não quero um monte de gente desaparecido na minha conciência. Então vai. - Diz Iti beijando ela mais uma vez e a liberando.
Maria Elizabeth entra no carro e sai. Iti caminha para a porta de casa. E de repente vê Marcia, a empregada, da janela da cozinha, acenando para ele não entrar. Ela corre e abre a janela pra ele.
Marcia fala baixinho:
- Sua mãe está na sala te esperando. Entra por aqui.
- O que minha mãe quer? - Diz Iti entrando pela janela. -
- Você sabe que ela não gosta dessa moça.
- Ela nem a conhece. - Fala Iti nervoso.
Ele vai sair pela porta da cozinha quando a mãe aparece feito um fantasma com cara nervosa.
- Eu a conheço pelo seu jeito de chegar em casa Iti. Entrando pela janela. Onde é que já se viu?
- Me desculpe dona Diana. - Fala a empregada com medo.
- Vai para seu quarto Marcia. Amanhã conversamos. - Fala Diana sem nem tirar o olho de Iti.
A empregada preocupada vai para o quarto. E Iti continua na cozinha com a luz apagada.
- Eu a amo mamãe.
- Ela está te enrolando. Ela é mais velha e só quer aproveitar de sua mocidade. Depois vai te meter o pé na bunda.
- Mãe, eu não sou nenhuma virgem inocente que tá sendo assediada por um homem mais velho. Eu sou o homem!
- Você é um menino! É meu menino!
- Não mãe! Chega! Eu não sou mais criança. E você já passou da hora de saber disso. Nós crescemos e você não quer aceitar isso.
- Eu vou te provar que você não sabe aonde está se metendo meu filho. E se eu provar você larga ela?
Iti nervoso sobe as escadas indo para seu quarto e Diana fala aos berros.
- Se duvidar essa mulher é até casada e você não sabe!
Iti bate a porta nervoso. Diana nervosa sai de casa. E olha para o lado de fora. Naquela mesma rua, um carro chique se aproxima da bela mansão de esquina a rua de Diana. E Danielly e Carol saem do carro.
Carol entrega as chaves para o mordomo que ela tinha contratado naquele dia. Danielly olha maravilhada para a mansão. Iria voltar a vida de antes. Mas não era a mesma pessoa. Iria ajudar sua mãe a ser uma pessoa melhor a qualquer custo. Desde o caminho de volta não tinham trocado nem uma palavra. E agora Carol andando na frente como sempre mostrou para Danielly o que ela suspeitava. Era tudo uma farsa.
Ao entrar pela pela porta de madeira. Duas pessoas a estava esperando na sala de recepção. A mulher era uma mulher branca de olhos azuis e gestos meigos e o outro um homem alto, forte com um sorriso carinhoso.
- Danielly. - Diz Carol com calma. - Esse é meu médico. Dr. Alceu. e essa é a enfermeira dele, Alma.
Danielly abre um sorriso para eles os cumprimentando também fazendo de conta que estava ali a velha Danielly. Mas para a surpresa da menina a mãe se aproxima de Alceu e fala seria.
- Se você vai marar aqui. É melhor você saber logo. Eu e o dr. Alceu estamos namorando.
Alma se aproxima de Danielly com um sorriso.
- Eu tenho certeza que seremos grandes amigas.
Danielly ao olhar para os dois já desconfiava. Uma linda mulher naquela mansão que se parecia muito com a outra que ela morou. Só queria dizer uma coisa.
- Eu também tenho certeza disso Alma.
domingo, 27 de março de 2011
12 de março de 2011 - Quarta feira - Medos revelados
Suzi olha com raiva para aquele grande idiota na mesa comendo um pudim naquela sala branca e esquisita dentro do Hospital Psiquiatrico de Oculam. Ela bate contra a mesa dizendo:
- Quem você pensa que é para prender meu marido. E fazer isso tudo com a gente?
- Eu não sou ninguém. Sou apenas um pesquisador que vim para textar vocês.
- Você veio? Veio de onde? - Pergunta Eduardo calmo como sempre.
De repente Yan acompanhado de um monte de policias entram pela unica porta da sala como o estouro de uma boiada. Algemam o médico e vão retirando Eduardo, Suzi e Joe do quarto. Eles saem e veêm o céu estrelado. Estavam salvos e fora daquele hospício. Yan dava ordens aos policias para colocar o médico dentro da viatura.
Eduardo se aproxima de Yan nervoso que falava ao celular.
- Mais que demora foi essa para arrumar esse ordem judicial para invadir isso Yan?
- Eduardo está acontecendo mil coisas ao mesmo tempo e eu e o Yuri estamos tendo que resolver tudo. Por favor. - Ele volta a falar no telefone e Eduardo esculta tudo.
- Ok Yuri eu vou ir ao hospital você fica aqui e cuida dos desaparecimentos. - Ele desliga o celular e Eduardo preocupado fala:
- O que está acontecendo Yan. Eu também sou policial, posso ajudar.
- Então você vai virar a noite com agente. Você vai investigar o hospício. O Yuri está investigando casos de desaparecimentos em toda Oculam. Todos no mesmo momento. E eu vou ir ao hospital de Oledasep. O Walter sofreu um acidente de carro.
Yan sai disparada em seu carro. Suzi vê a cara de preocupação de Eduardo e se aproxima de mãos dadas as de Joe.
- O que foi que aconteceu Eduardo.
- Suzi, Joe, vão para casa. Eu vou cuidar dos relatórios sobre o que aconteceu aqui.
Eduardo entra em sua viatura de policia e sai para a delegacia. Suzi e Joe ainda tinham que ficar. Um monte de fãs de Joe estavam a espera dele junto de Lineu, o amigo reporter de Joe que estava junto do camera-men dele Irwan Wash que desligava a camera e colocava dentro da van.
- Uai gente? O que ouve? - Pergunta Joe com um sorriso. - Não vão gravar uma reportagem com sobrevivente do hospício maluco?
- Desculpe Joe. Mas tem coisas muito serias acontecendo em Oculam. Milhares de pessoas desapareceram do nada. - Responde Lineu.
- Como assim gente? - Pergunta Suzi assustada.
- Estamos indo para a casa de uma mulher que o filho sumiu, desapareceu, na frente de seus olhos. E tem varios relatos desse chegando no jornal.
Suzi e Joe olham preocupados. E logo já se encaminhavam para a casa deles. Chegando lá abrem a porta e assustados entram no quarto de Arthur. Ele estava lá deitado na cama.
- Graças a Deus meu filho. - Fala Joe abraçando o filho.
- O que foi pai? - Diz Arthur assustado.
- Cadê sua irmã? - Pergunta Suzi assustada.
Danielly sai de seu quarto e aparece na porta.
- Estou aqui gente. Porque?
Suzi abraça Danielly. E fala séria.
- Vocês não saiam daqui.
- Suzi, são nove horas da noite. Aonde agente iria a essa hora numa quarta feira? - Pergunta Danielly rindo.
Suzi vira-se para Joe falando:
- Joe, fique aqui com eles. Eu vou ir no restaurante ver como está minha mãe.
Suzi sai correndo do quarto. E Danielly e Arthur já com medo pergunta:
- O que foi que aconteceu pai?
- Calma que eu vou explicar tudo para vocês. Mas fiquem calmos. Que tudo está bem.
De repente batidas na porta. Joe sai para fora do quarto de Arthur para o corredor. Ele olha estranhando para a porta. Mais uma batida.
- Joe! Sou eu abre a porta! - Diz uma voz conhecida. Era Carol.
Joe abre a porta e Carol com um luxuoso carro estacionado na calçada estava ali, arrumada como nunca. Joe queria se tranquilizar mas não dava conta.
- Pois bem Joe. Lembra do nosso acordo. Vamos faze-lo agora.
- Carol... - Tenta falar Joe. Mas Arthur e Danielly ouvindo a voz da mãe se aproximam precavidos.
- Mamãe? - Pergunta Danielly com medo da reação da mãe.
Carol abre os braços para a filha e a abraça com um carinho que nunca teve.
- Minha filha. Que saudades. Não sabe como senti sua falta. - Carol vai para se virar para Arthur. Mas ele anda para trás. - O que foi Arthur?
Arthur corre e se esconde atrás do pai.
- O que ela veio fazer aqui pai? - Pergunta Arthur.
Carol tenta se controlar. Mas o sorriso sai de seu rosto e aquele olhar severo de inveja reaparece em seu rosto.
- Vim buscar vocês!
- Não!
- Se vocês quiserem! - Completa Joe protegendo seu filho do medo e enfrentando Carol.
- Eles são meus filhos! - Fala Carol tentando se aproximar de Arthur. Mas Joe entra na frente nervoso.
- São meus filhos também!
- Você nunca estava em casa. Eu que sempre estive lá.
- Mas quando meu pai estava em casa ele tinha carinho por nós. Coisa que nas vinte quatro horas que você estava na casa nunca teve! - Grita Arthur chorando.
Carol coloca a mão no rosto tentando controlar o choro. E fala nervosa.
- Vocês precisam de mim! Precisam morar comigo! Eu sou sua mãe!
Danielly que estava paralisada com a cena fala com carinho para a Carol.
- Mãe. É nós que precisamos de você? Ou você que precisa de nós?
Carol abraça a filha aos prantos.
- Venha comigo Danielly por favor. Venha comigo!
Danielly olha para o pai. Que também chorava.
- Danielly você não precisa ir só...
- Pai. Eu preciso ir com a mamãe. - Diz ela se desvencilhando de Carol e abraçando o pai.
- Para eu ser amiga da Suzi. Não posso ficar com ela na mesma casa. Vamos acabar brigando mais uma vez. Eu te amo. - Fala Danielly abraçando o pai e chorando muito.
- Eu sempre vou te visitar minha filha. Porque eu te amo de verdade. - Diz Joe olhando para Carol que por trás do choro falso estava um sorriso de vitória.
Enquanto isso Suzi chega no restaurante, onde tinha poucas pessoas. E Priscila cantava uma música calma e tranquila enquanto uns dois casais dançavam. Três casais se beijavam na mesa enquanto jantavam. Dois amigos bebiam.
Yomiko sentada numa cadeira próxima do balcão examinava um papel e tomava uma taça de vinho. Algumas lagrimas caem e Suzi chocada se aproxima.
- Mãe? O que aconteceu? Porque está chorando?
Yomiko deixando mais lágrimas cairem dos olhos fala:
- O julgamento do seu pai vai ser amanhã de manhã.
- Mãe não chora. - Diz Suzi abraçando a mãe. - Você sabia que isso iria acontecer.
- É que eu lembrei de repente de quando agente se conheceu. Éramos apenas crianças. Ele com seu sorriso doce, sempre ficava do meu lado, me ajudando. Suzi eu destruí a vida desse homem.
Carlos entra numa sala de videos algemado. O policial, um homem alto e negro o desalgema, e entrega uma fita de video para Carlos.
- Você tem dez minutos.
- Obrigado Abatista. - Fala Carlos pegando a fita de video com as duas mãos e com lágrimas nos olhos.
Carlos ao ver que a porta estava trancada se aproxima da televisão e do aparelho de video que estava embutidos na parede, dando espaço apenas para se colocar a fita, para evitar roubo. Ele enfia a fita no aparelho como se aquilo o tivesse arrancando a própria pele. Carlos pega o controle e aperta o play. Uma multidão numa festa, muita música e barulheira. Até que Carlos consegue definir alguém entre as pessoas. Era Yomiko e Eduardo. Abraçados. Lineu aparece na frente da camêra falando:
- Aqui está os grandes realizadores disso tudo. Yomiko Crof e Eduardo Mendes.
Eduardo sorrindo olha para Yomiko. Yomiko também sorri muito.
- Estamos muito felizes com isso tudo. - Diz Yomiko sorrindo. - É um sonho que se realiza. Eu amo muito...o Eduardo é tudo pra mim.
Eduardo chorando e ficando vermelho de raiva e rangendo os dentes nem percebe o corte que teve na fita. E continua a ver. Eduardo fala:
- A Yomiko representa pra mim uma mulher digna e forte. Sempre... amarei ela.
Os dois se beijam,os dois no rosto um do outro mas para um marido ciumento aquilo era o beijo mais quentes que poderia se ter. Carlos aperta pause quando a camera focaliza em Yomiko. E se aproxima da televisão. Caindo num choro pesado. Ele encosta a mão na tela da televisão.
- Você vai se arrepender do que fez Yomiko. Eu juro que gastarei minhas ultimas energias para poder transformar a sua vida e a vida de suas filhas num inferno!!!! Ele bate contra a mão contra a televisão. Quebrando o vidro e machucando a mão. O guarda chega correndo e bate o cacetéte em Carlos e o leva preso.
- Quem você pensa que é para prender meu marido. E fazer isso tudo com a gente?
- Eu não sou ninguém. Sou apenas um pesquisador que vim para textar vocês.
- Você veio? Veio de onde? - Pergunta Eduardo calmo como sempre.
De repente Yan acompanhado de um monte de policias entram pela unica porta da sala como o estouro de uma boiada. Algemam o médico e vão retirando Eduardo, Suzi e Joe do quarto. Eles saem e veêm o céu estrelado. Estavam salvos e fora daquele hospício. Yan dava ordens aos policias para colocar o médico dentro da viatura.
Eduardo se aproxima de Yan nervoso que falava ao celular.
- Mais que demora foi essa para arrumar esse ordem judicial para invadir isso Yan?
- Eduardo está acontecendo mil coisas ao mesmo tempo e eu e o Yuri estamos tendo que resolver tudo. Por favor. - Ele volta a falar no telefone e Eduardo esculta tudo.
- Ok Yuri eu vou ir ao hospital você fica aqui e cuida dos desaparecimentos. - Ele desliga o celular e Eduardo preocupado fala:
- O que está acontecendo Yan. Eu também sou policial, posso ajudar.
- Então você vai virar a noite com agente. Você vai investigar o hospício. O Yuri está investigando casos de desaparecimentos em toda Oculam. Todos no mesmo momento. E eu vou ir ao hospital de Oledasep. O Walter sofreu um acidente de carro.
Yan sai disparada em seu carro. Suzi vê a cara de preocupação de Eduardo e se aproxima de mãos dadas as de Joe.
- O que foi que aconteceu Eduardo.
