Iti e Troy andam pela cidade deserta de Oculam assustados mas com adrenalina a mil, tanto que não conseguem nem andar ou respirar direito. Correm e andam, correm e andam. Até que chegam na mansão aonde está quase toda destruída. Eles entram pela porta e chama em desespero:
- Marcia?
- Marcia? Você está ai?- Chama Iti e Troy assustados indo até a cozinha aonde tinha um enorme buraco no chão.
- Ela não está aqui Troy.- Fala Iti virando-se para o irmão.
- O que vamos fazer? Como vamos achar a mamãe?
- Ela só pode ter ido para o asilo da vovó.
- Então vamos pra lá!
-Espera ai doido. Eu não como nada desde que o papai morreu. E acho que isso tem...
- Foi hoje antes de escurecer. Nem clareou ainda. - Diz Troy nervoso. - Mas bem que eu também estou com fome.
Os dois rumam para a cozinha se desviando de um buracão enorme no chão. E quando vão para o lado da geladeira veêm ela entreaberta. Quando Iti vai para abrir mais a geladeira de repente algo pula dela, subindo pelos braços de Iti, pulando nas costas de Troy e pulando no lustre. Os dois assustados recuam. Troy pega uma vassoura.
- O que era aquilo?- Pergunta Iti assustado esfregando o braço que o "rato" passou.
Mas ao olhar para o lustre eles veêm algo que não parecia um rato. Um tipo de macaco, só que seu rosto tinha as feições mais humanas, mas a boca tinha os dentes maiores e mais afiados. E ele equilibrado no lustre da cozinha parecia que estava rindo deles. Troy nervoso fala:
- Iti ele está rindo da gente!
- Vamos acabar com esse rato! - Diz Troy pegando o rodo e os dois indo para bater no lustre. O tipo esquisito de macaco pula do lustre para o armario e corre em direção a sala de jantar. Eles correm atrás com rodo e vassoura na mão. O macaco corre pela mesa de jantar. Troy vai até o outro lado da mesa e o cerca.
- Pegamos você engraçadinho.
O macaco cercado se vira para Iti que com olhar assassino fala:
- Vamos ver quem ri agora! Os dois pulam na mesa acertando a vassoura e o rodo em si mesmos, porque o macaco novamente pula no lustre e com o impusso anda pela parede até a escada. Os dois olham assustados para o tipo esquisito de macaco surpresos.
- Esse bichinho é bom.
- Mas nos somos melhor Iti! Vamos pega-lo!
Eles sobem a escada correndo. E vêem o macaquinho gritando no quarto de Troy. Eles riem.
- Tá desesperado tadinho porque viu que não tem saida.
Os dois com olhar assassino entram no quarto escuro e veêm com terror dois olhos enormes brilhantes que enchiam todo o quarto. Os dois largam os cabos de vassoura e descem correndo as escadas. E um terrível monstro com a fúria de uma mãe que via seu filho sendo atacado. O monstro parecia um gorila com obesidade morbida mas ele equilibrando-se em seus braços groços pulava pelo corredor e pela escada como um jogador de basquete. Ele num pulo atravessa Iti e Troy e param na frente da porta de saída e abre a enorme boca dividida no beiço inferior abrindo mais para vermos os enormes dentes, formando em vez de uma única fileira de dente três fileiras.
Iti e Troy saem correndo de volta a sala de jantar e a cozinha. O gorila enorme vai atrás se babando todo.
- Sai fora gorilão! - Grita Iti assustado.
O gorilão pula mais uma vez. E para eles não serem esmagados pelo peso morbido dele os dois caem dentro do buraco que deveria ser de uma meteoro. Mas estava vazio. Mas agora estavam encurralados dentro daquele enorme buraco, e o gorila se virando para eles com aquele mesmo olhar assassino que eles viam. Atrás do gorilão o macaquinho ria claramente agora.
- Agora eu sei como meu almoço se sente. - Diz Iti assustado.
Mas de repente uma luz clara aparece pela janela. Um barulho ensurdecedor de alarmes de carro. A luz da casa se liga. Os dois macacos assustados olham para todo canto como Iti e Troy. O barulho da televisão se ouve. O gorilão pega o macaquinho e os dois saem correndo. Iti e Troy com dificuldade saem do buraco e vêem o gorila abraçado a seu filhinho subindo as escadas novamente.
Iti e Troy vêem tapando os ouvidos por causa do alarme dos carros pela janela o dia começando. O som da televisão se ouvia um clipe musical tocando.
Tinha amanhecido.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A nave de Ana Paula, Craly e Marcello decolam.
Como Ana Paula tinha falado antes, a casa deles agora estavam cheia de gente. O pai dela tinha trazido quase trinta pessoas. Todos agora estavam sendo amarrados e Ana Paula por mando do pai tinha amarrado seus amigos também de braços para trás presos numa das madeiras podres da casa que não era madeira podre e sim barras de ferro.
Ana Paula terminava de amarrar Sérgio que nervoso olhava para Ana Paula.
- Eu não consigo acreditar que você fez isso com agente Ana Paula.
Ana Paula olha esnobe para ele.
- Quantas vezes você vai repetir isso?
- Quantas vezes eu quiser.- Fala alto Sérgio em meio a gritaria dos outros prisioneiros.
- Você quer que eu corte a lingua dele filha? Vai ficar mais facíl levar assim. -Diz a mãe que terminava de amarrar o ultimo.E ela parecia ter falado muito sério. Sérgio arregaça o olho de susto.
- Não precisa não dona. Vou ficar caladinho.
Mas o pai que estava sentado no chão da casa se levanta e fala:
- Eu acho que é uma boa idéia vamos cortar a lingua de todos. Assim eles não fazem essa barulheira.
A barulheira aumenta. Ana Paula finalmente parece ficar assustada e fala.
- Pai que isso? Com lingua eles valem mais no mercado.
Sérgio, Sakuia, Arthur, Pedro, Paulo e Julieta respiram aliviados.
- A Ana Paula está certa. - Diz Craly rindo. - Não quero ter esse trabalho todo pra depois eles pagarem uma míseria pelos escravos.
Marcello fala rindo colocando a faca na bainha de novo.
- Tudo bem. - Diz ele indo até a mesa de comida e pegando uma maçã e mordendo. - Acho que já está bom não é? Podemos ir?
- Acho que podemos pai. - Diz Ana Paula demonstrando que estava preocupada.- Mal dá pra respirar aqui dentro.
O casal e a filha sobem para o segundo andar da casa. Sérgio vira-se para Arthur que estava ao seu lado e fala assustado.
- Temos que sair daqui.
- Mas como Sérgio? Eu mal consigo mexer meu braço. - Fala Arthur nervoso. - Temos é que rezar para que o nosso futuro seja melhor que agora.
- Eu não vou ser vendido como escravo Arthur! - Diz Sérgio nervoso.
- Fica quieto Sérgio! - Diz Sakura erguendo a cabeça do lado de Arthur e Pedro.- Quer que eles venham cortar nossas linguas.
Todos estavam acorrentados no chão. Tendo que ficar todos os trinta e seis sentados no chão do primeiro andar. Cada um tentava se soltar da forma mais conveniente mas nada adiantava. E quando as taboas podres da paredes se tornaram metal e o barulho da nave começando a decolar começou. Ai é que a gritaria de desespero começou.
Sakuia assustada começa a se desesperar também. Mas não para se soltar, mas sim por medo de ter a lingua arrancada por causa do barulho que os outros presos estavam fazendo.
- Fiquem quietos gente. Assim eles vão arrancar nossas linguas. Eu não quero ter minha lingua arrancada.
- Fica calma Sakuia. - Diz Pedro do seu lado. - Eles já estão acostumados com a gritaria. E não vão perder dinheiro.
Sakuia olhou sorrindo para Pedro. A confiança que ele tinha era animadora.
- Vamos ficar bem. Não se preocupe. - Diz ele com um sorriso calmo.
- Eu não quero morrer! - Grita Sérgio histérico.
- Ninguém vai morrer aqui não, ou! - Diz um sujeito que estava do lado dele que chegava a mão sangrar dele tentar se soltar das algemas presas no chão.
- Como é que você pode saber? Você é vidente por acaso?
- Pelo o que percebi é você e seus amigos que eram conhecidos dos Etes.
- Nós não eramos conhecidos de ninguém não. - Diz Sérgio com medo de ser linchado. Ele se vira para Arthur. - Nós temos que arrumar um jeito de sair daqui Arthur!
- Agora já é tarde Sérgio. Não está vendo que já estamos fora da Terra. - Diz ele apontando com o pé para a porta que antes era da mesma madeira descascada e agora era de um metal firme com uma janelinha em cima, parecida com a de návios, redonda. E por ela se via o céu estrelado. O mesmo dava para ver pelas outras janelas que antes eram de aparência frageis, agora era de de metal com um vidro de aparência bem mais groça.
- Meu Deus! Estamos fora da Terra! Meu Deus! - Diz Sakuia ficando assustada e nervosa.
- Calma Sakuia. Não passamos nem da altura que um avião passa. - Fala Arthur se virando para Sakuia.
Mas a nave com seu zumbido alto dava para sentir que eles subiam cada vez mais em alta velocidade.
Ana Paula desse as escadas com cara preocupada.
- Fiquem calados! Que essa gritaria está atrapalhando meu pai a dirigir. Vocês querem que agente bata e todos esplodam em milhõe de pedacinhos?
Não. Ninguém queria. Por isso todos os trinta e seis pessoas ficaram caladas olhando assustadas para Ana Paula que abre um sorriso subindo as escadas. Sakuia respirava fundo para tentar se acalmar e olha com calma para Pedro.
- Obrigada por me ajudar.
- Que isso? Você me ajudou muito mais com meu irmão.
Arthur olha a cena.
Logo o barulho da nave tinha parado. O céu estrelado agora era calmo e tranquilo. Somente as estrelas se viam junto de alguns planetas. Agora todos viam que estavam muito longe de casa. E cada um se perguntava qual seria seu futuro nesse novo planeta.
Ana Paula terminava de amarrar Sérgio que nervoso olhava para Ana Paula.
- Eu não consigo acreditar que você fez isso com agente Ana Paula.
Ana Paula olha esnobe para ele.
- Quantas vezes você vai repetir isso?
- Quantas vezes eu quiser.- Fala alto Sérgio em meio a gritaria dos outros prisioneiros.
- Você quer que eu corte a lingua dele filha? Vai ficar mais facíl levar assim. -Diz a mãe que terminava de amarrar o ultimo.E ela parecia ter falado muito sério. Sérgio arregaça o olho de susto.
- Não precisa não dona. Vou ficar caladinho.
Mas o pai que estava sentado no chão da casa se levanta e fala:
- Eu acho que é uma boa idéia vamos cortar a lingua de todos. Assim eles não fazem essa barulheira.
A barulheira aumenta. Ana Paula finalmente parece ficar assustada e fala.
- Pai que isso? Com lingua eles valem mais no mercado.
Sérgio, Sakuia, Arthur, Pedro, Paulo e Julieta respiram aliviados.
- A Ana Paula está certa. - Diz Craly rindo. - Não quero ter esse trabalho todo pra depois eles pagarem uma míseria pelos escravos.
Marcello fala rindo colocando a faca na bainha de novo.
- Tudo bem. - Diz ele indo até a mesa de comida e pegando uma maçã e mordendo. - Acho que já está bom não é? Podemos ir?
- Acho que podemos pai. - Diz Ana Paula demonstrando que estava preocupada.- Mal dá pra respirar aqui dentro.
O casal e a filha sobem para o segundo andar da casa. Sérgio vira-se para Arthur que estava ao seu lado e fala assustado.
- Temos que sair daqui.
- Mas como Sérgio? Eu mal consigo mexer meu braço. - Fala Arthur nervoso. - Temos é que rezar para que o nosso futuro seja melhor que agora.
- Eu não vou ser vendido como escravo Arthur! - Diz Sérgio nervoso.
- Fica quieto Sérgio! - Diz Sakura erguendo a cabeça do lado de Arthur e Pedro.- Quer que eles venham cortar nossas linguas.
Todos estavam acorrentados no chão. Tendo que ficar todos os trinta e seis sentados no chão do primeiro andar. Cada um tentava se soltar da forma mais conveniente mas nada adiantava. E quando as taboas podres da paredes se tornaram metal e o barulho da nave começando a decolar começou. Ai é que a gritaria de desespero começou.
Sakuia assustada começa a se desesperar também. Mas não para se soltar, mas sim por medo de ter a lingua arrancada por causa do barulho que os outros presos estavam fazendo.
- Fiquem quietos gente. Assim eles vão arrancar nossas linguas. Eu não quero ter minha lingua arrancada.
- Fica calma Sakuia. - Diz Pedro do seu lado. - Eles já estão acostumados com a gritaria. E não vão perder dinheiro.
Sakuia olhou sorrindo para Pedro. A confiança que ele tinha era animadora.
- Vamos ficar bem. Não se preocupe. - Diz ele com um sorriso calmo.
- Eu não quero morrer! - Grita Sérgio histérico.
- Ninguém vai morrer aqui não, ou! - Diz um sujeito que estava do lado dele que chegava a mão sangrar dele tentar se soltar das algemas presas no chão.
- Como é que você pode saber? Você é vidente por acaso?
- Pelo o que percebi é você e seus amigos que eram conhecidos dos Etes.
- Nós não eramos conhecidos de ninguém não. - Diz Sérgio com medo de ser linchado. Ele se vira para Arthur. - Nós temos que arrumar um jeito de sair daqui Arthur!
- Agora já é tarde Sérgio. Não está vendo que já estamos fora da Terra. - Diz ele apontando com o pé para a porta que antes era da mesma madeira descascada e agora era de um metal firme com uma janelinha em cima, parecida com a de návios, redonda. E por ela se via o céu estrelado. O mesmo dava para ver pelas outras janelas que antes eram de aparência frageis, agora era de de metal com um vidro de aparência bem mais groça.
- Meu Deus! Estamos fora da Terra! Meu Deus! - Diz Sakuia ficando assustada e nervosa.
- Calma Sakuia. Não passamos nem da altura que um avião passa. - Fala Arthur se virando para Sakuia.
Mas a nave com seu zumbido alto dava para sentir que eles subiam cada vez mais em alta velocidade.
Ana Paula desse as escadas com cara preocupada.
- Fiquem calados! Que essa gritaria está atrapalhando meu pai a dirigir. Vocês querem que agente bata e todos esplodam em milhõe de pedacinhos?
Não. Ninguém queria. Por isso todos os trinta e seis pessoas ficaram caladas olhando assustadas para Ana Paula que abre um sorriso subindo as escadas. Sakuia respirava fundo para tentar se acalmar e olha com calma para Pedro.
- Obrigada por me ajudar.
- Que isso? Você me ajudou muito mais com meu irmão.
Arthur olha a cena.
Logo o barulho da nave tinha parado. O céu estrelado agora era calmo e tranquilo. Somente as estrelas se viam junto de alguns planetas. Agora todos viam que estavam muito longe de casa. E cada um se perguntava qual seria seu futuro nesse novo planeta.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Mariana toma a nave
Mariana sentada no chão de metal diante a Rafael, Ray e Priscila dentro de uma nave extraterrestre, presa numa sala que não tinha porta, apenas uma janela mostrando a terra se afastando pouquinho a pouquinho, ela só via uma coisa. A raiva que Rafael estava sentindo. Ray tentava o consolar, falando baixinho algo. Priscila com olhar triste se levanta e vai até Mariana que estava um pouco afastada. Priscila alisando seu cabelo fala:
- Como é que você está?
- Ele está com raiva de mim, não é? - Parece que Rafael por mais baixo que Mariana tenha falado ele escuta e se levanta nervoso.
- Como pode trazer esse povo para perto da gente.
- Eu pensava que iria ajudar! Que iria salvar a sua esposa. - Diz Mariana levantando e chorando gritando.
- Gente, tenham calma. E se os Etes se irritarem? - Fala Priscila com medo.
- Você estava com raiva da gente! Levou eles até nós!
- Rafael! Como ela pode ter feito isso? - Diz Ray segurando ele. - Ela estava desesperada e querendo ajudar. Você não viu.
- Como pode fazer isso comigo Rafael? Eu imaginei tanto para agente quando você voltasse. E você me traiu!
- Eu não tinha compromisso nenhum com você Mariana.
- Tinha sim! Você pode mentir para todos! Mas pra mim não! Você disse várias vezes que me amava! Não minta!
- Eu era jovem! Não sabia o que eu estava falando! - Diz Rafael esfregando a cabeça nervoso. - Encontrei o amor nos braços da Graziella. É ela que eu amo! E agora ela está nas mãos de Etes por sua culpa.
- Eu te amava! Eu imaginei agente se casando! Eu imaginei agente tendo filhos! Por que não deu uma ligação? Por que não falou: "Não sonha com agente Mariana! Eu estou com outra". Não. Você não queria isso. Você queria ver eu sofrendo por você quando chegasse. Você não suportava a idéia de que eu que tinha tirado daquela vida arruinada que você tinha. Tinha que mostrar pra mim que você cresceria mais sem minha ajuda.
Mariana falava séria. Tinha acertado em todos os pontos. Lido a mente dele e seus segredos mais sombrios. Rafael surpreso se senta mais uma vez. Mariana também se senta. Tinha se acalmado. Tinha falado tudo que estava sentindo. Tinha desabafado. Priscila se senta junto dela e tenta acalmar Mariana segurando sua mão. Mariana limpa as lágrimas e fala:
- Agora eu estou bem.
Priscila pela janela via a terra se afastando a cada segundo mais. Aonde iria? O que aguardaria nesse planeta de nome esquisito. Priscila suspira vendo a cena. E se levanta nervosa.
- Eu não vou ficar aqui!
- Filha, o que você pensa em fazer. - Pergunta Ray assustado e se levantando.
- Ninguém constrói algo que não dê para se abrir por dentro. De alguma forma isso se abre. - Fala ela olhando para os cantos da parede.
- Que tal a janela? - Pergunta Mariana se levantando e também decidida a sair dali.
- Se quebrar essa janela Mariana, todos nós estaremos mortos. - Fala Rafael sério para ela. Mariana engole o sapo. Ray nervoso fala:
- Filha você não sabe quem são eles. São perigosos. Não vamos poder lutar contra eles.
- Você fala de um jeito pai. Como se já conhecesse eles. - Fala Priscila desconfiada.
- Não filha. Que isso? Nunca vi eles. Eu falo é dos filmes que agente vê por ai.
Priscila percebe que não tinha nenhuma falha nas paredes de muito menos no teto. Como iria sair daquele lugar?
- Filha eles devem estar nos filmando! Devem estar vendo tudo que estamos fazendo.
- Eles estão? - Diz Priscila se virando com cara de quem teve uma idéia. E de repente cai no chão e começa a se contorcer toda e a babar.
- Filha! Você está bem! - Diz Ray assustado segurando a filha e a sacudindo.
- Ela está tendo uma epilepsia! - Diz Mariana assustada também.
Só Rafael que abre um sorriso sabendo da idéia de Priscila. Ele grita:
- Um médico! Rápido! Ela está morrendo! - Diz Rafael balançando os braços. Ele recosta a parede do lado da porta. E logo o esperado acontece. A porta se abre e dois homens entram e já se abaixam para ver o que Priscila tinha. Ela de repente se levanta e fala:
- Agora Rafael!
Rafael segura o primeiro pelo pescoço num mata-leão. Priscila se levanta chutando a cara do segundo ele indo para na parede. Ele vai para pegar a arma e mira em Priscila, Ray sem pensar duas vezes chuta a arma fazendo a bala acertar a parede. Rafael pega a arma do que ele deu o mata-leão e atira contra o outro que já tinha dado um soco em Ray. O outro cai morto no chão. Priscila ajuda o pai a se levantar e Mariana pega a arma do segundo e juntos saem pelo corredor branco da nave. Um corredor enorme.
- Vamos procurar uma saída! - Diz Priscila nervosa atirando no que parecia ser uma camêra.
- Não. Temos que achar a Grazi! - Fala Rafael nervoso.
Mas de repente o corredor é cercado. Dois homens de cada lado. Eles começam a atirar. Priscila abraçada a seu pai corre para a primeira porta que vê. Rafael e Mariana não. Mariana lembrando da época de Carlos desvia dos tiros e atira em três. Rafael cai no chão desviando de uma bala e cai atirando no ultimo.
