segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

10 de março de 2025 – segunda-feira - 06:10 - Casarão Ray e Priscila.

Mariana abre os olhos. Se levanta assustada pensando que tinha se passado da hora de levantar por causa de alguém andando na sala. Ela olha no relogio. Ainda eram seis horas da manha. Mariana se levanta e olha quem estava na sala. Era seus patrões, Ray e Priscila chegando da festa. Mariana olha de novo no relogio para ter certeza. Era sim muito cedo. Priscila e Ray não tinham acordado agora. Estavam chegando da inalguração do restaurante de Yomiko.
Priscila abre a porta de Mariana a assustando.
- Ai dona Priscila. Me desculpe. Eu já estava me arrumando para ir colocar a mesa do lanche.
- Não precisa se preocupar com o lanche Mariana. Estamos tão cheios que não precisamos comer por uma semana. É que eu queria que vocês se arrumassem pra conhecer o meu pai.
Enquanto Mariana se arruma. Priscila vai correndo até o pai.
- Aposto que você vai adorar eles pai.
Ray sentado em sua poltrona ri e fala:
- Parece que você vai me apresentar é algum cachorrinho que achou na rua filha.
- Para com isso pai. E tenha bons modos.
- Eu? - Diz ele rindo. E percebe que o que falou não foi mesmo muito educado. - Me desculpe filha é que estou com esse problema dos vinhos. Um restaurante chique como o nosso não pode ficar sem vinho. E não posso viajar agora para comprar os de melhor qualidade.
- Tudo vai se resolver papai. - Diz Priscila se deitando no colo do pai.
Lá dentro do quarto Marina já arrumada corre até o quarto de Rafael e o acorda com beijos.
- Rafael acorda.
- O que foi pai?
- Pai? - Pergunta rindo Mariana e dando tapas no braço de Rafael. Ele se vira beijando Mariana mostrando que estava apenas brincando.
- Já estava levantando.
- Se arrume pois o patrão quer nos conhecer. Vou acordar seu pai.
Mariana sorrindo sai do quarto e vai até o quarto de Durval. E abre a porta. E leva um susto. Durval estava sem camisa dormindo. Mariana por um momento sentiu algo. Ele não parecia nada o bebado que tinha visto no primeiro dia. Era o que agora? Mariana não queria pensar nisso. Ela fecha a porta. E com cuidado bate na porta.
- Senhor Durval? Está acordado.
- Mariana?
- Arrumesse. O senhor Ray quer ver agente.
- Sim. Já estou me levantando.
Mariana respira fundo. Seus joelhos tremem. Mas ela sai do corredor e vai a sala de jantar e vê o belo homem que seria seu chefe. Um homem com aparecia de uns quarenta e dois anos, loiro, alto e forte. Ele estava sentado a cabeceira da mesa e com um sorriso fino no rosto.
- Bom dia senhor Ray. Sou Mariana Forjaz.
- Bom dia Mariana. - Ray sorri e aponta uma cadeira do seu lado. - Se sente-se. Quero conversar com você. - Mariana apreensiva se senta na cadeira. - Como foi que descobriu que agente precisava de funcionarios?
- Pelo cartaz que sua filha colocou. Já tinha passado aqui antes. Mas só na manha passada que eu resolvi vir aqui com meus amigos.
- São só amigos?
- Ela é minha namorada. - Mariana se vira assustada. Era Rafael com um grande sorriso nos labios. Ele se aproxima e aperta a mão de Ray com força mas com educação.- Sou Rafael Surino. Serei o mordomo de sua casa senhor Ray.
Ray abre um sorriso. Tinha gostado do rapaz. E estava com uma ideia a mente.
- Você não tem cara de mordomo senhor Rafael.
Rafael com um sorriso elegante fala:
- Serei o que o senhor quiser. Só preciso desse emprego.
Ray não tinha cara de que iria demitir Rafael. E Mariana e Rafael sabiam muito bem disso. Durval aparece a porta.
- Bom dia senhor Ray. Eu sou Durval Surino e serei seu motorista.
Ray se levanta rindo e falando.
- Otimo senhor Durval. Você será meu mordomo e meu motorista. - Ele se vira para Rafael. - E você Rafael. Mais tarde eu quero falar com você. Agora eu preciso dormir. Que eu estou quebrado.

Ele sai da cozinha deixando os três preocupados.

domingo, 30 de janeiro de 2011

10 de março de 2025 – segunda-feira - 06:00 - Delegacia Oculam

Walter chega de manhã na delegacia. Ele boceja de sono. Não era facil ser policial. Era dormir tarde e acordar muito cedo.
- Finalmente chegou chefe. - Diz Jack, um dos presidiarios, que grita da delegacia. - Você tem visita.
Walter acende a luz do escritorio e vê uma linda mulher sentada na cadeira do escritorio.
- Olá Walter. - Era Maria Elizabeth. Policial que defendia a casa da mãe de Angelica e ex-namorada de Walter que deixou ela após ela abortar um filho deles.
- Maria? O que faz aqui?
- Eu sou a policial que você resignou para proteger Grazia Joabe, mãe de Angelica Joabe. Você não sabia disso? Não é você que cuida dos papeis.
- Não sou bom com "papeis". Yan cuida disso pra mim.
- Então não sabia que eu estava em Oculam?
- Não Maria. Não sabia.
- Mas eu queria te falar que Grazia Joabe desapareceu essa madrugada.
- Ela o que? - Pergunta Walter assustado.
- E apareceu no lugar a verdadeira Angelica Joabe.
- Como assim? Apareceu no lugar?
- Eu não sei como posso te definir melhor como "apareceu no lugar". Num instante estava vendo Grazia Joabe dormir no outro estava olhando Angelica Joabe.
Walter engole em seco a noticia.
- Ela está ai com você?
- Está dormindo dentro do meu carro.
- O que ela fala? Por onde esteve?



- Não sei se você não está entendendo ou não está querendo entender Walter. A verdadeira Angelica Joabe ficou se passando por Grazia Joabe por todo esse tempo. De alguma forma ela conseguiu envelhecer 60 anos em 20 anos. Mas hoje de madrugada ela voltou.
- Vamos deixar ela dormir aqui hoje.
- Vamos prender Angelica Joabe? Pelo o que?
- Não vamos prende-la. Vamos deixa-la aqui.
- Vou aproveitar minha folga hoje. Cuide dela.
Maria vai para sair, quando Walter a segura pelo braço.
- Está com alguém?
Maria fecha os olhos triste.
- O passado não volta Walter.
Walter larga o braço de Maria também triste.
- Tem razão.
Logo Maria trás a mulher para dentro da delegacia. Era muito parecida com Angelica assassina, mas seus olhos eram mais claros. Maria deixa a mulher sentada no escritorio e sai.
- Tchau Walter.
- Tchau Maria.
Maria sai deixando Walter com Angelica.
- Angelica... Angelica Joabe.
- Não sou surda senhor Walter. - Diz a mulher virando-se para Walter com o nariz impinado.
- Você se fez passar por sua mãe porque?
- Se eu te contar você não vai acreditar.
- Ninguém pode não acreditar nas coisas que acontece aqui em Oculam senhora Angelica. Isso fiquei sabendo a muito tempo.
- As meninas do orfanato sugaram minha juventude. Me transformei em uma velha. Fui apavorada para minha mãe. E quando-lhe contei aconteceu o pior. Ela não acreditou em mim. Falou que era mentira. E com a emoção acabou morrendo. E pensei: Ninguém iria acreditar em mim. Iriam é me internar. Então fiquei no lugar da minha mãe.
- Onde está o corpo de sua mãe?
- Eu enterrei no meu quintal.
- Você sabe que irá ser presa.
- Perdi minha juventude inteira. Não me resta nada mais.
Walter pega a mulher e a encaminha para a prisão. Jack sorri para a mulher e para Walter. Tinha algo de estranho. Jack fala rindo.
- Aconteceu algo de estranho com sua ultima presa Walter. Os cabelos delas ficaram brancos da noite para o dia.
Walter assustado corre e abre a grade. Calina dormia com os rostos virado para a parede. Walter se aproxima.
- Calina? Você está bem?
Walter cutuca Calina e ela se vira mostrando a figura pavorosa de um esqueleto no lugar do rosto.

9 de março de 2025 - domingo - 23:20 - Casarão Carol

Carol chega de taxi numa bela mansão. Com um sorriso Alceu sai do carro e dá a volta e estica a mão para Carol segurar. Carol a segura e se levanta. Por trás das bandajens seu olhar não era dos melhores. Era triste e sofrido. Alceu sorrindo para Carol fala:
- É um novo começo Carol.
Carol sorri para Alceu. Mas mais alguém sai do carro. Alma com um sorriso vai carregando as malas. E Alceu e Carol vão na frente.
Já em seu novo quarto e instalada. Carol olha-se no espelho. Alceu se aproxima com uma tesoura. E começa a tirar os curativos do rosto dela. Estava linda de novo. Sem nenhuma cicatriz. Ela sorri deixando algumas lagrimas cair. Alceu segura suas mãos.



- Você vai ter que ser muito forte Carol. E eu estarei do seu lado.
Carol se levanta o beija com carinho.
- Sei que estará. Eu sei.
Os dois se beijam com paixão. E caem na cama para uma noite de amor.
Mas de madrugada Alceu se levanta e vai até a cozinha. Lá estava Alma com um grande sorriso.
- Nosso plano está indo muito bem Alma. A mulher já está nas minhas mãos.
- Deu pra escultar. - Diz ela rindo.
Alceu a segura e a beija.
- Vamos ser ricos meu amor. Ricos.