- Suzi, Joe, vão para casa. Eu vou cuidar dos relatórios sobre o que aconteceu aqui.
Eduardo entra em sua viatura de policia e sai para a delegacia. Suzi e Joe ainda tinham que ficar. Um monte de fãs de Joe estavam a espera dele junto de Lineu, o amigo reporter de Joe que estava junto do camera-men dele Irwan Wash que desligava a camera e colocava dentro da van.
- Uai gente? O que ouve? - Pergunta Joe com um sorriso. - Não vão gravar uma reportagem com sobrevivente do hospício maluco?
- Desculpe Joe. Mas tem coisas muito serias acontecendo em Oculam. Milhares de pessoas desapareceram do nada. - Responde Lineu.
- Como assim gente? - Pergunta Suzi assustada.
- Estamos indo para a casa de uma mulher que o filho sumiu, desapareceu, na frente de seus olhos. E tem varios relatos desse chegando no jornal.
Suzi e Joe olham preocupados. E logo já se encaminhavam para a casa deles. Chegando lá abrem a porta e assustados entram no quarto de Arthur. Ele estava lá deitado na cama.
- Graças a Deus meu filho. - Fala Joe abraçando o filho.
- O que foi pai? - Diz Arthur assustado.
- Cadê sua irmã? - Pergunta Suzi assustada.
Danielly sai de seu quarto e aparece na porta.
- Estou aqui gente. Porque?
Suzi abraça Danielly. E fala séria.
- Vocês não saiam daqui.
- Suzi, são nove horas da noite. Aonde agente iria a essa hora numa quarta feira? - Pergunta Danielly rindo.
Suzi vira-se para Joe falando:
- Joe, fique aqui com eles. Eu vou ir no restaurante ver como está minha mãe.
Suzi sai correndo do quarto. E Danielly e Arthur já com medo pergunta:
- O que foi que aconteceu pai?
- Calma que eu vou explicar tudo para vocês. Mas fiquem calmos. Que tudo está bem.
De repente batidas na porta. Joe sai para fora do quarto de Arthur para o corredor. Ele olha estranhando para a porta. Mais uma batida.
- Joe! Sou eu abre a porta! - Diz uma voz conhecida. Era Carol.
Joe abre a porta e Carol com um luxuoso carro estacionado na calçada estava ali, arrumada como nunca. Joe queria se tranquilizar mas não dava conta.
- Pois bem Joe. Lembra do nosso acordo. Vamos faze-lo agora.
- Carol... - Tenta falar Joe. Mas Arthur e Danielly ouvindo a voz da mãe se aproximam precavidos.
- Mamãe? - Pergunta Danielly com medo da reação da mãe.
Carol abre os braços para a filha e a abraça com um carinho que nunca teve.
- Minha filha. Que saudades. Não sabe como senti sua falta. - Carol vai para se virar para Arthur. Mas ele anda para trás. - O que foi Arthur?
Arthur corre e se esconde atrás do pai.
- O que ela veio fazer aqui pai? - Pergunta Arthur.
Carol tenta se controlar. Mas o sorriso sai de seu rosto e aquele olhar severo de inveja reaparece em seu rosto.
- Vim buscar vocês!
- Não!
- Se vocês quiserem! - Completa Joe protegendo seu filho do medo e enfrentando Carol.
- Eles são meus filhos! - Fala Carol tentando se aproximar de Arthur. Mas Joe entra na frente nervoso.
- São meus filhos também!
- Você nunca estava em casa. Eu que sempre estive lá.
- Mas quando meu pai estava em casa ele tinha carinho por nós. Coisa que nas vinte quatro horas que você estava na casa nunca teve! - Grita Arthur chorando.
Carol coloca a mão no rosto tentando controlar o choro. E fala nervosa.
- Vocês precisam de mim! Precisam morar comigo! Eu sou sua mãe!
Danielly que estava paralisada com a cena fala com carinho para a Carol.
- Mãe. É nós que precisamos de você? Ou você que precisa de nós?
Carol abraça a filha aos prantos.
- Venha comigo Danielly por favor. Venha comigo!
Danielly olha para o pai. Que também chorava.
- Danielly você não precisa ir só...
- Pai. Eu preciso ir com a mamãe. - Diz ela se desvencilhando de Carol e abraçando o pai.
- Para eu ser amiga da Suzi. Não posso ficar com ela na mesma casa. Vamos acabar brigando mais uma vez. Eu te amo. - Fala Danielly abraçando o pai e chorando muito.
- Eu sempre vou te visitar minha filha. Porque eu te amo de verdade. - Diz Joe olhando para Carol que por trás do choro falso estava um sorriso de vitória.
Enquanto isso Suzi chega no restaurante, onde tinha poucas pessoas. E Priscila cantava uma música calma e tranquila enquanto uns dois casais dançavam. Três casais se beijavam na mesa enquanto jantavam. Dois amigos bebiam.
Yomiko sentada numa cadeira próxima do balcão examinava um papel e tomava uma taça de vinho. Algumas lagrimas caem e Suzi chocada se aproxima.
- Mãe? O que aconteceu? Porque está chorando?
Yomiko deixando mais lágrimas cairem dos olhos fala:
- O julgamento do seu pai vai ser amanhã de manhã.
- Mãe não chora. - Diz Suzi abraçando a mãe. - Você sabia que isso iria acontecer.
- É que eu lembrei de repente de quando agente se conheceu. Éramos apenas crianças. Ele com seu sorriso doce, sempre ficava do meu lado, me ajudando. Suzi eu destruí a vida desse homem.
Carlos entra numa sala de videos algemado. O policial, um homem alto e negro o desalgema, e entrega uma fita de video para Carlos.
- Você tem dez minutos.
- Obrigado Abatista. - Fala Carlos pegando a fita de video com as duas mãos e com lágrimas nos olhos.
Carlos ao ver que a porta estava trancada se aproxima da televisão e do aparelho de video que estava embutidos na parede, dando espaço apenas para se colocar a fita, para evitar roubo. Ele enfia a fita no aparelho como se aquilo o tivesse arrancando a própria pele. Carlos pega o controle e aperta o play. Uma multidão numa festa, muita música e barulheira. Até que Carlos consegue definir alguém entre as pessoas. Era Yomiko e Eduardo. Abraçados. Lineu aparece na frente da camêra falando:
- Aqui está os grandes realizadores disso tudo. Yomiko Crof e Eduardo Mendes.
Eduardo sorrindo olha para Yomiko. Yomiko também sorri muito.
- Estamos muito felizes com isso tudo. - Diz Yomiko sorrindo. - É um sonho que se realiza. Eu amo muito...o Eduardo é tudo pra mim.
Eduardo chorando e ficando vermelho de raiva e rangendo os dentes nem percebe o corte que teve na fita. E continua a ver. Eduardo fala:
- A Yomiko representa pra mim uma mulher digna e forte. Sempre... amarei ela.
Os dois se beijam,os dois no rosto um do outro mas para um marido ciumento aquilo era o beijo mais quentes que poderia se ter. Carlos aperta pause quando a camera focaliza em Yomiko. E se aproxima da televisão. Caindo num choro pesado. Ele encosta a mão na tela da televisão.
- Você vai se arrepender do que fez Yomiko. Eu juro que gastarei minhas ultimas energias para poder transformar a sua vida e a vida de suas filhas num inferno!!!! Ele bate contra a mão contra a televisão. Quebrando o vidro e machucando a mão. O guarda chega correndo e bate o cacetéte em Carlos e o leva preso.
12 de março de 2011 - Quarta feira - Simbolofobia
O carro para diante ao grande prédio escrito Faculdade Ciências de Oculam. Vinty desse do carro e abre a porta do passageiro para ele. Jim sai do carro e caminha para dentro prédio. A mesma porteira de alguns dias atrás está na porta com um belo sorriso para Jim e para Vinty.
Eles entram ultrapassando aquele mesmo corredor. E entram num elevador. Vinty para a surpresa de Jim em vez de apertar um botão no elevador abre uma porta que ficava embutida no chão. De lá eles descem para um outro elevador que ficava embaixo do outro. E lá Vinty aperta um botão o terreo. E o elevador desce. E vai descendo e descendo. O elevador se abre e na porta com um grande sorriso aparece Murillo.
- Boa noite senhor Jim Bach Jacó.
Jim assustado vê Lauro um pouco atrás de Murillo do lado de mais um seis homens de terno e gravata parecidos seguranças.
- Boa noite.
- Você deve me conhecer. Sou Murillo Cardoso. O seu novo chefe, se aceitar esse emprego.
- Em que se trata isso tudo senhor Murillo?
- De uma pesquisa senhor Jim.- Diz Murillo ajeitando os oculos. - Vamos vou te mostrar aonde vai trabalhar e em que.
Jim caminha com Murillo na frente do corredor largo todo revestido de metal.
- Que tipo de pesquisas são feitas aqui?
Murillo para diante a uma porta. E fala para Jim com o mesmo sorriso.
- Trabalhamos aqui senhor Jim, com o efeito da radiação em seres humanos. E uma delas que descobri é a imortalidade.
Murillo abre a porta.
Suzam chega em seu apartamento. Ela assustada se senta no sofá. E olha para o celular estava esperando algumas ligações. Ela se levanta e olha no espelho. Sentia falta dos seus longos cabelos loiros. E com raiva bate contra o espelho ele se quebra. Suzam rapidamente e chorando começa a catar os cacos do chão. Mas de repente vê algo na parede. Um desenho com tinta branca. Uma marca. Uma bola com cinco setas saindo dela.
Suzam ouve um estrondo na porta. Algo que não parecia uma batida. Com os cacos na mão ela se afasta e recosta as costas na parede assustada. Mais uma batida estrondosa. De repente a porta se abre. Suzam apavorada aperta os cacos em sua mão deixando o sangue escorrer entre seus dedos.
Suzam ouve um estrondo na porta. Algo que não parecia uma batida. Com os cacos na mão ela se afasta e recosta as costas na parede assustada. Mais uma batida estrondosa. De repente a porta se abre. Suzam apavorada aperta os cacos em sua mão deixando o sangue escorrer entre seus dedos.
sexta-feira, 25 de março de 2011
12 de março de 2011 - Quarta feira - Amaxofobia
Walter desse de quarto de hotel até a entrada e encontra Roberta e Saul na entrada.
- E ai Walter? Passou bem a noite? - Pergunta Saul rindo.
- Não muito. Muito barulho. Parece que o povo aqui em Oledasep não dormem.
- Os bandidos aqui não dormem em Oledasep, por isso estamos saindo ao anoitecer. - Fala Roberta caminhando para o carro e sendo seguida pelos dois companheiros.
O carro logo para diante ao necrotério de Oledasep. Um prédio sujo e todo pixado como todos naquela cidade.
Enquanto caminham para uma das salas daquele enorme prédio Walter pergunta.
- Descobriram quem é aquele bandido que tentou nos matar? - Pergunta Walter com seriedade.
- Ele se chama Kenny Kenkiny Duarte. - Responde Roberta.
- E uma surprezinha Walter. - Fala Saul comediante.
- Kenny é médico em Oledasep. - Completa Roberta.
- Médico? Será que seu histórico na faculdade também tinha se queimado? - Fala Walter sabendo que sem duvida não deveria ter diploma.
Eles entram numa sala aonde o corpo do rapaz estava numa mesa de metal e uma mulher de jaleco branco examinava o corpo.
- Walter essa é nossa legista, Jandira Paz.
Walter sorri para a moça já que não dava para apertar a mão dela, porque estava segurando o coração do morto.
- Descobriu mais alguma coisa sobre nosso médico Jandira? - Pergunta Walter.
- Ele é casado, tem dois filhos senhor Walter. A mulher dele veio nos procurar hoje de manhã. Disse que era um cara que não tinha coragem de matar uma formiga. - Fala Jandira com calma.- Mas pelos meus exames pude ver que era um homem que bebia muito. E olhe só. - Diz ela mostrando um corte no pescoço e alguns roxos na pele. - Ele tem vestígios de uma briga recente.
- Podemos falar com a mulher dele? - Pergunta Walter a Roberta.
- Sim. Ela está nós esperando na sala de interrogação. - Fala ela já saindo da sala e virasse para Saul falando. - Saul fique na sala e veja o que você e Jandira consegue descobrir a mais.
Roberta e Walter se encaminham para outra sala onde uma mulher aflita estava a espera deles.
- Senhora Virginia, esse é policial Walter, e eu sou a policial Roberta. Estamos investigando o que ouve com seu marido.
- Então não foi suicidio. Eu sabia. O Kenny nunca faria isso. Ele amava a vida dele. Ele me amava e amava os filhos dele. - Diz ela com um sorriso no rosto entre as lagrimas.
- Senhora Virginia deixe eu terminar de falar. Seu marido suicidou sim. - O sorriso sai do rosto da mulher. - O que estamos investigando é o porque dele ter tentado me matar eu e meus parceiros. - Fala Roberta seria e direta.
- Ele tentou o que? Não é possível. - Fala a mulher se segurando firme na mesa para não cair. - Não deve ser o mesmo homem que estamos falando. O Kenny era um homem doce e amável.
- Senhora, seu marido tinha alguma ligação com esse homem?- Pergunta Walter mostrando a foto de Alceu para a mulher. Ela coloca a mão na boca assustada.
- O Dhu está envolvido nisso também? Não é possivel.
- Dhu? - Pergunta Walter nervoso.
- Sim, o padrinho dos meus filhos. Ele fez faculdade com meu marido. Meu marido foi vizita-lo esses dias.
- Esses dias quando? - Pergunta Walter nervoso.
- Semana passada. Alguém pode me explicar o que está acontecendo? - Pergunta a mulher soltando mais lagrimas nos olhos.
- Seu marido pode estar envolvido em um caso de diploma falsos. Seu marido pode nunca ter estudado medicina e junto de Dhu ter usado o caso do incêndio para afirmar que foram um dos estudantes sobreviventes.
- Não é possível. Meu marido é um médico excelente. E pra que ele faria isso? Ele praticamente não recebia nada pelo seu trabalho nos postos médicos. Seu salário atrasava todo mês. Ele trabalha porque ama ser médico.
- Eu sinto muito senhora Virginia. Preciso que passe o endereço aonde esse Dhu mora. - Diz Roberta se levantando da cadeira e saindo.