Priscila nervosa da sala fala:
- Vêem ver gente!
Mariana e Rafael entra na sala e vê varias naves pequenas. Como se fossem uma cama dentro de um casulo de borboleta gigante que cabia uma pessoa. Tinha três naves.
- Não vai dar para agente ir. - Fala Ray se recuperando do soco.
- Não daria também para se quer esses guardar irem. - Fala Priscila séria.
- Quem criaria uma nave só com três botes salva-vidas se tem vários soldados. - Pergunta Mariana histérica.
- Quem não quizesse salvar todos os saldados. Apenas os donos da nave. A mulher e seu marido.- Fala Ray concluindo.
- Mas e o terceiro? - Pergunta Rafael com agunia. Mas ao perguntar todos já sabiam a resposta. Era para o bebê ou Grazi. - Temos que encontra-la.
- Vocês fiquem aqui. - Diz Mariana levantando a arma. - Eu vou acha-la.
- Você não vai sozinha Mariana. - Fala Priscila preocupada.
- Eu vou com você. - Fala Rafael sério. - Vocês fiquem aqui. Caso eles voltem.
- Vamos ficar aqui e fazer o que? Gritar um, dois, três? - Fala Priscila fazendo piada para não chorar.
Rafael monstrando que não queria fazer isso entrega a arma a Ray.
- E como se usa isso.
- Mira e aperta o gatilho. - Responde Mariana.
Mariana e Rafael saem pela porta. E já são recebidos com mais tiros. Mariana sem pensar duas vezes dando cambalhotas no chão atira no homem que atirava a direita. E quando levanta atira no segundo. Rafael nunca tinha visto essa versão da Mariana e fala assustado sem nem sair do quarto.
- Você é boa nisso.
- Vamos. -Diz ela séria caminhando pelo corredor.
A alguns metros dali. Grazzi acorda. Olha em volta assustada. Lembrasse dos médicos. Do seu bebê sendo retirado de dentro dela. Mas nem se quer viu o bebê. Ela se levanta da cama com calma.
- Meu bebê. Meu bebê. - Repete ela se encaminhando para a porta. E com passos devagar sai da sala de cirurgia e vê Elizandra com um embrulho no braço, era seu bebê que ela tratava com tanto carinho em uma segunda sala. Ela ao ver Grazzi fala:
- Você deu a luz a um bela menina. Obrigada.
- Obrigada nada. Esse filho é meu!- Diz Grazi quase chorando e ainda tonta por causa da anestezia.
- Ai é que você se engana amorzinho. Eu vou criar ele. Se tiver sorte será alguma escrava de meus vizinhos. Assim poderá ve-lo crescer. Mas duvido muito. É muito fraca. Sem duvida será vendida a um daqueles nojentos do potó.
- Me dá meu filho!- Grita Grazi esticando o braço. E indo para sair quando. Na porta aparece Rafael e Mariana com a arma apontada para ela.
- Devolva o filho dela agora! - Fala Mariana com um olhar que Rafael nunca tinha visto antes.
Elizandra com o bebê no braço dá alguns passos para trás.
- Você não teria coragem de atirar em mim? - Diz a mulher assustada. -Eu estou com o bebê no colo.
- Eu acabei de atirar em todo seu exercito, cada um com uma espingarda na mão. Eu atirar em você com um bebê no colo vai ser facil. - Diz Mariana com voz ameaçadora que até Grazzi e Rafael se assustam.
De repente um tiro. Rafael cai no chão. Mariana se vira assustada se desfazendo daquele perfil psicopatico e caindo em choro ao ver Rafael no chão. Grazi também chorando cai no chão preocupada com Rafael. Mariana levanta a cabeça e vê um homem que não estava com a roupa do exercito levando a mulher e o bebê pelo corredor. Mariana vira-se para Grazzi e fala:
- Cuide dele. Eu vou pegar o seu bebê.
Mariana sai correndo com a arma na mão atrás do casal e do bebê. Quando ela sai pelo corredor eles já tinham virado um. Ela segue. Quando ela vira ne outro, já tinham entrado por uma porta. Mariana não desiste. Mas ao ver a porta que eles entrou ela se desespera. A sala de Priscila e Ray estavam. Ray no chão caído, Priscila chorando pelo pai morto no chão. E Elizandra junto do marido entrando cada um em uma nave. Elizandra junto do bebê aperta um botão e as navem saem por um buraco se fechando após a partida.
Priscila no chão chorando fala:
- Pai fala comigo!
- Priscila. - Diz Ray falando suas ultimas palavras. - Me desculpe.
- Te desculpar pelo o que?
- Eu te trai. Eu trabalhei com Lauro Tedesco na invasão dos Etes.- Fala ele para a surpresa de todos.
- Isso não importa. - Diz Priscila.
Ray pega dentro do bolso um pendrive e entrega a Priscila.
- Desculpe também por Jorge. Agora que você vai estar sozinha eu sei o mau que te fiz.
- Pai! Não vou ficar sozinha! - Ray deixa sua cabeça cair para trás do braços da filha. Ray tinha morrido. - Pai!
Priscila olha chorando para Mariana que se abaixa e abraça a amiga.
- Priscila, temos que ir. Rafael também foi ferido. Deixe seu pai ai. Logo veremos o que vamos fazer. A nave está por nossa conta agora.
Priscila percebe que não era hora de luto. Sua sobrevivência estava por sua conta. Ela enxuga as lágrimas e corre pelo corredor até a sala médica aonde estava Rafael. Ele tinha levado um tiro e estava gemendo no chão de dor. Tinha acertado embaixo das costelas. Grazi olha para Mariana esperançosa, mas ao ver seus braços vazios fala:
- Me desculpe Grazi. Eles pegaram as naves e foram embora.
Ela se levanta colocando a mão na boca chocada.
Rafael estava colocando a mão em cima do ferimento. Mariana se abaixa para olhar e tirando a mão da frente de Rafael abre um sorriso em meio as lagrimas.
- Foi só de raspão. Só tem que costurar. - Mariana com a mão cheia do sangue de Rafael fala para Grazi.- Vê se vocês encontram linha e agulha. Deve ter por ai. Mariana seria continua a costurar enquanto Rafael mais controlado deitado em cima de uma das várias mesas da sala fala:
- Temos que ir atrás do meu filho.
Grazzi recuperando do choro compulsivo fala:
- É menina Rafael.
Rafael abre um sorriso e segura a mão da mulher. Mariana com tristeza termina a costura. E fala:
- Pronto. Está novinho.
- Ficou muito bem Mariana. Já foi enfermeira?- pergunta Priscila.
- Não. Quando trabalhava com Carlos. Era eu que tirava as balas.
- Como vamos fazer isso? Como vamos obrigar os pilotos a ir atrás da nossa filha? - Pergunta Grazi.
- Acho que essa nave não tem pilotos. Somos só nós Grazi. - Diz Priscila séria. - É grande demais para ter um piloto. Deve estar programada para chegar a Aiticidup.
- Pelo menos isso. Não é? - Fala Rafael nervoso.
- O problema é essa. - Diz Priscila séria. - Se está programada a chegar a algum lugar. Aquele casal de maniacos Etes vai estar nos esperando com uma tropa inteira.
- Então temos que achar a sala de pilotagem e programar para ir para outro lugar do planeta Aiticidup. - Fala Mariana nervosa.
- Como será esse planeta? - Pergunta Grazi assustada.
- Não temos tempo de pensar nisso. A primeira coisa que quero é ver o que tem nesse pendrive que meu pai deu. - Fala Priscila levantando o Pendrive no ar.
- Como é que você está?
- Ele está com raiva de mim, não é? - Parece que Rafael por mais baixo que Mariana tenha falado ele escuta e se levanta nervoso.
- Como pode trazer esse povo para perto da gente.
- Eu pensava que iria ajudar! Que iria salvar a sua esposa. - Diz Mariana levantando e chorando gritando.
- Gente, tenham calma. E se os Etes se irritarem? - Fala Priscila com medo.
- Você estava com raiva da gente! Levou eles até nós!
- Rafael! Como ela pode ter feito isso? - Diz Ray segurando ele. - Ela estava desesperada e querendo ajudar. Você não viu.
- Como pode fazer isso comigo Rafael? Eu imaginei tanto para agente quando você voltasse. E você me traiu!
- Eu não tinha compromisso nenhum com você Mariana.
- Tinha sim! Você pode mentir para todos! Mas pra mim não! Você disse várias vezes que me amava! Não minta!
- Eu era jovem! Não sabia o que eu estava falando! - Diz Rafael esfregando a cabeça nervoso. - Encontrei o amor nos braços da Graziella. É ela que eu amo! E agora ela está nas mãos de Etes por sua culpa.
- Eu te amava! Eu imaginei agente se casando! Eu imaginei agente tendo filhos! Por que não deu uma ligação? Por que não falou: "Não sonha com agente Mariana! Eu estou com outra". Não. Você não queria isso. Você queria ver eu sofrendo por você quando chegasse. Você não suportava a idéia de que eu que tinha tirado daquela vida arruinada que você tinha. Tinha que mostrar pra mim que você cresceria mais sem minha ajuda.
Mariana falava séria. Tinha acertado em todos os pontos. Lido a mente dele e seus segredos mais sombrios. Rafael surpreso se senta mais uma vez. Mariana também se senta. Tinha se acalmado. Tinha falado tudo que estava sentindo. Tinha desabafado. Priscila se senta junto dela e tenta acalmar Mariana segurando sua mão. Mariana limpa as lágrimas e fala:
- Agora eu estou bem.
Priscila pela janela via a terra se afastando a cada segundo mais. Aonde iria? O que aguardaria nesse planeta de nome esquisito. Priscila suspira vendo a cena. E se levanta nervosa.
- Eu não vou ficar aqui!
- Filha, o que você pensa em fazer. - Pergunta Ray assustado e se levantando.
- Ninguém constrói algo que não dê para se abrir por dentro. De alguma forma isso se abre. - Fala ela olhando para os cantos da parede.
- Que tal a janela? - Pergunta Mariana se levantando e também decidida a sair dali.
- Se quebrar essa janela Mariana, todos nós estaremos mortos. - Fala Rafael sério para ela. Mariana engole o sapo. Ray nervoso fala:
- Filha você não sabe quem são eles. São perigosos. Não vamos poder lutar contra eles.
- Você fala de um jeito pai. Como se já conhecesse eles. - Fala Priscila desconfiada.
- Não filha. Que isso? Nunca vi eles. Eu falo é dos filmes que agente vê por ai.
Priscila percebe que não tinha nenhuma falha nas paredes de muito menos no teto. Como iria sair daquele lugar?
- Filha eles devem estar nos filmando! Devem estar vendo tudo que estamos fazendo.
- Eles estão? - Diz Priscila se virando com cara de quem teve uma idéia. E de repente cai no chão e começa a se contorcer toda e a babar.
- Filha! Você está bem! - Diz Ray assustado segurando a filha e a sacudindo.
- Ela está tendo uma epilepsia! - Diz Mariana assustada também.
Só Rafael que abre um sorriso sabendo da idéia de Priscila. Ele grita:
- Um médico! Rápido! Ela está morrendo! - Diz Rafael balançando os braços. Ele recosta a parede do lado da porta. E logo o esperado acontece. A porta se abre e dois homens entram e já se abaixam para ver o que Priscila tinha. Ela de repente se levanta e fala:
- Agora Rafael!
Rafael segura o primeiro pelo pescoço num mata-leão. Priscila se levanta chutando a cara do segundo ele indo para na parede. Ele vai para pegar a arma e mira em Priscila, Ray sem pensar duas vezes chuta a arma fazendo a bala acertar a parede. Rafael pega a arma do que ele deu o mata-leão e atira contra o outro que já tinha dado um soco em Ray. O outro cai morto no chão. Priscila ajuda o pai a se levantar e Mariana pega a arma do segundo e juntos saem pelo corredor branco da nave. Um corredor enorme.
- Vamos procurar uma saída! - Diz Priscila nervosa atirando no que parecia ser uma camêra.
- Não. Temos que achar a Grazi! - Fala Rafael nervoso.
Mas de repente o corredor é cercado. Dois homens de cada lado. Eles começam a atirar. Priscila abraçada a seu pai corre para a primeira porta que vê. Rafael e Mariana não. Mariana lembrando da época de Carlos desvia dos tiros e atira em três. Rafael cai no chão desviando de uma bala e cai atirando no ultimo.
Priscila nervosa da sala fala:
- Vêem ver gente!
Mariana e Rafael entra na sala e vê varias naves pequenas. Como se fossem uma cama dentro de um casulo de borboleta gigante que cabia uma pessoa. Tinha três naves.
- Não vai dar para agente ir. - Fala Ray se recuperando do soco.
- Não daria também para se quer esses guardar irem. - Fala Priscila séria.
- Quem criaria uma nave só com três botes salva-vidas se tem vários soldados. - Pergunta Mariana histérica.
- Quem não quizesse salvar todos os saldados. Apenas os donos da nave. A mulher e seu marido.- Fala Ray concluindo.
- Mas e o terceiro? - Pergunta Rafael com agunia. Mas ao perguntar todos já sabiam a resposta. Era para o bebê ou Grazi. - Temos que encontra-la.
- Vocês fiquem aqui. - Diz Mariana levantando a arma. - Eu vou acha-la.
- Você não vai sozinha Mariana. - Fala Priscila preocupada.
- Eu vou com você. - Fala Rafael sério. - Vocês fiquem aqui. Caso eles voltem.
- Vamos ficar aqui e fazer o que? Gritar um, dois, três? - Fala Priscila fazendo piada para não chorar.
Rafael monstrando que não queria fazer isso entrega a arma a Ray.
- E como se usa isso.
- Mira e aperta o gatilho. - Responde Mariana.
Mariana e Rafael saem pela porta. E já são recebidos com mais tiros. Mariana sem pensar duas vezes dando cambalhotas no chão atira no homem que atirava a direita. E quando levanta atira no segundo. Rafael nunca tinha visto essa versão da Mariana e fala assustado sem nem sair do quarto.
- Você é boa nisso.
- Vamos. -Diz ela séria caminhando pelo corredor.
A alguns metros dali. Grazzi acorda. Olha em volta assustada. Lembrasse dos médicos. Do seu bebê sendo retirado de dentro dela. Mas nem se quer viu o bebê. Ela se levanta da cama com calma.
- Meu bebê. Meu bebê. - Repete ela se encaminhando para a porta. E com passos devagar sai da sala de cirurgia e vê Elizandra com um embrulho no braço, era seu bebê que ela tratava com tanto carinho em uma segunda sala. Ela ao ver Grazzi fala:
- Você deu a luz a um bela menina. Obrigada.
- Obrigada nada. Esse filho é meu!- Diz Grazi quase chorando e ainda tonta por causa da anestezia.
- Ai é que você se engana amorzinho. Eu vou criar ele. Se tiver sorte será alguma escrava de meus vizinhos. Assim poderá ve-lo crescer. Mas duvido muito. É muito fraca. Sem duvida será vendida a um daqueles nojentos do potó.
- Me dá meu filho!- Grita Grazi esticando o braço. E indo para sair quando. Na porta aparece Rafael e Mariana com a arma apontada para ela.
- Devolva o filho dela agora! - Fala Mariana com um olhar que Rafael nunca tinha visto antes.
Elizandra com o bebê no braço dá alguns passos para trás.
- Você não teria coragem de atirar em mim? - Diz a mulher assustada. -Eu estou com o bebê no colo.
- Eu acabei de atirar em todo seu exercito, cada um com uma espingarda na mão. Eu atirar em você com um bebê no colo vai ser facil. - Diz Mariana com voz ameaçadora que até Grazzi e Rafael se assustam.
De repente um tiro. Rafael cai no chão. Mariana se vira assustada se desfazendo daquele perfil psicopatico e caindo em choro ao ver Rafael no chão. Grazi também chorando cai no chão preocupada com Rafael. Mariana levanta a cabeça e vê um homem que não estava com a roupa do exercito levando a mulher e o bebê pelo corredor. Mariana vira-se para Grazzi e fala:
- Cuide dele. Eu vou pegar o seu bebê.
Mariana sai correndo com a arma na mão atrás do casal e do bebê. Quando ela sai pelo corredor eles já tinham virado um. Ela segue. Quando ela vira ne outro, já tinham entrado por uma porta. Mariana não desiste. Mas ao ver a porta que eles entrou ela se desespera. A sala de Priscila e Ray estavam. Ray no chão caído, Priscila chorando pelo pai morto no chão. E Elizandra junto do marido entrando cada um em uma nave. Elizandra junto do bebê aperta um botão e as navem saem por um buraco se fechando após a partida.
Priscila no chão chorando fala:
- Pai fala comigo!
- Priscila. - Diz Ray falando suas ultimas palavras. - Me desculpe.
- Te desculpar pelo o que?
- Eu te trai. Eu trabalhei com Lauro Tedesco na invasão dos Etes.- Fala ele para a surpresa de todos.
- Isso não importa. - Diz Priscila.
Ray pega dentro do bolso um pendrive e entrega a Priscila.
- Desculpe também por Jorge. Agora que você vai estar sozinha eu sei o mau que te fiz.
- Pai! Não vou ficar sozinha! - Ray deixa sua cabeça cair para trás do braços da filha. Ray tinha morrido. - Pai!
Priscila olha chorando para Mariana que se abaixa e abraça a amiga.
- Priscila, temos que ir. Rafael também foi ferido. Deixe seu pai ai. Logo veremos o que vamos fazer. A nave está por nossa conta agora.
Priscila percebe que não era hora de luto. Sua sobrevivência estava por sua conta. Ela enxuga as lágrimas e corre pelo corredor até a sala médica aonde estava Rafael. Ele tinha levado um tiro e estava gemendo no chão de dor. Tinha acertado embaixo das costelas. Grazi olha para Mariana esperançosa, mas ao ver seus braços vazios fala:
- Me desculpe Grazi. Eles pegaram as naves e foram embora.
Ela se levanta colocando a mão na boca chocada.
Rafael estava colocando a mão em cima do ferimento. Mariana se abaixa para olhar e tirando a mão da frente de Rafael abre um sorriso em meio as lagrimas.
- Foi só de raspão. Só tem que costurar. - Mariana com a mão cheia do sangue de Rafael fala para Grazi.- Vê se vocês encontram linha e agulha. Deve ter por ai. Mariana seria continua a costurar enquanto Rafael mais controlado deitado em cima de uma das várias mesas da sala fala:
- Temos que ir atrás do meu filho.
Grazzi recuperando do choro compulsivo fala:
- É menina Rafael.
Rafael abre um sorriso e segura a mão da mulher. Mariana com tristeza termina a costura. E fala:
- Pronto. Está novinho.
- Ficou muito bem Mariana. Já foi enfermeira?- pergunta Priscila.
- Não. Quando trabalhava com Carlos. Era eu que tirava as balas.
- Como vamos fazer isso? Como vamos obrigar os pilotos a ir atrás da nossa filha? - Pergunta Grazi.
- Acho que essa nave não tem pilotos. Somos só nós Grazi. - Diz Priscila séria. - É grande demais para ter um piloto. Deve estar programada para chegar a Aiticidup.
- Pelo menos isso. Não é? - Fala Rafael nervoso.
- O problema é essa. - Diz Priscila séria. - Se está programada a chegar a algum lugar. Aquele casal de maniacos Etes vai estar nos esperando com uma tropa inteira.
- Então temos que achar a sala de pilotagem e programar para ir para outro lugar do planeta Aiticidup. - Fala Mariana nervosa.
- Como será esse planeta? - Pergunta Grazi assustada.
- Não temos tempo de pensar nisso. A primeira coisa que quero é ver o que tem nesse pendrive que meu pai deu. - Fala Priscila levantando o Pendrive no ar.
domingo, 15 de maio de 2011
A nave de Afentikó decola do planeta Terra
Dentro de uma cabana escura e sombria numa noite interminável. Uma mulher muito esquisita segurava seu bebê nos braços sentada em uma caixa de papelão. Dois homens a ameaçavam enquanto enquanto ela do lado do marido tentava arrumar algum jeito de se livrar daquela situação. Essa era a situação de Sakura.
Terency nervoso abraçado a Sakura que tentava se esquentar do frio da noite nos braços da amada olhava com agonia para aquelas terríveis pessoas que falavam que viam de outro planeta e aguardavam mais dois capangas que traziam mais escravos para eles levarem para o mundo deles.