9 de março de 2025 - domingo - 23:40 - Casa Suzi e Joe



Suzi, Joe e Arthur chegam em casa. Suzi e Joe caem no sofá mortos de cansasso. Arthur rindo pula no sofá.
- Vocês estão muito moles.
- Moles? Vocês não sabem o que eu fiz hoje Arthur. - Diz Joe rindo e colocando as mãos nas costelas.
- É. Eu vi da televisão pai. O cara deu uma surra em você.
- Mas depois deu uma surra num babaca do meu emprego.
- Joe! - Reclama Suzi. - Que educação é essa que você está mostrando para seu filho?
Joe rindo fala.
- Está bem Arthur. Por mais que tenha sido uma sensação boa ter batido no rapaz, não fiz uma coisa boa. Bater nas outras pessoas nunca é a resposta para um problema. Por mais que eu não tenha visto outra resposta por ele ter chingado sua mãe e a Suzi.
Suzi se vira rindo.
- O que? Então foi muito bem feito. Denfendeu a honra de nós duas. Obrigada meu heroi. - Diz Suzi rindo e beijando Joe. Arthur também ri.
De repente alguém bate na porta. Todos ficam assustados. Era muito tarde. Passava das onze horas da noite. Joe se levanta e abre a porta. Era Danielly.
- Danielly? Onde você estava para chegar a essa hora?
Danielly olha seria para o pai.
- Eu sai pai. Não queria que eu tivesse saido? Pois é. Fiz o que você queria.
Um carro preto sai cantando pneu do lado da casa de Joe. Ele nervoso olha para Danielly.
- Você veio com eles?
- Eles me deram uma carona pai. - Diz Danielly entrando em seu quarto.
- Vem cá Danielly. Estou conversando com você... - Suzi segura Joe.- Deixa eu conversar com ela.
Suzi bate na porta de Danielly. Ela abre com esnobismo.
- O que você quer?
- Quero conversar com você Danielly. Sei que está nervosa...
- Olha aqui Suzi. Eu cansei de você. Cansei de seu fingimento. Você é falsa. Encantou agente só até conseguir dominar meu pai. Agora que tem ele nas mãos acha que pode fazer o que quiser com agente.
Suzi segura firme e fala:
- Eu nunca quis dominar vocês ou seu pai. Você sabe disso e está sendo maldosa.
- Eu maldosa? Você me arrasta pra esse lixo de lugar e tira a unica coisa que importava pra mim. Quem é maldosa aqui?
- Você prefiria ficar naquela mansão sem vida? Você saiu hoje Danielly. Com gente de verdade. Por mais que tenha sido errado ficar na rua até mais tarde, mas foi melhor do que você ficar grudada naquela coisa o dia todo.
- Já falou o que tinha de dizer Suzi. Saia do meu quarto.
Suzi triste fala para Danielly.
- Eu  só quero o seu bem Danielly.
- Saia do meu quarto Suzi! - Diz Danielly puxando Suzi para fora do quarto e fechando e trancando a porta.
Joe olha apavorado para Suzi. E ela se levanta falando.
- Eu estou bem. Deixe ela pensar Joe.
Danielly em seu quarto chora. Chora muito. Chorava por saber que Suzi estava certa. Uma pessoa que ela não conseguia odiar. Essa pessoa que conseguia sempre estar certa.


9 de março de 2025 - domingo - 20:30- Restaurante Yomiko

Eduardo chega em casa e encontra Angel com um grande sorriso abrindo a porta. Ela com um grande sorriso fala:
- Senhor Eduardo, você está atrasado.
- Oi Angel. - Diz ele assustado.
- Sua esposa me mandou lhe preparar a roupa. E mandar o senhor ir logo para o banho.
- Ou claro Angel. - Eduardo estranhando entra rapidamente no banho.

Em casa  Suzi também toma um bom banho e pensando nas meninas. No jeito meigo delas. Queriam apenas ser amadas. Os maiores problemas do mundo era esse, todos querendo ser amados pelo maximo de pessoa possivel. O amor era o problema e a resolução. Ela se veste e corre para o restaurante da mãe e leva um susto ao ver tanta gente. E uma música muito alta. Varias pessoas dançando e pulando. E no meio da festa quem estava dançando e fazendo um show para todo mundo era ninguém menos que Joe dançando com Yomiko sua mãe. Todos abrem uma roda e os dois continuam a dançar lá no meio. Eduardo se aproxima de Suzi.
- Mas que tanto de gente é esse Suzi? Pensei que ia ser só a familia na inalguração.
- O que você falou? - Diz Suzi rindo não entendo nada do que Eduardo falou por causa da música.
Yomiko vê Suzi e chama ela. Suzi correndo entra na roda e beija Joe e abraça a mãe e começa a dançar com eles.
- Mas mãe? O que é isso tudo? Pensei que ia ser bem simples!
Yomiko sorrindo fala pra filha.
- E pode ser tudo tão simples quando sua prima é encarregada pela música?
Priscila lá na frente atacava com DJ.  Ela dá um tchauzinho para Suzi sorrindo. Começa uma música mais romantica e Joe agarra Suzi rindo.
- Você está linda meu amor.
- E sua maquiagem está borrando. - Diz Suzi rindo e limpando a maquiagem que Riti fez pra esconder o olho roxo.
De repente alguém puxa Joe. Era Lineu um dos reporteres do Jornal Oculam.
- Lineu? O que você faz aqui?
- Vim pra te dizer que você tem seu emprego de volta!
- O que? - Diz Joe com um grande sorriso no rosto. - Mas e a Meg?
- Você não vai acreditar no que aconteceu Joe. O Tibério pegou a Meg e o Caleb na cama quando ele voltou para o apartamento dele. Demitiu os dois e espussou ele de casa.
- Meu Deus Lineu! Mas isso é muito triste. Mas muito bom também.
- E a primeira reportagem sua vai ser agora. Topa?
- Mas é claro! Vai ser sobre o que?
- Ora Joe. Sobre o restaurante da Yomiko.
Suzi se aproxima de Joe que já está segurando o microfone.
- Joe. Eu vou dar um alô para minha irmã. Daqui a poquim nos dançamos mais.
Ela nem percebe Joe se arrumando para uma reportagem e está saindo. Yomiko rindo fala para Suzi.
- E ai? Não vai pedir nada pra comer não?
- É claro que eu vou mamãe. Só quero achar uma mesa. Está lotado.
Yomiko continua a dançar e deixa a filha ir até Suzana que servia as mesas com preça. Ela abraça a irmã.
- Oi Suzi. E ai como foi nas suas investigações?
- Uma longa historia que me deixou desempregada de novo.
- Então me ajuda a servir as mesas. Mas primeiro vai chamar a mamãe e fala pra ela que as guloseimas estão acabando. Que ela precisa vir fazer mais.
Suzi vai chamar e Suzana entra na cozinha onde Cristian com um grande sorriso coloca as coxinhas de frango nos pratinhos pra Suzana ir servir.
- Meu Deus Suzana. Tem tanta gente assim lá fora.
- Você não vai acreditar o tanto de gente que tem. Mas prepara três que eu vou ter que levar  pra um monte de gente.
Cristian entrega para Suzana ela vai para sair só que Cristian a segura pelo braço.
- Vai ser otimo trabalhar com você aqui Susana.
Susana rindo fala:
- Nossa Cristian. Muito obrigada. Mas agora me de licensa que tenho que servir as mesas.
- Espera. - Diz Cristian nervoso.
- O que foi Cristian eu tenho que servir as mesas... - Suzana se vira de novo para Cristian e leva num susto um beijo apaixonante.
Suzana sem folego sai do beijo com um grande sorriso.
- Também vou adorar trabalhar com você Cristian.
Susana corre com os pratos na mão e atravessa a camera em que Yomiko e Eduardo estam dando uma entrevista a Joe.
- E ai dona Yomiko? Como foi que a ideia surgiu?
Yomiko rindo fala:
- Surgiu quando eu vi que não tinha nenhum lugar pra a família e os jovens se juntarem. Aqui tem tudo que ambos gostam. Música e bons pratos. Acho que modestia a parte esse lugar é perfeito pra quem quer ver a família unida.
Eduardo abraçando Yomiko com carinho e beija seu rosto.
- Essa mulher é uma fada que nos encanta com seus quitutes. Não seria diferente uma inalguração dela.
Eduardo sai e Yomiko fica segurando a respiração com aquele beijo quente em sua bochecha. De repente percebe que estava em rede nascional. Joe disfarça.
- Boa sorte senhora Yomiko com seu restaurante da família e eu sou Joel Meirelles o reporter chocante do Jornal Oculam. Com uma chocante festa pra vocês. E agora sem sofrer nada.
De repente Cristiny carregando um barril de chop escorrega e o barril inteiro cai em cima de Joel.
- Desculpa Joe.
- Boa noite. - Diz Joe guspindo alguns litros de chop.
A caméra é desligada. E Lineu abraça Joe.
- Parabêns Joe. Foi otima a reportagem.
- Obrigado Lineu. Eu vou me trocar e já volto.
Joe atravessa passa o pé nos fius de Priscila e o Cd é trocado sem ela perceber.