Os três saem do prédio. Walter estava feliz por Alceu estar sendo ligado diretamente a Kenny. Agora era fazer mais umas perguntas para Alceu e assim prende-los por identidade falsa. Ou de Dhu ou de Alceu.
- Vou pegar o meu carro e ir direto para Oculam verificar o endereço. - Fala Walter entrando no carro.
- Nós vamos investigar mais a fundo sobre o incêndio Walter.- Fala Roberta também entrando no banco do motorista.
- Acho que vai acabar que esses dois médicos fajuntos estão ligados ao incêndio também. - Fala Saul entrando no banco de trás do carro.
O carro sai pela estrada.
- Será? - Pergunta Roberta horrorizada. - O incêndio matou milhares de jovens e seus sonhos e talvez Oledasep fosse diferente se aqueles jovens daquela época estivessem trabalhando hoje.
De repente um carro em alta velocidade aparece na estrada. Os três olham pelo retrovisor. O carro se aproxima rápidamente. E uma pessoa encapuzada está dirigindo o carro. Roberta acelera seu carro. Mas o outro é mais veloz e bate contra a trazeira do outro. Roberta equilibra o carro. Eles estavam em uma avenida a mais movimentada de Oledasep.
- Que droga é essa!
O carro da pessoa de capuz se aproxima mais. Roberta apavorada tenta desviar dos outros carros da rua. Walter percebe que a pessoa que está encapuzada é uma mulher. De repente a mulher encapuzada tira uma arma e aponta para Roberta que consentrada em desviar dos carros não vê. Ouve se o tiro. Walter faz Roberta se abaixar o carro perde o controle e sai da estrada caindo ribeira a baixo capotando duas vezes entrando num matagal.
Walter sangrando sai do carro. A mulher encapuzada se aproxima. Ela dá dois tiros acertando dois no peito. Walter sangrando cai no chão, perdendo as forças de suas pernas. Mas ainda com os olhos abertos, ele vê a mulher encapuzada indo até Saul que tinha voado para fora do carro de bruços. A mulher sem dó nem piedade atira na nuca do rapaz. Ela vai até o carro e tira Roberta do carro pelo cabelo que sangrava e chorava. A mulher não dá chances e também atira no rosto de Roberta. Walter perde os sentidos.
- E ai Walter? Passou bem a noite? - Pergunta Saul rindo.
- Não muito. Muito barulho. Parece que o povo aqui em Oledasep não dormem.
- Os bandidos aqui não dormem em Oledasep, por isso estamos saindo ao anoitecer. - Fala Roberta caminhando para o carro e sendo seguida pelos dois companheiros.
O carro logo para diante ao necrotério de Oledasep. Um prédio sujo e todo pixado como todos naquela cidade.
Enquanto caminham para uma das salas daquele enorme prédio Walter pergunta.
- Descobriram quem é aquele bandido que tentou nos matar? - Pergunta Walter com seriedade.
- Ele se chama Kenny Kenkiny Duarte. - Responde Roberta.
- E uma surprezinha Walter. - Fala Saul comediante.
- Kenny é médico em Oledasep. - Completa Roberta.
- Médico? Será que seu histórico na faculdade também tinha se queimado? - Fala Walter sabendo que sem duvida não deveria ter diploma.
Eles entram numa sala aonde o corpo do rapaz estava numa mesa de metal e uma mulher de jaleco branco examinava o corpo.
- Walter essa é nossa legista, Jandira Paz.
Walter sorri para a moça já que não dava para apertar a mão dela, porque estava segurando o coração do morto.
- Descobriu mais alguma coisa sobre nosso médico Jandira? - Pergunta Walter.
- Ele é casado, tem dois filhos senhor Walter. A mulher dele veio nos procurar hoje de manhã. Disse que era um cara que não tinha coragem de matar uma formiga. - Fala Jandira com calma.- Mas pelos meus exames pude ver que era um homem que bebia muito. E olhe só. - Diz ela mostrando um corte no pescoço e alguns roxos na pele. - Ele tem vestígios de uma briga recente.
- Podemos falar com a mulher dele? - Pergunta Walter a Roberta.
- Sim. Ela está nós esperando na sala de interrogação. - Fala ela já saindo da sala e virasse para Saul falando. - Saul fique na sala e veja o que você e Jandira consegue descobrir a mais.
Roberta e Walter se encaminham para outra sala onde uma mulher aflita estava a espera deles.
- Senhora Virginia, esse é policial Walter, e eu sou a policial Roberta. Estamos investigando o que ouve com seu marido.
- Então não foi suicidio. Eu sabia. O Kenny nunca faria isso. Ele amava a vida dele. Ele me amava e amava os filhos dele. - Diz ela com um sorriso no rosto entre as lagrimas.
- Senhora Virginia deixe eu terminar de falar. Seu marido suicidou sim. - O sorriso sai do rosto da mulher. - O que estamos investigando é o porque dele ter tentado me matar eu e meus parceiros. - Fala Roberta seria e direta.
- Ele tentou o que? Não é possível. - Fala a mulher se segurando firme na mesa para não cair. - Não deve ser o mesmo homem que estamos falando. O Kenny era um homem doce e amável.
- Senhora, seu marido tinha alguma ligação com esse homem?- Pergunta Walter mostrando a foto de Alceu para a mulher. Ela coloca a mão na boca assustada.
- O Dhu está envolvido nisso também? Não é possivel.
- Dhu? - Pergunta Walter nervoso.
- Sim, o padrinho dos meus filhos. Ele fez faculdade com meu marido. Meu marido foi vizita-lo esses dias.
- Esses dias quando? - Pergunta Walter nervoso.
- Semana passada. Alguém pode me explicar o que está acontecendo? - Pergunta a mulher soltando mais lagrimas nos olhos.
- Seu marido pode estar envolvido em um caso de diploma falsos. Seu marido pode nunca ter estudado medicina e junto de Dhu ter usado o caso do incêndio para afirmar que foram um dos estudantes sobreviventes.
- Não é possível. Meu marido é um médico excelente. E pra que ele faria isso? Ele praticamente não recebia nada pelo seu trabalho nos postos médicos. Seu salário atrasava todo mês. Ele trabalha porque ama ser médico.
- Eu sinto muito senhora Virginia. Preciso que passe o endereço aonde esse Dhu mora. - Diz Roberta se levantando da cadeira e saindo.
Os três saem do prédio. Walter estava feliz por Alceu estar sendo ligado diretamente a Kenny. Agora era fazer mais umas perguntas para Alceu e assim prende-los por identidade falsa. Ou de Dhu ou de Alceu.
- Vou pegar o meu carro e ir direto para Oculam verificar o endereço. - Fala Walter entrando no carro.
- Nós vamos investigar mais a fundo sobre o incêndio Walter.- Fala Roberta também entrando no banco do motorista.
- Acho que vai acabar que esses dois médicos fajuntos estão ligados ao incêndio também. - Fala Saul entrando no banco de trás do carro.
O carro sai pela estrada.
- Será? - Pergunta Roberta horrorizada. - O incêndio matou milhares de jovens e seus sonhos e talvez Oledasep fosse diferente se aqueles jovens daquela época estivessem trabalhando hoje.
De repente um carro em alta velocidade aparece na estrada. Os três olham pelo retrovisor. O carro se aproxima rápidamente. E uma pessoa encapuzada está dirigindo o carro. Roberta acelera seu carro. Mas o outro é mais veloz e bate contra a trazeira do outro. Roberta equilibra o carro. Eles estavam em uma avenida a mais movimentada de Oledasep.
- Que droga é essa!
O carro da pessoa de capuz se aproxima mais. Roberta apavorada tenta desviar dos outros carros da rua. Walter percebe que a pessoa que está encapuzada é uma mulher. De repente a mulher encapuzada tira uma arma e aponta para Roberta que consentrada em desviar dos carros não vê. Ouve se o tiro. Walter faz Roberta se abaixar o carro perde o controle e sai da estrada caindo ribeira a baixo capotando duas vezes entrando num matagal.
Walter sangrando sai do carro. A mulher encapuzada se aproxima. Ela dá dois tiros acertando dois no peito. Walter sangrando cai no chão, perdendo as forças de suas pernas. Mas ainda com os olhos abertos, ele vê a mulher encapuzada indo até Saul que tinha voado para fora do carro de bruços. A mulher sem dó nem piedade atira na nuca do rapaz. Ela vai até o carro e tira Roberta do carro pelo cabelo que sangrava e chorava. A mulher não dá chances e também atira no rosto de Roberta. Walter perde os sentidos.
12 de março de 2011 - Quarta feira - Claustrofobia
Suzi e Eduardo tentavam a todo custo soltar a ultima corrente de Joe e quebrar o tanque em que estavam. Mas nada adiantava. Ambos puxavam a corrente, mas nada acontecia. A água já estava vindo no peito de Eduardo e Joe e para Suzi já estava no pescoço.
- Deve ter um lugar para desligar essa água!
- Mas aonde Eduardo? -Pergunta Suzi nervosa.
Os três procuram algum lugar do lado de fora do tanque. Até que finalmente veêm uma alavanca. Sem duvida era aquilo.
- Mas como vamos abaixar aquela alavanca? - Pergunta Suzi nervosa.
Eduardo olha para o tuneo de onde cairam e fala corajosamente.
-Suzi, temos que montar uma ponte humana para você subir até o túneo novamente. Acho que o tunéo passa pelo outro lado, aonde está a alavanca. Ai é só você ver se dá para abrir um caminho por lá. Joe me segura firme.
Fala Eduardo subindo em cima das costas de Joe. Eduardo se levanta se equilibrando nas costas de Joe que já estava mergulhando. Suzi preocupada rapidamente sobe pelas costas de Joe e sobe nos joelhos de Eduardo e consegue alcançar o túnel que jogava água sem parar. Suzi lutando contra a correnteza da água entra no túneo. Eduardo desce das costas de Joe que se levanta para a superficie. Ambos nadam para não terem que mergulhar. A corrente em um dos braços de Joe prendendo na parede ajudava ambos a subirem junto da água.
Suzi dentro do túnel percorre o caminho de volta até perceber que aquele lugar poderia estar em cima da alavanca. Ela com força começa a chutar o chão e pisar mais forte. Não parecia dar certo.
Eduardo e Joe já estam apenas com o nariz para fora da água.
A água no tunel está subindo fazendo Suzi perceber que seu marido e seu amigo agora estavam no fundo do água. Ela com raiva continua a chutar o chão. Até que o túnel se arrebenta fazendo a água cair dentro da sala aonde está a alavanca. Suzi cai com a força da água. Dentro da sala tinha uma cadeira e uma mesa além da alavanca. Suzi se levanta rápidamente e abaixa alavanca. A água para de escorrer, mas Eduardo e Joe continuavam no tanque cheio de água. Eduardo sobe até o túneo e grita:
- Suzi rápido! Tente quebrar o vidro por ai!
Suzi pega a primeira coisa que vê pela frente. A cadeira e bate contra o vidro. Ele trinca. Ela vê que dá certo e pega novamente. Com desespero ela pega de novo a cadeira e taca contra o vidro e o vidro se quebra. Liberando a água, para o alivio de Joe e Eduardo.
Suzi abraça Joe novamente que continuava preso pela corrente no teto. Eduardo pula do túnel ao chão. E olha em volta a sala.
- Não tem porta?
- Estamos em mais uma fase do jogo desse maníaco. - Fala Joe tentando se equilibrar.
- Temos que tirar o Joe daqui Eduardo. Rápido! - Fala Suzi com medo do que pudesse aparecer.
E esse medo estava certo. Pois de repente as paredes começam a ficar mais próximas.
- Ou Droga! - Fala Eduardo.
Joe apavorado percebe que a cada segundo as paredes andavam por um centimetros. Suzi em desespero sobe pelas correntes onde Joe estava preso e tenta arrebenta-las ficando de cabeça para baixo e puxando as correntes com a mão e empurrando o teto com o pé. Mas as correntes eram muito resistentes. As paredes estão cada vez mais próximas. Eduardo coloca a mesa na horizontal fazendo as paredes se emperrarem contra a mesa dando mais tempo para eles.
Eduardo também se espendura contra a corrente e assim ela se arrebenta. A mesa se entorta. Dando tempo apenas para eles subirem no túnel novamente.
Eles respiram fundo. E Suzi fala nervosa.
- Eu vou matar esse psicopata!
De repente o túnel começa a virar para baixo. Suzi, Joe e Eduardo voltam a escorregar pelo túnel caindo numa outra sala branca. Agora era uma sala branca e com uma mesa cheia de comidas. Os três se levantam e vêem com agonia o psicologo na frente da mesa com um sorriso.
- Parabéns. Vocês passaram pelos textes.
- Deve ter um lugar para desligar essa água!
- Mas aonde Eduardo? -Pergunta Suzi nervosa.
Os três procuram algum lugar do lado de fora do tanque. Até que finalmente veêm uma alavanca. Sem duvida era aquilo.
- Mas como vamos abaixar aquela alavanca? - Pergunta Suzi nervosa.
Eduardo olha para o tuneo de onde cairam e fala corajosamente.
-Suzi, temos que montar uma ponte humana para você subir até o túneo novamente. Acho que o tunéo passa pelo outro lado, aonde está a alavanca. Ai é só você ver se dá para abrir um caminho por lá. Joe me segura firme.
Fala Eduardo subindo em cima das costas de Joe. Eduardo se levanta se equilibrando nas costas de Joe que já estava mergulhando. Suzi preocupada rapidamente sobe pelas costas de Joe e sobe nos joelhos de Eduardo e consegue alcançar o túnel que jogava água sem parar. Suzi lutando contra a correnteza da água entra no túneo. Eduardo desce das costas de Joe que se levanta para a superficie. Ambos nadam para não terem que mergulhar. A corrente em um dos braços de Joe prendendo na parede ajudava ambos a subirem junto da água.
Suzi dentro do túnel percorre o caminho de volta até perceber que aquele lugar poderia estar em cima da alavanca. Ela com força começa a chutar o chão e pisar mais forte. Não parecia dar certo.
Eduardo e Joe já estam apenas com o nariz para fora da água.