De repente os dois outros homens que tinham saido voltam trazendo dois outros homens. Um deles era Cleber e o outro um senhor de idade. O chefe pareceu não gostar nada do que estava vendo. Eles tentam explicar.
- Desculpe Afentikó. Mas não se acha outro em lugar nenhum. Esses monstros devoram tudo que vêem pela frente.
- Malditos monstros. - Diz Afentikó batendo o punho contra a parede e fazendo um barulho que não parecia ser madeira podre.
A mulher que carregava Warren se aproxima de Afentikó, o chefe e fala com carinho.
- Nos já pegamos o que queríamos Afentikó. Até mais. Vamos embora.
Afentikó olha para a esposa e para Sakura e Terency e virando-se para o grupo fala:
- Preparar para a partida Dexí.
Dexí, um dos homens que trouxe Cleber fala sério.
- Sim capitão.- E vai até a porta e aperta alguns botões. Derrepente a porta de madeira se transforma em uma grande porta de ferro. E todo o lugar se transforma em ferro puro. A cabana tinha virado uma nave. Cleber, Sakura, Terency e o outro homem assustados recuam em um canto.
- Ma cosa sta succedendo qui? - Pergunta Cleber apavorado.
Dois homens pegam os quatro e aos empurrões caminham pela escura nave até uma porta. Afentikó e a esposa entram em outra porta com Warren para o desespero de Sakura.
- Meu filho! Meu filho!- Terency segura a mulher e faz com que ela caminhe para dentro da sala sem que os outros dois precisassem fazer nada. A sala não passava de um quarto fechado sem movel nenhum, com o chão de metal frio e as paredes e teto do mesmo modo. Sem janelas. Um dos homens fala:
- Se vocês ficarem quietos e obedecerem poderão chegar com vida em Aiticidup.
A porta se fecha quando o rapaz sai. Uma porta do mesmo material que as paredes que fazia aquele quarto catastrófico parecer que não tinha porta nenhuma. Sakura chorando abraça Terency.
- O meu Deus. O que vamos fazer Terency?
- Fica calma Sakura.
Mas a calma parecia algo impossivel, ainda mais quando um grande barulho se ouve e um tremor no chão. Era a nave decolando.
Terency nervoso abraçado a Sakura que tentava se esquentar do frio da noite nos braços da amada olhava com agonia para aquelas terríveis pessoas que falavam que viam de outro planeta e aguardavam mais dois capangas que traziam mais escravos para eles levarem para o mundo deles.
De repente os dois outros homens que tinham saido voltam trazendo dois outros homens. Um deles era Cleber e o outro um senhor de idade. O chefe pareceu não gostar nada do que estava vendo. Eles tentam explicar.
- Desculpe Afentikó. Mas não se acha outro em lugar nenhum. Esses monstros devoram tudo que vêem pela frente.
- Malditos monstros. - Diz Afentikó batendo o punho contra a parede e fazendo um barulho que não parecia ser madeira podre.
A mulher que carregava Warren se aproxima de Afentikó, o chefe e fala com carinho.
- Nos já pegamos o que queríamos Afentikó. Até mais. Vamos embora.
Afentikó olha para a esposa e para Sakura e Terency e virando-se para o grupo fala:
- Preparar para a partida Dexí.
Dexí, um dos homens que trouxe Cleber fala sério.
- Sim capitão.- E vai até a porta e aperta alguns botões. Derrepente a porta de madeira se transforma em uma grande porta de ferro. E todo o lugar se transforma em ferro puro. A cabana tinha virado uma nave. Cleber, Sakura, Terency e o outro homem assustados recuam em um canto.
- Ma cosa sta succedendo qui? - Pergunta Cleber apavorado.
Dois homens pegam os quatro e aos empurrões caminham pela escura nave até uma porta. Afentikó e a esposa entram em outra porta com Warren para o desespero de Sakura.
- Meu filho! Meu filho!- Terency segura a mulher e faz com que ela caminhe para dentro da sala sem que os outros dois precisassem fazer nada. A sala não passava de um quarto fechado sem movel nenhum, com o chão de metal frio e as paredes e teto do mesmo modo. Sem janelas. Um dos homens fala:
- Se vocês ficarem quietos e obedecerem poderão chegar com vida em Aiticidup.
A porta se fecha quando o rapaz sai. Uma porta do mesmo material que as paredes que fazia aquele quarto catastrófico parecer que não tinha porta nenhuma. Sakura chorando abraça Terency.
- O meu Deus. O que vamos fazer Terency?
- Fica calma Sakura.
Mas a calma parecia algo impossivel, ainda mais quando um grande barulho se ouve e um tremor no chão. Era a nave decolando.
sábado, 14 de maio de 2011
Suzana descobre que vai ser escrava em Aiticidup
Suzana abre os olhos. Ela olhava para um teto escuro e cinzento. Seus ouvidos doiam e ela sentia falta de ar. Ela tenta se levantar, mas alguém a segura. Logo o rosto dele aparece. Era o rapaz que estava do lado de Suzana na hora que nadavam em desespero no meio do oceano.
- Não se mova moça. Você machucou a cabeça. A enfermeira está cuidando.
Suzana sem mexer a cabeça olha para cima. Uma senhora com um sorriso triste limpava a cabeça de Suzana com uma tira de pano. Quando a mulher sobe com a tira de pano com sangue Suzana se assusta e tenta colocar a mão. A enfermeira segura a mão dela e fala:
- Fica calma minha filha. Sangrar assim na cabeça é normal. Só tenta se manter acordada. Conversa com ela rapaz. - Diz ela em inglês. Suzana olha para o rapaz de novo. Ele fala rindo para ela.
- Meu nome é Rennan. E o seu?
- Suzana. - Diz Suzana ainda com o olhar assustado.- O que está acontecendo? Aonde estamos?
- Estamos presos. É isso que está acontecendo. - Diz outra voz nervosa do outro lado da cadeia. Suzana tenta se virar. Mas a enfermeira a segura de novo. Mas ela dá conta de ver que tinha quase umas trinta pessoas dentro de um tipo de cela escura.
- Ainda não sabemos o que aconteceu. - Diz Rennan tirando o sorriso calmo do rosto monstrando que ficou ofendido com o outro homem. - Apareceu apenas um homem de roupa branca.
- Seram terroristas? - Pergunta Suzana assustadas.
- Não pareciam israelitas. - Diz a enfermeira amarrando outra faixa na cabeça de Suzana.
- Mas não são só israelitas que fazem terrorismo. - Diz outra voz de mulher do lado da enfermeira.
- Russos? - Pergunta Suzana se levantando com ajuda da enfermeira.- Muito obrigada senhora. Nem sei como agradecer.
- Me ajudando com os outros feridos Suzana. Meu nome é Solina.
Suzana ia levantando para ajudar outras pessoas que estavam machucadas e feridas no chão. Quando de repente aparece novamente o homem de terno branco e óculos de grau grande quase tapando todo o rosto.
- Todos vocês que não se machucaram venham por aqui.
Suzana assustada não sabia que ia ou não. Todos saíram da cela e seguiram os outros dois homens que estavam armados com armas pesadas. Os ouvidos de Suzana continuavam a doer. Quando não tinham mais ninguém só gente ferida no chão. O homem de jaleco branco e óculos grandes no rosto fala:
- Você também moça.
Ele a agarra pelo braço e a leva, subindo uma escada e entrando num corredor branco. E entra numa sala onde todos começavam a ser algemados na parede branquinha. O homem de jaleco branco entra na sala também e fala sério.
- Bom dia seres humanos. - Suzana segura o folêgo. Um frio passa em sua espinha enquanto era algemada a parede. Aquele mirradinho rapaz agora parecia mais assustador que qualquer homens de armas. - Eu sou Epistímonas Exogíini Trelós, e sou agora o donos de vocês.
Todos começam a gritar e a falar nervosos. Epistímonas espera todos se acalmarem com um sorriso calmo no rosto que era de assustar. - Vim do planeta Aiticidup. Descobrimos seu planeta ixolado da população universal e tivemos o direito de ataca-los e fazer da sua população escravos. Enquanto estamos conversando aqui vários terraqueos estão sendo mortos, ou como vocês sendo aprisionados. E daqui a algumas horas todos seram levados para ao nosso planeta e trabalham para nós eternamente.
- Vocês não podem fazer isso! Nos temos família aqui! Nos temos direitos! - Diz o mesmo homem que tinha falado daquela outra vez.
- Errado. Vocês tinham direitos aqui no seu planeta. No universo vocês não tem direitos nenhum. Seus chefes mundiais resolveram fingir que agente não existia do que tentar batalhar contra agente. Vocês foram vendidos e agora são todos escravos do planeta Aiticidup.
- Quer dizer que os lideres mundiais sabiam que vocês existiam? - Pergunta Rennan com calma.
- Alguns resolveram ignorar. Outros negociaram com agente. Mas o importante é que vocês vão para Aiticidup e serão vendidos como escravos para as famílias da alta. Não se preocupem. Não seram tão maltratados assim, se tiverem sorte.
O cientista sai abrindo a porta. e todos vêem os feridos sendo carregados como trouxas velhas. Suzana vira o rosto assustada e chorando. Rennan que estava do seu lado fala com um sorriso.
- Tenha calma Suzana. Agente vai sair dessa.
- Não se mova moça. Você machucou a cabeça. A enfermeira está cuidando.
Suzana sem mexer a cabeça olha para cima. Uma senhora com um sorriso triste limpava a cabeça de Suzana com uma tira de pano. Quando a mulher sobe com a tira de pano com sangue Suzana se assusta e tenta colocar a mão. A enfermeira segura a mão dela e fala:
- Fica calma minha filha. Sangrar assim na cabeça é normal. Só tenta se manter acordada. Conversa com ela rapaz. - Diz ela em inglês. Suzana olha para o rapaz de novo. Ele fala rindo para ela.
- Meu nome é Rennan. E o seu?
- Suzana. - Diz Suzana ainda com o olhar assustado.- O que está acontecendo? Aonde estamos?
- Estamos presos. É isso que está acontecendo. - Diz outra voz nervosa do outro lado da cadeia. Suzana tenta se virar. Mas a enfermeira a segura de novo. Mas ela dá conta de ver que tinha quase umas trinta pessoas dentro de um tipo de cela escura.
- Ainda não sabemos o que aconteceu. - Diz Rennan tirando o sorriso calmo do rosto monstrando que ficou ofendido com o outro homem. - Apareceu apenas um homem de roupa branca.
- Seram terroristas? - Pergunta Suzana assustadas.
- Não pareciam israelitas. - Diz a enfermeira amarrando outra faixa na cabeça de Suzana.
- Mas não são só israelitas que fazem terrorismo. - Diz outra voz de mulher do lado da enfermeira.
- Russos? - Pergunta Suzana se levantando com ajuda da enfermeira.- Muito obrigada senhora. Nem sei como agradecer.
- Me ajudando com os outros feridos Suzana. Meu nome é Solina.
Suzana ia levantando para ajudar outras pessoas que estavam machucadas e feridas no chão. Quando de repente aparece novamente o homem de terno branco e óculos de grau grande quase tapando todo o rosto.
- Todos vocês que não se machucaram venham por aqui.
Suzana assustada não sabia que ia ou não. Todos saíram da cela e seguiram os outros dois homens que estavam armados com armas pesadas. Os ouvidos de Suzana continuavam a doer. Quando não tinham mais ninguém só gente ferida no chão. O homem de jaleco branco e óculos grandes no rosto fala:
- Você também moça.
Ele a agarra pelo braço e a leva, subindo uma escada e entrando num corredor branco. E entra numa sala onde todos começavam a ser algemados na parede branquinha. O homem de jaleco branco entra na sala também e fala sério.
- Bom dia seres humanos. - Suzana segura o folêgo. Um frio passa em sua espinha enquanto era algemada a parede. Aquele mirradinho rapaz agora parecia mais assustador que qualquer homens de armas. - Eu sou Epistímonas Exogíini Trelós, e sou agora o donos de vocês.
Todos começam a gritar e a falar nervosos. Epistímonas espera todos se acalmarem com um sorriso calmo no rosto que era de assustar. - Vim do planeta Aiticidup. Descobrimos seu planeta ixolado da população universal e tivemos o direito de ataca-los e fazer da sua população escravos. Enquanto estamos conversando aqui vários terraqueos estão sendo mortos, ou como vocês sendo aprisionados. E daqui a algumas horas todos seram levados para ao nosso planeta e trabalham para nós eternamente.
- Vocês não podem fazer isso! Nos temos família aqui! Nos temos direitos! - Diz o mesmo homem que tinha falado daquela outra vez.
- Errado. Vocês tinham direitos aqui no seu planeta. No universo vocês não tem direitos nenhum. Seus chefes mundiais resolveram fingir que agente não existia do que tentar batalhar contra agente. Vocês foram vendidos e agora são todos escravos do planeta Aiticidup.
- Quer dizer que os lideres mundiais sabiam que vocês existiam? - Pergunta Rennan com calma.
- Alguns resolveram ignorar. Outros negociaram com agente. Mas o importante é que vocês vão para Aiticidup e serão vendidos como escravos para as famílias da alta. Não se preocupem. Não seram tão maltratados assim, se tiverem sorte.
O cientista sai abrindo a porta. e todos vêem os feridos sendo carregados como trouxas velhas. Suzana vira o rosto assustada e chorando. Rennan que estava do seu lado fala com um sorriso.
- Tenha calma Suzana. Agente vai sair dessa.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Cristian é salvo
Joe e Jorge andam pela ruas de Oculam. Que eram desertas quando vêem um bicicleteiro carregando a esposa e a filha se aproximando. Ele estava todo sujo e com cara de nervoso. Ao cruzarem o caminho de Joe e Jorge ele pergunta.
- Rapaz? Porque não está na prefeitura?
- Eu é que não fico lá. Atacaram o hospital de Oculam porque tinham muita gente amontoada. Eu vou é pro centro rural de Oculam. - Diz ele sem parar a bicicleta. Joe olha para Jorge estranhando.
- Temos que voltar logo para a prefeitura Jorge.
- A casa da Luisa é aqui. Vamos pega-lo e leva-los para lá. A Cristiny sabendo que vamos voltar para lá não vai sair da prefeitura. E não vai largar a Cecilia por nada nesse mundo.
Jorge entra pelo portãozinho que não dava um metro de altura, pelo muro baixo e um belo jardim cercando uma estradinha para a pequena cazinha de dois andares porem estreita. Joe vê o quintal e a casa não tinham praticamente nenhum estrago pelos meteoros. Jorge para diante a porta e bate.
- Cristian? Você está ai? Luisa?
- Eles devem estar... - Tenta dizer Joe só que Jorge aponta o dedo diante a boca para Joe fazer silencio. Ele ouve um murmurio, como se um grito tivesse sido afogado por uma mão. Jorge sem pensar entra na casa. E dá de cara com um pistola apontada para seu rosto. Dentro da casa, alguns homem vestidos com terno e gravata pretas e coturnos, fazia de refém uma linda garota negra de cabelos lisos e olhos escuros, Cristian, uma senhora de cadeiras de rodas e outra garota um pouco mais jovem que a outra.
- Se você não quiser levar um tiro na sua cabeça é melhor você entrar e ficar quietinho.
Joe que estava atrás de Jorge e atrás da porta só percebe o que aconteceu e percebe que só tinham percebido que Jorge estava lá.
- Feche a porta.
Jorge com cuidado fecha a porta na frente de Joe que ajoelhado se esconde e olha pela janela delicada da casa.
Jorge e levado para junto do filho e da nora a velha e outra garata ameaçados pela arma e ficam no canto da parede.
- O que vocês querem? Quem são vocês?- Pergunta Jorge assustado.
- Pai. Eles não são o que você pensam! - Diz Cristian assustado.
- Fiquem calados!
Joe assustado rodeia a casa pelos fundos ainda ouvindo o barulho de dentro da casa. Um dos homens que apontava a arma para Jorge fala nervoso para outro.
- Pegamos muito pouco. Temos que ter mais tempo.
- O toque de recolher vai ser dado em poucas horas. Não dá tempo.
Jorge ao lado do filho assustado pergunta.
- Quem são eles meu filho.
- São Etes seu Jorge. - Fala Luisa assustado.
Joe ouvindo tudo pelo outra janela agora grudada com os outro pensa com orgulho. Que ele sabia que era isso.
Do outro lado os bandidões fala para dois dos bandidos.
- Vão procurar mais humanos. Eu fico aqui vigiando esses.
Eles saem pela porta. Joe olha surpreso. Era agora a chance de salva-los. Mais como? Não tinha tempo de pensar. Joe pula janela quebrando o vidro. O homem tenta atirar em Joe, mas ele que caiu rolando era impossivel. Jorge, Cristian, Luisa, a menina e a velha de cadeira de rodas se escondem atrás do sofá. Jorge segura a velha e a deixa cair no chão para se proteger melhor dos tiros disparados. Joe caindo no chão em meio aos tiros se levanta e corre para o quarto da menina fechando a porta. E só nessa hora que pensa que bobeira que tinha feito.
- Se você não sair daqui em atiro no seus amigos.
Joe de novo não pensando, chuta a porta de uma vez do quarto e surpreendendo o homem ele pula na cadeira de rodas que roda para cima do cara. Joe pula no chão e a cadeira acerta o extraterrestre fazendo aquela arma dele voar longe. Joe pula no cara que ia para tentar agarrar a arma de novo. Ele com força joga Joe contra a porta de entrada fazendo ele cair no jardim. O homem de preto vira-se para tentar pegar a arma de novo. Mas ela já estava na mão de Jorge mirando na cabeça dele. Mas o homem sem medo pula contra a arma fazendo ele e Jorge rolarem pelo chão lutando pela arma. Joe também pula e agarra o homem por trás que lutava e se debatia. Jorge mira a arma no rapaz que não parava de se debater. Joe segurando os braços dele caido no chão olha para Jorge e fala assustado.
- Atira Jorge!
- Pai atira!
Jorge fecha os olhos e atira bem na cabeça. O corpo do Ete cai desfalecendo no braços de Joe. Joe se levanta esfregando as mãos como se aquilo pudesse limpar o sangue que manchara sua camisa.
- Vamos sair daqui! - Diz a outra menina assustada.
Joe vai para sair pela porta de entrada. Mas vê os dois outros homens de terno e gravata se aproximando. Joe fecha a porta antes deles perceberem o que aconteceu. E olha para eles.
- Por aqui não dá!
- Pelo meu quarto! Rápido!- Diz Luisa apavorada.
Eles entram no quarto dela, cheio de bichinhos de pelúcia. Joe ia carregando a senhora que sua cadeira estava toda quebrada na sala. A menina abre a janela que dava para o fundo do quintal, e que por uma fresta na grade que separava do vizinho dava para passar. Luisa, Cristian e a outra menina atravessam a janela. E Joe fala para Jorge sério.
- Atravessa que eu vou te entregar a senhora.
Mas para a surpresa de todos a velhinha fala:
- Não. Vão sem mim. Eu só vou atrasar vocês.
- Não. De jeito nenhum. A senhora vai com agente.- Diz Joe decidido.
- Não senhor. Vocês vão demorar horas para me atravessar naquela grade. E não vão conseguir a tempo daqueles dois perceberem que estão fugindo. Vão.
Jorge olha para Luisa e a outra menina. Jorge pula a janela e começa a levar as meninas para grade que gritavam.
- Não! Vovó! Não!
Joe olha sério para ela e fala:
- Eu vou voltar para te buscar senhora.
- Você sabe que eles vão me matar. Me prometa que vai cuidar das minhas netas.
- Eu vou.
Joe pula a janela também. Deixando a velhinha escorada na cama. Com dificuldade as meninas pulam a grade, logo depois Cristian pula, e por ultimo Joe e Jorge. A velhinha vê tudo e ouve da sala os dois chegando e gritando.
- Mas que merda foi essa?
- Capitão! Você está me ouvindo.
- Ele está morto seu imbecil.
Logo a velhinha ouve os passos dos homens se aproximando. Ela respirando com dificuldade olha a porta se abrindo. Os dois olham a velhinha de olho estatalado.
- Ela também está morta.
- Acabou de morrer.
- Rapaz? Porque não está na prefeitura?
- Eu é que não fico lá. Atacaram o hospital de Oculam porque tinham muita gente amontoada. Eu vou é pro centro rural de Oculam. - Diz ele sem parar a bicicleta. Joe olha para Jorge estranhando.