Para uma música muito romantica. Todos os casais se abraçam. E começam a dançar com romantismo. Priscila rindo fala:
- Agora para os casais apaixonados.
Mas logo algo ruim vem dentro de seu coração. Todos abraçados e se beijando. Só ela sozinha. Até seu pai se levanta da mesa e vendo Juliana no canto da mesa caminha até ela.
- Você quer dançar moça.
Juliana com um sorriso se levanta.
- Mas é claro.
Priscila aperta um botão escrito. "PlayList" e corre até Cristiny que limpava a chop no chão.
- Cristiny cadê seu pai?
- Em casa. Disse que não estava em clima de festa.
Priscila sai da festa com seu lindo vestido e corre pela rua tirando seu sapato de salto. E ao chegar na casa de Jorge ela bate na porta. Logo Jorge abre surpreso.
- Priscila? O que faz aqui?
Priscila fica sem saber o que fazer.
- Eu fui uma idiota Jorge. Sei que vai ser impossivel você me perdoar. Mas eu....
Jorge beija Priscila com paixão.
Dentro da festa Riti meche o copo de champaing triste. E vê Eduardo dançando com Suzi e Yomiko como se tivessem numa valsa. Ela vai para o lado de fora e olha para a lua. Ele não era seu. Não era seu.
Priscila volta para a festa abraçada a Jorge. E encontra com Juliana na porta. E rindo Priscila fala:
- Uai? Já pararam de dançar?
- O que? - Pergunta Juliana assustada.
- O cara que você estava dançando é meu pai. Estavam lindos juntos.
Juliana ri envergonhada. Priscila rindo fala:
- O meu nome é Priscila. E o cara que você estava dançando se chama Ray. Aposto que ele não deu o nome. E o seu?
- Juliana. Sou amiga da ... - Juliana abaixa a cabeça triste. E  Priscila levanta a cabeça dela com um grande sorriso.
- Agora é minha amiga.
A festa é um sussesso e Yomiko olha sorrido para tudo do lado de Eduardo e Jim.
- Obrigada meus dois amigos.
Lineu se aproxima de Yomiko falando.
- Dona Yomiko aonde eu deixo a camera. Quero aproveitar um pouquinho a festa também.
Yomiko olha para os dois lados sem saber o que fazer. Quando Bárbara se aproxima.
- Dona Yomiko deixa que eu guardo lá dentro do quarto.
- Você faria isso Bárbara.
- É claro que eu faria. Quero ser util também.
Yomiko sorri para Bárbara e lhe entrega a camera. Bárbara sai do restaurante empurrando sua cadeira de rodas e se aproxima de seu quarto. Com o olhar malvado se aproxima da televisão e coloca a fita no video cassete. E com olhar maligno aperta "REC" e o filme passando com Eduardo dando um beijo em Yomiko.
- Você vai se arrepender Yomiko.

9 de março de 2025 - Domingo - 21:00 - Casa Raimunda e Casa Pureza

Eriberto esfrega a cabeça preocupado olhando para o lado de fora da sua casa. A noite fria depois de uma chuva pesada deixava sua imaginação maldosa mais dificil de aguentar. Sakura abraça o pai.
- Fica calmo pai. Ela deve estar bem. Viveu a vida toda sozinha. Se virando. Deve estar com vergonha de voltar pra casa.
Eriberto já nervoso fala para Sakura.
- Não Sakura. Já chega de não se preocupar. Eu vou ligar para a policia.
Antes que Eriberto chegasse até o telefone uma sirene começa a tocar. Sakura da janela vê com medo varios carros de policia chegando. E quando Eriberto percebe que a sirene estava perto de mais ele desliga o telefone e corre até a porta. Do carro desse Walter, Suzi, Raimunda e Eduardo.
Raimunda corre e abraça Eriberto. Suzi, Walter e Eduardo se aproximam com uma cara péssima.
- Meu Deus Raimunda. O que foi que aconteceu?
Raimunda só chorava nos  braços do marido. Sakura se aproxima de Suzi.
- Suzi o que foi que aconteceu?
- Não temos muito tempo Sakura. Onde está Calina?
- Porque? O que aconteceu com ela? - Pergunta Sakura assustada.
- Como assim, o que aconteceu com ela? Não estão com vocês?
Eriberto fala triste:
- Ela tentou ir para a casa da Pureza, a namorada do Elizio, mas ela é só uma criança. Não sabe ir até lá.
- Ela não é só uma criança Eriberto. - Diz Eduardo serio.
- Mas o que tem ela? Porque todos estão preocupados assim com ela? - Pergunta Sakura preocupada.
Suzi se aproxima triste.
- Porque ela não é a Sakuia. Sakura sua irmã é essa aqui.
Do carro sai Tamara. Uma linda menina que tinha o mesmo nariz e olhos do pai. O cabelo era praticamente tirado da irmã. E seu sorriso lembrou para Eriberto o mesmo sorriso de sua falecida esposa. Eriberto tremendo de emoção se aproxima de Tamara.
- Você é minha filha. Minha Sakuia.
Tamara timida sorrindo fala:
- Eu acho que sou pai.
Sakura se aproxima também.
- Tamara? Como isso pode ser possivel. Você era mais velha?
- É uma longa historia minha irmã. E por favor. Me chame agora de Sakuia.
Os três se abraçam. Finalmente agora sim, a família estava reunida de novo.
- Mas ainda não acabou. - Diz Walter. - Elizio e Pureza devem estar correndo risco de vida.
Sakura se assusta.
Yan se vira para os outros policias falando.
- Vamos! Para casa de Pureza Gusmão, a enfermeira de Oculam.
Suzi vira-se para Walter.
- Eu também vou Walter. Quero ajudar essas meninas até o fim.
- Pode ser perigoso Suzi.
- Eu não tenho medo do perigo se é para ajudar os outros Walter.
Raimunda também fala nervosa.
- Eu também vou.
- Vamos todos nós! - Diz Eriberto nervoso.
E assim a policia  e a família de Raimunda junto de Suzi correm até a casa de Pureza Gusmão. 
Chegando lá a casa é cercada Walter, Yan, Yuri e Eduardo ficam de frente a porta.
- Calina! Saia com as mãos para cima e não fassa nada com o casal!
Sakura na porta chorando aperta a mão do pai.
Ao meter o pé na porta e abri-la. Em meio a escuridão da sala todos vêem uma linda mulher carregando um lindo bebê de colo. Os policias chocados olham para a cena abaixando a arma. Suzi vendo a cena de longe se aproxima.


- Suzi Crof. - Diz a mulher.  - Eu sabia que no instante que foi para aquele orfanato, que iria resolver o misterio.
- Calina. - Diz Suzi se aproximando e chocando a todos. - Você se fez passar por Sakuia para poder fugir daquele orfanato não é? Não queria ser mais criança.
Calina deixa lagrimas cair de seus olhos.
- Você não tem ideia do que passei ali.  Nunca podendo crescer. Nunca  poder ter um homem do meu lado. Ser amada. Sendo ameaçada a todo momento em voltar a ser velha.
Suzi se aproxima mais e vê Elizio amarrado e a pé da mesa olhando apavorado para tudo. E logo percebe quem é o bebê. Suzi engole a seco e quando ia dizer, Calina fala:
- Não se preocupe. Eu não vou viver muito tempo. Na verdade devo ser mais velha que sua avó Suzi. Rapidamente vou envelhecer, e ela voltara a ser a mesma Pureza de sempre. Isso até o final da noite. Eu queria apenas por uma noite saber o que é ser grande.
Eriberto, Raimunda e Sakura se aproximam. Calina olha com tristesa para eles.
- Me desculpe pelo o que fiz vocês passarem. Eu queria apenas....
- Você uma otima filha Calina. - Diz Eriberto com tristesa.
Calina entrega o bebê a Suzi.
- Nos nunca vamos esquecer dos poucos momentos bons que vivemos com você. - Diz Sakura com um grande sorriso.
Calina abraça os três. E Walter se aproxima.
- Me desculpe Calina. Você é de maior, e manteu alguém de refém. 
Calina coloca os braços para trás e sai presa no carro de policia.
Sakura corre até Elizio e o desamarra com desespero.
- Eu fiquei com tanto medo Elizio. Com tanto medo.
Elizio abraça Sakura.
- Eu só pensei em você Sakura. Em todos os momentos...
De repente Raimunda e Eriberto finalmente percebem o que estava acontecendo. Mas Suzi para acordar Elisio e Sakura entrega o bebê para Elizio.
- Não se preocupe Elizio. Amanha de manha ela estara como antes.
Sakura se levanta acordando e percebendo o que tinha acontecido. Todos os vendo. Ela chateada sai da casa andando.
Suzi olha com para Eduardo com um sorriso.

- E ai Eduardo vamos para a inalguração do restaurante da minha mãe?
Eduardo sorrindo fala:
- O que? Depois ficar com mais de 90 anos? Ser preso por crianças que na verdade era velhas loucas? E assistir uma desilusão amorosa? Na hora! Estou pronto pra festa.
Os dois juntos caminham até o restaurante que era a duas quadras.