A água no tunel está subindo fazendo Suzi perceber que seu marido e seu amigo agora estavam no fundo do água. Ela com raiva continua a chutar o chão. Até que o túnel se arrebenta fazendo a água cair dentro da sala aonde está a alavanca. Suzi cai com a força da água. Dentro da sala tinha uma cadeira e uma mesa além da alavanca. Suzi se levanta rápidamente e abaixa alavanca. A água para de escorrer, mas Eduardo e Joe continuavam no tanque cheio de água. Eduardo sobe até o túneo e grita:
- Suzi rápido! Tente quebrar o vidro por ai!
Suzi pega a primeira coisa que vê pela frente. A cadeira e bate contra o vidro. Ele trinca. Ela vê que dá certo e pega novamente. Com desespero ela pega de novo a cadeira e taca contra o vidro e o vidro se quebra. Liberando a água, para o alivio de Joe e Eduardo.
Suzi abraça Joe novamente que continuava preso pela corrente no teto. Eduardo pula do túnel ao chão. E olha em volta a sala.
- Não tem porta?
- Estamos em mais uma fase do jogo desse maníaco. - Fala Joe tentando se equilibrar.
- Temos que tirar o Joe daqui Eduardo. Rápido! - Fala Suzi com medo do que pudesse aparecer.
E esse medo estava certo. Pois de repente as paredes começam a ficar mais próximas.
- Ou Droga! - Fala Eduardo.
Joe apavorado percebe que a cada segundo as paredes andavam por um centimetros. Suzi em desespero sobe pelas correntes onde Joe estava preso e tenta arrebenta-las ficando de cabeça para baixo e puxando as correntes com a mão e empurrando o teto com o pé. Mas as correntes eram muito resistentes. As paredes estão cada vez mais próximas. Eduardo coloca a mesa na horizontal fazendo as paredes se emperrarem contra a mesa dando mais tempo para eles.
Eduardo também se espendura contra a corrente e assim ela se arrebenta. A mesa se entorta. Dando tempo apenas para eles subirem no túnel novamente.
Eles respiram fundo. E Suzi fala nervosa.
- Eu vou matar esse psicopata!
De repente o túnel começa a virar para baixo. Suzi, Joe e Eduardo voltam a escorregar pelo túnel caindo numa outra sala branca. Agora era uma sala branca e com uma mesa cheia de comidas. Os três se levantam e vêem com agonia o psicologo na frente da mesa com um sorriso.
- Parabéns. Vocês passaram pelos textes.
12 de março de 2011 - Quarta feira - O tão sonhado emprego
Suzam continua a dirigir e olhar o carro de seu marido andando pela cidade. Ele e o avô iam de um prédio a outro e nunca paravam. Mas Suzam sabia que onde Lauro trabalhasse, era aonde ele iria ficar por mais tempo.
E sua resposta foi a mais surpreendente possível. Lá estava eles parados diante a Faculdade de Ciências Oculam a mais de quatro horas. Será que era ali que Lauro e Murillo trabalhavam. Era aquilo naquele lugar que estava acontecendo coisas que estavam abalando Lauro daquela forma?
O prédio era um lugar grande e alto, de uns cinco andares, largo, ocupando um terreno enorme e deixando uma garagem de subsolo e uma do lado de fora. Suzam deixa o carro uma esquina atrás da Faculdade e se aproxima.
Uma mulher gorda sai do prédio e olha a estrada que naquela hora estava deserta. Suzam se aproxima como se estivesse caminhando a muito tempo.
- A senhora poderia me informar aonde é que eu estou? Fiquei meio perdida.
A mulher gorda olha para Suzi com suspeitas. Suzam não parecia nada uma mulher que gostava de caminhar. Com um sapato fechado de salto alto. Um vestido apertado e uma blusa de manga longa preta, Suzam sabia que deveria ser mais convicente.
- Meu carro acabou a gasolina no meio da estrada. E estava procurando um posto de gazolina. Mas me perdi.
- Hum. Sei. - Diz a mulher desconfiada.
- O que é isso ai em? - Pergunta Suzam olhando para a Faculdade.
- É uma faculdade. Não está vendo?
- Jura que é uma faculdade? Pois é exatamente isso que eu estava procurando.
A mulher olha nervosa para Suzam. E Suzam continua a falar.
- Nossa, meu irmão mais novo vai fazer faculdade e num é que o menino quer fazer faculdade de Ciências. E ele quer é estudar aqui. Eu poderia fazer uma visitinha. E assim...
- Nessa faculdade não tem mais vagas moça. - Fala a mulher nervosa.
-Mas não se preocupe. - Insiste Suzam. - Ele quer é para bem depois. Eu só queria fazer uma visitinha para ver como é que é, e contar para ele depois.
- Não tem vaga para hoje e nem nunca moça. Trate de ir procurar sua gazolina. - Fala a mulher perdendo a paciência e empurrando Suzam.
Suzam finge que via embora e quando a mulher entra no prédio e fecha a porta novamente Suzam volta para a frente do prédio.
- Não vai ser essa mulherzinha que vai me impedir de ver o que esses dois estão tramando.
Suzam circula até a garagem que era ao ar livre. Ela olha para ver se tinha algum segurança. Mas não tinha. E com agilidade, pula a grade até a garagem. Sobe em um dos carros para alcançar a janela do primeiro andar. E se segurando firme nas grades de proteção da janela ela observa um corredor. E ouve uma conversa. Não dava para identificar as palavras. Mas dava para ver que vinha da sala do lado. Suzam com agilidade. Passa para a outra grade. E se segurando firme enxerga Lauro e Murillo dentro de uma sala conversando com um outro homem de jaleco branco. Eles falavam com seriedade.
- Chefe. - Dizia o homem de jaleco branco para Murillo. - Conseguimos identificar um outro cientista em Oculam. Ele foi colega de faculdade de Nepomuceno. Ele se chama Jim Bach Jacó.
- Otimo. Vamos chamar para o emprego.
Suzam ao ouvir o nome cai da janela se espendurando numa árvore e caindo no chão. Suzam se levanta e sai correndo. Tinha que falar com Jim e te-lo como ajudante.
Enquanto isso Arthur, Sergio e Sakuia chegam na casa Ana Paula. Estavam muito preocupados o porque dela não ter ido a aula. E chegam no endereço que em que ela deu para a escola e Arthur com carinho pediu a diretora.
Chegando lá, eles percebem com assombro que Ana Paula morava numa grande mansão. Sergio toca a campainha e uma mulher de olhos azuis atende.
-Boa tarde dona. Agente é amigos da escola da Ana Paula. E...
- Ela não quer ver vocês! Caiam fora. - Diz a mulher mau humorada.
Arthur, Sergio e Sakuia estranham e Sakuia fala:
- Nos queremos falar com ela. Não visemos nada de mau.
- Eu sou a mãe dela. E estou dizendo que vocês não vão ver ela. Vão embora!- Fala a mulher mais uma vez.
Eles desistem e voltam para casa.
- Será que ela ficou chateada por causa daquela história do bilhete? - Pergunta Sergio triste.
- Só se ela for idiota. - Fala Sakuia nervosa.
- Tem algo ai gente. Nós temos que falar com ela.
- Amanhã agente fala com ela. - Fala Sakuia indo na frente embora para casa.
Arthur e Sergio voltam para a sua rua. E encontram Suzam chegando de carro. E Arthur se lembra de algo que Suzi disse antes de ir para o hospicio tentar libertar seu pai. Ele se aproxima de Suzam que desse do carro correndo.
-Suzam! Suzam!
- Oi Arthur, Sergio. Depois eu falo com vocês. Tenho algo urgente para falar com o Jim.
- Suzam espera. O que eu tenho para lhe falar também é urgente. A Suzi mandou dizer que tem algo para dizer para você. E que é para você ligar para ela.
- A Suzi? Tá bem. Mas deixa eu ir. - Suzam bate na porta de Eduardo e Jim. Enquanto Arthur e Sergio entram na casa de Yomiko para jogar video-game.
Suzam bate fortemente na porta da casa de Eduardo. E Riti atende nervosa.
- Já vai! Vai tirar o pai da forca. - Quando abre por um segundo pensa que é Suzi. Mas logo percebe a diferença. - Suzam? O que ouve? - Pergunta Riti assustada.
- O Jim está ai?
- Sim. Ele está indo para uma entrevista de emprego porque?
Suzam enta na casa super nervosa e tremendo.
- Eu preciso muito falar com ele.
Jim sai do quarto colocando uma gravata.
- Suzam? O que aconteceu?
- Jim. Vai vir um povo aqui querendo que você trabalhe para ele.
- Que povo? Quem?
Mais uma batida na porta. Suzam assustada olha para os dois.
- Espera Riti. Não abre ainda. Jim, é meu marido. Ele vai te convidar para trabalhar na Faculdade de Ciências.
- Faculdade de Ciências? Não sabia que seu marido trabalhava lá. -Fala Riti estranhando.
- Eu também não. Ele está me escondendo algo. E quero que você descubra pra mim.- Fala Suzam baixinho. Jim olha assustado para Riti. E ela vai atender a porta.
- Boa tarde senhora. Estou procurando Jim Bach Jacó.
- Você é o moço que veio entregar a robô para agente. Algum problema? Acharam a dona do robô?
- Não senhora. - Diz o homem. - Estamos procurando ele para oferecer uma proposta de emprego.
- Proposta de emprego? - Pergunta Riti assustada.
- Não se preocupe dona. Ele está ai?
Jim abre a porta e o homem fala:
- Senhor Jim. Poderia nos acompanhar?
Jim sem o homem perceber olha para Suzam. Ela afirma que sim. E Jim entra no carro.
E sua resposta foi a mais surpreendente possível. Lá estava eles parados diante a Faculdade de Ciências Oculam a mais de quatro horas. Será que era ali que Lauro e Murillo trabalhavam. Era aquilo naquele lugar que estava acontecendo coisas que estavam abalando Lauro daquela forma?
O prédio era um lugar grande e alto, de uns cinco andares, largo, ocupando um terreno enorme e deixando uma garagem de subsolo e uma do lado de fora. Suzam deixa o carro uma esquina atrás da Faculdade e se aproxima.
Uma mulher gorda sai do prédio e olha a estrada que naquela hora estava deserta. Suzam se aproxima como se estivesse caminhando a muito tempo.
- A senhora poderia me informar aonde é que eu estou? Fiquei meio perdida.
A mulher gorda olha para Suzi com suspeitas. Suzam não parecia nada uma mulher que gostava de caminhar. Com um sapato fechado de salto alto. Um vestido apertado e uma blusa de manga longa preta, Suzam sabia que deveria ser mais convicente.
- Meu carro acabou a gasolina no meio da estrada. E estava procurando um posto de gazolina. Mas me perdi.
- Hum. Sei. - Diz a mulher desconfiada.
- O que é isso ai em? - Pergunta Suzam olhando para a Faculdade.
- É uma faculdade. Não está vendo?
- Jura que é uma faculdade? Pois é exatamente isso que eu estava procurando.
A mulher olha nervosa para Suzam. E Suzam continua a falar.
- Nossa, meu irmão mais novo vai fazer faculdade e num é que o menino quer fazer faculdade de Ciências. E ele quer é estudar aqui. Eu poderia fazer uma visitinha. E assim...
- Nessa faculdade não tem mais vagas moça. - Fala a mulher nervosa.
-Mas não se preocupe. - Insiste Suzam. - Ele quer é para bem depois. Eu só queria fazer uma visitinha para ver como é que é, e contar para ele depois.
- Não tem vaga para hoje e nem nunca moça. Trate de ir procurar sua gazolina. - Fala a mulher perdendo a paciência e empurrando Suzam.
Suzam finge que via embora e quando a mulher entra no prédio e fecha a porta novamente Suzam volta para a frente do prédio.
- Não vai ser essa mulherzinha que vai me impedir de ver o que esses dois estão tramando.
Suzam circula até a garagem que era ao ar livre. Ela olha para ver se tinha algum segurança. Mas não tinha. E com agilidade, pula a grade até a garagem. Sobe em um dos carros para alcançar a janela do primeiro andar. E se segurando firme nas grades de proteção da janela ela observa um corredor. E ouve uma conversa. Não dava para identificar as palavras. Mas dava para ver que vinha da sala do lado. Suzam com agilidade. Passa para a outra grade. E se segurando firme enxerga Lauro e Murillo dentro de uma sala conversando com um outro homem de jaleco branco. Eles falavam com seriedade.
- Chefe. - Dizia o homem de jaleco branco para Murillo. - Conseguimos identificar um outro cientista em Oculam. Ele foi colega de faculdade de Nepomuceno. Ele se chama Jim Bach Jacó.
- Otimo. Vamos chamar para o emprego.
Suzam ao ouvir o nome cai da janela se espendurando numa árvore e caindo no chão. Suzam se levanta e sai correndo. Tinha que falar com Jim e te-lo como ajudante.
Enquanto isso Arthur, Sergio e Sakuia chegam na casa Ana Paula. Estavam muito preocupados o porque dela não ter ido a aula. E chegam no endereço que em que ela deu para a escola e Arthur com carinho pediu a diretora.
Chegando lá, eles percebem com assombro que Ana Paula morava numa grande mansão. Sergio toca a campainha e uma mulher de olhos azuis atende.
-Boa tarde dona. Agente é amigos da escola da Ana Paula. E...
- Ela não quer ver vocês! Caiam fora. - Diz a mulher mau humorada.
Arthur, Sergio e Sakuia estranham e Sakuia fala:
- Nos queremos falar com ela. Não visemos nada de mau.
- Eu sou a mãe dela. E estou dizendo que vocês não vão ver ela. Vão embora!- Fala a mulher mais uma vez.
Eles desistem e voltam para casa.
- Será que ela ficou chateada por causa daquela história do bilhete? - Pergunta Sergio triste.
- Só se ela for idiota. - Fala Sakuia nervosa.
- Tem algo ai gente. Nós temos que falar com ela.
- Amanhã agente fala com ela. - Fala Sakuia indo na frente embora para casa.
Arthur e Sergio voltam para a sua rua. E encontram Suzam chegando de carro. E Arthur se lembra de algo que Suzi disse antes de ir para o hospicio tentar libertar seu pai. Ele se aproxima de Suzam que desse do carro correndo.
-Suzam! Suzam!
- Oi Arthur, Sergio. Depois eu falo com vocês. Tenho algo urgente para falar com o Jim.
- Suzam espera. O que eu tenho para lhe falar também é urgente. A Suzi mandou dizer que tem algo para dizer para você. E que é para você ligar para ela.