- Temos que voltar logo para a prefeitura Jorge.
- A casa da Luisa é aqui. Vamos pega-lo e leva-los para lá. A Cristiny sabendo que vamos voltar para lá não vai sair da prefeitura. E não vai largar a Cecilia por nada nesse mundo.
Jorge entra pelo portãozinho que não dava um metro de altura, pelo muro baixo e um belo jardim cercando uma estradinha para a pequena cazinha de dois andares porem estreita. Joe vê o quintal e a casa não tinham praticamente nenhum estrago pelos meteoros. Jorge para diante a porta e bate.
- Cristian? Você está ai? Luisa?
- Eles devem estar... - Tenta dizer Joe só que Jorge aponta o dedo diante a boca para Joe fazer silencio. Ele ouve um murmurio, como se um grito tivesse sido afogado por uma mão. Jorge sem pensar entra na casa. E dá de cara com um pistola apontada para seu rosto. Dentro da casa, alguns homem vestidos com terno e gravata pretas e coturnos, fazia de refém uma linda garota negra de cabelos lisos e olhos escuros, Cristian, uma senhora de cadeiras de rodas e outra garota um pouco mais jovem que a outra.
- Se você não quiser levar um tiro na sua cabeça é melhor você entrar e ficar quietinho.
Joe que estava atrás de Jorge e atrás da porta só percebe o que aconteceu e percebe que só tinham percebido que Jorge estava lá.
- Feche a porta.
Jorge com cuidado fecha a porta na frente de Joe que ajoelhado se esconde e olha pela janela delicada da casa.
Jorge e levado para junto do filho e da nora a velha e outra garata ameaçados pela arma e ficam no canto da parede.
- O que vocês querem? Quem são vocês?- Pergunta Jorge assustado.
- Pai. Eles não são o que você pensam! - Diz Cristian assustado.
- Fiquem calados!
Joe assustado rodeia a casa pelos fundos ainda ouvindo o barulho de dentro da casa. Um dos homens que apontava a arma para Jorge fala nervoso para outro.
- Pegamos muito pouco. Temos que ter mais tempo.
- O toque de recolher vai ser dado em poucas horas. Não dá tempo.
Jorge ao lado do filho assustado pergunta.
- Quem são eles meu filho.
- São Etes seu Jorge. - Fala Luisa assustado.
Joe ouvindo tudo pelo outra janela agora grudada com os outro pensa com orgulho. Que ele sabia que era isso.
Do outro lado os bandidões fala para dois dos bandidos.
- Vão procurar mais humanos. Eu fico aqui vigiando esses.
Eles saem pela porta. Joe olha surpreso. Era agora a chance de salva-los. Mais como? Não tinha tempo de pensar. Joe pula janela quebrando o vidro. O homem tenta atirar em Joe, mas ele que caiu rolando era impossivel. Jorge, Cristian, Luisa, a menina e a velha de cadeira de rodas se escondem atrás do sofá. Jorge segura a velha e a deixa cair no chão para se proteger melhor dos tiros disparados. Joe caindo no chão em meio aos tiros se levanta e corre para o quarto da menina fechando a porta. E só nessa hora que pensa que bobeira que tinha feito.
- Se você não sair daqui em atiro no seus amigos.
Joe de novo não pensando, chuta a porta de uma vez do quarto e surpreendendo o homem ele pula na cadeira de rodas que roda para cima do cara. Joe pula no chão e a cadeira acerta o extraterrestre fazendo aquela arma dele voar longe. Joe pula no cara que ia para tentar agarrar a arma de novo. Ele com força joga Joe contra a porta de entrada fazendo ele cair no jardim. O homem de preto vira-se para tentar pegar a arma de novo. Mas ela já estava na mão de Jorge mirando na cabeça dele. Mas o homem sem medo pula contra a arma fazendo ele e Jorge rolarem pelo chão lutando pela arma. Joe também pula e agarra o homem por trás que lutava e se debatia. Jorge mira a arma no rapaz que não parava de se debater. Joe segurando os braços dele caido no chão olha para Jorge e fala assustado.
- Atira Jorge!
- Pai atira!
Jorge fecha os olhos e atira bem na cabeça. O corpo do Ete cai desfalecendo no braços de Joe. Joe se levanta esfregando as mãos como se aquilo pudesse limpar o sangue que manchara sua camisa.
- Vamos sair daqui! - Diz a outra menina assustada.
Joe vai para sair pela porta de entrada. Mas vê os dois outros homens de terno e gravata se aproximando. Joe fecha a porta antes deles perceberem o que aconteceu. E olha para eles.
- Por aqui não dá!
- Pelo meu quarto! Rápido!- Diz Luisa apavorada.
Eles entram no quarto dela, cheio de bichinhos de pelúcia. Joe ia carregando a senhora que sua cadeira estava toda quebrada na sala. A menina abre a janela que dava para o fundo do quintal, e que por uma fresta na grade que separava do vizinho dava para passar. Luisa, Cristian e a outra menina atravessam a janela. E Joe fala para Jorge sério.
- Atravessa que eu vou te entregar a senhora.
Mas para a surpresa de todos a velhinha fala:
- Não. Vão sem mim. Eu só vou atrasar vocês.
- Não. De jeito nenhum. A senhora vai com agente.- Diz Joe decidido.
- Não senhor. Vocês vão demorar horas para me atravessar naquela grade. E não vão conseguir a tempo daqueles dois perceberem que estão fugindo. Vão.
Jorge olha para Luisa e a outra menina. Jorge pula a janela e começa a levar as meninas para grade que gritavam.
- Não! Vovó! Não!
Joe olha sério para ela e fala:
- Eu vou voltar para te buscar senhora.
- Você sabe que eles vão me matar. Me prometa que vai cuidar das minhas netas.
- Eu vou.
Joe pula a janela também. Deixando a velhinha escorada na cama. Com dificuldade as meninas pulam a grade, logo depois Cristian pula, e por ultimo Joe e Jorge. A velhinha vê tudo e ouve da sala os dois chegando e gritando.
- Mas que merda foi essa?
- Capitão! Você está me ouvindo.
- Ele está morto seu imbecil.
Logo a velhinha ouve os passos dos homens se aproximando. Ela respirando com dificuldade olha a porta se abrindo. Os dois olham a velhinha de olho estatalado.
- Ela também está morta.
- Acabou de morrer.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Carol e Alceu são capturados
Carol se encaminha para o Central Park. A noite iluminada apenas pela lua cheia, aquela rua enorme e vazia, cheia de buracos. Aquelas grandes e altas árvores, com seus galhos tortos, era de dar medo. Carol não tinha certeza se Danielly e George iriam para aquele lugar daquele jeito. Mas aquele era o único ponto de referencia que ela tinha.
Carol entra no parque, e segue o caminho do parque indo para o belo lago que não parecia nada bonito. Mas o reflexo da lua fazia ele ser o mais perto de luz que ela tinha. Carol entra na grama e se senta do lado do lago. Ela queria apenas ficar do lado da filha. Poderia fazer qualquer coisa para que isso acontecesse. De repente no lago uma movimentação esquisita. Carol se levanta assustada. Era algo flutuando na água. Uma bola? Não. Para seu pavor não era uma bola. Era a cabeça de uma pessoa.
Carol se levanta assustada mas ao se virar vê seu maior pesadelo na sua frente. Alceu a olhava a menos de dois centímetros de seu rosto.
- Sabia que estaria aqui.
Atrás dele estava Alma com seu sorriso antes tão carinhoso.
Alceu agarra o braço de Carol assim que ela tenta correr.
- O ponto de encontro de toda Nova York. Não seria diferente se você e sua filha se separassem.
- Me larga Alceu. Me deixa ir. Fica com o dinheiro, fica com seu luxo. Eu não quero. - Diz ela tentando se soltar.
Alma dá a volta e fica na frente de Carol.
- Você acha que agente é besta Carol. No instante que você conseguir voltar para Oculam vai denunciar agente.
- Mas não se acontecer um acidentizinho com você e sua filhinha. - Diz Alceu falando ao pé de ouvido de Carol. Ela desesperada dá um tapa na cara de Alceu e tenta correr. Alceu a agarra pelo cabelo e a arrasta pela grama para um canto mais escuro. Carol não conseguia enxergar.
- Como vamos matar ela? - Pergunta Alma com aquela voz que era tão doce e falava tantas coisas agradaveis.
- De qualquer jeito. Agente deu parte na policia. Ninguém vai desconfiar da gente.
Ele continuava a arrasta-la e a falar aquelas coisas horriveis enquanto ela só olhava a lua escura. De repente o rosto de Alceu aparece. Aquele rosto que ela pensou que era sua salvação. Seu presente dos céus. Agora a olhava com um sorriso mortal.
- Adeus Carol.
Ele com uma pedra na mão levanta e está pronto para descer no rosto de Carol quando um grito de Alma e folhas balançando. Carol só vê o rosto de Alceu apavorado. Ele sai correndo. Carol se levanta da grama que pinicava suas costas, e com os olhos embassados pelas lágrimas ela tenta enxergar a escuridão. Ela sente uma respiração forte. E de frente a escuridão ela consegue definir grandes olhos vermelhos. Era um grande tigre vermelho. Ele com a boca caindo o sangue que era concerteza de alma simplesmente se afasta. Carol de repente vê o porque. Passos na grama. Ela se vira para trás. Cinco homens. Carol se levanta assustada e vê que eles estavam segurando Alceu.
- Boy helps me. He tried to kill me. "Moço me ajuda. Ele tentou me matar."
- Nós vimos moça. - Diz o homem com uma voz ameaçadora e em português.
Carol dá outro passo para trás. Mas um outro homem a segura.
- O que querem?- Pergunta Carol voltando a chorar.
- Vocês. - Diz o homem que a segurava.
Carol entra no parque, e segue o caminho do parque indo para o belo lago que não parecia nada bonito. Mas o reflexo da lua fazia ele ser o mais perto de luz que ela tinha. Carol entra na grama e se senta do lado do lago. Ela queria apenas ficar do lado da filha. Poderia fazer qualquer coisa para que isso acontecesse. De repente no lago uma movimentação esquisita. Carol se levanta assustada. Era algo flutuando na água. Uma bola? Não. Para seu pavor não era uma bola. Era a cabeça de uma pessoa.
Carol se levanta assustada mas ao se virar vê seu maior pesadelo na sua frente. Alceu a olhava a menos de dois centímetros de seu rosto.
- Sabia que estaria aqui.
Atrás dele estava Alma com seu sorriso antes tão carinhoso.
Alceu agarra o braço de Carol assim que ela tenta correr.
- O ponto de encontro de toda Nova York. Não seria diferente se você e sua filha se separassem.
- Me larga Alceu. Me deixa ir. Fica com o dinheiro, fica com seu luxo. Eu não quero. - Diz ela tentando se soltar.
Alma dá a volta e fica na frente de Carol.
- Você acha que agente é besta Carol. No instante que você conseguir voltar para Oculam vai denunciar agente.
- Mas não se acontecer um acidentizinho com você e sua filhinha. - Diz Alceu falando ao pé de ouvido de Carol. Ela desesperada dá um tapa na cara de Alceu e tenta correr. Alceu a agarra pelo cabelo e a arrasta pela grama para um canto mais escuro. Carol não conseguia enxergar.
- Como vamos matar ela? - Pergunta Alma com aquela voz que era tão doce e falava tantas coisas agradaveis.
- De qualquer jeito. Agente deu parte na policia. Ninguém vai desconfiar da gente.
Ele continuava a arrasta-la e a falar aquelas coisas horriveis enquanto ela só olhava a lua escura. De repente o rosto de Alceu aparece. Aquele rosto que ela pensou que era sua salvação. Seu presente dos céus. Agora a olhava com um sorriso mortal.
- Adeus Carol.
Ele com uma pedra na mão levanta e está pronto para descer no rosto de Carol quando um grito de Alma e folhas balançando. Carol só vê o rosto de Alceu apavorado. Ele sai correndo. Carol se levanta da grama que pinicava suas costas, e com os olhos embassados pelas lágrimas ela tenta enxergar a escuridão. Ela sente uma respiração forte. E de frente a escuridão ela consegue definir grandes olhos vermelhos. Era um grande tigre vermelho. Ele com a boca caindo o sangue que era concerteza de alma simplesmente se afasta. Carol de repente vê o porque. Passos na grama. Ela se vira para trás. Cinco homens. Carol se levanta assustada e vê que eles estavam segurando Alceu.
- Boy helps me. He tried to kill me. "Moço me ajuda. Ele tentou me matar."
- Nós vimos moça. - Diz o homem com uma voz ameaçadora e em português.
Carol dá outro passo para trás. Mas um outro homem a segura.
- O que querem?- Pergunta Carol voltando a chorar.
- Vocês. - Diz o homem que a segurava.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Eduardo descobre o que tinha nos pãezinhos.
Eduardo continua a caminhar pela rua esburacada e carros engarrafados e vazios. A escuridão da noite era clareada apenas pela enquanto ele caminhava com apenas um pensamento na cabeça. Tinha que voltar e pegar seu filho e sua esposa que estavam na outra rua, mesmo eles indo para o mesmo caminho. Os gritos tinham parados, os meteoritos tinham parado de cair, o que o segurava, porque tinha que ir até aquela porcaria de lugar?
- Vamos voltar! - Diz Eduardo cansado e parando de andar de repente.
- Não podemos Eduardo. - Diz Alicinha pegando fôlego para continuar a andar. - É possível que o Jim e os outros já estão nesse tal lugar.
- Eu não aguento saber que estamos longe do meu filho. Preciso estar com ele em meu colo. Protege-lo. - Diz Eduardo nervoso.
Riti com carinho vai até Eduardo e beijando-o fala:
- Nos vamos reencontrar nosso filho Eduardo. Mas temos que continuar.
De repente um grito vindo de um dos prédios destruídos. Eduardo com coragem tira sua arma da cintura e corre até o prédio. Riti e Alicinha vão atrás.
- Espera Eduardo!
Eduardo ouve o choro de uma menina e sobe as escadas do prédio que parecia que tinha mais uns cinco andares mais tinha sido arrancados deixando apenas três. Eduardo segue o choro da menina subindo as escadas iluminados apenas pela lua pelos buracos. Eduardo para diante o corredor aonde vinha o choro e vira-se para Alicinha e Riti que estavam o seguindo o tempo todo.
- Fiquem aqui!
Eduardo caminha até a primeira porta dos apartamentos. Não era ali. O choro continuava. Eduardo com a arma apontada para a porta de onde vinha o choro se prepara para arrebentar a porta. Ele olha para Alicinha e Riti que assustadas olhavam para ele. Eduardo arrebenta a porta com uma pesada e aponta a arma para a unica coisa que ele via. Uma menininha chorando sentada no chão, com o rosto escondida no joelho chorando dentro da cozinha que era ligada a sala. Eduardo se aproxima da menina.
- Menina? Você está bem?
Eduardo vai até ela e se abaixa e ajoelha e segura o braço dela.
- Aonde está seus pais?
A menina levanta a cabeça olhando com terror para o teto atrás de Eduardo. Eduardo se vira para ver duas pessoas que em vez de pernas e braços tinham ossos em forma de patas de aranhas que estavam agarradas ao teto. A cabeça que só se podia ver a mandíbula destroncada caída sobre o cabelo enorme e sujo. Ele abre aquela boca enorme e deixando cair uma língua descomunal. Eles pulam contra Eduardo. Eduardo só dá tempo de se jogar contra a menina rolando para trás do balcão da cozinha que ficava no meio separando a sala da cozinha. O bicho que voou contra Eduardo cai sobre a geladeira. Eduardo tira a arma de novo da cintura e atira contra o primeiro. Ele apenas se desequilibra com os tiros. Mas se levanta. O outro pula em cima do balcão. Eduardo decide correr. Mas só dá tempo da menina correr pela porta de saída. Eduardo é agarrado pelas aquelas patas nojentas e tacado contra a parede da cozinha.
A meninha corre para Alicinha e Riti que vê com pavor um dos monstros correndo atrás da menininha vindo do apartamento.
- Que merda é essa?
As três correm pelo corredor.
Eduardo se levanta com as costas doendo e vê o mostro com aquela lingua enorme se aproximando. Ele olha a arma bem longe debaixo do sofá. O monstro como se fosse um tigre preparando para dar o bote caminha de lado olhando firme para Eduardo. O que ele poderia fazer.
Alicinha, Riti e a pobre menininha não tendo mais corredor para correr. Decidem entrar na única porta que tinham. Mas ao entrar elas se deparam com uma terrivel surpresa. Tinham entrado num ármario de vassouras que não passava de dois metros de angulo e largura. E antes que elas pudessem abrir a porta de novo. O mostro enfia suas patas pela porta atravessando, fazendo um buraco enorme. Ela tenta enfiar a boca pela porta, mas apenas sua lingua passa. Alicinha e Riti seguram a porta com nojo daquela lingua enorme.
Eduardo acuado pelo monstro olha novamente em volta. E vê apenas uma saida. Eduardo com cuidado estica sua mão e agarra a cortina da janela de vidro. Tinha duas grandes janelas uma iluminando a sala e outra a cozinha. Era da cozinha que ele segura a cortina. E quando o monstro vai para pular nele. Eduardo pula para trás para fora da janela e com impulso se joga pela outra janela entrando novamente no apartamento, dentro da sala e rolando consegue pegar sua arma e dando mais três tiros no monstro fazendo ele cair.
Eduardo recarrega a arma enquanto sai correndo para socorrer as três que gritavam. Eduardo vê com terror o monstro com a cara presa dentro da porta arrancada e Riti em cima da porta. O monstro jogava a porta para um lado e outro tentando se livrar e Riti segurando firme pela maçaneta da porta.
Eduardo retoma a coragem e dá dois tiros em cada pé do monstro. Ele cai no chão. Riti cai no chão rolando do outro lado da parede. O monstro olha para Eduardo mais volta contra Riti, a prendendo contra a parede tendo como proteção apenas a porta presa na cabeça quase quebrando. Riti gritava e Eduardo corre até o monstro e tenta atirar novamente mais a arma trava. Eduardo sem nem pensar tira uma faca de dentro do cinto e pula nas costas do monstro enfiando a faca na cabeça do monstro. O monstro tenta lutar se jogando contra a parede. Mas Eduardo com força segura firme pelo pescoço dele e enfia mais uma vez a faca na cabeça do monstro e de novo e de novo. Até que o monstro cai no chão.
Eduardo recuperando o fôlego olha para Riti que se levanta assustada do chão. Alicinha sai do armário de vassoura abraçada a menina.
- Vocês estão bem? - Pergunta Eduardo voltando a faca dentro do cinto e abraçando Riti. Eduardo olha para a menina e fala:
- Garotinha qual é o seu nome?
- Dilan. Porque meus pais viraram isso?
- Seus pais viraram isso? - Pergunta Alicinha assustada.
- Foi.
Eduardo olha para os monstro mais uma vez. E caminha até o apartamento de novo. E lá na frente estava um monte de pães no chão, alguns esmagados e outros molhados com o sangue do monstro. No meio dos miolos de pão o produto. Eduardo vira-se para a porta aonde a menina, Riti e Alicinha olhavam apavorados.
- O produto que o Fausto usava na padaria não era só para marcar as pessoas. Elas fazem todos que comeram pães com Fausto vão virar esses monstros.
- Ainda bem que a Yomiko abriu a padaria dela né? - Fala Riti assustada.
- Vamos voltar! - Diz Eduardo cansado e parando de andar de repente.
- Não podemos Eduardo. - Diz Alicinha pegando fôlego para continuar a andar. - É possível que o Jim e os outros já estão nesse tal lugar.
- Eu não aguento saber que estamos longe do meu filho. Preciso estar com ele em meu colo. Protege-lo. - Diz Eduardo nervoso.
Riti com carinho vai até Eduardo e beijando-o fala:
- Nos vamos reencontrar nosso filho Eduardo. Mas temos que continuar.
De repente um grito vindo de um dos prédios destruídos. Eduardo com coragem tira sua arma da cintura e corre até o prédio. Riti e Alicinha vão atrás.
- Espera Eduardo!
Eduardo ouve o choro de uma menina e sobe as escadas do prédio que parecia que tinha mais uns cinco andares mais tinha sido arrancados deixando apenas três. Eduardo segue o choro da menina subindo as escadas iluminados apenas pela lua pelos buracos. Eduardo para diante o corredor aonde vinha o choro e vira-se para Alicinha e Riti que estavam o seguindo o tempo todo.