Eriberto, Tamara, Raimunda e Elizio carregando Pureza vam para casa.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 20:30 - Casa Joe e Restaurante Yomiko

Joe abre a porta de casa. Está todo machucado e mancando. E gemendo se senta no sofá.
- Suzi!!!
Ele olha para os lados. Não tinha ninguém ali.
- Danielly?
Ela também não estava. Onde aquela menina tinha se metido? Joe se deita no sofá e pega o celular. E disca para Suzi.
- Alô? - Pergunta Suzi do outro lado da linha.
- Amor? Onde você está?
Suzi ri do outro lado da linha.
- Ai Joe. Eu nem sei por onde começar... Estou indo para a casa da Raimunda salvar a família dela de uma das orfans do orfanato.
- Salvar? Porque? - Pergunta Joe se levantando e encostando o cutuvelo machucado no braço do sofá. - Ai...
- O que foi Joe? O que você tem?
- Perdi o emprego. Levei uma surra dum lutador de box e do ancora do jornal.
- O meu amor. Eu já estou indo pra i viu? Só vou resolver alguns probleminhas.
- Você sabe onde está a Danielly?
- Você quebrou o computador dela lembra. Ela é uma adolescente muito chateada, então não espere ela acordado. Se ela não estiver ai amanhã de manha agente vai procura-la.
- Você fala com uma calma Suzi.
- A Suzam fazia isso muitas vezes. Mas não se preocupe. Quando ela não estava em casa sempre estava com o Walter.
- Que Walter?
- O policial.
- Obrigado Suzi. Você me acalmou muito. - Diz Joe ironico. - Chega logo tá?
- Você não vai querer ir a inalguração do restaurante.
Joe bate na cabeça e acerta o olho roxo.
- Ai ai ai ai.
- O que foi Joe?
Joe disfarça.
- É que.. é que ... preciso desligar amor. Nós nos encontramos no restaurante, tá?
- Tudo bem. Tchau amor.
Joe desliga o telefone e se levanta do sofá com muita dor. E vai para o banheiro. Depois de um rapido banho chega no restaurante de Yomiko. Na porta. Yomiko estava com uma cara triste. E Riti do seu lado.
- Yomiko o que foi?
- Ninguém veio. Estou preocupada. A cozinha tá cheia de comida e nada do povo.
- Ainda tá cedo Yomiko. Fica calma. - Diz Riti com carinho.
-  E você Joe? Como pode enfrentar um lutador de box? - Diz Yomiko rindo.
- O bom de ter sido em rede nascional é isso. Eu não preciso explicar para todo mundo como foi que me machuquei.
Todos riem e animam Yomiko.

9 de março de 2025 - domingo - 19:00 - Orfanato Oculam

Suzi correndo chega ao orfanato. Ela torcia para Eduardo, Raimunda estarem bem. Chegando lá. Já estam cheio de policias arrombando a porta do orfanato. Suzi corre na frente e entra primeiro mesmo com os protestos dos policias  e encontra Eduardo e Raimunda jovens de novo amarrados ao resto do corrimão da escada.
- Suzi?
Suzi chorando abraça Eduardo e Raimunda.
- Escultem. Vocês não se lembram de nada. Ok?
- Mas eu não me lembro de nada Suzi. - Diz Raimunda coçando a cabeça. - Só de ficar assustada com o fantasma da Angelica e tentar fugir do orfanato. Mas ai... acordei aqui.
Suzi olha com um sorriso nos labios.
- Eu lembro de ver  vir ao orfanato e ver ele todo revirado e uma velhinha no chão. O que aconteceu Suzi?
Walter, Yuri e Yan entram nervosos com Suzi.
- É isso que estamos tentando descobrir Eduardo. Temos um orfanato destruido. Corpos chamuscados de idosas onde deveria ter de crianças e nossa unica suspeita carbonizada junto de todas.
Suzi vira-se para Walter com carinho.
- Walter. Você me conhece a muito tempo. E sabe que minha lealdade a lei é inabalavel.
Walter olha para Suzi com tristesa.
- Conheço você bem para saber que desde de criança está metida em coisas que eu prefiro confiar no que você me diz a entender o que aconteceu.
- Então te digo Walter o que foi que ouve. - Diz Suzi chateada. - Quando viemos aqui para o orfanato eu e Raimunda, procuramos ver como as meninas reagiam com o tralma. E elas só queriam justiça e saber o porque Angelica tinha feito isso com elas. - Suzi olha firme para Tamara que aparece de trás dos policiais. - Começamos a investigar a vida dela. E achamos fotos no soton. Pedi permissão ao prefeito Leonardo para eu levar as fotos a mãe de Angelica, para ela ver a filha. Mas ela nos falou que aquela não era Angelica, a filha dela. A mulher que trabalhava aqui no orfanato se chamava Siryna. Uma orfã do orfanato Oculam a vinte anos atrás e que sofreu muito nas mãos das crianças. E ela simplesmente tomou o lugar de Angelica. E começou a maltratar as crianças. E depois de presa não queria parar. Quando voltei de minhas pesquisas graças a um telefone do policial Eduardo, que foi muito eficiente, percebi que ela tinha prendido Raimunda e Eduardo e mantinha as crianças presa em seu quarto. Quando entrei ela também me pegou e tentou me matar mas as meninas corajosamente me salvou. Siryna fugiu para a Floresta Negra. Eu desmaiada não pude impedir as meninas de ir atrás de Siryna. Elas não contavam com a espertesa da mulher que como ultimo ato insano, armou uma armadilha para as meninas naquela cabana. Quando acordei fui correndo tentar acha-las no meio da floresta mas era tarde. Siryna se usou de isca para as meninas entrarem dentro da cabana cheia de alcool. Ela riscou o fosforo e eu não pude fazer nada... - Suzi abaixa a cabeça chorando. Eduardo a consola.
- Walter isso não basta? Não vê o que infrentamos nesse terrivel dia?
- Eu confio em você Suzi e sei que posso confiar. Mesmo essa não sendo a verdade. Colocarei assim no inquerito.
Suzi levanta a cabeça com tristesa.
- Você vai prefirir essa verdade Walter.
Walter por alguns segundos desconfia de quem foi a verdadeira culpa das mortes. Mas abaixa a cabeça falando.
- Vamos Yan e Yuri. Chame os bombeiros. Vamos fechar o local. - Ele virasse para Eduardo. - Você tem o dia de amanha de folga Eduardo.
Eduardo abaixa a cabeça triste. Para ele, tinha falhado.
Raimunda se levanta com dor de cabeça.
- Bem, Suzi. Tenho que ir.... - Raimunda para de repente e olha para alguém. Suzi e Eduardo olham na direção que ela olhava.  Era para Tamara que estava mais nova do que antes. Suzi por um segundo fica com medo.
- O que foi Raimunda.
Raimunda apavorada fala para Tamara.
- Mas você é a cara do Raimundo e da Sakura.
Tamara abaixa a cabeça triste. Suzi se aproxima de Tamara.
- Tamara. Você é a verdadeira Sakuia não é?
- Sim. Fui eu que cheguei bebê no orfanato. A Calina já era bem grande quando a Sakura chegou aqui.
- Como isso pode ser possivel. Calina é bem mais nova que Sakura? - Pergunta Walter ouvindo a conversa.
Suzi olha apavorada para Raimunda e Walter.
- O meu Deus. Acho que sua família está correndo risco de vida Raimunda. Walter, nos leve para casa de Raimunda.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 18:00 - Casa de Eduardo, Jim e Riti



O carro de Jim, Alicinha e Riti param na frente da casa deles. Riti vira-se para trás e um bracinho mecanico terminava de reconstruir Angel. Colocando até pele no rosto da robo novamente. Riti olha para Jim nervoso.
- Jim. Tem certeza que ela não vai louca de novo?
- Eu tirei a maioria dos chipes dela. Os policias me confiaram ela. Como vou dizer a eles que ela tentou me matar e eu destrui ela?
Alicinha fecha a cara.
- Não gosto dela Jim.
- Vocês não percebem. Eu tirei todo o sentimento dela. Ela não vai ter nem mais o jeito de um ser humano. Será mais parecido com sua cafeteira Riti.
Riti  olha de novo para Angel. Que já estava completamente pronta e sorrindo no banco de trás.
- Angel? Você vai descer?
Angel vira-se para Riti com um sorriso gracioso e fala roboticamente.
- Eu estou programada para obedecer ordens. É você que devo obedecer?
Riti olha para Jim e ele dá um sorriso altorizando.
- Sim Angel. Eu agora serei sua dona. E você deve me obedecer.
- Dê seu nome para registro.
Riti sorri e fala:
- Sou Riti Frias.
- Riti Frias. Você agora me dá ordens. O que devo fazer?
Riti sorri para Alicinha que logo percebe que o robo tinha mudado mesmo.
- Vá buscar um guarda-chuva para gente dentro daquela casa. Aqui está a chave.
A robô sai do carro e entra na casa destrancando a porta. Riti sorri e bate palma.
- Adorei Jim.
Logo ela volta com o guarda-chuva.
Os três debaixo do guarda-chuva segurado por Angel são levados até a casa. Mas quando chega percebe o rastro de lama por toda a casa. Riti vira-se para Jim falando:
- Sem duvida, vamos ficar com ela Jim. - Riti vira-se para Angel falando. - Angel. Limpe a casa enquanto eu, o Jim, e a Alicinha nos arrumamos para a inalguração de um restaurante de uma amiga nossa. Quando o Eduardo, meu marido, chegar. Me avise.
Alicinha sorrindo fala.
- Sim senhora.
Alicinha e Jim entram no quarto deles e Riti no seu. E Angel começa a limpar a lama na casa.