- A Suzi? Tá bem. Mas deixa eu ir. - Suzam bate na porta de Eduardo e Jim. Enquanto Arthur e Sergio entram na casa de Yomiko para jogar video-game.
Suzam bate fortemente na porta da casa de Eduardo. E Riti atende nervosa.
- Já vai! Vai tirar o pai da forca. - Quando abre por um segundo pensa que é Suzi. Mas logo percebe a diferença. - Suzam? O que ouve? - Pergunta Riti assustada.
- O Jim está ai?
- Sim. Ele está indo para uma entrevista de emprego porque?
Suzam enta na casa super nervosa e tremendo.
- Eu preciso muito falar com ele.
Jim sai do quarto colocando uma gravata.
- Suzam? O que aconteceu?
- Jim. Vai vir um povo aqui querendo que você trabalhe para ele.
- Que povo? Quem?
Mais uma batida na porta. Suzam assustada olha para os dois.
- Espera Riti. Não abre ainda. Jim, é meu marido. Ele vai te convidar para trabalhar na Faculdade de Ciências.
- Faculdade de Ciências? Não sabia que seu marido trabalhava lá. -Fala Riti estranhando.
- Eu também não. Ele está me escondendo algo. E quero que você descubra pra mim.- Fala Suzam baixinho. Jim olha assustado para Riti. E ela vai atender a porta.
- Boa tarde senhora. Estou procurando Jim Bach Jacó.
- Você é o moço que veio entregar a robô para agente. Algum problema? Acharam a dona do robô?
- Não senhora. - Diz o homem. - Estamos procurando ele para oferecer uma proposta de emprego.
- Proposta de emprego? - Pergunta Riti assustada.
- Não se preocupe dona. Ele está ai?
Jim abre a porta e o homem fala:
- Senhor Jim. Poderia nos acompanhar?
Jim sem o homem perceber olha para Suzam. Ela afirma que sim. E Jim entra no carro.
quinta-feira, 24 de março de 2011
12 de março de 2025 - Quarta Feira - Hidrofobia
Mariana arrumava o grande casarão de Ray. E o vê triste na sala vendo televisão.
- Nossa Ray. Você me assustou. Aqui hoje sem fazer nada. Sente alguma coisa?
- Não Mariana. Quis apenas ficar em casa hoje.
Mariana triste continua a limpar a casa. Sabia muito bem o que tinha acontecido a ele. Mas não queria falar.
- Então, como anda o restaurante de sua irmã?
- Anda bem. - Fala ele se calando novamente.
- E a dona Juliana? Não vem hoje te ver?
- Ela não gostou do que fiz com a Priscila. E falei coisas que não devia.
- O que o senhor falou para ela? - Pergunta Mariana demonstrando atenção mesmo varrendo a sala.
- Eu disse que ela não tinha nada do que se meter na minha vida. A filha é minha.
- A Priscila não é mais nenhum bebê seu Ray.
- Eu sei disso Mariana. Mas eu me preocupo. O que esse Jorge vai ter para dar a minha filhinha? Ele não tem aonde cair morto.
Mariana olha com cuidado aonde estava se metendo e percebe que poderia se atrever a se sentar no sofá e é isso que ela faz.
- Senhor Ray. O Jorge é um homem direito. E tem muitos homens ricos que não tem essa dignidade dele.
- Dignidade? Ele pegar minha filha no quintal da minha casa é dignidade?
- Eles se amam senhor Ray. Vai dizer que não sente a mesma coisa pela Juliana. Não queria ia para aquele labirinto com ela também?
Ray abre um sorriso.
- Você está certa. Eu vou falar com minha filha agora mesmo. E depois com a Juliana.
Ray sai correndo e sobe as escadas até o quarto de Priscila. Mas chegando lá encontra seu quarto vazio, um monte de lençois formando uma corda descendo pela janela. Ele nervoso sabia muito bem aonde a filha estava.
Priscila com alegria estava no restaurante de sua tia lanchando com Jorge e ambos rindo muito conversando com Cristian e Cristiny que aproveitavam a pouca movimentação para conhecer a madrasta.
- Então gente, meu pai pegou agente no labirinto. Foi horrivel. - Contava Priscila rindo.
- Mas seu pai é muito bravo Priscila? - Pergunta Cristiny rindo. Yomiko que ouvia a conversa se aproxima.
- Aquele lá minha filha. Não me deixava namorar de jeito nenhum. - Fala Yomiko rindo. - Ele acha que todas as mulheres deveriam ser freiras.
- Mas ele vai gostar de você Jorge. Você é muito gente boa. - Fala Suzana trazendo uma bandeja de refrigerante para todo mundo.
- Espero que sim Suzana. Mas enquanto isso não acontece. Eu preciso de outro emprego. A casa não vai se sustentar sozinha.
- Estamos precisando de cozinheiro Jorge. Sabe cozinhar? - Pergunta Yomiko tomando um pouco do refrigerante.
- Esse é meu ponto fraco Yomiko. Quem cozinhava lá em casa era a Adélia. - Responde Jorge deprimido.
- Ai Jorge. Então não tenho o que te oferecer aqui no meu restaurante. Me desculpe. - Fala Yomiko triste e decepcionada com sigo mesma.
-Não precisa Yomiko. Sempre tem um jardim precisando de um bom jardineiro para dar um jeitinho.
- Tia! Cadê a Suzi em? Ela não trabalhava aqui?
- Trabalha. Mas é que o Joe foi preso num hospício ontem por causa de uma daquelas reportagens doidas dele lá. Ai ela tá organizando uma manifestação para solta-lo.
- Só a Suzi mesmo para se envolver em uma dessas.
Eduardo e Suzi caminham engatinhando pelo túnel escuro. Não se podia ver nada além da escuridão naquele lugar apertado.
- Se eu morrer aqui por causa dessas reportagens do Joe. Eu juro que eu processo aquela emissora. - Fala Suzi nervosa.
- Suzi como você vai processar a emissora se estiver morta? - De repente um barulho esquisito.
- Que barulho é esse?- Pergunta Suzi assustada.
- Que barulho? - Pergunta Eduardo com agonia.
De repente jatos de água começam a sair pelo tuneo vindo subindo pelos cutuvelos e joelhos dos dois que estavam engatinhando.
- Ou Droga! Corre Suzi!
Fala Eduardo acelerando. Mas a força da água os fazem ser jogados para frente. Até cairem em outro comodo. Um comodo de vidro. A água começa a encher aquele comodo rápidamente. Suzi se levanta e olha para o lado. Do outro lado do vidro, dentro de outro vidro igual o que Eduardo e Suzi estavam, estava Joe, desacordado. O tanque já estava cheio até a cintura deles. Suzi corre até Joe e começa a gritar. Joe abre os olhos. Ele estava acorrentado cada braço por uma corrente que vinha cada uma de uma das laterais da jaula de vidro.
- Joe! Você está bem!
- Suzi! Seu tanque está enchendo de água.
Enquanto isso Eduardo tentava a todo custo quebrar o vidro. Mas nada funcionava. Suzi também tenta arrebentar o vidro. Mas nada fazia o vidro se quer se lascar. Até que Eduardo vendo uma das correntes de Joe que a ponta que predia na sela era grudada uma parte na parede que separava as duas selas.
- Joe! Tenta puxar essa corrente!
Joe vendo a água chegar no pescoço dos dois tenta em desespero puxar as correntes. Mas nada fazia. Eduardo e Suzi começam a nadar para não ficarem com a cabeça tapada pela água. Joe resolve ter outra estratégia. E tira os pés do chão fazendo o peso da corrente ficar maior. Mas isso não adianta. A água está quase chegando ao teto. Joe resolve com o impulso do pé no vidro se balançar. E isso finalmente começa a dar um efeito. Apenas o nariz de Suzi e Eduardo está do lado de fora. O vidro trinca. Até que o vidro se quebra fazendo a água se dividir nos dois tanques. Ficando na cintura deles novamente. Suzi abraça Joe com amor e o beija.
Mas Eduardo alerta.
- Gente o tanque ainda está enchendo.
- Nossa Ray. Você me assustou. Aqui hoje sem fazer nada. Sente alguma coisa?
- Não Mariana. Quis apenas ficar em casa hoje.
Mariana triste continua a limpar a casa. Sabia muito bem o que tinha acontecido a ele. Mas não queria falar.
- Então, como anda o restaurante de sua irmã?
- Anda bem. - Fala ele se calando novamente.
- E a dona Juliana? Não vem hoje te ver?
- Ela não gostou do que fiz com a Priscila. E falei coisas que não devia.
- O que o senhor falou para ela? - Pergunta Mariana demonstrando atenção mesmo varrendo a sala.
- Eu disse que ela não tinha nada do que se meter na minha vida. A filha é minha.
- A Priscila não é mais nenhum bebê seu Ray.
- Eu sei disso Mariana. Mas eu me preocupo. O que esse Jorge vai ter para dar a minha filhinha? Ele não tem aonde cair morto.
Mariana olha com cuidado aonde estava se metendo e percebe que poderia se atrever a se sentar no sofá e é isso que ela faz.
- Senhor Ray. O Jorge é um homem direito. E tem muitos homens ricos que não tem essa dignidade dele.
- Dignidade? Ele pegar minha filha no quintal da minha casa é dignidade?
- Eles se amam senhor Ray. Vai dizer que não sente a mesma coisa pela Juliana. Não queria ia para aquele labirinto com ela também?
Ray abre um sorriso.
- Você está certa. Eu vou falar com minha filha agora mesmo. E depois com a Juliana.
Ray sai correndo e sobe as escadas até o quarto de Priscila. Mas chegando lá encontra seu quarto vazio, um monte de lençois formando uma corda descendo pela janela. Ele nervoso sabia muito bem aonde a filha estava.
Priscila com alegria estava no restaurante de sua tia lanchando com Jorge e ambos rindo muito conversando com Cristian e Cristiny que aproveitavam a pouca movimentação para conhecer a madrasta.
- Então gente, meu pai pegou agente no labirinto. Foi horrivel. - Contava Priscila rindo.
- Mas seu pai é muito bravo Priscila? - Pergunta Cristiny rindo. Yomiko que ouvia a conversa se aproxima.
- Aquele lá minha filha. Não me deixava namorar de jeito nenhum. - Fala Yomiko rindo. - Ele acha que todas as mulheres deveriam ser freiras.
- Mas ele vai gostar de você Jorge. Você é muito gente boa. - Fala Suzana trazendo uma bandeja de refrigerante para todo mundo.
- Espero que sim Suzana. Mas enquanto isso não acontece. Eu preciso de outro emprego. A casa não vai se sustentar sozinha.
- Estamos precisando de cozinheiro Jorge. Sabe cozinhar? - Pergunta Yomiko tomando um pouco do refrigerante.
- Esse é meu ponto fraco Yomiko. Quem cozinhava lá em casa era a Adélia. - Responde Jorge deprimido.
- Ai Jorge. Então não tenho o que te oferecer aqui no meu restaurante. Me desculpe. - Fala Yomiko triste e decepcionada com sigo mesma.
-Não precisa Yomiko. Sempre tem um jardim precisando de um bom jardineiro para dar um jeitinho.
- Tia! Cadê a Suzi em? Ela não trabalhava aqui?
- Trabalha. Mas é que o Joe foi preso num hospício ontem por causa de uma daquelas reportagens doidas dele lá. Ai ela tá organizando uma manifestação para solta-lo.
- Só a Suzi mesmo para se envolver em uma dessas.
Eduardo e Suzi caminham engatinhando pelo túnel escuro. Não se podia ver nada além da escuridão naquele lugar apertado.
- Se eu morrer aqui por causa dessas reportagens do Joe. Eu juro que eu processo aquela emissora. - Fala Suzi nervosa.
- Suzi como você vai processar a emissora se estiver morta? - De repente um barulho esquisito.
- Que barulho é esse?- Pergunta Suzi assustada.
- Que barulho? - Pergunta Eduardo com agonia.
De repente jatos de água começam a sair pelo tuneo vindo subindo pelos cutuvelos e joelhos dos dois que estavam engatinhando.
- Ou Droga! Corre Suzi!
Fala Eduardo acelerando. Mas a força da água os fazem ser jogados para frente. Até cairem em outro comodo. Um comodo de vidro. A água começa a encher aquele comodo rápidamente. Suzi se levanta e olha para o lado. Do outro lado do vidro, dentro de outro vidro igual o que Eduardo e Suzi estavam, estava Joe, desacordado. O tanque já estava cheio até a cintura deles. Suzi corre até Joe e começa a gritar. Joe abre os olhos. Ele estava acorrentado cada braço por uma corrente que vinha cada uma de uma das laterais da jaula de vidro.
- Joe! Você está bem!
- Suzi! Seu tanque está enchendo de água.
Enquanto isso Eduardo tentava a todo custo quebrar o vidro. Mas nada funcionava. Suzi também tenta arrebentar o vidro. Mas nada fazia o vidro se quer se lascar. Até que Eduardo vendo uma das correntes de Joe que a ponta que predia na sela era grudada uma parte na parede que separava as duas selas.
- Joe! Tenta puxar essa corrente!
Joe vendo a água chegar no pescoço dos dois tenta em desespero puxar as correntes. Mas nada fazia. Eduardo e Suzi começam a nadar para não ficarem com a cabeça tapada pela água. Joe resolve ter outra estratégia. E tira os pés do chão fazendo o peso da corrente ficar maior. Mas isso não adianta. A água está quase chegando ao teto. Joe resolve com o impulso do pé no vidro se balançar. E isso finalmente começa a dar um efeito. Apenas o nariz de Suzi e Eduardo está do lado de fora. O vidro trinca. Até que o vidro se quebra fazendo a água se dividir nos dois tanques. Ficando na cintura deles novamente. Suzi abraça Joe com amor e o beija.
Mas Eduardo alerta.
- Gente o tanque ainda está enchendo.
12 de março de 2025 - Quarta Feira - Ofidiofobia
Sakura olha uma grande revista falando dos vestidos de noiva. Cada detalhe de tecido, véu, cores diferenciadas, bolos, flores. Ela nervosa taca a revista na mesa. Estava em casa e não aguentava não poder trabalhar. Raimunda se aproxima com um sorriso.