- Fiquem aqui!
Eduardo caminha até a primeira porta dos apartamentos. Não era ali. O choro continuava. Eduardo com a arma apontada para a porta de onde vinha o choro se prepara para arrebentar a porta. Ele olha para Alicinha e Riti que assustadas olhavam para ele. Eduardo arrebenta a porta com uma pesada e aponta a arma para a unica coisa que ele via. Uma menininha chorando sentada no chão, com o rosto escondida no joelho chorando dentro da cozinha que era ligada a sala. Eduardo se aproxima da menina.
- Menina? Você está bem?
Eduardo vai até ela e se abaixa e ajoelha e segura o braço dela.
- Aonde está seus pais?
A menina levanta a cabeça olhando com terror para o teto atrás de Eduardo. Eduardo se vira para ver duas pessoas que em vez de pernas e braços tinham ossos em forma de patas de aranhas que estavam agarradas ao teto. A cabeça que só se podia ver a mandíbula destroncada caída sobre o cabelo enorme e sujo. Ele abre aquela boca enorme e deixando cair uma língua descomunal. Eles pulam contra Eduardo. Eduardo só dá tempo de se jogar contra a menina rolando para trás do balcão da cozinha que ficava no meio separando a sala da cozinha. O bicho que voou contra Eduardo cai sobre a geladeira. Eduardo tira a arma de novo da cintura e atira contra o primeiro. Ele apenas se desequilibra com os tiros. Mas se levanta. O outro pula em cima do balcão. Eduardo decide correr. Mas só dá tempo da menina correr pela porta de saída. Eduardo é agarrado pelas aquelas patas nojentas e tacado contra a parede da cozinha.
A meninha corre para Alicinha e Riti que vê com pavor um dos monstros correndo atrás da menininha vindo do apartamento.
- Que merda é essa?
As três correm pelo corredor.
Eduardo se levanta com as costas doendo e vê o mostro com aquela lingua enorme se aproximando. Ele olha a arma bem longe debaixo do sofá. O monstro como se fosse um tigre preparando para dar o bote caminha de lado olhando firme para Eduardo. O que ele poderia fazer.
Alicinha, Riti e a pobre menininha não tendo mais corredor para correr. Decidem entrar na única porta que tinham. Mas ao entrar elas se deparam com uma terrivel surpresa. Tinham entrado num ármario de vassouras que não passava de dois metros de angulo e largura. E antes que elas pudessem abrir a porta de novo. O mostro enfia suas patas pela porta atravessando, fazendo um buraco enorme. Ela tenta enfiar a boca pela porta, mas apenas sua lingua passa. Alicinha e Riti seguram a porta com nojo daquela lingua enorme.
Eduardo acuado pelo monstro olha novamente em volta. E vê apenas uma saida. Eduardo com cuidado estica sua mão e agarra a cortina da janela de vidro. Tinha duas grandes janelas uma iluminando a sala e outra a cozinha. Era da cozinha que ele segura a cortina. E quando o monstro vai para pular nele. Eduardo pula para trás para fora da janela e com impulso se joga pela outra janela entrando novamente no apartamento, dentro da sala e rolando consegue pegar sua arma e dando mais três tiros no monstro fazendo ele cair.
Eduardo recarrega a arma enquanto sai correndo para socorrer as três que gritavam. Eduardo vê com terror o monstro com a cara presa dentro da porta arrancada e Riti em cima da porta. O monstro jogava a porta para um lado e outro tentando se livrar e Riti segurando firme pela maçaneta da porta.
Eduardo retoma a coragem e dá dois tiros em cada pé do monstro. Ele cai no chão. Riti cai no chão rolando do outro lado da parede. O monstro olha para Eduardo mais volta contra Riti, a prendendo contra a parede tendo como proteção apenas a porta presa na cabeça quase quebrando. Riti gritava e Eduardo corre até o monstro e tenta atirar novamente mais a arma trava. Eduardo sem nem pensar tira uma faca de dentro do cinto e pula nas costas do monstro enfiando a faca na cabeça do monstro. O monstro tenta lutar se jogando contra a parede. Mas Eduardo com força segura firme pelo pescoço dele e enfia mais uma vez a faca na cabeça do monstro e de novo e de novo. Até que o monstro cai no chão.
Eduardo recuperando o fôlego olha para Riti que se levanta assustada do chão. Alicinha sai do armário de vassoura abraçada a menina.
- Vocês estão bem? - Pergunta Eduardo voltando a faca dentro do cinto e abraçando Riti. Eduardo olha para a menina e fala:
- Garotinha qual é o seu nome?
- Dilan. Porque meus pais viraram isso?
- Seus pais viraram isso? - Pergunta Alicinha assustada.
- Foi.
Eduardo olha para os monstro mais uma vez. E caminha até o apartamento de novo. E lá na frente estava um monte de pães no chão, alguns esmagados e outros molhados com o sangue do monstro. No meio dos miolos de pão o produto. Eduardo vira-se para a porta aonde a menina, Riti e Alicinha olhavam apavorados.
- O produto que o Fausto usava na padaria não era só para marcar as pessoas. Elas fazem todos que comeram pães com Fausto vão virar esses monstros.
- Ainda bem que a Yomiko abriu a padaria dela né? - Fala Riti assustada.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A idéia de como voltar para Oculam
Suzam - Mas Suzi caiu porque todo mundo está sem energia e as baterias todas também pararam. O mundo está sendo atacado por ETs. Eu fui sequestrada por eles. Consegui fugir. Com o planos deles de ataque a Terra nas mãos. E se quisermos salvar a mamãe e os outros é bom agente voltar para Oculam rápido!
Suzam - Algo me dizia que isso poderia acontecer. Mas a vontade de ter um pai era maior.
Saw - Mas gente, voltando a nossa situação. A mocinha tem uma idéia de como voltamos a Oculam com todo o mundo sem energia? Agente está na Tailândia. Só pra lembrar.
Suzi olha firmimente e com coragem para a nave dos Etes, iluminada pela lua surgindo em meio a floresta.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Suzam reaparece
Suzi, Saw, Walter, Sansão e Bruno continuavam a caminhar pelo pântano. Sansão nervoso fala:
- Não estou aguentando mais. Meus pés estão me matando.
Suzi caminhando ao lado de Saw na frente fala:
- Não podemos parar. Se parar corremos o risco daqueles alienígenas nos pegar novamente.
- Suzi, acho que eles estão certo. Vamos esperar essa noite passar. - Diz Saw se sentando num tronco de árvore. - A primeira regra de fazer trilha na floresta é nunca andar a noite.
Bruno concorda.
- Vamos fazer uma fogueira e dormir um pouco.
- Não vamos precisar gente. Acho que chegamos a aldeia. - Era Walter falando olhando atrás de uma moita.
Logo todos correm para ver. As casas estavam incendiadas e vários corpos residiam no chão. A fumaça do fogo ainda aparecia em meio as cinzas e a água da fina chuva transformou tudo em um barro preto misturado com sangue. Todos andam embasbacados pela aldeia.
- Vamos embora daqui gente. - Diz Sansão assustado. - Isso aqui não está legal.
- Vamos pelo menos procurar alguma comida. A horas que não comemos ou se quer bebemos água.
Suzi entra numa das cabanas acompanhado de Walter e Saw. Enquanto Suzi procurava alguma comida numa das poucas barracas inteiras Walter pergunta a Saw.
- Essa é a aldeia aonde estava Suzam?
- Eu não posso te dizer nada. Eu não conhecia merda nenhuma. Eu vim pra essa droga de lugar com os dados do meu computador.
Bruno que escultava tudo se aproxima.
- Mas não é possível mulher. Você não sabe nada e nos trouxe pra esse fim de mundo?
- Se você solbesse pilotar um avião não teriamos caído aqui. Meu computador ainda estaria inteiro. E numa hora dessas já estáriamos voltando pra casa. - Responde Saw nervosa.
- Olha aqui você menina... - Diz Bruno indo para apontar o dedo pra Saw. Mas De repente um corpo cai de cabeça pra baixo caindo de boca no dedo de Bruno. Bruno grita em desespero vendo o corpo mordendo no dedo dele e se levantando aos poucos mesmo com o aspecto cadaverico.
Walter sem pensar pega uma madeira velha e bate contra a cabeça do zumbi. Ele não sente nada, apenas larga o dedo de Bruno que cai no chão com o dedo pela metade. O zumbi vira-se para Walter. O mostro vai para pular em Walter. Suzi dá uma voadeira no mostro fazendo ele cair no meio da estrada da aldeia. Sansão que até aquela hora não estava vendo nada leva um susto.
- Que merda é essa!
De repente todos os corpos do vilarejo começa a se levantar. Suzi nervosa fala:
- Rápido! Entrem na cabana!
Os zumbis começam a se aproximar da cabana cabaleando. Bruno e Saw entram na cabana. Sansão que estava longe tenta correr mais dois zumbis correm e pulam no pescoço dele.Os outros pulam e o cercam até não poder mais ver o pobre rapaz.
- Meu Deus! Sansão!
Suzi e Walter sem pensar duas vezes fecham a porta. Para ele não tinha salvação.
- Que droga é essa? Etes! Zumbis! - Fala tremendo de medo Bruno.
De repente os zumbis começam a tentar entrar na cabana. Pelas frestas podres da parede de madeira era questão de tempo daquela cabana ir ao chão.
- O que vamos fazer? - Pergunta Saw assustada.
Suzi e Walter já tinha pensado.
O telhado de folha de palmeira poderia ser facilmente removido. Suzi arrasta a mesa e logo Walter sobe e afasta as folhas até ter uma brecha.
- Vem Saw! Você primeiro!
Enquanto Saw subia. Suzi com outra madeira quebrada tentava bater contra braços e mãos de zumbis que já entravam pelas frestas das paredes.
Saw sobe no telhado com medo vendo todos os monstros embaixo cercando a cabana. Logo Bruno vai para cima chorando com o dedo arrancado.
- Suzi! Vem!
Suzi com ajuda de Walter sobe. Suzi logo estica o braço e para Walter pegar. Mas de repente a cabana se quebra e todos vão ao chão junto do telhado e ficando em meio ao monte de zumbi, cercado e prontos para a morte certa. Mas de repente um risco e um estouro. Fogos de artificil ao longe se ouvem chamando a atenção dos zumbis. E do lugar de onde viam, em cima de uma árvore uma mulher loira com um fosforo a mão. Os zumbis abobalhados se aproximam da mulher.
- Ei! Venham seus zumbis idiotas!
E quando todos cercam a árvore aonde a mulher está ela deixa cair uma bola verde. Não era uma bola verde. Era uma dinamite que se estoura. Alguns tentam correr. A mulher cai ao chão em pé como uma gata e tira das costas duas adagas. Os zumbis que conseguiam se locomover voltam a se aproximar dela. Ela com agilidade começa a decepar a cabeça de todos sem que um a ferisse. Suzi olha tudo e só consegue reconhecer a mulher quando o ultimo zumbi cai ao chão.
- Suzam!
- Não estou aguentando mais. Meus pés estão me matando.
Suzi caminhando ao lado de Saw na frente fala:
- Não podemos parar. Se parar corremos o risco daqueles alienígenas nos pegar novamente.
- Suzi, acho que eles estão certo. Vamos esperar essa noite passar. - Diz Saw se sentando num tronco de árvore. - A primeira regra de fazer trilha na floresta é nunca andar a noite.
Bruno concorda.
- Vamos fazer uma fogueira e dormir um pouco.
- Não vamos precisar gente. Acho que chegamos a aldeia. - Era Walter falando olhando atrás de uma moita.
Logo todos correm para ver. As casas estavam incendiadas e vários corpos residiam no chão. A fumaça do fogo ainda aparecia em meio as cinzas e a água da fina chuva transformou tudo em um barro preto misturado com sangue. Todos andam embasbacados pela aldeia.
- Vamos embora daqui gente. - Diz Sansão assustado. - Isso aqui não está legal.
- Vamos pelo menos procurar alguma comida. A horas que não comemos ou se quer bebemos água.
Suzi entra numa das cabanas acompanhado de Walter e Saw. Enquanto Suzi procurava alguma comida numa das poucas barracas inteiras Walter pergunta a Saw.
- Essa é a aldeia aonde estava Suzam?
- Eu não posso te dizer nada. Eu não conhecia merda nenhuma. Eu vim pra essa droga de lugar com os dados do meu computador.
Bruno que escultava tudo se aproxima.
- Mas não é possível mulher. Você não sabe nada e nos trouxe pra esse fim de mundo?
- Se você solbesse pilotar um avião não teriamos caído aqui. Meu computador ainda estaria inteiro. E numa hora dessas já estáriamos voltando pra casa. - Responde Saw nervosa.
- Olha aqui você menina... - Diz Bruno indo para apontar o dedo pra Saw. Mas De repente um corpo cai de cabeça pra baixo caindo de boca no dedo de Bruno. Bruno grita em desespero vendo o corpo mordendo no dedo dele e se levantando aos poucos mesmo com o aspecto cadaverico.
Walter sem pensar pega uma madeira velha e bate contra a cabeça do zumbi. Ele não sente nada, apenas larga o dedo de Bruno que cai no chão com o dedo pela metade. O zumbi vira-se para Walter. O mostro vai para pular em Walter. Suzi dá uma voadeira no mostro fazendo ele cair no meio da estrada da aldeia. Sansão que até aquela hora não estava vendo nada leva um susto.
- Que merda é essa!
De repente todos os corpos do vilarejo começa a se levantar. Suzi nervosa fala:
- Rápido! Entrem na cabana!
Os zumbis começam a se aproximar da cabana cabaleando. Bruno e Saw entram na cabana. Sansão que estava longe tenta correr mais dois zumbis correm e pulam no pescoço dele.Os outros pulam e o cercam até não poder mais ver o pobre rapaz.
- Meu Deus! Sansão!
Suzi e Walter sem pensar duas vezes fecham a porta. Para ele não tinha salvação.
- Que droga é essa? Etes! Zumbis! - Fala tremendo de medo Bruno.
De repente os zumbis começam a tentar entrar na cabana. Pelas frestas podres da parede de madeira era questão de tempo daquela cabana ir ao chão.
- O que vamos fazer? - Pergunta Saw assustada.
Suzi e Walter já tinha pensado.
O telhado de folha de palmeira poderia ser facilmente removido. Suzi arrasta a mesa e logo Walter sobe e afasta as folhas até ter uma brecha.
- Vem Saw! Você primeiro!
Enquanto Saw subia. Suzi com outra madeira quebrada tentava bater contra braços e mãos de zumbis que já entravam pelas frestas das paredes.
Saw sobe no telhado com medo vendo todos os monstros embaixo cercando a cabana. Logo Bruno vai para cima chorando com o dedo arrancado.
- Suzi! Vem!
Suzi com ajuda de Walter sobe. Suzi logo estica o braço e para Walter pegar. Mas de repente a cabana se quebra e todos vão ao chão junto do telhado e ficando em meio ao monte de zumbi, cercado e prontos para a morte certa. Mas de repente um risco e um estouro. Fogos de artificil ao longe se ouvem chamando a atenção dos zumbis. E do lugar de onde viam, em cima de uma árvore uma mulher loira com um fosforo a mão. Os zumbis abobalhados se aproximam da mulher.
- Ei! Venham seus zumbis idiotas!
E quando todos cercam a árvore aonde a mulher está ela deixa cair uma bola verde. Não era uma bola verde. Era uma dinamite que se estoura. Alguns tentam correr. A mulher cai ao chão em pé como uma gata e tira das costas duas adagas. Os zumbis que conseguiam se locomover voltam a se aproximar dela. Ela com agilidade começa a decepar a cabeça de todos sem que um a ferisse. Suzi olha tudo e só consegue reconhecer a mulher quando o ultimo zumbi cai ao chão.
- Suzam!
Mais sequestros.
Priscila, Mariana, Ray e Rafael saiam pela rua cheia de buracos e com carros vazios num engarrafamento eterno carregando Grazzi que com estava sentindo as dores do parto. A lua e velas apenas iluminava o caminho. Os suspiros do grupo e os gritos de dor de Grazzi era a unica coisa que se ouvia.
Até que num certo momento eles decidem parar. Não ia dar tempo de chegar ao hospital.
- Chega! Para! Eu não do conta!
Rafael apertando a mão da esposa olha para Mariana com desespero.
- Vai pedir ajuda Mariana! Por favor!
Mariana olha para aquela cena. A vida do filho de seu grande amor com outra mulher estava em suas mãos agora. Mariana sai em desespero não iria pensar duas vezes. Ela corre em meio as ruas vazias e prédios destruidos gritando:
- Ei! Alguém me ajude! A moça vai ter um bebê! Tem alguém ai!
Priscila com coragem coloca Grazzi deitada com as pernas abertas enquanto Ray e Rafael seguravam a mão da moça.
- Não vai dar tempo. Grazzi! Vamos lá. Você vai ter que ser forte.
- Eu não vou conseguir!
- Vai sim! Faz força Grazzi. Deixa esse bebê sair!
Grazzi começa a fazer força.
Mariana em desespero percebe que não tinha ninguém. Ela se recosta na mureta de um prédio que estava quase caindo. E grita mais uma vez:
- Alguém. Por favor. - Diz ela quase baixinho.
De repente sons de passos. De um salto. E uma voz feminina se ouve.
- Algum problema moça?
Mariana se vira. Uma linda mulher de cabelos longos e ruivos e com uma calça de couro bem colada junto a bota preta aparece em meio aos escombros do prédio. Mariana vê ela como sua unica esperança.
- Você precisa me ajudar. Uma mulher está tendo um bebê.
- Um bebê? De verdade? - Diz ela mais surpresa e feliz do que deveria.
- É vem! - Diz Mariana pega a mulher pela mão e vai para correr quando ela se solta e vai para pegar algo em seu bolso.
-Espera, eu tenho que avisar meus parceiros. Eles vão ajudar.
Enquanto isso Priscila tinha mais dificuldade do que pensou que iria ter. Por mais força que Grazzi parecia fazer se quer saia a cabeça do bebê.
- Filha! O que é que está acontecendo ai? - Pergunta Ray desesperado.
- Priscila faça alguma coisa! - Diz Rafael super nervoso.
De repente para o desespero deles Grazzi desmaia.
- O meu Deus! - Grita Priscila em desespero.
De repente Mariana ao lado de uns quatro homens aparece junto de uma linda mulher. O homem chega e pega Grazzi pelo colo. Rafael tenta impedir. Ele é agarrado por um dos caras que o seguram e dão um soco em seu estômago. Mariana assustada tenta impedir. Mas é segurada pela mulher.
- Rafael!
Priscila e Ray também são presos e são levados pelo caminho que Mariana tinha acabado de fazer. Ela gritava em desespero enquanto é levada para dentro do prédio quase caindo seguindo pelo homem que carregava Grazzi, e seguidos por Rafael, Ray e Priscila. Mariana em desespero nem percebia que a mulher que a carregava pela aparência mal podia carregar uma criança se debatendo quem dizia ela.
Eles ao chegar dentro do prédio são jogados no meio da recepção completamente quebrada. A mulher ruiva vira-se para um dos cincos homens falando.
- Agente já pegou o que quer. Vamos embora Robson.
- Só com esses Elizandra? - Pergunta o homem.
- Eu quero o bebê. - Ela vira-se para o outro homem que carregava Grazzi. E fala nervosa. - Leve ela para a outra sala.
O homem leva Grazzi para o elevador mesmo Rafael se levantando e tentando impedir. Um só dos homens segura Rafael e o joga ao chão.
Elizandra vira-se para Robson e fala:
- Vamos partir agora!
Robson aperta algo na parede e de repente o prédio todo destruído se transforma em placas de ferros firmes.
Priscila olha assustada para tudo. Era uma nave. Eles estavam sendo sequestrados por ETEs.
Até que num certo momento eles decidem parar. Não ia dar tempo de chegar ao hospital.
- Chega! Para! Eu não do conta!
Rafael apertando a mão da esposa olha para Mariana com desespero.
- Vai pedir ajuda Mariana! Por favor!
Mariana olha para aquela cena. A vida do filho de seu grande amor com outra mulher estava em suas mãos agora. Mariana sai em desespero não iria pensar duas vezes. Ela corre em meio as ruas vazias e prédios destruidos gritando:
- Ei! Alguém me ajude! A moça vai ter um bebê! Tem alguém ai!