9 de março de 2025 - domingo - 17:30 - Mansão Ray e Priscila



Jorge tinha terminado finalmente de arrumar o jardim do grande casarão de Ray. A grama estava aparada, as flores todas plantadas, os frutos das árvores só tinham no pé e nada no chão. Já começava a anoitecer e parecia que ele já podia ir embora e se arrumar para ir a inalguração do belo restaurante de Yomiko. Só que algo dentro de Jorge falava que ele não podia ir embora assim.
Ele olha para a mansão. Era aquilo que tinha que fazer. Com agunia se aproxima da mansão e aperta a campainha. Priscila logo abre a porta. Como ela estava bonita. Já estava quase pronta para ir a inalguração. O que ele estava pensando. Ela é sobrinha da Yomiko, é logico que ia a inalguração.
- O que foi Jorge?
Jorge sorrindo fala com humildade.
- Eu já terminei por hoje Priscila.
Priscila olha para o jardim.
- Ficou muito bonito mesmo. Obrigada.  - Diz Priscila estranhamente fria. Mas Jorge não ia embora. O que mais ele queria? - O que foi?
- Bem Priscila. Sua tia está inalgurando o restaurante hoje...
- Eu sei. Meu pai ajudou a construi-lo. Lembra-se?
- Eu sei. Mas...
- Mas o que?
Jorge fecha os olhos irritado.
- Eu queria saber...
- Saber oque?
- Deixa eu falar por favor!
- Mas do que você está falando Jorge? Eu estou atrazada. Tenho que ir ao salão ainda. Paguei por uma maquiagem carissima.
- Droga Priscila estava querendo chamar você pra ser minha acompanhante na festa de inalguração. Mas você não me deixa falar.
Droga. Olha o jeito que eu falei! - Pensa Jorge com agunia. O que ela iria dizer? O que estava pensando?
Um sorriso nos labios? Isso é bom?
Não. Não era.
- Você tá querendo me acompanhar na inalguração da minha tia? Você tá louco? Você acha que eu deixar alguém me ver com você? O jardineiro da minha casa?
Priscila vira as costas e fecha a porta. Deixando Jorge paralisado diante aquela porta. O que aconteceu? Porque falou aquelas coisas. Porque as palavras sairam daquela forma da  boca dele? Porque não dá tudo certo para ele como dá para todo mundo. Jorge não sabia e cabisbaicho vai embora da mansão de Ray e sua filha. Uma mulher que nunca ia ser dele. Ele era um mero jardineiro.


Mas dentro da casa. Priscila depois de ter fechado a porta se vira para o pai. Ele apertava a gravata nervoso. 
- Eu não acredito que aquele babaca teve a ousadia de querer falar com você.
- Pai. Ele não sabia que você estava aqui escultando tudo. - Diz Priscila triste.
- E se solbesse poderia acompanhar você a festa. Tenha santa paciência Priscila.
- Não pai. Eu não falei isso.
Ray sobe as escadas nervoso.
- Eu só não demito ele. Porque ele fez um belo trabalho no nosso jardim. Só que não quero você perto dele na festa.
Priscila com tristesa recosta a porta. Seu coração estava apertado. Como pode fazer aquilo? Só para agradar o pai? Como pode machucar um homem tão bom e carinhoso?


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 17:00 - Floresta Negra






Suzi estava apavorada. A tão terrivel Angelica na sua frente, bem mais nova é claro numa cabana escura e sombria e a cabana cercada por orfans que roubavam a juventude do pais que iam ao orfanato para serem crianças para sempre. O que iria fazer? Como sair daquela situação. De repente Suzi percebe que não estava só Angelica na cabana. Mas três pessoas no canto da cabana gemiam.
- Angelica... digo Cyrina Gidê. Não pensei que voltaria para o orfanato depois de estar sendo procurada pelos policias de Oculam.
- Eles não são problemas. Agora eles não me reconheceriam. Estou muito mais jovem do que seus irmãos me viram aqui no orfanato a alguns dias.
- Você é um monstro Cyrina! Você é um monstro terrivel! Você e suas amigas. Tiram o que uma pessoa tem de mais valiosa. A chance de viver.
- Ou querida. Eles me tiraram isso primeiro. E tiraram de todas essas crianças também. Estou querendo só o que é meu.
- Como eles tiraram sua juventude? Está louca?
- Eu vim da Africa Suzi. Num lugar remoto e distante. Onde vivia feliz com meus pais. Mas caçadores vinheiram e destruiram minha casa. Mataram meus pais e... - Angelica abaixa a cabeça. Ela tinha se emocionado. - Eu era apenas uma menina. E eles...
- Eram outras pessoas de outro pais. Não tem nada a ver com as pessoas que vocês mataram! - Diz Suzi tentando fazer Angelica entender.
- São os mesmos Suzi. São os mesmos homens que não viam a infância por trás dos olhos dessas meninas que se transformavam em mulheres. E queriam apenas o carinho de um pai.
- Está enganada Angelica. Não são todos assim. Tem pessoas dencentes que estavam em busca de dar todo amor que não puderam dar a um filho do proprio sangue. O seu caso foi um caso a parte. Mas vocês não podem ficar tentando reaver um passado que já passou. Tem que viverem a vida adulta com dignadade. Acharem um bom homem, casarem, terem os proprios filhos, darem o amor que vocês não tiverão.
De repente do lado de fora uma voz grita.
- Suzi. Sabemos que está ai. Vamos incendiar tudo. Sai da cabana.
Suzi implorando para Angelica. Angelica com agunia fala:
- Já é tarde demais Suzi. Minha vida passou. Estou apenas remediando o fim sugando a juventude deles. Se eu parar ou as meninas pararem elas vam morrer.
As crianças tacam alcool em volta da cabana.
- Não. Deve ter um jeito.
- Saia pela janela. Ninguém vai te ver. E leve esses três com você. - Suzi com pavor olha para os três idosos. Duas mulheres e um homem. Um era Trevor, as outras Suzi reconheceu facilmente pelo cabelo era Emiliana e sua filha Mirian.
Angelica se vira para Suzi falando.
- Só te pesso uma coisa Suzi. Não revelo o nosso segredo para o mundo. Deixe elas morrerem com a inocensia de crianças.
Suzi chorando e atravessando os três idosos pela janela fala:
- Pode deixar Angelica.
E antes de sair grita:
- Eu me rendo! Venham e sugam minha juventude!
Angelica abraça Suzi e ela sai pela janela e entra na floresta negra e escura. As meninas todas entram dentro da cabana. Margarida ao ver Angelica fica apavorada.
- Você por aqui Angelica.
- Já chega Margarida. Chega de roubar a juventude das pessoas.
- O que você vai fazer?


Angelica tira um isqueiro aceso de tras das costas. As meninas vam para fugir, mas Angelica deixa o isqueiro cair acendendo um jato de fogo traçando a porta e não dando espaço para ninguém fugir.
Suzi do lado de fora vê a cabana se queimando, e os gritos de crianças virando gritos de senhoras idosas, e Emiliana, Miriam e Trevor se tornando novos de novo.


Logo varios policias aparecem no meio da floresta. Prendem Emiliana, colocam Troy e Mirian dentro do carro. Walter se aproxima de Suzi com um guarda-chuva.
- Suzi! Cadê as crianças? O que aconteceu ao orfanato? Uma senhora de idade nos ligou?
Suzi com seus olhos azuis e triste fala se agasalhando com uma coberta que um policial a tinha lhe dado.
- A Angelica... - Suzi soluça de choro. - Ela apareceu...- Ela olha para Emiliana. Que de dentro do carro presa tentava confortar sua filha que em desespero gritava. - E prenderam ela naquela cabana... - Suzi olha para Tamara jovem e linda como sempre. Abraça Suzi.
Walter olha horrorizado para a cabana pegando fogo.
Suzi de repente se lembra de Eduardo e Raimunda que estavam dentro do orfanato. Ela corre em disparada para o orfanato. Será que estavam bem? Será que tinha dado certo para eles voltarem a ser jovens?

9 de março de 2025 - domingo - 17:00 - Caverna Zona Rural Oculam


Jim é levado por um corredor escuro e sombrio por Angel. Nunca se pensou numa situação dessas. Uma robo querendo ser sua mulher enquanto sua namorada estava pronta para ser servida num jantar. Como convidada a mulher de seu melhor amigo. Mas agora tinha que ser esperto. Tinha conseguido manipular a mulher robô para que adiace o jantar canibalistico para uma noite de amor. Como iria salvar sua namorada e a mulher de Eduardo?
De repente da escuridão surge uma luz. E naquele lugar um outro castição com varias velas iluminava uma cama de casal velha com lençois corruidos por traças. No teto um lindo e enorme lustre.  Jim continuava com as mãos amarradas para trás e Angel o leva até a cama e o amarra nela, e depois amarra as pernas dele também.
- Angel. O que está fazendo? Não vou poder fazer nada amarrado.
Angel coloca os dedos nos labios de Jim com um sorriso malicioso.
- Não vai precisar fazer nada meu querido. Eu faço. - Ela caminha para outro comodo na caverna que parecia ser um tipo de banheiro e fala rindo. - Preparei algo especial para gente meu amor. Me espere.

Na sala de jantar Riti amarrada a cadeira olhava para Alicinha em cima da mesa dentro de uma bandeja pronta para ser servida no jantar. Alicinha estava amordaçada. Riti  com calma olha para a mesa. No fim da mesa Angel tinha esquecido de algo. A faca que era para cortar Alicinha. Riti começa a chutar a perna da mesa com os pés mesmo amarrados. Ela chuta com força o pé da mesa e Alicinha com seus olhos chorosos mostrasse preocupada.
- Calma Alicinha. Vou tirar agente dessa.