- Olha que chique. Já estou escolhendo meu vestido. O que acha de um vestido amarelo. Combina com meu tom de pele. Não é? - Diz ela mostrando um tecido do lado de outra revista com o desenho da revista.
Sakura não demonstrando tanta animação mas fala com carinho.
- Você não precisa costurar seu vestido Raimunda. O Terency falou que vai pagar as roupas da festa para cada pessoa.
- Nossa. Mas para cada pessoa. Esse Terency esbanja dinheiro demais. Assim não vai sobrar nada para você.
Sakura olha para Raimunda com calma.
- Não se preocupe. Terency tem dinheiro para dar um vestido chique para cada pessoa de Oculam.
- Você tirou a sorte grande minha filha. - Diz Raimunda abraçando a enteada com carinho. - Mas você não ia sair hoje com a Suzi para ver os intens da festa?
- Ia mas olha o que aconteceu.
Sakura aumenta o volume da televisão. E continuava a passeata de frente ao Hospital Psiquiatrico Oculam.
- Libertem o Joe! Libertem o Joe! - Gritava a multidão. Da multidão surge Suzi nervosa e se aproxima de Eduardo que preocupado tentava controlar a multidão de fãs de Joe.
-Isso não está dando certo Eduardo. Temos que fazer algo. Meu marido vai enlouquecer de verdade lá dentro.
- Não podemos fazer nada Suzi. Ele tem o direito de fazer isso.
- Então eu também tenho o direito de fazer isso.
Suzi pega o mega-fone e taca na janela do hospício e pula lá dentro em meio aos gritos de desespero de Eduardo que pula atrás. Mas caem num buraco que leva a um escorregador que os fazem cair dentro de um cômodo estofado.
Eduardo se levanta e ajuda Suzi a se levantar.
- O que está acontecendo Suzi? Viemos parar num quarto de um doido? - Pergunta ele assustado.
Suzi corre e começa a bater nos estofos e a gritar:
- Ei! Tire agente daqui!
O estofado da sala era divido em vários gomos de um metro por um metro. E na sala apenas tinha uma coisa. Uma micro-câmera e na parede em vez de um gomo tinha uma tela. Que se liga após os gritos de Suzi. Com aquele mesmo boneco.
- Vocês entrando assim em um local reservado a doentes mentais também se mostraram ser doentes. Então são as pessoas certas para a terapia do medo. Minha nova pesquisa.
- Tira agente daqui. O único louco maníaco aqui é você! - Grita Suzi nervosa.
- Eu sou um oficial de policia. Eu exijo que você solte eu, minha amiga e seu marido imediatamente. - Diz Eduardo nervoso.
O boneco fala com sua voz grave.
- Isso não interessa. A maior partes de Oficiais de policia entram nessa profição por desejo de matar. Sabia disso? Vou iniciar a terapia do medo. Se preparem.
A tela se desliga. E de repente um gomo se abre e uma enorme serpente aparece da escuridão do puraco que o gomo se abriu. Quando a serpente sai do buraco ele se fecha. Eduardo entra na frente de Suzi e ambos caminham para trás enquanto a serpente se aproxima com sua boca enorme aberta mostrando seus dentes horripilantes.
Suzi e Eduardo tinham que pensar muito rápido. Suzi olha para as duas unicas coisas que tinham naquele quarto e que poderia ser usado. A câmera e a tela da televisão. A cobra pula para atacar eles. Eduardo segura a cabeça dela antes dela dar sua mordida mortal. E ambos caem no chão. Suzi desesperada não sabia o que fazer. Eduardo lutava bravamente contra aquela temivel serpente enorme que cada vez mais enrolava Eduardo. Suzi desesperada arranca a câmera do lugar onde estava e tenta bater na serpente com ela. Só que nada fazia ela folgar o terrível abraço. Suzi não desiste e em desespero bate com a pequena camera na pele escamosa da serpente. Até que a camera escorrega da sua mão e atinge a televisão rachando o vidro. Suzi olha como uma esperança. Ela pega a camera novamente e joga com toda a força contra a televisão. O visor se quebra. Suzi pega um dos vidros da televisão e enfinca na cabeça da serpente a matando.
Eduardo se desvencilha da serpente morta no chão e se levanta. E olha para cima. O lugar onde tinham saido estava tapado por um dos gomos. A unica saida ela por onde a televisão estava. Ele começa a meter o pé contra o visor da televisão, até que ele se arrebenta abrindo um grande buraco. Um túnel.
- Ei! Tem alguém ai!- Fala Eduardo enfiando a cabeça dentro do túnel. De repente o rádio funciona.
- Alô Eduardo? Aonde você está? - Era a voz de Yan. - Deveria estar cuidando dessa mutidão de loucas aqui fora.
Eduardo pega o seu alk tok correndo e fala:
- Yan, estou aqui dentro do Hospital com a Suzi.
- O que vocês estão fazendo no Hospital? A Suzi se machucou? - Pergunta ele assustado.
- Estamos dentro do hospital psiquiatrico. Nós estamos presos aqui. Faça alguma coisa!- Fala Eduardo assustado.
- Calma nós vamos pegar a ordem judicial com o juiz.
- Vocês o que?- Fala Eduardo sem paciência. - Eles jogaram uma cobra de três metros para nos devorar aqui!
Não adiantava. Tinham desligado. Suzi olha para o túneo e fala seria:
- A única saida é por aqui Eduardo. Vamos.
- Droga. - Fala Eduardo entrando no túneo.
Suzi entra logo depois.
- Olha que chique. Já estou escolhendo meu vestido. O que acha de um vestido amarelo. Combina com meu tom de pele. Não é? - Diz ela mostrando um tecido do lado de outra revista com o desenho da revista.
Sakura não demonstrando tanta animação mas fala com carinho.
- Você não precisa costurar seu vestido Raimunda. O Terency falou que vai pagar as roupas da festa para cada pessoa.
- Nossa. Mas para cada pessoa. Esse Terency esbanja dinheiro demais. Assim não vai sobrar nada para você.
Sakura olha para Raimunda com calma.
- Não se preocupe. Terency tem dinheiro para dar um vestido chique para cada pessoa de Oculam.
- Você tirou a sorte grande minha filha. - Diz Raimunda abraçando a enteada com carinho. - Mas você não ia sair hoje com a Suzi para ver os intens da festa?
- Ia mas olha o que aconteceu.
Sakura aumenta o volume da televisão. E continuava a passeata de frente ao Hospital Psiquiatrico Oculam.
- Libertem o Joe! Libertem o Joe! - Gritava a multidão. Da multidão surge Suzi nervosa e se aproxima de Eduardo que preocupado tentava controlar a multidão de fãs de Joe.
-Isso não está dando certo Eduardo. Temos que fazer algo. Meu marido vai enlouquecer de verdade lá dentro.
- Não podemos fazer nada Suzi. Ele tem o direito de fazer isso.
- Então eu também tenho o direito de fazer isso.
Suzi pega o mega-fone e taca na janela do hospício e pula lá dentro em meio aos gritos de desespero de Eduardo que pula atrás. Mas caem num buraco que leva a um escorregador que os fazem cair dentro de um cômodo estofado.
Eduardo se levanta e ajuda Suzi a se levantar.
- O que está acontecendo Suzi? Viemos parar num quarto de um doido? - Pergunta ele assustado.
Suzi corre e começa a bater nos estofos e a gritar:
- Ei! Tire agente daqui!
O estofado da sala era divido em vários gomos de um metro por um metro. E na sala apenas tinha uma coisa. Uma micro-câmera e na parede em vez de um gomo tinha uma tela. Que se liga após os gritos de Suzi. Com aquele mesmo boneco.
- Vocês entrando assim em um local reservado a doentes mentais também se mostraram ser doentes. Então são as pessoas certas para a terapia do medo. Minha nova pesquisa.
- Tira agente daqui. O único louco maníaco aqui é você! - Grita Suzi nervosa.
- Eu sou um oficial de policia. Eu exijo que você solte eu, minha amiga e seu marido imediatamente. - Diz Eduardo nervoso.
O boneco fala com sua voz grave.
- Isso não interessa. A maior partes de Oficiais de policia entram nessa profição por desejo de matar. Sabia disso? Vou iniciar a terapia do medo. Se preparem.
A tela se desliga. E de repente um gomo se abre e uma enorme serpente aparece da escuridão do puraco que o gomo se abriu. Quando a serpente sai do buraco ele se fecha. Eduardo entra na frente de Suzi e ambos caminham para trás enquanto a serpente se aproxima com sua boca enorme aberta mostrando seus dentes horripilantes.
Suzi e Eduardo tinham que pensar muito rápido. Suzi olha para as duas unicas coisas que tinham naquele quarto e que poderia ser usado. A câmera e a tela da televisão. A cobra pula para atacar eles. Eduardo segura a cabeça dela antes dela dar sua mordida mortal. E ambos caem no chão. Suzi desesperada não sabia o que fazer. Eduardo lutava bravamente contra aquela temivel serpente enorme que cada vez mais enrolava Eduardo. Suzi desesperada arranca a câmera do lugar onde estava e tenta bater na serpente com ela. Só que nada fazia ela folgar o terrível abraço. Suzi não desiste e em desespero bate com a pequena camera na pele escamosa da serpente. Até que a camera escorrega da sua mão e atinge a televisão rachando o vidro. Suzi olha como uma esperança. Ela pega a camera novamente e joga com toda a força contra a televisão. O visor se quebra. Suzi pega um dos vidros da televisão e enfinca na cabeça da serpente a matando.
Eduardo se desvencilha da serpente morta no chão e se levanta. E olha para cima. O lugar onde tinham saido estava tapado por um dos gomos. A unica saida ela por onde a televisão estava. Ele começa a meter o pé contra o visor da televisão, até que ele se arrebenta abrindo um grande buraco. Um túnel.
- Ei! Tem alguém ai!- Fala Eduardo enfiando a cabeça dentro do túnel. De repente o rádio funciona.
- Alô Eduardo? Aonde você está? - Era a voz de Yan. - Deveria estar cuidando dessa mutidão de loucas aqui fora.
Eduardo pega o seu alk tok correndo e fala:
- Yan, estou aqui dentro do Hospital com a Suzi.
- O que vocês estão fazendo no Hospital? A Suzi se machucou? - Pergunta ele assustado.
- Estamos dentro do hospital psiquiatrico. Nós estamos presos aqui. Faça alguma coisa!- Fala Eduardo assustado.
- Calma nós vamos pegar a ordem judicial com o juiz.
- Vocês o que?- Fala Eduardo sem paciência. - Eles jogaram uma cobra de três metros para nos devorar aqui!
Não adiantava. Tinham desligado. Suzi olha para o túneo e fala seria:
- A única saida é por aqui Eduardo. Vamos.
- Droga. - Fala Eduardo entrando no túneo.
Suzi entra logo depois.
segunda-feira, 21 de março de 2011
12 de março de 2025 - Quarta Feira - Uma escola assustadora
Cristiny sorria entra na escola e percebe que o professor que vai dar aula era seu professor favorito. Renato ao ve-la também abre um grande sorriso.
- Então vai ser sua aula hoje. Finalmente. Pensei que você estava mentindo e que na verdade era um aluno.
- Minha aparência está muito longe de parecer de um aluno menina.
- Você é muito mais bonito que muito alunos por aqui professor.
- Poxa, obrigado. - Fala ele rindo.
Suzana, Cristian, Rarita, Paul e Danielly entram na sala. Rarita rindo vai até Danielly falando.
- E ai? Vai correr quando começar a aula de matematica também?
Paul e os outros meninos riem de Danielly. Ela se encolhe no canto. Suzana vê a cena e pergunta:
- O que foi que ouve Danielly?
- Não é nada. - Fala Danielly nervosa.
Na outra sala Arthur e Sergio jogam futebol com alegria na aula de Educação Física. Arthur chuta para Sérgio e ele dá de cabeça na bola que vai para o gol. Os dois comemoram com alegria. Até que o apito avisa que iria começar o segundo time. Arthur e Sergio se sentam e Sakuia rindo se aproxima.
- Que belo gol você fez Sergio.
- Não teria feito nada sem meu amigão aqui. - Fala Sergio puxando Arthur com alegria.
- Gente. Vocês viram cadê a Ana Paula? - Pergunta Arthur com tristeza.
- Não sei. Eu não vi ela hoje. -
- Acho que ela não veio. - Fala Sakuia chateada.
- Nós poderiamos ir até a casa dela depois da escola para saber o que aconteceu com ela.- Dá a idéia Sergio.
- Boa idéia. - Fala Arthur rindo.
E logo a tarde se aproxima e Arthur, Sergio e Sakuia vão até a sala de Suzana, Cristian, Cristiny e Danielly. E lá eles falam que vão ir visitar a amiga.
- Tudo bem Sergio. - Fala Suzana organizando o matérial. para ir embora. - Mas não demorem. Suzi antes de ontem ficou preocupadissima.
Arthur, Sergio e Sakuia vão para sair quando uma menina joga a mochila na cara dela. Sakuia cai sentada no chão. Suzana vai para cima da menina.
- Lenieda!Toma cuidado!
- Aqui não é lugar para criança. É sala de adultos! - Fala a menina com ódio.
- Não é só porque sua amiguinha foi embora que você tem que andar que nem um cão raivoso não menina. - Fala Rarita vendo a cena. E falando não para defender Sakuia mas para humilhar a pobre garota.
Lenieda fica tímida e vai embora.
Ela caminha para ir embora do colégio e vê com surpresa Miriam ao lado de Luma conversando com a nova diretora. Lenieda alegre corre até a amiga.
- Miriam? O que aconteceu? Porque parou de vir para a escola? É verdade o que dizem por ai?
Miriam olha friamente para amiga.
- Não interessa Lenieda! Cai fora!
- O que é isso Miriam. Eu fiquei super preocupada com você e com sua mãe.
Miriam empurra Lenieda.
- Não ouviu o que eu disse garota? Se toca. Não quero conversa com você.
Lenieda sai correndo triste e chorando. E Luma vendo a cena nervosa pergunta para Miriam:
- O que é isso Miriam? Isso é jeito de tratar uma colega?
Miriam olha com tristeza para Luma.
- Me desculpa tia Luma. Mas você não tem idéia o que essa menina me fez.
Luma olha triste e fala:
- Quando chegarmos em casa vamos ter uma conversinha.