Priscila com coragem coloca Grazzi deitada com as pernas abertas enquanto Ray e Rafael seguravam a mão da moça.
- Não vai dar tempo. Grazzi! Vamos lá. Você vai ter que ser forte.
- Eu não vou conseguir!
- Vai sim! Faz força Grazzi. Deixa esse bebê sair!
Grazzi começa a fazer força.
Mariana em desespero percebe que não tinha ninguém. Ela se recosta na mureta de um prédio que estava quase caindo. E grita mais uma vez:
- Alguém. Por favor. - Diz ela quase baixinho.
De repente sons de passos. De um salto. E uma voz feminina se ouve.
- Algum problema moça?
Mariana se vira. Uma linda mulher de cabelos longos e ruivos e com uma calça de couro bem colada junto a bota preta aparece em meio aos escombros do prédio. Mariana vê ela como sua unica esperança.
- Você precisa me ajudar. Uma mulher está tendo um bebê.
- Um bebê? De verdade? - Diz ela mais surpresa e feliz do que deveria.
- É vem! - Diz Mariana pega a mulher pela mão e vai para correr quando ela se solta e vai para pegar algo em seu bolso.
-Espera, eu tenho que avisar meus parceiros. Eles vão ajudar.
Enquanto isso Priscila tinha mais dificuldade do que pensou que iria ter. Por mais força que Grazzi parecia fazer se quer saia a cabeça do bebê.
- Filha! O que é que está acontecendo ai? - Pergunta Ray desesperado.
- Priscila faça alguma coisa! - Diz Rafael super nervoso.
De repente para o desespero deles Grazzi desmaia.
- O meu Deus! - Grita Priscila em desespero.
De repente Mariana ao lado de uns quatro homens aparece junto de uma linda mulher. O homem chega e pega Grazzi pelo colo. Rafael tenta impedir. Ele é agarrado por um dos caras que o seguram e dão um soco em seu estômago. Mariana assustada tenta impedir. Mas é segurada pela mulher.
- Rafael!
Priscila e Ray também são presos e são levados pelo caminho que Mariana tinha acabado de fazer. Ela gritava em desespero enquanto é levada para dentro do prédio quase caindo seguindo pelo homem que carregava Grazzi, e seguidos por Rafael, Ray e Priscila. Mariana em desespero nem percebia que a mulher que a carregava pela aparência mal podia carregar uma criança se debatendo quem dizia ela.
Eles ao chegar dentro do prédio são jogados no meio da recepção completamente quebrada. A mulher ruiva vira-se para um dos cincos homens falando.
- Agente já pegou o que quer. Vamos embora Robson.
- Só com esses Elizandra? - Pergunta o homem.
- Eu quero o bebê. - Ela vira-se para o outro homem que carregava Grazzi. E fala nervosa. - Leve ela para a outra sala.
O homem leva Grazzi para o elevador mesmo Rafael se levantando e tentando impedir. Um só dos homens segura Rafael e o joga ao chão.
Elizandra vira-se para Robson e fala:
- Vamos partir agora!
Robson aperta algo na parede e de repente o prédio todo destruído se transforma em placas de ferros firmes.
Priscila olha assustada para tudo. Era uma nave. Eles estavam sendo sequestrados por ETEs.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Enquanto isso na Prefeitura
Cristiny estava abraçada a Cecilia que estava no seu colo sentadas num dos sofás da sala da prefeitura. Milhares de pessoas estavam ali esperando notícias e também por não abrigo ou passar aquela interminável noite. Margarety dormia no chão. Só que Cristiny não conseguia dormir, muito menos Cecilia que estava com fome. Mas ela estava a muito tempo parada os olhinhos da menina já se fechavam. Em meio a multidão Cristiny vê Renato. Ela vai para levantar para falar com ele. Mas aparece uma linda mulher do lado dele, junto de uma menina de doze anos e outros de uns dezoito. Era a família dele. Ele como um bom pai preparava um lugar para os filhos e a esposa dormir. A mulher parecia ter se ferido na perna.
Como ela era linda. Não queria falar com ele. Mas Renato a vê quando ele recosta na parede se sentando do lado da família que dormia. Ele vai para levantar para falar com ela. Só que Cristiny triste balança a cabeça. Não queria enfrentar naquele momento um possível encontro com aquela linda mulher.
De repente Zida aparece com olhar preocupado.
- Um dos policiais disseram que enviaram tropas para trazerem comidas dos supermercados. Logo viram com comida e leite.
- Senta um pouco Zida. Você não para. - Diz Cristiny preocupada.
- Eu não dó conta Cristiny. Como que o governo deixa acontecer uma coisa dessa?
De repente uma barulheira na porta. Zida olha preocupada. Cristiny se levanta acordando Cecilia.
- Fica ai. - Diz Zida olhando com agonia. Gritaria e choro se ouve na porta. Gente vem da porta chorando de desespero. Todos que já estavam dormindo se levantam preocupados.
- O que aconteceu? - Pergunta Cristiny preocupada.
Gente não parava de chorar. De repente gente com a camisa banhada em sangue aparece na porta.
- Ai meu Deus. - Fala Cristiny preocupada.
- Calma Cristiny. - Diz Zida novamente. Zida vai até alguém que estava chorando e pergunta. Cristiny não ouve. Mas a cara que Zida faz apavora ela. Zida volta branca como um fantasma.
- O que aconteceu mulher? - Pergunta Margarety que estava acordada agora.
- Temos que arrumar um jeito de sair daqui! - Diz Zida assustada.
- Como assim Zida? O que aconteceu?- Pergunta Cristiny assustada.
- O hospital foi atacado. - Diz ela nervosa e chorando.
- Atacado? Como assim atacado? - Pergunta mais uma vez Cristiny.
- Temos que sair daqui. - Diz Zida se desesperando.
De repente a voz de Leonardo ouve novamente. No meio da multidão ele estava.
- Fiquem calmos. Nada vai acontecer com ninguém. Tem gente investigando o que aconteceu no hospital. Mas aqui vocês estão mais seguros. Tem policias vasculhando toda a cidade e protegendo a prefeitura. O pior já passou.
- O que foi que o povo tá falando Zida? - Pergunta Margarety nervosa.
- Disse que tinha um monstro no hospital. Que devorou todo mundo. Eu não vou ficar aqui.
- Temos que esperar o meu pai e o Joe! - Diz Cristiny chorando.
- Não podemos esperar! Seja o que atacou o hospital está procurando multidão. - Fala Zida. E Cristiny vê com desespero que um monte de gente começava a sair da prefeitura.
- Mas pra onde vamos? - Pergunta Margarety nervosa.
- Eu quero sair de Oculam. - Fala Zida. Cristny via aquilo tudo preocupada.
- Eu vou ficar aqui e esperar meu pai. - Cecilia via tudo caladinha e com medo.
- Então fica garota. Você não está entendendo? Aquele sangue na camisa desse povo é os famíliares de varias pessoas aqui.Todos devem estar mortos agora. Temos é que sobreviver.
- Eu não vou! - Diz Cristiny nervosa.
- Algum problema aqui? - Cristiny se vira para ver quem falava. Era Renato ao lado da esposa e dos filhos.
- Renato?
- Cristiny? O que foi que ouve que confusão é essa?
Zida nervosa sai. Margarety vai atrás dela. Cristiny chorando virasse para Renato.
- Elas estão indo embora. Diz que aqui também vai ser atacado.
- Também? O que foi atacado? - Pergunta a mulher.
- Como assim foi atacado? - Pergunta um dos filhos de Renato.
Cristiny nervosa se senta de novo ao sofá com Cecilia nos braços.
- Eu não sei. Eu só quero meu pai. Ir para casa.
- Fica calma Cristiny. Agente tá do seu lado. Vamos ficar aqui também. Vamos esperar seu pai.- Diz Renato corajoso.
Cristiny olha assustada para todos saindo e logo a prefeitura ficando vazia. Apenas Renato com a família, ela e Cecilia. Renato sentado no chão junto da família e agora do lado de Cristiny fala:
- Rosangela, Cristiny é uma das minhas alunas. Cristiny essa é minha esposa, Rosangela, meu filho Marcos e minha filha Marcela.
Cristiny com cara triste olha para a família dele. A mulher muito educada fala:
- Muito prazer mocinha. Não se preocupe tudo vai ficar bem.
Renato olha preocupado para Cristiny que não expressava nenhuma fala. Cristiny percebe que teria que ser uma boa atriz até naquela situação.
- Eu estou bem. Obrigada. Estou preocupada com a menina. Tem tempo que comeu.
- É sua filha? - Pergunta Marcos, filho de Renato.
- Larga de ser bobo Marcos. - Responde Marcela a menina com um sorriso. - Olha a idade dela.
- É filha do meu ex-patrão. Me deu para cuidar dela enquanto ele e meu pai procuram meu irmão.
De repente Leonardo aparece novamente a porta e fica surpreso com as poucas pessoas na sala:
- Venham gente. A comida chegou. Pensei que teria que dividir com uma multidão mas pelo jeito vai é sobrar muita.
Todos se encaminham para a sala do prefeito aonde apenas o Juiz e uma secretária estavam já comendo. Cecilia com um sorriso vai correndo pegar uma barra de chocolate dizendo:
- Hummm comida! - Todos riem da menininha.
Cristiny timida também come naquela sala escura iluminada apenas pelas velas.
Como ela era linda. Não queria falar com ele. Mas Renato a vê quando ele recosta na parede se sentando do lado da família que dormia. Ele vai para levantar para falar com ela. Só que Cristiny triste balança a cabeça. Não queria enfrentar naquele momento um possível encontro com aquela linda mulher.
De repente Zida aparece com olhar preocupado.
- Um dos policiais disseram que enviaram tropas para trazerem comidas dos supermercados. Logo viram com comida e leite.
- Senta um pouco Zida. Você não para. - Diz Cristiny preocupada.
- Eu não dó conta Cristiny. Como que o governo deixa acontecer uma coisa dessa?
De repente uma barulheira na porta. Zida olha preocupada. Cristiny se levanta acordando Cecilia.
- Fica ai. - Diz Zida olhando com agonia. Gritaria e choro se ouve na porta. Gente vem da porta chorando de desespero. Todos que já estavam dormindo se levantam preocupados.
- O que aconteceu? - Pergunta Cristiny preocupada.
Gente não parava de chorar. De repente gente com a camisa banhada em sangue aparece na porta.
- Ai meu Deus. - Fala Cristiny preocupada.
- Calma Cristiny. - Diz Zida novamente. Zida vai até alguém que estava chorando e pergunta. Cristiny não ouve. Mas a cara que Zida faz apavora ela. Zida volta branca como um fantasma.
- O que aconteceu mulher? - Pergunta Margarety que estava acordada agora.
- Temos que arrumar um jeito de sair daqui! - Diz Zida assustada.
- Como assim Zida? O que aconteceu?- Pergunta Cristiny assustada.
- O hospital foi atacado. - Diz ela nervosa e chorando.
- Atacado? Como assim atacado? - Pergunta mais uma vez Cristiny.
- Temos que sair daqui. - Diz Zida se desesperando.
De repente a voz de Leonardo ouve novamente. No meio da multidão ele estava.
- Fiquem calmos. Nada vai acontecer com ninguém. Tem gente investigando o que aconteceu no hospital. Mas aqui vocês estão mais seguros. Tem policias vasculhando toda a cidade e protegendo a prefeitura. O pior já passou.
- O que foi que o povo tá falando Zida? - Pergunta Margarety nervosa.
- Disse que tinha um monstro no hospital. Que devorou todo mundo. Eu não vou ficar aqui.
- Temos que esperar o meu pai e o Joe! - Diz Cristiny chorando.
- Não podemos esperar! Seja o que atacou o hospital está procurando multidão. - Fala Zida. E Cristiny vê com desespero que um monte de gente começava a sair da prefeitura.
- Mas pra onde vamos? - Pergunta Margarety nervosa.
- Eu quero sair de Oculam. - Fala Zida. Cristny via aquilo tudo preocupada.
- Eu vou ficar aqui e esperar meu pai. - Cecilia via tudo caladinha e com medo.
- Então fica garota. Você não está entendendo? Aquele sangue na camisa desse povo é os famíliares de varias pessoas aqui.Todos devem estar mortos agora. Temos é que sobreviver.
- Eu não vou! - Diz Cristiny nervosa.
- Algum problema aqui? - Cristiny se vira para ver quem falava. Era Renato ao lado da esposa e dos filhos.
- Renato?
- Cristiny? O que foi que ouve que confusão é essa?
Zida nervosa sai. Margarety vai atrás dela. Cristiny chorando virasse para Renato.
- Elas estão indo embora. Diz que aqui também vai ser atacado.
- Também? O que foi atacado? - Pergunta a mulher.
- Como assim foi atacado? - Pergunta um dos filhos de Renato.
Cristiny nervosa se senta de novo ao sofá com Cecilia nos braços.
- Eu não sei. Eu só quero meu pai. Ir para casa.
- Fica calma Cristiny. Agente tá do seu lado. Vamos ficar aqui também. Vamos esperar seu pai.- Diz Renato corajoso.
Cristiny olha assustada para todos saindo e logo a prefeitura ficando vazia. Apenas Renato com a família, ela e Cecilia. Renato sentado no chão junto da família e agora do lado de Cristiny fala:
- Rosangela, Cristiny é uma das minhas alunas. Cristiny essa é minha esposa, Rosangela, meu filho Marcos e minha filha Marcela.
Cristiny com cara triste olha para a família dele. A mulher muito educada fala:
- Muito prazer mocinha. Não se preocupe tudo vai ficar bem.
Renato olha preocupado para Cristiny que não expressava nenhuma fala. Cristiny percebe que teria que ser uma boa atriz até naquela situação.
- Eu estou bem. Obrigada. Estou preocupada com a menina. Tem tempo que comeu.
- É sua filha? - Pergunta Marcos, filho de Renato.
- Larga de ser bobo Marcos. - Responde Marcela a menina com um sorriso. - Olha a idade dela.
- É filha do meu ex-patrão. Me deu para cuidar dela enquanto ele e meu pai procuram meu irmão.
De repente Leonardo aparece novamente a porta e fica surpreso com as poucas pessoas na sala:
- Venham gente. A comida chegou. Pensei que teria que dividir com uma multidão mas pelo jeito vai é sobrar muita.
Todos se encaminham para a sala do prefeito aonde apenas o Juiz e uma secretária estavam já comendo. Cecilia com um sorriso vai correndo pegar uma barra de chocolate dizendo:
- Hummm comida! - Todos riem da menininha.
Cristiny timida também come naquela sala escura iluminada apenas pelas velas.
As cobaias de Murillo
Yan entra na Faculdade ao lado de Renata e uns três policias. Sangue por toda a parte enquanto eles subiam as escadas. Corpos de seus policias estavam jogados nos cantos. Yan com sua pistola engatilhada caminha pelo meio do sangue. Ao entrar no corredor vê, a porta de metal que estava presa na unica sala aberta, agora a porta estava totalmente amassada e jogada num canto ao lado de três corpos de policias. Em silencio os cinco policias se encaminham para a sala. E Yan vê com terror o que era aquilo.
A sala era cheia de tanques de água. E dentro do tanque pessoas. Algumas sem braços, outras com deformação no rosto.
- Mas que merda é essa? - Pergunta Renata assustada com a cena.
De repente Yan percebe quem é uma das pessoas naquele tanque. A pessoa que parecia mais normal era Murillo. Estava morto mergulhado aquele tanque até a cabeça, nú e parecia já estar morto a horas.
- Me ajudem a tirar eles daqui. É Murillo.
Mas Renata percebe algo mais assustador. Que a faz ficar paralisada.
- Yan. São todos o Murillo.
Yan olha para os outros tanques. Era verdade. Cada pessoa daquele tanque era a cara de Murillo Cardoso.
Yan assustado anda para trás para junto de Renata. Um dos policias que estava vasculhando o papel fala:
- Yan, vem ver isso. É clonagem.
- Clonagem? - Yan vai até os papeis e vê com terror.
No corredor um dos policias protegia a saida do corredor. Quando de repente um casal aparece. Seus rostos estavam sorridentes e não pareciam estar andando em meio ao sangue. O policial mira a arma neles e fala:
- Parados ai! Não podem entrar aqui.
Yan de dentro da sala ouve. E olha para Renata. Renata levanta sua arma na mão e vai ver. E vê o policial no corredor mirando no casal e eles continuando a andar como se nada tivesse acontecido.
- Parados! Eu já falei! Eu vou atirar!
Eles continuam a caminhar e o policial não tem outra escolha. Ele atira. Mas para a surpresa de Renata que via a cena. Quando a mulher ergue a mão as balas param no ar. E quando ela abaixa a mão elas caem no chão. Ela olha firme para o policial e simplesmente ele levanta no ar. Renata se esconde antes deles perceberem que ela está lá e apenas ouve os gritos do policial. Yan olha assustado para Renata.
- O que está acontecendo?
Os passos continuam a vir do salto pesado da mulher.
Renata só vê uma saida, o ármario. Ela agarra Yan e o leva até o armário e fecha a porta. O outro policial que olhava os papeis não teve tempo de se esconder. A mulher e o homem entram no laboratório carregando o outro policial que para o alivio de Renata e Yan não estavam feridos. O policial assustado aponta a arma para eles.
- Se afastem! Eu estou avisando eu atiro.
A mulher com um sorriso fala:
- Você não vai atirar. - Diz a mulher com um sorriso psicotico.
- Quem são vocês? O que vocês querem?
- Você tem duas escolhas rapazinho. - Diz o homem rindo. - Ou você dá arma e vem com agente. Ou você vai sentir muita dor como seu amiguinho aqui.
- Tem mais gente aqui! - Diz a mulher nervosa.
O policial com agonia fala:
- Não. Não tem não. - Ele joga a arma no chão e fala: - Eu vou com vocês.
Os três saem arrastando o outro policial. Quando Renata e Yan vêem que não corriam mais perigo saem do armário.
- O que são eles? - Pergunta Yan assustado.
- Será que foram eles que fizeram isso?- Pergunta Renata assustada.
Yan olha o que o policial estava lendo antes de ser pego na prancheta caída no chão.
"Relatório de pesquisas: As cobáias não deram certo. Todas morrem antes de completar a idade adulta. A única coisa que podemos fazer é esperar o que os Aiticidupam venham logo. E nos entregue a Terra de uma vez."
Yan olha assustado para Renata.
- A Terra?
- Temos que achar o Murillo e o neto dele. - Diz Renata séria.
- Mas aonde eles estão?- Pergunta Yan nervoso.
Logo os olhos deles em meio a papelada são levados até um catalógo. Como se fosse aqueles de compra de terreno mostrando a frente de um prédio conhecido de Yan.
- Eu já vi isso. É o Residencial Verde. É o prédio que estão construindo no centro Rural de Oculam.
- Eles só podem estar lá pra se protegerem disso tudo.
- Vamos para lá! - Diz Renata nervosa.
Mas quando eles estão saindo ouvem o barulho de vidro quebrando e água derramando. Ao se virarem vêem um dos corpos de Murillo no chão se mechendo. Gemia de dor. Algo em suas costas começava a se mecher. Algo não humano. Eles olham para os outros alguns vivos se debatiam contra a água e quebravam o vidro. Yan e Renata paralisados olhavam a cena. Mas de repente algo sai das costas daqueles corpos. Uma garra enorme que faz parecerem patas de aranhas, e que levanta o corpo do chão. Os outros três corpos acontecem a mesma coisa. E quando o corpo se levanta do chão um deles olham firmemente para Yan e Renata. A boca deles caem monstrando dentes enormes e afiados.
- Corre Renata! - Eles correm em desespero saindo pelo corredor. Um deles pula da parede formando um buraco enorme e parando na frente de Renata e Yan. Prendendo a saída. Yan e Renata tentam ir do outro lado. Mas os outros três monstros tinham saído já da sala fechando o caminho.
Yan só tinha uma coisa para fazer. Ele tira a arma do bolso e começa a atirar naqueles monstros terriveis. Eles parecendo nem sentir a bala começa a se aproximar deles. Renata com coragem também tira sua arma e atira nos monstro. Ela corre em direção aos três e quando chega proximo deles, quando eles vam para furar ela com aquelas garras enormes ela se abaixa e escorregando no sangue ela passa embaixo deles e atravessa o cerco. Ela larga a sua arma e pega uma metralhadora que estava do lado de outro corpo e começa a atirar.