No quarto Jim tenta desesperado se desamarrar da cama. Mas as cordas eram trançados de uma forma que se mecher só fazia cortar seus pussos cada vez mais. De repente Angel aparece de novo no quarto mostrando uma camisola transparente e por baixo um conjunto de lanjerri. Jim desesperado fala para Angel que caminhava para cama devagar e sensualmente.
- Angel, se você tivesse aparecido antes ia ser tão bom.
- Vai ser muito bom meu amor. - Diz ela se aproximando e beijando Jim.
Entre os beijos molhados dela Jim fala aguniado.
- Minhas roupas. - Diz Jim tentando se livrar daquela enrascada de qualquer jeito. - Como vou tirar minhas roupas? Minhas mãos estão amarradas. Não dá para passalas por meus braços e pernas.
- Tudo bem meu amor. Eu pensei em tudo. - Alicinha tira uma enorme tesoura de tras das costas. - Eu vou cortar.
Jim em desespero grita.
- NÃO!!! Não corte minhas mãos Angel por favor!
- Eu não vou cortar suas mãos seu idiota! - Diz ela já perdendo a paciência. Mas voltando a charme de antes. - Eu vou cortar suas roupas. Não vamos precisar delas aqui.
Ela leva a tesoura até a boca da calça jins de Jim e começa a cortar. Jim em desespero vira a cabeça sentindo a lamina fria subindo pela suas pernas.

Riti na cozinha continuava a chutar o pé da mesa. Até que a mesa quebra fazendo Alicinha e a faca da mesa cair. Riti grita para Alicinha.
- Rapido. Rasteje até a faca e corte as cordas.

Os cortes de Angel chega aos joelhos. Para Jim que com fidelidade a sua namorada tentava não sentir nada enquanto ela o beijava. E com força tentava tirar seus braços daquelas malditas cordas.

Alicinha rasteja até a faca e a pega.

Quando Angel chega a tesoura até as cochas de Jim. Ele consegue soltar as pernas. E dá um chute em Angel ela cai no chão. Ela se levanta nervosa com a tesoura na mão.
- Vai se arrepender por ter feito isso!
- Não Angel! - Ela vai para cima de Jim com a tesoura. Mas de repente uma faca atravessa sua bochecha e vai parar na parede. Alicinha não perde tempo, chuta o estomago de Angel e a joga contra  a parede e o lustre se solta do teto caindo em cima de Angel.
Alicinha pega a faca com rapides e corta as cordas de Jim.  Jim beija Alicinha com os gritos de odio de Angel debaixo do lustre.
- Vamos. Temos que fugir daqui. - Fala Jim puxando Alicinha pelo corredor escuro.
- Temos que soltar a Riti ainda.
Eles chegam na sala de jantar e Riti ainda amarrada fala nervosa.
- Como você me deixa aqui sozinha Alicinha!
- Eu não ia deixar aquela robô idiota encostar no meu homem. - Diz Alicinha cortando a corda de Riti.
De repente um estrondo. Angel tinha saido de baixo do lustre.
Riti, Jim e Alicinha correm para fora da caverna com a chuva densa caindo do lado de fora. Mas eles nem querem saber correm na chuva e vam até o carro de Jim que estava estragado mas em pé no meio da estrada.
As duas entram no carro em desespero. Jim entra no banco do motorista. De repente um trovão revela Angel vindo quase que desfilando com sua feição horrivel de odio com a tesoura nas mãos.
- Vai Jim!
- Liga esse carro!
Jim desesperado tenta ligar. Mas o motor não funcionava. Angel começa a correr. Mas na quinta tentativa o carro liga e Jim acelera. Riti e Alicinha respiram aliviadas. Mas cedo de mais. Pois um baque em cima do carro faz eles perceberem que Angel estava ali em cima.
Jim começa a fazer zigue-zague com o carro mas a terrivel Angel enfinca a tesoura no capo do carro e se segurando nela não escorrega. Ela com agilidade se segura na janela do carro e enfinca a tesoura de novo. Alicinha e Riti se abaixam em desespero. Só que Jim tinha uma ideia melhor. E com o carro em disparada ele puxa o freio de mão. Angel cai de cima do carro capotando varias vezes no meio da rua. Jim olha apavorado para ver se ela morreu ou não. Mas para o desespero deles ela se levanta.
Jim não pensa duas vezes e acelera o carro novamente o carro bate contra Angel. Ela segura firme na parte da frente do carro. Mas é sugada pelas rodas e amacetada no asfalto. Jim para o carro e olha para trás. Dessa vez não ia dar chance. De ré ele volta o carro e passa novamente por cima do robo. Estrassalhando ele completamente.
Por fim. Os três dentro do carro ficam olhando aquele monte de ferro retorcido no meio da chuva. Jim sabia que pelo o que Nepomuceno disse que ela tinha um jeito de se reconcertar sozinha. Tinha que fazer alguma coisa.
Jim sai do carro falando:
- Ela vai se reconstruir.
- Como assim Jim? Ela é só um monte de ferro velho agora.
- O Nepomuceno deu pra ela varios chipes. - Diz ele já perto do monte de ferro. - Um deles é de alto- reconstrução. E o outro foi o chipe do amor. - Diz Jim se  aproximando e do meio dos destroços tirando um chipe vermelhor e entregando a Alicinha. - Ele queria que Angel fosse a mulher perfeita para ele. Mas ele se esqueceu que Angel não iria se apaixonar por ele porque ele lhe deu outro chipe. O das escolhas.- Jim tira outro chipe da cabeça dela. - Agora está otimo. Ela se reconstruira. Mas não terá nem uma paixão avassaladora por mim, e muito menos nos desobedecer. - Jim pega o monte de ferro e coloca dentro da parte de trás do carro.
- Agora ela vai ser a robo perfeita. Porque a mulher perfeita. - Diz Jim se aproximando de Alicinha. - Eu já tenho. - Os dois se beijam em baixo da chuva.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 15:00 - Orfanato Oculam


Uma chuva fina começa, e acaba virando uma tempestade. Suzi dentro do carro estacionado a alguns metros do orfanato Oculam não podia se preocupar com a chuva. Ela vira-se para Tamara e fala com coragem.
- Eu vou entrar. Daqui a duas horas dirija o carro até a cidade.
- Suzi eu não sei dirigir. Tenho 12 anos de idade.
Suzi não tinha pensado nisso. E fala de novo para Tamara.
- Se abaixe e fique escondida aqui dentro. Tome meu celular. Ligue para a policia daqui a duas horas.
Suzi sai do carro na chuva e se aproxima da casa. A mala de Raimunda estava na porta. A lama deixa Suzi encharcada em segundos. Trovões e nuvens escurecem o céu. Suzi se aproxima do casarão cada vez mais.
Antes de chegar a porta de entrada Suzi tenta enchergar pelas janelas escuras. Moveis revirados, tudo quebrado. Suzi chega perto da porta e dá para ver mais bagunça pela casa. Mas ninguém. Suzi entra e logo a porta se fecha e se tranca. Suzi se vira para a porta tentando abri-la. Está trancada. Suzi bate na porta. E de repente atrás dela se ouve uma voz infantil, mas apavorante.
- Olá Suzi?
Suzi se vira para ver a dona da voz. Mas vê a terrivel cena das 10 garotas do orfanato agora todas crianças, menos Margarida. Mas o pior estava por vir. Margarida a unica que continuava a mesma estava a segurar pelo pescoço um senhor idoso. Suzi reconhece com pavor o velhinho. Era Eduardo.
- Meu Deus. Eu não queria acreditar! Mas é verdade!
Uma menina gordinha se aproxima com lança nas mãos.
- Verdade o que Suzi? Que não somos simples orfans ou que pegamos a juventude dos outros?
Margarida se aproxima deixando Eduardo ao chão tremendo.
- Estavamos jugando se iriamos fazer o mesmo com você. Ou se dessemos a chance de você se juntar a gente. E advinha! Tem a chance de ficar com agente. Já que a Angelica sumiu, precisamos de uma nova diretora do orfanato.
- Pra que querem ficar sempre crianças? Nunca quiseram aproveitar a vida. Serem adultas.
- Nos nunca tivemos infância Suzi! - Diz Vanessa que não passava de uma menininha de 8 anos mas com o mau no olhar. - Nunca tivemos o carinho de um pai de uma mãe. Tivemos que nos virar sozinhas. E cada vez que os anos iam passando, viamos nossas chances de ter esse carinho indo embora.
Mina, uma das trigêmeas e com a raiva no olhar fala:
- E quando eramos adotadas, nós já mais velhas não nos viamos como filhas, não tinham carinho de pais e sim com segundas atenções.
Suzi desesperada e se afastando cada vez mais tenta contradizer elas:
- Mas isso não é razão para vocês roubarem a juventude dos outros. Como puderam? Eles também tem direito a viver a vida deles.
- Isso é um não pra nossa proposta? Não quer voltar a ser criança e crescer varias e varias vezes nesse orfanato?
Suzi corajosa fala nervosa e corajosamente:
- Eu nunca vou me sujeitar a isso. Eu sou mulher! Eu sou adulta! E tem muitas coisas boas em ser adulta. Ser amada. Poder trabalhar! Poder ter suas realizações sem depender de outra pessoa. Porque não percebem isso?
- Não existe isso Suzi. No mundo dos adultos só existe traição e picuinhas.  - Diz Bianca também criança e chorando de odio.
- Vocês não podem viver para sempre assim? Fingindo que são orfans.
- Não vamos. - Fala Margarida com maldade nos olhos. - Daqui em diante vamos entrar na floresta negra e vamos viver sequestrando pessoas para sugar suas energias. E se você não quer seguir com agente, estou louca a voltar a ser criança.
Suzi tenta correr mas dá de cara com três das meninas. Ele tenta dar meia volta. Mas outras meninas a cercam. Ela é agarrada. E levada para cima da escada. Suzi desperada não pode fazer nada. Ouve a voz tremida de Eduardo idoso gritando:
- Suzi não!
Margarida se aproxima de Suzi e estica sua mão. Margarida tem odio em seu olhar. Sua mão gelada trisca no braço de Suzi. Um tipo de choque sai de suas mãos. Quando de repente o carro de  Suzi dirigido por Tamara entra dentro das portas do orfanato. Dando tempo de Suzi se soltar de Margarida e pulando pela janela.
Suzi cai nas moitas de rosas e do barro. Ela se levanta e sai correndo pela floresta. Logo atrás dela as meninas saem gritando e atirando as lanças. Suzi entra dentro da floresta e com desespero corre. A lama, o matagal e os galhos rasgavam-lhe a pele a roupa. As lanças e flexas iam atravez dela caindo em galhos perto dela. Suzi por um segundo olha para trás e vê com desespero varias meninas de oito anos com tochas na mãos. Como ia sair daquela? Como poderia se salvar e voltar para Joe? Para sua mãe?
De repente só vê uma saida. A cabana. Ela entra na cabana e fecha a porta e cai no chão chorando. Resava para que as meninas não a tivesse visto.
De repente outra voz que Suzi não prefiria ouvir aparece em meio a escuridão da cabana.
- Você deve ser Suzi Crof.