Luma e Miriam chegam em casa. E Luma vai logo dizendo.
- Olha Miriam. Eu vou ser professora naquele colégio e não quero confusão por lá. Não vou responder por sua tia e sim por sua professora.
- Não se preocupe tia. Eu já tenho muito experiência nisso. Não se lembra que minha mãe era a diretora do colégio.
Miriam entra em seu quarto e Pacheco chega da cozinha.
- Algum problema Luma? - Ela se senta no sofá preocupada e Pacheco se senta no braço do sofá dando um beijo em sua esposa.
- Tenho medo do que pode acontecer naquele colégio.
- Porque? Um bando de crianças parece tão apavorante assim?
- Não um bando de crianças. Mas a Miriam sim.
- Então vai ser sua aula hoje. Finalmente. Pensei que você estava mentindo e que na verdade era um aluno.
- Minha aparência está muito longe de parecer de um aluno menina.
- Você é muito mais bonito que muito alunos por aqui professor.
- Poxa, obrigado. - Fala ele rindo.
Suzana, Cristian, Rarita, Paul e Danielly entram na sala. Rarita rindo vai até Danielly falando.
- E ai? Vai correr quando começar a aula de matematica também?
Paul e os outros meninos riem de Danielly. Ela se encolhe no canto. Suzana vê a cena e pergunta:
- O que foi que ouve Danielly?
- Não é nada. - Fala Danielly nervosa.
Na outra sala Arthur e Sergio jogam futebol com alegria na aula de Educação Física. Arthur chuta para Sérgio e ele dá de cabeça na bola que vai para o gol. Os dois comemoram com alegria. Até que o apito avisa que iria começar o segundo time. Arthur e Sergio se sentam e Sakuia rindo se aproxima.
- Que belo gol você fez Sergio.
- Não teria feito nada sem meu amigão aqui. - Fala Sergio puxando Arthur com alegria.
- Gente. Vocês viram cadê a Ana Paula? - Pergunta Arthur com tristeza.
- Não sei. Eu não vi ela hoje. -
- Acho que ela não veio. - Fala Sakuia chateada.
- Nós poderiamos ir até a casa dela depois da escola para saber o que aconteceu com ela.- Dá a idéia Sergio.
- Boa idéia. - Fala Arthur rindo.
E logo a tarde se aproxima e Arthur, Sergio e Sakuia vão até a sala de Suzana, Cristian, Cristiny e Danielly. E lá eles falam que vão ir visitar a amiga.
- Tudo bem Sergio. - Fala Suzana organizando o matérial. para ir embora. - Mas não demorem. Suzi antes de ontem ficou preocupadissima.
Arthur, Sergio e Sakuia vão para sair quando uma menina joga a mochila na cara dela. Sakuia cai sentada no chão. Suzana vai para cima da menina.
- Lenieda!Toma cuidado!
- Aqui não é lugar para criança. É sala de adultos! - Fala a menina com ódio.
- Não é só porque sua amiguinha foi embora que você tem que andar que nem um cão raivoso não menina. - Fala Rarita vendo a cena. E falando não para defender Sakuia mas para humilhar a pobre garota.
Lenieda fica tímida e vai embora.
Ela caminha para ir embora do colégio e vê com surpresa Miriam ao lado de Luma conversando com a nova diretora. Lenieda alegre corre até a amiga.
- Miriam? O que aconteceu? Porque parou de vir para a escola? É verdade o que dizem por ai?
Miriam olha friamente para amiga.
- Não interessa Lenieda! Cai fora!
- O que é isso Miriam. Eu fiquei super preocupada com você e com sua mãe.
Miriam empurra Lenieda.
- Não ouviu o que eu disse garota? Se toca. Não quero conversa com você.
Lenieda sai correndo triste e chorando. E Luma vendo a cena nervosa pergunta para Miriam:
- O que é isso Miriam? Isso é jeito de tratar uma colega?
Miriam olha com tristeza para Luma.
- Me desculpa tia Luma. Mas você não tem idéia o que essa menina me fez.
Luma olha triste e fala:
- Quando chegarmos em casa vamos ter uma conversinha.
Luma e Miriam chegam em casa. E Luma vai logo dizendo.
- Olha Miriam. Eu vou ser professora naquele colégio e não quero confusão por lá. Não vou responder por sua tia e sim por sua professora.
- Não se preocupe tia. Eu já tenho muito experiência nisso. Não se lembra que minha mãe era a diretora do colégio.
Miriam entra em seu quarto e Pacheco chega da cozinha.
- Algum problema Luma? - Ela se senta no sofá preocupada e Pacheco se senta no braço do sofá dando um beijo em sua esposa.
- Tenho medo do que pode acontecer naquele colégio.
- Porque? Um bando de crianças parece tão apavorante assim?
- Não um bando de crianças. Mas a Miriam sim.
12 de março de 2011 - Quarta feira - E mais um dia começa.
Yomiko abre os olhos com um sorriso. A festa tinha terminado cedo na noite anterior graças a ajuda de Angel que teve a idéia de passar a oferecer suco de maracujá em vez de bebida alcoólica e a musica de balada tinha sido trocado para uma música calma de manhã. Yomiko rindo contava para Riti o acontecido na noite anterior enquanto abriam o restaurante para vender os pães frescos.
- Então Riti. Foi muito bom a Angel aqui. Ela é um anjo que caiu dos céus.
- Você não sabe o sufoco que essa robozinha deu pra mim, para a Alicinha e para o Jim.
- E como está o Jim? Não apareceu aqui a tarde.
- Ele desistiu, você sabe disso. Ele não dá para essa coisa de cozinha.
- A não. Agora aonde vou conseguir um novo cozinheiro. O Eduardo me deixou de mão, agora o Jim.
- Está na hora de contratar um novo funcionário né amiga.
Suzana, Arthur e Sergio passam pelo restaurante prontos para ir para a escola e dizem:
- Tchau mãe. Tamo indo.
- Uai a Yomiko. O arrumou outro filho? - Pergunta Riti rindo.
- Não. Esse é o Arthur. Enteado da Suzi. A Suzi pediu pra deixar ele dormir aqui hoje para não ver que o pai não dormiu em casa hoje.
- Uai porque o Joe não dormiu em casa?
- Você não viu o jornal ontem. O povo prendeu ele lá no hospicio.
- Menina. É mesmo. E ai? O que a Suzi vai fazer?
Do lado de fora do hospital psiquiatrico Suzi com um mega-fone gritava para um monte de mulheres com placas.
- Vocês que são fãs do reporter chocante defendam o ídolo de vocês agora! Libertem Joe Meirelles!
E todos em volta começam a gritar a mesma coisa com placas e espalhando panfletos. Até que Sakura aparece no meio da multidão.
Eduardo que no meio da multidão distribuia panfletos grita para eles.
- Suzi! Olha é o médico que prendeu o Joe!
Suzi pula em cima do carro gritando:
- Libertem meu marido!
O médico nervoso sai do carro gritando também:
- Ele está passando por um tratamento serissimo.
- Mais doutor o Joe não precisa de tratamento.
- Ele é um psicopata. Qualquer dia desses ele ia esfaquear vocês e seus filhos minhas senhora. - Fala o médico para Suzi.
- Eu vou te mostrar quem vai esfaquear quem seu médiquinho patife!!!
Todos voltam gritar e a tacar tomate no médico.
- Libertem Joel Meirelles! Liberter o Reporter Chocante.
- E aqui no Hospital Psiquiatrico que está se passando o drama do nosso Reporter Chocante. - Diz Lineu, o repórter para uma camera-men. Na televisão Suzam via cena chocada.
-Dá para acreditar nisso? Tanto psicopata solto por ai, e um homem justo como o Joe preso. - Fala Suzam dizendo a palavra psicopata olhando bem para Murillo. Murillo apenas ri e fala para o neto que ajeitava a gravata para sair.
- Por isso meu neto que eu te digo. O pessoal dessa família é tudo doido.
- Murillo por favor. - Lauro se vira para Suzam e a beija. - Tchau amor. Estou indo.
Murillo sai com o neto dizendo:
- Hoje vou deixar você sozinha. Só não traga seus amantes para a minha cama viu.
Suzam finge que não ouve. E vê ele saindo. E logo depois sai também. Vê eles entrando no elevador e Suzam corre pela escada. E na garagem vê eles entrando no carro de Murillo. Suzam tira a chave do carro de Lauro da bolsa e entra nele e segura bem o volante.
- Vamos ver agora no que esses dois estão envolvidos para precisar mentir para mim onde trabalham.
- Então Riti. Foi muito bom a Angel aqui. Ela é um anjo que caiu dos céus.
- Você não sabe o sufoco que essa robozinha deu pra mim, para a Alicinha e para o Jim.
- E como está o Jim? Não apareceu aqui a tarde.
- Ele desistiu, você sabe disso. Ele não dá para essa coisa de cozinha.
- A não. Agora aonde vou conseguir um novo cozinheiro. O Eduardo me deixou de mão, agora o Jim.
- Está na hora de contratar um novo funcionário né amiga.
Suzana, Arthur e Sergio passam pelo restaurante prontos para ir para a escola e dizem:
- Tchau mãe. Tamo indo.
- Uai a Yomiko. O arrumou outro filho? - Pergunta Riti rindo.
- Não. Esse é o Arthur. Enteado da Suzi. A Suzi pediu pra deixar ele dormir aqui hoje para não ver que o pai não dormiu em casa hoje.
- Uai porque o Joe não dormiu em casa?
- Você não viu o jornal ontem. O povo prendeu ele lá no hospicio.
- Menina. É mesmo. E ai? O que a Suzi vai fazer?
Do lado de fora do hospital psiquiatrico Suzi com um mega-fone gritava para um monte de mulheres com placas.
- Vocês que são fãs do reporter chocante defendam o ídolo de vocês agora! Libertem Joe Meirelles!
E todos em volta começam a gritar a mesma coisa com placas e espalhando panfletos. Até que Sakura aparece no meio da multidão.
Eduardo que no meio da multidão distribuia panfletos grita para eles.
- Suzi! Olha é o médico que prendeu o Joe!
Suzi pula em cima do carro gritando:
- Libertem meu marido!
O médico nervoso sai do carro gritando também:
- Ele está passando por um tratamento serissimo.
- Mais doutor o Joe não precisa de tratamento.
- Ele é um psicopata. Qualquer dia desses ele ia esfaquear vocês e seus filhos minhas senhora. - Fala o médico para Suzi.
- Eu vou te mostrar quem vai esfaquear quem seu médiquinho patife!!!
Todos voltam gritar e a tacar tomate no médico.
- Libertem Joel Meirelles! Liberter o Reporter Chocante.
- E aqui no Hospital Psiquiatrico que está se passando o drama do nosso Reporter Chocante. - Diz Lineu, o repórter para uma camera-men. Na televisão Suzam via cena chocada.
-Dá para acreditar nisso? Tanto psicopata solto por ai, e um homem justo como o Joe preso. - Fala Suzam dizendo a palavra psicopata olhando bem para Murillo. Murillo apenas ri e fala para o neto que ajeitava a gravata para sair.
- Por isso meu neto que eu te digo. O pessoal dessa família é tudo doido.
- Murillo por favor. - Lauro se vira para Suzam e a beija. - Tchau amor. Estou indo.
Murillo sai com o neto dizendo:
- Hoje vou deixar você sozinha. Só não traga seus amantes para a minha cama viu.
Suzam finge que não ouve. E vê ele saindo. E logo depois sai também. Vê eles entrando no elevador e Suzam corre pela escada. E na garagem vê eles entrando no carro de Murillo. Suzam tira a chave do carro de Lauro da bolsa e entra nele e segura bem o volante.
- Vamos ver agora no que esses dois estão envolvidos para precisar mentir para mim onde trabalham.
11 de março de 2025 - terça-feira - Uma brincadeira perigosa
Danielly anda de noite com Paul, Rarita e outros jovens pelas ruas. Até que Paul tira o cigarro da mochila e começa e acende e entrega aos amigos.
- O que vocês acham disso aqui?
O cigarro passa para cada um e chega em Danielly. Ela com medo diz:
- Não obrigada. Dá ultima vez não em fez bem.
- Larga de ser boba Danielly. Aquela vez que você fala, aquela puxadinha que você deu quando me encontrou. Você nem triscou a boca no negocio. - Fala Paul rindo.
- Eu não quero não Paul. Valeu mesmo. - Diz Danielly querendo sair dali.
- Nossa Paul. É muito louco. Você não sabe o que está perdendo. - Diz Rarita entregando o cigarro a Paul com um beijo. Paul se desvencilha do beija com carinho e pega o cigarro e aproxima muito perto de Danielly. Danielly sente aos mãos frias dele tocando sua nuca e os olhos castanhos dele vindo na direção dela.
- Experimenta. Confia em mim.
Danielly chega correndo em casa chorando e encontra Suzi no sofá também chorando.
- O que aconteceu? - Pergunta Suzi. Suzi disfarça o choro e fala rindo.
- Não é nada não. É bobeira minha.
- Cadê o papai? - Pergunta Danielly se sentando na poltrona do lado de Suzi.
- Não se preocupe com isso. Ele não vai vir para casa hoje. Mas amanhã bem cedo ele vai estar aqui.
- Aonde meu pai está Suzi?
Suzi começa a chorar e fala:
- Ele está num hospicio, ele foi fazer uma entrevista lá e o povo falou que ele é doido. E logo que eu ia contar pra ele que eu tó gravida.
- Você está gravida?
- Tó. - Fala Suzi chorando. Danielly abraça Suzi com carinho. - Ai Suzi. Que coisa boa.
- Mas por que você chegou chorando também?
- Não é nada não.
- Que cheiro é esse no seu cabelo Danielly? -Fala Suzi estranhando.
- Não é nada. Fala Danielly se levantando e indo para o quarto.
- Você andou fumando Danielly? - Fala Suzi nervosa. - Eu não estou acreditando nisso Danielly.
- Eu não fumei. - Fala Danielly nervosa.
- Então quem foi? Sabia que isso é proibido em Oculam. Se te pegarem com um cigarro na mão você vai para a penitenciaria. Mesmo sendo de menor. Quem é que estava com cigarro Danielly?
- Era uns amigos. Mas só tinha um Suzi. Já acabou. Não tinha outros.