- Vêm Yan!
Yan tenta também fazer o mesmo enquanto Renata atirava nos monstros com a metralhadora. Mas quando Yan vai para escorregar. Ele é agarrado pelas aquelas garras enormes e preso a parede. O mostro aproxima aquela boca enorme de Yan e abre ele de um tamanho enorme, pronto para devorar Yan por inteiro. Renata larga a metralhadora no chão e pega uma segunda arma do lado do corpo. Uma dose. Ela atira contra a pata do monstro que cai no chão junto de Yan.
Renata atira a segunda vez para afastar os monstros acertando o segundo no peito ainda humano bicho. Yan cambaleando corre para junto de Renata.
- Vamos sair daqui!
Cabaleando Yan vai na frente da escada e Renata sai fechando a porta. Por mais que eles tivessem força não iam conseguir abrir uma porta ou passar pelo fino espaço que era a escada.
- Você está bem?
Yan não respondeu mas Renata vê ele apertando as costelas e sangue escorrendo de sua mão.
- Vamos até o hospital! - Diz Renata
- Vamos até a delegacia!- Responde Yan.- Pegar armas e salvar o policial.
A sala era cheia de tanques de água. E dentro do tanque pessoas. Algumas sem braços, outras com deformação no rosto.
- Mas que merda é essa? - Pergunta Renata assustada com a cena.
De repente Yan percebe quem é uma das pessoas naquele tanque. A pessoa que parecia mais normal era Murillo. Estava morto mergulhado aquele tanque até a cabeça, nú e parecia já estar morto a horas.
- Me ajudem a tirar eles daqui. É Murillo.
Mas Renata percebe algo mais assustador. Que a faz ficar paralisada.
- Yan. São todos o Murillo.
Yan olha para os outros tanques. Era verdade. Cada pessoa daquele tanque era a cara de Murillo Cardoso.
Yan assustado anda para trás para junto de Renata. Um dos policias que estava vasculhando o papel fala:
- Yan, vem ver isso. É clonagem.
- Clonagem? - Yan vai até os papeis e vê com terror.
No corredor um dos policias protegia a saida do corredor. Quando de repente um casal aparece. Seus rostos estavam sorridentes e não pareciam estar andando em meio ao sangue. O policial mira a arma neles e fala:
- Parados ai! Não podem entrar aqui.
Yan de dentro da sala ouve. E olha para Renata. Renata levanta sua arma na mão e vai ver. E vê o policial no corredor mirando no casal e eles continuando a andar como se nada tivesse acontecido.
- Parados! Eu já falei! Eu vou atirar!
Eles continuam a caminhar e o policial não tem outra escolha. Ele atira. Mas para a surpresa de Renata que via a cena. Quando a mulher ergue a mão as balas param no ar. E quando ela abaixa a mão elas caem no chão. Ela olha firme para o policial e simplesmente ele levanta no ar. Renata se esconde antes deles perceberem que ela está lá e apenas ouve os gritos do policial. Yan olha assustado para Renata.
- O que está acontecendo?
Os passos continuam a vir do salto pesado da mulher.
Renata só vê uma saida, o ármario. Ela agarra Yan e o leva até o armário e fecha a porta. O outro policial que olhava os papeis não teve tempo de se esconder. A mulher e o homem entram no laboratório carregando o outro policial que para o alivio de Renata e Yan não estavam feridos. O policial assustado aponta a arma para eles.
- Se afastem! Eu estou avisando eu atiro.
A mulher com um sorriso fala:
- Você não vai atirar. - Diz a mulher com um sorriso psicotico.
- Quem são vocês? O que vocês querem?
- Você tem duas escolhas rapazinho. - Diz o homem rindo. - Ou você dá arma e vem com agente. Ou você vai sentir muita dor como seu amiguinho aqui.
- Tem mais gente aqui! - Diz a mulher nervosa.
O policial com agonia fala:
- Não. Não tem não. - Ele joga a arma no chão e fala: - Eu vou com vocês.
Os três saem arrastando o outro policial. Quando Renata e Yan vêem que não corriam mais perigo saem do armário.
- O que são eles? - Pergunta Yan assustado.
- Será que foram eles que fizeram isso?- Pergunta Renata assustada.
Yan olha o que o policial estava lendo antes de ser pego na prancheta caída no chão.
"Relatório de pesquisas: As cobáias não deram certo. Todas morrem antes de completar a idade adulta. A única coisa que podemos fazer é esperar o que os Aiticidupam venham logo. E nos entregue a Terra de uma vez."
Yan olha assustado para Renata.
- A Terra?
- Temos que achar o Murillo e o neto dele. - Diz Renata séria.
- Mas aonde eles estão?- Pergunta Yan nervoso.
Logo os olhos deles em meio a papelada são levados até um catalógo. Como se fosse aqueles de compra de terreno mostrando a frente de um prédio conhecido de Yan.
- Eu já vi isso. É o Residencial Verde. É o prédio que estão construindo no centro Rural de Oculam.
- Eles só podem estar lá pra se protegerem disso tudo.
- Vamos para lá! - Diz Renata nervosa.
Mas quando eles estão saindo ouvem o barulho de vidro quebrando e água derramando. Ao se virarem vêem um dos corpos de Murillo no chão se mechendo. Gemia de dor. Algo em suas costas começava a se mecher. Algo não humano. Eles olham para os outros alguns vivos se debatiam contra a água e quebravam o vidro. Yan e Renata paralisados olhavam a cena. Mas de repente algo sai das costas daqueles corpos. Uma garra enorme que faz parecerem patas de aranhas, e que levanta o corpo do chão. Os outros três corpos acontecem a mesma coisa. E quando o corpo se levanta do chão um deles olham firmemente para Yan e Renata. A boca deles caem monstrando dentes enormes e afiados.
- Corre Renata! - Eles correm em desespero saindo pelo corredor. Um deles pula da parede formando um buraco enorme e parando na frente de Renata e Yan. Prendendo a saída. Yan e Renata tentam ir do outro lado. Mas os outros três monstros tinham saído já da sala fechando o caminho.
Yan só tinha uma coisa para fazer. Ele tira a arma do bolso e começa a atirar naqueles monstros terriveis. Eles parecendo nem sentir a bala começa a se aproximar deles. Renata com coragem também tira sua arma e atira nos monstro. Ela corre em direção aos três e quando chega proximo deles, quando eles vam para furar ela com aquelas garras enormes ela se abaixa e escorregando no sangue ela passa embaixo deles e atravessa o cerco. Ela larga a sua arma e pega uma metralhadora que estava do lado de outro corpo e começa a atirar.
- Vêm Yan!
Yan tenta também fazer o mesmo enquanto Renata atirava nos monstros com a metralhadora. Mas quando Yan vai para escorregar. Ele é agarrado pelas aquelas garras enormes e preso a parede. O mostro aproxima aquela boca enorme de Yan e abre ele de um tamanho enorme, pronto para devorar Yan por inteiro. Renata larga a metralhadora no chão e pega uma segunda arma do lado do corpo. Uma dose. Ela atira contra a pata do monstro que cai no chão junto de Yan.
Renata atira a segunda vez para afastar os monstros acertando o segundo no peito ainda humano bicho. Yan cambaleando corre para junto de Renata.
- Vamos sair daqui!
Cabaleando Yan vai na frente da escada e Renata sai fechando a porta. Por mais que eles tivessem força não iam conseguir abrir uma porta ou passar pelo fino espaço que era a escada.
- Você está bem?
Yan não respondeu mas Renata vê ele apertando as costelas e sangue escorrendo de sua mão.
- Vamos até o hospital! - Diz Renata
- Vamos até a delegacia!- Responde Yan.- Pegar armas e salvar o policial.
sábado, 30 de abril de 2011
O hospital é atacado
Enquanto isso no Hospital de Oculam Iti e Troy batalhavam para ajudar no que podiam no hospital. Milhares de feridos e mortos, buracos enormes do meio do hospital, vidraças e maquinas quebradas e sem energia. O hospital estava um desastre. E qualquer ajuda era bem vindo. Iti e Troy improvisavão uma ponte em cima do enorme buraco do corredor para os enfermeiro e médicos passarem com as várias macas. Doutor Cipriano, o médico chefe do hospital vendo eles ajudando tanto fala:
- Nem sei como agradecer vocês, a força que vocês estão dando aqui. - Fala Cipriano com o primeiro sorriso daquela interminável noite.
- Não tinha como não ajudar doutor. Mas agora temos que ir. Não sabemos aonde está nossa mãe. - Fala Iti.
- E na dor que sentimos acabamos descontando tudo nela. - Conclui Troy.
- Foi um erro terrível que temos que acertar. - Diz Iti
- Podem ir. E muito obrigado. - Diz Cipriano indo para sair. Mas de repente ouvindo mais gritos que o normal no hospital.
- O que será que está acontecendo? - Pergunta Cipriano, andando alguns passos na frente do corredor. Mas de repente vê várias pessoas vindo correndo desesperadas correndo. Ele doido tenta perguntar para algumas pessoas.
- O que ouve? Que droga é essa? Porque todos estão correndo?
De repente Cipriano vê. Um tipo de trigre enorme, sem pelos e vermelho como um bife crú pulava em cima da multidão e metia a dentada nas cabeças e costas dos enfermeiros e médicos e pacientes que conseguiam correr. Eram três daqueles terríveis animais. Quando um ia para pular em Cipriano. Iti e Troy pulam em Cipriano fazendo os três caírem no outro corredor. Eles vêm o animal quase voando cair no outro corredor que cruzava aquele. Iti e Troy sem perderem tempo puxam o médico que estava em estado de choque. E os três começam a correr daquele terrível animal. E só param quando entram em uma sala e trancam a porta. E o dormitório dos médicos. Dois beliches prediam o lugar. Enquanto Iti prendia a porta, Troy e Cipriano empurram o beliche para fecha a porta. Os monstros se batem contra a porta tentando entrar.
- Droga! Tragam logo isso! - Diz Iti fazendo força contra a pata do bicho que já estava dentro do quarto. Mas quando o beliche é jogado contra a porta a mão do bicho é prese. Ele bate para tirar a mão do lado de dentro e puxa a aquela pata horrível deixando eles prenderem a porta direito com o beliche. Mas os monstros ainda batiam contra a porta tentando entrar.
- Temos que sair daqui! Esse beliche não vai adiantar muito tempo! - Diz Cipriano.
- Mas nos vamos fugir pra onde? - Pergunta Troy.
A janela de grade dava para a rua. Para Cipriano a pergunta estava esclarecida.
- Como vamos passar por ai?
Cipriano vai até um armário e em cima dele pega uma chave de fenda e começa a desparafusar as grades da janela.
Os monstros continuavam a bater e tentar entrar na sala. Iti e Troy forçavam o beliche a ficarem na frente.
- Vai logo!
Cipriano tira o primeiro parafuso. E o segundo. Só faltava o terceiro quando um monstro pula pelo pequeno buraco que as grades já tinha feito sem os dois parafusos, agarram a cabeça de Cipriano e puxa para fora rasgando-lhe o corpo nas grades.
- O meu Deus!
- Droga!
Diz os dois irmãos em desespero. Para piorar o monstro da janela volta com a boca encharcada de sangue tentando entrar pela janela o que iria ser muito facil já sem dois parafusos.
- O que vamos fazer meu irmão? - Pergunta Iti nervoso.
- Larga isso! Pelo banheiro! - Um pequeno cubiculo era o banheiro. Não deveria ter dois metros de largura, e cumprimento. Eles largam o beliche e correm para o banheiro trancando a porta. Mas logo os monstros começam a bater ali também. Agora presos num cubiculo que não tinha nem janela, estavam perto da morte. Literalmente sentiam o bafo dela vindo dos buracos que os monstros tinham feito na porta.
- Essa porcaria não tem nem janela! - Fala Troy desesperado.
- Como um banheiro não tem janela. Eles cagam e ficam sentindo o fedor? - Pergunta Iti fazendo gracinha até na hora da morte.
- Deve ter uma passagem de ar. - Conclui Troy olhando para cima e vendo uma grade em vez do teto.
Ele sobe em cima do vaso empurra a grade para cima.
- Vem Iti! - Diz Troy subindo e entrando no túnel de ar. Iti dá um chute na porta falando. - Se ferrou otários.
Eles sobem juntos e começam a percorrer o túnel de passagem de ar do hospital.
- Temos que achar a mamãe e pedir desculpas a ela Iti.
- É verdade. Tirando a Riti ela é a unica família que temos.
- E a vovó. - Lembra Troy.
- É verdade a vovó. Você já viu a vovó?
- Não.
- Também não.
- A Marcia também pode ser considerada da família.
- É verdade. Ela também pode. Cuidou da gente quando era bebê.
- Tem razão.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Novos amigos para Sakuia, Sérgio e Arthur e a realidade lá fora.
Sakuia, Arthur e Sergio estão ainda dentro do casarão dos pais da Ana Paula que eles descobriram que na verdade era um extreterrestre que veio de outro planeta para transformar os humanos em escravos no seu planeta natal.
- Eu deveria desconfiar. A primeira menina que me dá bola na escola. É uma E.T. - Diz Sérgio nervoso sentado num dos cantos o que deveria ser a sala de estar se tivesse moveis na casa.
- Sérgio, eu nunca te dei bola na escola. - Fala Ana Paula, que estava vigiando seus antigos amigos sentada numa cadeira.
- Além de ser E.T agora é metida. - Diz Sérgio virando a cara chateado.
Sakuia que já estava nervosa andando de um lado a outro fala:
- Ana Paula, vocês podiam negociar algo com o governo. Sequestra a filha do presidente e pede um resgate. Porque não?
Ana Paula vira o olho vendo a idiotice que a menina tinha falado.
- Sakuia, seu dinheiro não vale no nosso planeta. E não se preocupe agente também vai pegar o ouro que vocês tem aqui. Que é o que vale lá em Aiticidup.
- Não dá para acreditar que você vai fazer isso com agente Ana Paula.- Diz Arthur que também estava chateado.
- Arthur eu estou fazendo o melhor pra vocês. Vocês ficando aqui não correm riscos lá fora.
- Que risco seria maior do que ser sequestrado por E.Ts para ser usados de escravos em outro planeta? - Pergunta Sérgio.
Mas de repente a porta é aberta. Eles veêm a cidade de Oculam toda esburacada destruida, prédios ao longe pegavam fogo ou desmoronavam. E em meio aquilo tudo mais três pessoas são jogados do lado de dentro da casa. Uma senhora de idade, um rapaz machucado, e outro com um tipo de algemas.
Atrás deles entra Craly, mãe de Ana Paula. Ela com uma arma na mão ria do susto de Sakuia, Arthur e Sérgio.
- Você tem que ver como está lá fora minha filha. - Diz Craly fechando a porta. - Me arrependo por não ter pego uma nave maior. Logo seu pai vai trazer um carregamento maior.
A senhora de idade meio chorando, corre ao auxilio do filho que estava caido com a perna sangrando, como se tivesse levado um tiro. O outro rapaz caido no chão tentava se levantar, mas com as algemas era meio difícil. Sakuia corre e o ajuda a se sentar no chão.
- Vocês estão bem? - Pergunta ela. Arthur e Sérgio vendo que Sakuia foi ajuda-los também sai de seu estado de choque e corre para ajuda-los.
- Estou. Ajude meu irmão e minha mãe.
- Eles já estão sendo cuidados. - Diz Sakuia olhando para a mão do rapaz. Era uma algema simples daquelas de plastico. Ela o solta facilmente.
-Muito obrigado moça. - Diz ele sorrindo para Sakuia. Ele corre ao auxilio do irmão e dá mãe.
- Meu filho! Fique calmo! Por favor! - Gritava a senhora.
- Eu tó calmo mãe. - Diz o outro jovem que sentia dor. Mas estava muito mais calmo que a mãe.
- O que agente faz? - Pergunta Sérgio assustado olhando para tanto sangue na perna dele.
- Eu fiz primeiros socorros. - Diz o próprio rapaz de perna ferida. - Vocês vão fazer o que eu falar pra vocês. Primeiro o negocio é ficarem calmos. Vocês estão calmos?
O rapaz olha para Arthur e Sérgio que pareciam que iam ter um ataque cardíaco.
- É melhor vocês dois se sentarem. Moça, poderia me ajudar, você e meu irmão?
- Claro. - Diz Sakuia e o irmão.
- Pedro segura firme minha perna. Não deixe ela mexer mais do que já mexeu.
Sakuia olha Pedro com coragem segurando a perna do irmão. O rapaz olha para Sakuia falando.
- Agora você garota. Rasgue as pernas da minha calça, para usar de torniquetes.
Sakuia rasga, e o rapaz vendo que ela quase ia rasgar toda sua calça fala:
- Não precisa de tanto pano.
- Ops, desculpa.
- Ok. Agora corta em duas faxas. Uma amarra em cima do tiro e outro em baixo.
Arthur e Sérgio viam tudo ao lado da senhora que não parava de chorar.
- Peguem um pedaço de taboa podre...
- Não é taboa podre. É só ilusão. - Diz Sakuia.
- Como assim?
Sakuia olha para Ana Paula, que até aquele momento via a cena paralisada.
- Isso é uma nave. Agente é Ete. E sequestramos vocês pra trabalhar como escravos em nosso planeta.
Pedro ri.
- Isso é brincadeira né?
- Não. Não é. - Fala Arthur.
- Bem que eu queria que fosse. - Fala Sérgio assustado.
- Então se isso não é taboa, não podemos fazer mais nada. Seria um risco maior tentar tirar isso da minha perna.
- Agora é ficar calmo, como você fala Paulo. - Diz Pedro arrastando ele para o canto da parede junto de Arthur, Sérgio e a senhora mais velha.
- Vocês estão aqui a quanto tempo?
- Desde hoje de manhã. - Responde Sérgio.
- Vocês devem estar com uma fome danada garotos. - Fala a senhora preocupada.
- Se estamos. - Diz Arthur.
Ana Paula que ouvia a conversa fala:
- Porque vocês não falaram logo?
Ana Paula se levanta e aperta uns botões que ela só via na parede de madeira podre. De repente o chão se abriu e uma mesa cheia de bolos, frutas e sucos sobe do buraco que se abriu ao chão.
- Comem logo, que depois que os outros chegarem não vai ter tempo.
Todos caem de boca na comida. Até que Sakuia arrisca.
- Ana Paula, aproveitando que você está boazinha. E nossa família? Não vai dar para capturar ela também não?
- E minha filha, a essa hora já devem ter sido capturadas por outro grupo ou sido devorados pelos monstros.
- Monstros? - Pergunta Arthur, Sérgio e Sakuia assustados.
- Eu deveria desconfiar. A primeira menina que me dá bola na escola. É uma E.T. - Diz Sérgio nervoso sentado num dos cantos o que deveria ser a sala de estar se tivesse moveis na casa.
- Sérgio, eu nunca te dei bola na escola. - Fala Ana Paula, que estava vigiando seus antigos amigos sentada numa cadeira.
- Além de ser E.T agora é metida. - Diz Sérgio virando a cara chateado.
Sakuia que já estava nervosa andando de um lado a outro fala:
- Ana Paula, vocês podiam negociar algo com o governo. Sequestra a filha do presidente e pede um resgate. Porque não?
Ana Paula vira o olho vendo a idiotice que a menina tinha falado.
- Sakuia, seu dinheiro não vale no nosso planeta. E não se preocupe agente também vai pegar o ouro que vocês tem aqui. Que é o que vale lá em Aiticidup.
- Não dá para acreditar que você vai fazer isso com agente Ana Paula.- Diz Arthur que também estava chateado.
- Arthur eu estou fazendo o melhor pra vocês. Vocês ficando aqui não correm riscos lá fora.
- Que risco seria maior do que ser sequestrado por E.Ts para ser usados de escravos em outro planeta? - Pergunta Sérgio.
Mas de repente a porta é aberta. Eles veêm a cidade de Oculam toda esburacada destruida, prédios ao longe pegavam fogo ou desmoronavam. E em meio aquilo tudo mais três pessoas são jogados do lado de dentro da casa. Uma senhora de idade, um rapaz machucado, e outro com um tipo de algemas.
Atrás deles entra Craly, mãe de Ana Paula. Ela com uma arma na mão ria do susto de Sakuia, Arthur e Sérgio.
- Você tem que ver como está lá fora minha filha. - Diz Craly fechando a porta. - Me arrependo por não ter pego uma nave maior. Logo seu pai vai trazer um carregamento maior.