9 de março de 2025 - domingo - 14:00 - Jornal Oculam

Joe sente o gelo atinger sua testa. Bonifacia com carinho cuidava dos machucados de Joe.
- Obrigado Bonifacia. Nem tem como eu te agredecer.
- Que isso Joe. Você é grande reporter chocante. Não tem o que agradecer. Só ajudar o senhor já é um agradecimento.
Eles estavam na cozinha do Jornal Oculam. E logo chega ninguém menos que Caleb com um sorriso malicioso.
- Joel Meirelles. Depois de trocar a esposa por uma babá agora trocará a babá por uma faxineira. Aonde você vai chegar em?
- Cala a boca Caleb! Respeite essa senhora que é casada e eu também.
Caleb se aproxima rindo.
- Isso não te impediu de ter pegado aquela gostosa da sua babá não é?
Joel não aguenta e dá um soco na cara de Caleb. Caleb cai no chão e gospe sangue. E se levanta e vai para dar um murro em Joe também só que ele desvia e chuta o estomago de Caleb. Caleb não desiste e vai de cabeça no estomago de Joe. Joe bate contra o armario derrubando varias panelas.
Bonifacia sai da cozinha correndo e gritando.
- Rapido! Me ajudem! Joe e Caleb estão se batendo.
De repente uma multidão corre para dentro da cozinha e em vez de separar Joe e Caleb formam uma roda. E os dois continuam a brigar lá no meio.
Joe se levanta do armario e tenta dar dois murros em Caleb. Caleb consegue defender com a mão e dá um soco na cara de Joe e outro nas costelas dele. Joe cai no chão. Caleb abre espaço na multidão e pega uma grande panela de preção e vai pra cima de Joe. Joe pega uma colher de pau e defende a panela de preção. E com a colher de pau bate duas vezes na cabeça de Caleb ele volta com a panela de preção e bate na cabeça de Joe. Os dois caem no chão tontos. Até que na frente dos dois surgem um par de sapato de couro. Joe olha pra cima, era Tibério, o dono do Jornal Oculam, com uma cara seria.
Caleb e Joe se  levantam envergonhados.
- O espetaculo acabou gente. Todos voltando ao trabalho.
Todos saem e quando Bonifacia ia sair Tibério fecha a porta.
- Bonifacia, você estava aqui quando tudo começou?
Bonifacia abaixa a cabeça e fala sem jeito.
- Sim senhor Tibério. Eu tava aqui com o Joe. Ai surgiu o Caleb...
- Quem bateu primeiro? - Pergunta ele serio para a faxineira.
- Bem, senhor Tibério, o Caleb chegou falando umas bobagens sobre...
- Não foi isso que eu perguntei senhora Bonifacia.
Joe se aproxima com o queixo sangrando e com as mãos nas costelas falando.
- Foi eu Tibério. Eu que bati em Caleb primeiro.
- Muito bem Joe. Por mais que você seja especial não quero alguém que bate em pessoas aqui no meu jornal. Vá embora, acertará tudo com a Meg.
Joe abaixa a cabeça triste. Bonifacia vai para falar alguma coisa mas Joe segura o braço demonstrando que ele não queria que ela falasse nada. Joe se vira para Tibério e fala triste.
- Espero que agente ainda possa ser amigos Tibério. Aconteça o que acontecer estou ai quando precisar.
Joe sai triste e olha para trás vendo uma sorriso nojento no rosto de Caleb.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 13:40 - Montanha na zona rural de Oculam

Riti abre os olhos. Se sentia dolorida. Estava completamente molhada e sua visão estava embassada. Ao identificar o que estava vendo leva um susto. Uma mesa de jantar enorme. Onde estava? Dentro de um castelo? Não... Eram roxas. Estava numa caverna iluminada por castiçais de velas. Na outra ponta de uma cadeira estava amarrado Jim. Ele estava com armordaçado e seus olhos vidrados. Riti tenta se levantar assustada e percebe que também estava amarrada. E armordaçada. De repente da escuridão surge Angel com um grande sorriso frio e louco.
- Olhe amor quem veio nos visitar no nosso belo ar. - Diz Angel em tom louco. Ela trazia a mão uma bandeja exageradamente grande e coloca na mesa. Ela vai até Jim, tira a mordaça da boca dele e beija ele.
Jim aproveita para falar.
- Angel. Pare com isso por favor. Podemos conversar.
Angel vai até Riti e tira a mordaça da boca de Riti e rindo corre até Jim de novo e o abraçando fala:
- Desculpe pelo mau jeito de Jim. É a nossa primeira visita na nossa casa nova.
Riti com calma fala:
- Angel, porque não me desamarra. Assim podemos conversar melhor.
- Ou sinto muito minha amiga. - Diz Angel louca de pedra. - As minhas acomodações são assim mesmo. E se quiser continuar minha amiga terá que se acostumar.
- O que você fez com a Alicinha Angel? Cadê ela?
Angel se levanta e fala com um sorriso maligno.
- O meu amor. Você revelou para a Riti... - Ela tira a tampa da bandeja mostrando com terror Alicinha molhada e amarrada em cima da bandeja. - ... Nosso prato principal!
- O meu Deus! - Grita Riti apavorada.
Alicinha amordaçada e chorando de medo resmunga algo.
- Você é apenas uma vadia nojenta! Não é e nunca será minha esposa!
- Eu meu amor? - Diz Angel se virando para Jim com a faca na mão. - Eu sou sua esposa. E vou fazer o pior pra quem falar o contrario. Foi assim com papai.
- Você está falando do Nepomuceno? - Pergunta Riti apavorada.
- Sim. - Vira Angel para Riti caminhando para ela com a faca na mão.- Ele me disse que não deveria ficar apaixonada pelo Jim e sim por ele. Eu bati nele o amarrei e o obriguei ele a assinar um documento me deixando para você Jim. Isso enquanto eu cortava ele em pedacinhos. - Diz ela se aproximando de Alicinha com a faca. - O policiais não desconfiaram de nada. Botei fogo na faculdade e eles só viram seus ossos negros pelo chão. Não dava para eles desconfiarem o que eu fiz com ele. Ele sofreu muito, tudo porque ficou no meu caminho e no de Jim. E agora essa mulher está no meu caminho. - Diz Angel puxando os cabelos de Alicinha e colocando a faca no pescoço dela. Jim desesperado grita:
- Angel! Pare com isso! Liberte as duas! E eu serei seu!
Angel olha para Jim com agunia e paixão, largando Alicinha e fazendo ela bater a cabeça contra a mesa.
- Serei seu agora! - Fala Jim maliciosamente. - Se você libertar elas agora.
Angel se aproxima e solta Jim da cadeira. Mas deixa ele amarrado.
- Você ficara comigo. Se fizer seu trabalho, eu liberto as duas.
Angel entra dentro da escuridão da caverna com Jim deixando Riti e Alicinha sozinhas.