- Onde ele conseguiu? Você precisa falar Danielly!
- Para Suzi. Eu não vou falar nada. Eles são meus amigos.
Suzi preocupada se senta na cama com Danielly.
- Isso é um vicio terrível. Que mata a pessoa por dentro. Por isso que foi proibido em Oculam e em varias cidades do Brasil.
- Suzi eu sei. Por isso que eu não fumei.
- Gente com mexe com esse tipo de coisa. Não é gente do bem. Você precisa se afastar dessas pessoas.
- Eles só estavam brincando Suzi. Não são gente do mau. Eu não entrei nessa brincadeira. E não vou entrar em nenhuma outra desse tipo. Você confia em mim?
- Eu confio Danielly. Só não confio nos outros. Mas confio no seu julgameto. - Fala Suzi abrindo um sorriso. - Além de que cigarro faz super mau para o bebê. - Danielly abre um sorriso falando.
-Qual vai ser o nome do bebê?
- Não sei Danielly? Você quer que seja o que? Menino ou menina?
- Não sei. Vocês que tem que decidir.
- Pra mim tudo que vier vai ser bom.
- Ei cadê o Arthur? - Pergunta Danielly rindo.
- Pediu para dormir na casa do Sergio hoje. Levamos o colchão dele. Eles ficaram muito mais amigos depois de começarem a estudar juntos.
- O que vocês acham disso aqui?
O cigarro passa para cada um e chega em Danielly. Ela com medo diz:
- Não obrigada. Dá ultima vez não em fez bem.
- Larga de ser boba Danielly. Aquela vez que você fala, aquela puxadinha que você deu quando me encontrou. Você nem triscou a boca no negocio. - Fala Paul rindo.
- Eu não quero não Paul. Valeu mesmo. - Diz Danielly querendo sair dali.
- Nossa Paul. É muito louco. Você não sabe o que está perdendo. - Diz Rarita entregando o cigarro a Paul com um beijo. Paul se desvencilha do beija com carinho e pega o cigarro e aproxima muito perto de Danielly. Danielly sente aos mãos frias dele tocando sua nuca e os olhos castanhos dele vindo na direção dela.
- Experimenta. Confia em mim.
Danielly chega correndo em casa chorando e encontra Suzi no sofá também chorando.
- O que aconteceu? - Pergunta Suzi. Suzi disfarça o choro e fala rindo.
- Não é nada não. É bobeira minha.
- Cadê o papai? - Pergunta Danielly se sentando na poltrona do lado de Suzi.
- Não se preocupe com isso. Ele não vai vir para casa hoje. Mas amanhã bem cedo ele vai estar aqui.
- Aonde meu pai está Suzi?
Suzi começa a chorar e fala:
- Ele está num hospicio, ele foi fazer uma entrevista lá e o povo falou que ele é doido. E logo que eu ia contar pra ele que eu tó gravida.
- Você está gravida?
- Tó. - Fala Suzi chorando. Danielly abraça Suzi com carinho. - Ai Suzi. Que coisa boa.
- Mas por que você chegou chorando também?
- Não é nada não.
- Que cheiro é esse no seu cabelo Danielly? -Fala Suzi estranhando.
- Não é nada. Fala Danielly se levantando e indo para o quarto.
- Você andou fumando Danielly? - Fala Suzi nervosa. - Eu não estou acreditando nisso Danielly.
- Eu não fumei. - Fala Danielly nervosa.
- Então quem foi? Sabia que isso é proibido em Oculam. Se te pegarem com um cigarro na mão você vai para a penitenciaria. Mesmo sendo de menor. Quem é que estava com cigarro Danielly?
- Era uns amigos. Mas só tinha um Suzi. Já acabou. Não tinha outros.
- Onde ele conseguiu? Você precisa falar Danielly!
- Para Suzi. Eu não vou falar nada. Eles são meus amigos.
Suzi preocupada se senta na cama com Danielly.
- Isso é um vicio terrível. Que mata a pessoa por dentro. Por isso que foi proibido em Oculam e em varias cidades do Brasil.
- Suzi eu sei. Por isso que eu não fumei.
- Gente com mexe com esse tipo de coisa. Não é gente do bem. Você precisa se afastar dessas pessoas.
- Eles só estavam brincando Suzi. Não são gente do mau. Eu não entrei nessa brincadeira. E não vou entrar em nenhuma outra desse tipo. Você confia em mim?
- Eu confio Danielly. Só não confio nos outros. Mas confio no seu julgameto. - Fala Suzi abrindo um sorriso. - Além de que cigarro faz super mau para o bebê. - Danielly abre um sorriso falando.
-Qual vai ser o nome do bebê?
- Não sei Danielly? Você quer que seja o que? Menino ou menina?
- Não sei. Vocês que tem que decidir.
- Pra mim tudo que vier vai ser bom.
- Ei cadê o Arthur? - Pergunta Danielly rindo.
- Pediu para dormir na casa do Sergio hoje. Levamos o colchão dele. Eles ficaram muito mais amigos depois de começarem a estudar juntos.
11 de março de 2025 - terça-feira - Vigiados pelo avô
Suzam chega em casa ao lado do marido. E Murillo está vendo televisão e abre um sorriso nos lábios ao ver Suzam.
- Vejo que você resolveu libertar nossa marginalzinha.
- Não quero que fale assim com a minha esposa Murillo. O que você fez foi horrível. - Fala Lauro nervoso.
- Não. Roubar meu carro que é horrivel.
- Esse carro nem é seu. Não é. - Fala Lauro chateado.
- Ou querido Lauro. Acho que você está se esquecendo de um documento que você assinou.
- Eu não assinei porcaria nenhuma. - Grita Lauro batendo a mão contra a mesa.
- Não é isso o que sua advogada diz.
- Você falsificou minha assinatura Murillo, não tem vergonha?
- Vergonha? Dizendo sua advogada foi você em pessoa que assinou o documento, na frente dela.
- Murillo, qualquer um podem dizer que vocês são praticamente as mesmas pessoas. - Fala Suzam não se aguentando.
- Fica fora disso vadiazinha.
-Olha aqui seu... - Suzam vai para cima de Murillo. Lauro a segura antes que qualquer fio de cabelo de Murillo possa ser tocado.
- Vocês dois vão fazer o que eu mando. Ou se não o dinheirinho que vocês tanto gostam vão todos para meu bolso. E o Lauro vai virar um professorzinho de colégio publico e a Suzam vai voltar a rodar bolsinha em Oledasep.
- Você vai se arrepender disso Murillo Cardoso. Grave o que estou dizendo. - Fala Suzam bufando de raiva.
Lauro empurra a mulher para o quarto e se trancam. Suzam sentada na cama nervosa fala:
- Temos que fazer alguma coisa Lauro. Não podemos continuar com essa situação. Dependendo do seu avô para tudo.
- Eu não posso fazer nada Suzam. Estou de mãos amarradas. Será a nossa liberdade ou a nossa riqueza.
- Não pode ser Lauro. Tem que ter um jeito. Eu não vou ficar nas mãos desse desgraçado. Mas não quero voltar a dividir um quarto com meus irmãos. - Fala Suzam desesperada.
Lauro olha para os dois lados e liga a televisão do quarto no máximo de volumo. Suzam estranhando fala:
- O que é isso Lauro?
- Finja que estamos preparando para dormir e fale baixo. - Diz Lauro tirando a camisa e vestindo o pijama.
- Meu Deus Lauro. Ele observa agente? Toda a noite?
- Ele é muito mais louco e perigoso do que você pensa Suzam. E temos que ir com cautela. - Fala Lauro assustando Suzam.
- Do que você está falando? O que ele pode fazer com agente.
- Não é o que ele vai fazer com agente Suzam. É o que nós vamos fazer com ele.
- O que? Como assim?
- Vamos mata-lo. E vou herdar tudo que é meu por direito. A empresa do meu pai e todo o dinheiro da família.
- Meu Deus Lauro. Como vamos matar esse velho? - Diz ela se deitando na cama ao lado do marido.
- Deixe tudo comigo. E aja como se nunca você soube das camêras ou dos microfones.
- Das camêras? Aonde tem mais cameras?
- É melhor você não saber.
Lauro desliga a televisão e fala com calma:
- Boa noite amor.
- Boa noite Lauro.
- Vejo que você resolveu libertar nossa marginalzinha.
- Não quero que fale assim com a minha esposa Murillo. O que você fez foi horrível. - Fala Lauro nervoso.
- Não. Roubar meu carro que é horrivel.
- Esse carro nem é seu. Não é. - Fala Lauro chateado.
- Ou querido Lauro. Acho que você está se esquecendo de um documento que você assinou.
- Eu não assinei porcaria nenhuma. - Grita Lauro batendo a mão contra a mesa.
- Não é isso o que sua advogada diz.
- Você falsificou minha assinatura Murillo, não tem vergonha?
- Vergonha? Dizendo sua advogada foi você em pessoa que assinou o documento, na frente dela.
- Murillo, qualquer um podem dizer que vocês são praticamente as mesmas pessoas. - Fala Suzam não se aguentando.
- Fica fora disso vadiazinha.
-Olha aqui seu... - Suzam vai para cima de Murillo. Lauro a segura antes que qualquer fio de cabelo de Murillo possa ser tocado.
- Vocês dois vão fazer o que eu mando. Ou se não o dinheirinho que vocês tanto gostam vão todos para meu bolso. E o Lauro vai virar um professorzinho de colégio publico e a Suzam vai voltar a rodar bolsinha em Oledasep.
- Você vai se arrepender disso Murillo Cardoso. Grave o que estou dizendo. - Fala Suzam bufando de raiva.
Lauro empurra a mulher para o quarto e se trancam. Suzam sentada na cama nervosa fala:
- Temos que fazer alguma coisa Lauro. Não podemos continuar com essa situação. Dependendo do seu avô para tudo.
- Eu não posso fazer nada Suzam. Estou de mãos amarradas. Será a nossa liberdade ou a nossa riqueza.
- Não pode ser Lauro. Tem que ter um jeito. Eu não vou ficar nas mãos desse desgraçado. Mas não quero voltar a dividir um quarto com meus irmãos. - Fala Suzam desesperada.
Lauro olha para os dois lados e liga a televisão do quarto no máximo de volumo. Suzam estranhando fala:
- O que é isso Lauro?
- Finja que estamos preparando para dormir e fale baixo. - Diz Lauro tirando a camisa e vestindo o pijama.
- Meu Deus Lauro. Ele observa agente? Toda a noite?
- Ele é muito mais louco e perigoso do que você pensa Suzam. E temos que ir com cautela. - Fala Lauro assustando Suzam.
- Do que você está falando? O que ele pode fazer com agente.
- Não é o que ele vai fazer com agente Suzam. É o que nós vamos fazer com ele.
- O que? Como assim?
- Vamos mata-lo. E vou herdar tudo que é meu por direito. A empresa do meu pai e todo o dinheiro da família.
- Meu Deus Lauro. Como vamos matar esse velho? - Diz ela se deitando na cama ao lado do marido.
- Deixe tudo comigo. E aja como se nunca você soube das camêras ou dos microfones.
- Das camêras? Aonde tem mais cameras?
- É melhor você não saber.
Lauro desliga a televisão e fala com calma:
- Boa noite amor.
- Boa noite Lauro.
11 de março de 2025 - terça-feira - Jogos mortalmente ridículos.
Vários carros de policia entram na porta do Hospital Psiquiatrico de Oculam. Suzi nervosa sai de um dos carros acompanhada de Eduardo e Yan. Suzi se aproxima bufando de raiva perto do porteiro e fala:
- Abra já esse negocio!
- Abra já esse negocio!
- O horário de visitas é só depois das seis e nos domingos senhora.
Suzi volta até Eduardo e com rapidez pega a arma dele e aponta para o porteiro.
- Você vai tirar meu marido dai agora ou vocês vão ver quem é o psicopata aqui!
Yan e Eduardo correm até Suzi pegam a arma dela e coloca a arma de volta do bolso e Eduardo com um sorriso fala:
- Amigo. Pode abrir. Ouve um engano. E nosso amigo foi pego por engano como louco.
- Amigo. Pode abrir. Ouve um engano. E nosso amigo foi pego por engano como louco.
- Não tenho autorização senhor. E povo os médicos só dão autorização amanhã de manhã.
Suzi de novo descontrolada grita.
- Eu estou gravida desse cara que vocês acham que é um psicopata!
- Não é problema meu moça.
- Suzi. Não tem como. - Fala Eduardo com calma.
- Tem sim. E eu já sei o que fazer. Amanhã de manhã eles estão ferrados comigo.
Yan apenas fala com agunia.
- Eu só fico imaginando o que é essa terapia do medo que eles falam?
Joe dentro do hospital psiquiatrico abre os olhos. E está algemado a um banheiro e uma telinha de televisão se abre a cabeça de um boneco falando:
- Olá Joe? Você está numa sala cheia de escorpiões, aranhas e cobras. E a chave dessas algemas eu te fiz engolir. Você tem uma faca para cortar seu estomago e achar a chave. Ou pode arrancar seu braço e tentar fugir dai. E ai qual é sua escolha.
- Mas não tem nenhuma cobra e nenhum escorpião aqui.
- A é. Descupa. - O boneco sai da visão da televisão e logo um buraco se abre no teto. E varios escorpiões, cobras e aranhas caem na sala.
Joe se levanta apavorado e pega faca no chão. E logo o boneco aparece na tela de novo.
- Agora o que você vai fazer? Cortar seu braço ou seu estomago? Ei o que você está fazendo?
Joe com a faca ia matando cada aranha, escorpião e cobra que se aproximava até que não sobrou nenhum.
- Droga. Eu não tinha pensado nisso. - Fala o boneco nervoso. - Mas você ainda está preso ai. E logo vai morrer de fome.
Joe enfia o dedo na garganta e começa a vomitar e logo vomita a chave. Joe se destranca e corre até a porta e arregaça a porta. E o professor que estava na sala estava com o fantoche na mão mostrando para câmera e se assusta com Joe.
- Mas como você saiu?
- Me deixa sair daqui logo. Meus filhos e minha esposa vão ficar preocupados.
- Rápido gente. Um psicopata está tentando me matar!!!
- Eu não estou...- logo dois seguranças vem com mais uma injeção e aplica em Joe.
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