A senhora de idade meio chorando, corre ao auxilio do filho que estava caido com a perna sangrando, como se tivesse levado um tiro. O outro rapaz caido no chão tentava se levantar, mas com as algemas era meio difícil. Sakuia corre e o ajuda a se sentar no chão.
- Vocês estão bem? - Pergunta ela. Arthur e Sérgio vendo que Sakuia foi ajuda-los também sai de seu estado de choque e corre para ajuda-los.
- Estou. Ajude meu irmão e minha mãe.
- Eles já estão sendo cuidados. - Diz Sakuia olhando para a mão do rapaz. Era uma algema simples daquelas de plastico. Ela o solta facilmente.
-Muito obrigado moça. - Diz ele sorrindo para Sakuia. Ele corre ao auxilio do irmão e dá mãe.
- Meu filho! Fique calmo! Por favor! - Gritava a senhora.
- Eu tó calmo mãe. - Diz o outro jovem que sentia dor. Mas estava muito mais calmo que a mãe.
- O que agente faz? - Pergunta Sérgio assustado olhando para tanto sangue na perna dele.
- Eu fiz primeiros socorros. - Diz o próprio rapaz de perna ferida. - Vocês vão fazer o que eu falar pra vocês. Primeiro o negocio é ficarem calmos. Vocês estão calmos?
O rapaz olha para Arthur e Sérgio que pareciam que iam ter um ataque cardíaco.
- É melhor vocês dois se sentarem. Moça, poderia me ajudar, você e meu irmão?
- Claro. - Diz Sakuia e o irmão.
- Pedro segura firme minha perna. Não deixe ela mexer mais do que já mexeu.
Sakuia olha Pedro com coragem segurando a perna do irmão. O rapaz olha para Sakuia falando.
- Agora você garota. Rasgue as pernas da minha calça, para usar de torniquetes.
Sakuia rasga, e o rapaz vendo que ela quase ia rasgar toda sua calça fala:
- Não precisa de tanto pano.
- Ops, desculpa.
- Ok. Agora corta em duas faxas. Uma amarra em cima do tiro e outro em baixo.
Arthur e Sérgio viam tudo ao lado da senhora que não parava de chorar.
- Peguem um pedaço de taboa podre...
- Não é taboa podre. É só ilusão. - Diz Sakuia.
- Como assim?
Sakuia olha para Ana Paula, que até aquele momento via a cena paralisada.
- Isso é uma nave. Agente é Ete. E sequestramos vocês pra trabalhar como escravos em nosso planeta.
Pedro ri.
- Isso é brincadeira né?
- Não. Não é. - Fala Arthur.
- Bem que eu queria que fosse. - Fala Sérgio assustado.
- Então se isso não é taboa, não podemos fazer mais nada. Seria um risco maior tentar tirar isso da minha perna.
- Agora é ficar calmo, como você fala Paulo. - Diz Pedro arrastando ele para o canto da parede junto de Arthur, Sérgio e a senhora mais velha.
- Vocês estão aqui a quanto tempo?
- Desde hoje de manhã. - Responde Sérgio.
- Vocês devem estar com uma fome danada garotos. - Fala a senhora preocupada.
- Se estamos. - Diz Arthur.
Ana Paula que ouvia a conversa fala:
- Porque vocês não falaram logo?
Ana Paula se levanta e aperta uns botões que ela só via na parede de madeira podre. De repente o chão se abriu e uma mesa cheia de bolos, frutas e sucos sobe do buraco que se abriu ao chão.
- Comem logo, que depois que os outros chegarem não vai ter tempo.
Todos caem de boca na comida. Até que Sakuia arrisca.
- Ana Paula, aproveitando que você está boazinha. E nossa família? Não vai dar para capturar ela também não?
- E minha filha, a essa hora já devem ter sido capturadas por outro grupo ou sido devorados pelos monstros.
- Monstros? - Pergunta Arthur, Sérgio e Sakuia assustados.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O monstro ataca a mansão de Ray
Os estouros tinham parado. Os gritos não mais se ouvia. Apenas o barulho funesto do vento voando pela rua deserta. Dentro do labirinto do quintal destruído de Ray Crof, ele, a filha, a empregada ruiva de olhos claros Mariana, Rafael e galante funcionário da empresa de Ray e a bela esposa dele grávida estavam ali, como se aquelas frágeis folhas daquela árvore pudesse protege-los daquelas enormes bolas de larva fervente.
Graziella dormia nos braços do marido. Priscila riscava o chão enquanto Ray olhava o céu assustado. Mariana simplesmente tentava parar de chorar.
- Fica calma Mariana. Parece que até já parou tudo. - Diz Priscila colocando a mão no ombro da empregada e amiga.
- Então acho que já podemos sair daqui. - Fala Rafael se levantando acordando a esposa. - Estou com fome.
- Vamos ver se sobrou alguma comida lá em casa. - Fala Ray também se levantando do chão.
- Deve ter sobrado algo na cozinha. - Fala Mariana já caminhando para a saída. Ela vê com terror o buraco mais uma vez. Agora não tinha mais larva, nem meteoro. Não tinha nada.
- Que esquisito. Será que sumiu? - Pergunta Mariana antes de todos irem olhar. Priscila nervosa fala:
- Vamos pegar a comida e sair daqui. - Diz ela séria.
Eles entram na casa totalmente destruída e atravessam o imenso sala de estar aonde um enorme buraco no chão atrapalhava a passagem, mas se esfregando na parede dava para atravessar. E se por um acaso caissem no buraco não teria problema, não tinha também nem a larva fervente, nem meteoro. Apenas um buraco de dois metros afundado no chão.
Na cozinha Mariana e Priscila já improvisam uma trouxa para guardar os mantimentos com o lençol da mesa. Mariana iria colocando tudo que tinha na geladeira e nos armários. De repente se ouve um barulho de caco de vidro se quebrando do lado de fora.
- Vai ver se tem alguém pai.
Ray aparece na porta da cozinha para a sala de estar.
- Ei tem alguém ai? - E tinha. Mas para seu terror era um monstro enorme, a mistura de tigre e boi, vermelho como se fosse um figado cru com suas veias quase saltando para fora como se a pele fosse pequena para aguentar tanto corpo. Ele do outro lado do buraco se preparava para pular. Ray só da tempo de fechar a porta e ouvir o estrondo do outro lado. Todos se assustam e olham para Ray. Ray com os olhos apavorados só tem tempo de dizer.
- Se escondam rapido!
Outro baque na porta faz Grazi, Priscila e Mariana correrem para dentro do armário. Ray prendendo a porta que já rachava tentava prender os monstro. Rafael sem ter noção do que é o monstro pega a faca maior de cozinha que tinha.
- Está louco! Vai matar esse monstro com isso!
- Monstro? Como assim monstro Ray?
De repente sua resposta aparece. O monstro arrebenta a porta jogando Ray contra a parede e a porta caindo em cima dele desmaiado. O monstro enorme aparece bem em meio a cozinha. Rafael com a faca na mão olha firme para os olhos vermelhos daquele animal. O monstro pula. Rafael só tem tempo dar uma cambalhota para trás sobre o balcão da cozinha. E cair no pequeno espaço entre o balcão, outro armário e o fugão e geladeira. O monstro dá a volta, Rafael com força empurra a geladeira enorme em cima do monstro, mas cai em cima dele como um guarda-roupa velho. Mas da tempo de Rafael pular de novo pelo balcão e sair correndo até a sala de estar e ficar na frente do buraco. Ele olha para onde Ray deveria estar, não estava mais ali. Teria fugido?
Não Ray com aproveitou que o monstro estava entretido com Rafael e correu para a sala atravessando o buraco e corre para a cozinha. Rafael ainda na porta da cozinha vê Ray aparecendo com a unica salvação deles. Vindo da cozinha ele trazia uma Remingthon M1100P, uma espingarda herança dos avôs de Ray. Rafael assustado vai para se virar mais só ouve Ray gritar:
- Pula!
Rafael como por automático pula dentro do buraco. O monstro dava seu pulo para abocanhar a cabeça de Rafael naquela hora. E Ray atira contra o monstro que cai dentro da cozinha com a força da bala. Mas ele tenta se levantar. Ray engatilha a arma de novo e atira mais uma vez, bem na cabeça do animal fazendo ele cair morto no chão.
Ray ajuda Rafael a sair do buraco e enquanto verificava ver se o monstro estava mesmo morto Rafael abre o armário. As três mulheres estavam com a cara mais apavorada do mundo. Mas não era pelo monstro. As três olham para baixo, no chão do armário. E Rafael seguindo o olhar delas vê qual era o problema. Uma poça de liquido amniótico estava no chão. Grazzi estava tendo o bebê.
- Vamos para o hospital!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Os monstros
Sakura dentro da igreja do bairro um dos poucos lugares que não tinha sido atingido pelos meteóros que já tinham parado de cair. Ela segurava seu filho enquanto olhava alguns homens cuidavam de feridos, carregando eles para dentro muitas vezes com o braço mesmo. Mas naquele momento ela via hipnotizada Terency e Cleber junto de vários homens segurando um homem para o médico da cidade amputar sua perna. Uma pedra enorme tinha caido em cima dela esmagando-lhe, não tinha como salva-la. O homem no meio dos cortes e gritos cai morto no chão. O médico triste fecha o olho do morto. Todos se afastam, alguns chorando, outros traumatizados. Terency se aproxima de Sakura e abraça. Sakura não o abraça. Ele olha para ela e fala:
- O que foi? Ainda está encucada com a história de eu no quarto da moça? Ela tinha visto uma cobra e me chamou pra matar ela Sakura. E o irmão dela fica pensando bobeira.
Sakura olha bem para Terency. Como ele poderia ser tão cara de pau. Se por um acaso ele se mantesse calado seria mais fácil de Sakura perdoar. Mas naquele momento era bem difícil. Terency percebe que a desculpa não colou. Mas a ultima coisa que ele iria fazer era assumir.
- O que? Não está acreditando? Eu juro por Nossa Senhora Aparecida que é verdade meu amor. - Diz Terency olhando para a imagem na igreja. Sakura olha triste para o céu. De repente se ouve em meios aos trovões que começava a reinar pela noite um grito aparece em uma das casas. Sakura se levanta do chão. Vários homens se encaminham para lá. Sakura segura o braço de Terency para ele não ir. Pela janela da igreja Sakura vê os homens caminhando para a casa de onde veio o grito. Sakura com medo aperta a mão do marido. De repente todos os homens começam a correr de volta a igreja. Sangue pulava do começo daquela longa fila. Não dava para ver o que os atacava. Apenas os gritos e sangue. Terency e Sakura vendo que os homens estavam voltando para a igreja com aquilo os perseguindo eles saem correndo pela outra porta de trás. Terency e Sakura agarrado a Warren trancam a porta e se escondem atrás de um arbusto grudado na parede da igreja. De lá, pela fresta da madeira Sakura vê os homens se trancando dentro da igreja junto dos feridos e mortos na igreja. De repente o baque na porta. Cleber está lá dentro.
- Temos que ajuda-los. - Diz Sakura assustada.
- Fica quieta. - Diz Terency a segurando. Eles vêem com mais um baque na porta aquela terrível fera entrando. Alguns saem correndo pela porta. O monstro com aparencia de tigre misturado com um boi e com os olhos em chamas cheio de sangue na boca pula em um dos homens o devorando. Cleber consegue sair pela porta, mas varios feridos e alguns homens era o prato feito para aquela terrível fera.
- Vamos sair daqui! - Diz Terency levantando e indo na direção contraria ao do monstro. Subindo um morro que ficava atrás da igreja. Mas de repente o monstro terrivel pula das madeiras podres da igreja até a rua em cima do morro, na frente de Terency e Sakura. Sakura segura seu filho firme andando para trás com a mão grudada em seu marido.
Enquanto o monstro cercava suas próximas vitimas. Terency se abaixa pegando um galho na mão e sem tirar os olhos daquele terrivel monstro fala:
- Quando eu gritar, você corre Sakura. Vou tentar segurar o monstro.
- Não Terency.
- Não tem outro jeito. Já! - Sakura sai correndo. Terency vai pra cima do monstro ele pula em Terency, mas Terency segura aquelas mandibulas enormes com o groço galho de árvore. Terency em baixo do monstro sendo salvo apenas pelo aquele fragil galho de árvore do tamanho de sua perna e da groçura de seu tronco vê que com terror que sua única salvação estava rachando. Ele com único golpe de mestre com força empurra com toda força de suas pernas a barriga do monstro fazendo ele dar uma cambalhota e cair do outro lado, suas mandibulas arranca metade da madeira transformando o que Terency tinha em suas mãos uma lasca enorme. O monstro só espera mais Terency levantar para pular mais uma vez. Terency estica o braço qual estava sua lasca de madeira e o monstro pula para uma morte certeira. Sua boca tinha entrado a ponta da lasca de madeira saindo pela nuca do terrivel animal. Terency tira a lasca de madeira fazendo o monstro dar seus últimos megidos.
Terency larga a lasca de madeira assustado no chão. E sai correndo na direção aonde sua esposa tinha sido presa. E vê na rua apenas uma enorme cabana. Ele corre até lá quando de repente um homem abre a porta. Não era nenhum homem conhecido que ele tinha visto nas festas daquela cidade. Era um homem alto com pele bronzeada e cabelos preto,curtos e escorridos. Seu olhar não demonstrava medo, e sim um sorriso assustador, maníaco.
- Vedo che ha distrutto il mio mostro. Vejo que você destruiu meu monstro.
- Chi sei tu? Dov'è mia moglie? Quem é você? Onde está minha esposa?
De repente Terency sente duas mãos frias o segurando em cada braço. Ele se vira e vê mais dois homens quase com a mesma aparência do outro o segurando.
- Entri Lascia che ti mostri. - Entre, deixe te mostrar o lugar.
O homem falava como se Terency tivesse escolha. Ele abre a porta e os dois outros homens levam Terency para dentro. Chorando segurada por outro homem estava Sakura chorando sem seus filhos nos braços.
- Terency!
No meio daquela cabana cheia de feno sentado em um banco estava um homem branco de cabelos pretos e naris pontudo. Ele não estava tão feliz como o outro. Do seu lado, uma linda mulher morena de cabelos pretos como os dos rapazes e olhar verde segurava Warren.
- Lascia andare il mio figlio! Che cosa vuoi? Deixem meu filho! O que querem! - Diz Terency nervoso tentando se soltar dos brutamontes que o seguravam.
- Não precisa falar italiano meu caro. Sabemos todas as linguas. - Diz o homem que estava sentado se levantando. Terency assustado para de lutar. - Seu filho será agora criado por minha mulher. E vocês se eu conseguir a autorização seram meu servos.
Sakura olha assustada para Terency. Não podiam fazer mais nada. O homem olha para o que segurava Terency e fala sério.
- Vá procurar outros. Não posso chegar em Aiticidup com dois escravos e um bebê.
- O que foi? Ainda está encucada com a história de eu no quarto da moça? Ela tinha visto uma cobra e me chamou pra matar ela Sakura. E o irmão dela fica pensando bobeira.
Sakura olha bem para Terency. Como ele poderia ser tão cara de pau. Se por um acaso ele se mantesse calado seria mais fácil de Sakura perdoar. Mas naquele momento era bem difícil. Terency percebe que a desculpa não colou. Mas a ultima coisa que ele iria fazer era assumir.
- O que? Não está acreditando? Eu juro por Nossa Senhora Aparecida que é verdade meu amor. - Diz Terency olhando para a imagem na igreja. Sakura olha triste para o céu. De repente se ouve em meios aos trovões que começava a reinar pela noite um grito aparece em uma das casas. Sakura se levanta do chão. Vários homens se encaminham para lá. Sakura segura o braço de Terency para ele não ir. Pela janela da igreja Sakura vê os homens caminhando para a casa de onde veio o grito. Sakura com medo aperta a mão do marido. De repente todos os homens começam a correr de volta a igreja. Sangue pulava do começo daquela longa fila. Não dava para ver o que os atacava. Apenas os gritos e sangue. Terency e Sakura vendo que os homens estavam voltando para a igreja com aquilo os perseguindo eles saem correndo pela outra porta de trás. Terency e Sakura agarrado a Warren trancam a porta e se escondem atrás de um arbusto grudado na parede da igreja. De lá, pela fresta da madeira Sakura vê os homens se trancando dentro da igreja junto dos feridos e mortos na igreja. De repente o baque na porta. Cleber está lá dentro.
- Temos que ajuda-los. - Diz Sakura assustada.
- Fica quieta. - Diz Terency a segurando. Eles vêem com mais um baque na porta aquela terrível fera entrando. Alguns saem correndo pela porta. O monstro com aparencia de tigre misturado com um boi e com os olhos em chamas cheio de sangue na boca pula em um dos homens o devorando. Cleber consegue sair pela porta, mas varios feridos e alguns homens era o prato feito para aquela terrível fera.
- Vamos sair daqui! - Diz Terency levantando e indo na direção contraria ao do monstro. Subindo um morro que ficava atrás da igreja. Mas de repente o monstro terrivel pula das madeiras podres da igreja até a rua em cima do morro, na frente de Terency e Sakura. Sakura segura seu filho firme andando para trás com a mão grudada em seu marido.
Enquanto o monstro cercava suas próximas vitimas. Terency se abaixa pegando um galho na mão e sem tirar os olhos daquele terrivel monstro fala:
- Quando eu gritar, você corre Sakura. Vou tentar segurar o monstro.
- Não Terency.
- Não tem outro jeito. Já! - Sakura sai correndo. Terency vai pra cima do monstro ele pula em Terency, mas Terency segura aquelas mandibulas enormes com o groço galho de árvore. Terency em baixo do monstro sendo salvo apenas pelo aquele fragil galho de árvore do tamanho de sua perna e da groçura de seu tronco vê que com terror que sua única salvação estava rachando. Ele com único golpe de mestre com força empurra com toda força de suas pernas a barriga do monstro fazendo ele dar uma cambalhota e cair do outro lado, suas mandibulas arranca metade da madeira transformando o que Terency tinha em suas mãos uma lasca enorme. O monstro só espera mais Terency levantar para pular mais uma vez. Terency estica o braço qual estava sua lasca de madeira e o monstro pula para uma morte certeira. Sua boca tinha entrado a ponta da lasca de madeira saindo pela nuca do terrivel animal. Terency tira a lasca de madeira fazendo o monstro dar seus últimos megidos.
Terency larga a lasca de madeira assustado no chão. E sai correndo na direção aonde sua esposa tinha sido presa. E vê na rua apenas uma enorme cabana. Ele corre até lá quando de repente um homem abre a porta. Não era nenhum homem conhecido que ele tinha visto nas festas daquela cidade. Era um homem alto com pele bronzeada e cabelos preto,curtos e escorridos. Seu olhar não demonstrava medo, e sim um sorriso assustador, maníaco.
- Vedo che ha distrutto il mio mostro. Vejo que você destruiu meu monstro.
- Chi sei tu? Dov'è mia moglie? Quem é você? Onde está minha esposa?
De repente Terency sente duas mãos frias o segurando em cada braço. Ele se vira e vê mais dois homens quase com a mesma aparência do outro o segurando.
- Entri Lascia che ti mostri. - Entre, deixe te mostrar o lugar.
O homem falava como se Terency tivesse escolha. Ele abre a porta e os dois outros homens levam Terency para dentro. Chorando segurada por outro homem estava Sakura chorando sem seus filhos nos braços.
- Terency!
No meio daquela cabana cheia de feno sentado em um banco estava um homem branco de cabelos pretos e naris pontudo. Ele não estava tão feliz como o outro. Do seu lado, uma linda mulher morena de cabelos pretos como os dos rapazes e olhar verde segurava Warren.
- Lascia andare il mio figlio! Che cosa vuoi? Deixem meu filho! O que querem! - Diz Terency nervoso tentando se soltar dos brutamontes que o seguravam.
- Não precisa falar italiano meu caro. Sabemos todas as linguas. - Diz o homem que estava sentado se levantando. Terency assustado para de lutar. - Seu filho será agora criado por minha mulher. E vocês se eu conseguir a autorização seram meu servos.
Sakura olha assustada para Terency. Não podiam fazer mais nada. O homem olha para o que segurava Terency e fala sério.
- Vá procurar outros. Não posso chegar em Aiticidup com dois escravos e um bebê.
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