9 de março de 2025 - domingo - 13:30 - Restaurante Oculam

Yomiko com uma prancheta na mão vai vendo se tudo está pronto pra a primeira noite do restaurante. Tudo parecia perfeito e ela não se aguentava em felicidade. Cristiny, Cristian e Suzana seguem Yomiko que vai falando:
- Então vocês querem trabalhar aqui comigo? Sabem que porque sou amiga de vocês não vou dar mole. Muito menos pra você Suzana, que é minha filha.
- Eu sei disso mãe. Não quero moleza. Só não quero ganhar com seu lucro sem trabalhar nele.
Yomiko sorri para a filha. Ela estava crescendo.
De repente Ray aparece na cozinha.
- Yomiko, já viu que cardapio que vai servir.
- Não. - Yomiko vira-se para os três falando: - Porque não vam lá em casa e peguem para mim os livros de receita da minha avó.
- Tá bem mãe. - Os três saem correndo e Ray volta para a cozinha deixando Yomiko sozinha no restaurante. Quando Barbara surge da porta de entrada empurrando sua cadeira de rodas e com um grande sorriso nos lábios.
- Nossa Yomiko. Ficou lindo.
Yomiko vira-se assustada.
- Barbara? Obrigada. Fiz o melhor que pude.
Bárbara se aproxima de Yomiko.
- Nem sei como te agradecer pelo que está fazendo por mim Yomiko. Me abrigando em sua casa. Depois de tudo que eu fiz.
- Você é filha do Carlos. E portanto minha filha também. Nunca iria deixar você sozinha nessa.
- Obrigada. - Yomiko abraça Barbara com carinho acreditando nas coisas que ela falava. Mau sabia Yomiko que aquilo era pura falcidade.

domingo, 23 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo -13:20 - Rua Orfanato Oculam

Suzi dirige o carro até Oculam com aquela senhora idosa que dizia ser Tamara. Aquela linda garotinha que tinha-lhe apertado a mão na noite passada. A senhora de idade chorava e esfregava os olhos. Suzi apavorada olhava a cena.
- Então você é Tamara? Como ficou idosa assim?
- Suzi as coisas não são como parece.
- Então me conta o que está acontecendo. Porque preciso saber. Meu amigo Eduardo pode estar correndo risco. Quem te fez isso? Quem está fazendo isso tudo? A Angelica.
- O nome dela não é Angelica. Ela se chama Cyrina Gidê. Veio da Africa a 100 anos para um orfanato em Goiânia. Foi lá que as outras meninas a conheceram.
- A 100 anos? Como assim?
- Dizendo as outras meninas, Cyrina chegou como linda criança em Oculam.  Ela agia esquisito e era muito mais inteligente. Isso assustou muito a verdadeira Angelica. Eramos ixolados de Oculam. E logo ela contou para todas o que tinha de diferente. Ela tinha descoberto um feitiço na Africa. O feitiço da juventude. E logo algumas meninas que estavam interando 18 anos e teriam que ir embora do ornato decidiram que queria ficar. E o unico jeito era voltando a ser criança. E pediram para Cyrina fazer o feitiço com elas. Mas para isso precisavam de uma outra pessoa jovem para pegar sua juventude. Assim sugaram a vida de Angelica. Ela virou uma senhora idosa e morreu. Para não irmos para outro orfanato, Cyrina decidiu passar sua juventude para outras meninas e virar a nova diretora do orfanato assumindo o papel de Angelica. Ficavamos ixoladas da cidade e isso foi facil. E para cada casal que visitava as crianças em busca de adoção era a chance delas de sugarem a juventude deles. E para cada casal que elas sugavam a energia eram levados a Floresta Negra e mortos pelo filho da antiga Angelica. Que também começou a sugar as energias dos outros. E assim viveram como crianças por mais de 40 anos.
Suzi olha para Tamara e não conseguia fazer a pergunta mas Tamara advinha.
- Eu nunca suguei a juventude de ninguém. A sua irmã e o seu irmão iria ser a chance da Margarida e da Vanessa de voltar a ser crianças. Mas não deu certo. A nova chance veio depois com Raimunda, você e o Eduardo aparecendo. Mas eu não queria deixar. E o que acontece com quem se nega a participar do grupo é isso.
- Meu Deus Tamara. E tem como voltar a trás? Tem como a juventude voltar pra pessoa certa.
- Sim. Quando a pessoa morre a juventude volta pra pessoa.
- Tenho que salvar a Raimunda e o Eduardo.
Suzi para o carro. Tinha chegado no orfanato.

9 de março de 2025 - domingo - 13:10 - Jornal Oculam

Joe caminha novamente pelo grande corredor do Jornal Oculam. Estava bufando de raiva atravez do nariz ainda sangrando e estava com um tique nervoso no olho roxo. Ele também esfregava a bochecha vermelha e inchada. Andava também mancando. E ao chegar na sala de Meg arromba a porta e grita nervoso.
- Chega Meg! Você vai me dar uma entrevista que presta em que eu não fique fedendo ou que eu sai pelo menos com algum osso no lugar ou se não eu não trabalho mais pra vocês.
Meg se levanta da mesa e de baixo de Caleb. Joe olha assustado para a cena.
- Quem você pensa que é pra vir aqui assim! - Diz Caleb puxando Joe pela gravata.
- Por favor cara. Não me segure assim com as calças abaixadas. - Fala Joe envergonhado. Caleb levanta as calças. Mas Meg ajeitando o vestido fala nervosa.
- Saia da minha sala e não volte a essa empresa nunca mais. Está me ouvindo rapaz.
- Meg, eu acabei de ver você com seu amante. Você acha que está em que situação? - Diz Joe nervoso.
Meg abre um sorriso enorme.
- Eu sei que você vai contar de qualquer jeito por Tibério que eu to traindo ele Joe. Você não vai me subornar por isso. E sei que vai ficar se perguntando se deve contar ou não. E isso me dara tempo pra tirar o dinheiro da empresa e fugir do Pais com Caleb. Então você decide Joe. Eu fujo do pais e faço o Jornal Oculam cair ou você não conta nada e se quiser continua fazer as minhas reportagens. Decida-se.
Joe olha apavorado para aquela mulher. Como sabia manipular as pessoas daquela forma?
-Eu me demito Meg. Não vou ficar num local de trabalho com uma cobra como você.
Caleb olha nervoso para Meg.
- Não pode deixar o sussesso do momento sair assim.
- Eu posso arrumar outro sussesso.
Joe sai triste e mancando de volta pra casa.

9 de março de 2025 - domingo - 13:00 - Hospital Oculam

Carol olhava para o Dr. Alceu enquanto fazia as malas. Ele sorria. Iria ser bom ter aquele homem companheiro e amigo do seu lado. Não conseguiria realizar seus planos sem eles. Não teria plano se não fosse ele.
- Logo tiraremos as ataduras. - Diz Dr. Alceu. - Ficará com algumas cicatrizes, mas poderemos esconder com maquiagem enquanto a cirurgia não acontece.
Carol sorri para Dr. Alceu.
- Não sei o que faria sem você Alceu.
De repente Alma, a enfermeira, chega a porta.
- Doutor. A Pureza ainda não chegou. O doutor Cipriano e as outras enfermeiras estão preocupadas. Porque não vem aqui e dê uma palavrinha a elas.
Dr. Alceu virou-se para Carol e falou rindo.
- Porque não vem também? - Carol achou esquisito uma comoção dessa por causa da falta de uma enfermeira. Mas seguiu Alceu até o corredor. Quando ela saiu. Um monte de médicos, enfermeiras e até faxineiras estavam com balões e um bolo. E todos olhavam para ela. Era tudo aquilo para ela.
- Mas o que é isso tudo? - Diz Carol para todos.
A moça da recepção fala sorrindo para Carol.
- Isso tudo é pra você Carol. Uma paciênte que nos conquistou com sua historia sofrida.
A faxineira do hospital fala seria.
- Você mostrou coragem de frente a situação tão dificil. Seu marido lhe trocou por empregada.
Dr. Cipriano fala nervoso.
- Um verme como ele não merecia uma mulher como você Carol.
Carol sorri alegre.
- Nossa gente. Obrigada por tudo.
- Agora você vai embora e queriamos lhe mostrar como nos inspira com sua historia. - Diz Alma com um sorriso.
Carol fala rindo.
- Vou embora. Mas vou sempre lembrar do carinho de vocês. E vou levar dois de vocês pra ficar comigo.  - Fala Carol segurando na mão de Alma e Alceu. - Vocês vam trabalhar comigo.
- Carol.
Carol se vira. Era uma voz conhecida. Era a voz de Juliana.
- O que faz aqui? - Fala Carol com amargo na voz.
Juliana se aproxima.
- Fiquei sabendo que saia hoje do hospital. Vim te levar...
Todos os funcionarios do hospital ficam calados olhando a cena.
- Não preciso de você. Tenho novos amigos.
Juliana olha para todos e ri.
- São seus novos amigos. Tem quantos dias que conhece eles? Duvido que não seja menos do que três dias.
- São mais confiaveis do que você que conheci quando criança. - Fala Carol nervosa.
- Espero que você tenha certeza disso. Porque não vou voltar Carol.
- Não quero que volte. - Juliana humilhada da meia volta e vai saindo pelo corredor.
- Espero que não se arrependa do que está fazendo Carol. De verdade.
- Não vou me arrepender.

sábado, 22 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 12:50 - Casa Pureza

Pureza chega em casa com Elizio. Os dois se beijando acendem a luz. Ela cai no sofá rindo enquanto Elizio vai a cozinha.
- Sua irmã é esquisita não é.
- A menor ou a maior? - Diz Elizio trazendo uma jarra de água.
- A menor é claro. Não viu como ela olhou pra mim?
- Ela sofreu muito. Esteve naquele orfanato apavorante por muitos anos.
- Ela me olhava de um jeito.
Elizio bebe agua e coloca a jarra e o copo na mesinha e se aproxima beijando Pureza no sofá.
- Elas não são suas irmãs de verdade não é? - Pergunta Pureza entre os beijos.
- Porque agente não esquece elas um pouquinho. - Fala ele abrindo um botão da blusa da namorada.
De repente a campainha toca. Eles se levantam assustados.
- Quem será? 
- Não tenho a minima ideia. - Fala Pureza abotoando de novo a blusa e se levantando. Ela abre a porta e vê com pavor Calina suada e respirando rapidamente. - O meu Deus. O que você está fazendo aqui?
Elizio vai correndo até a sala vendo que era algo serio. E vê Calina entrando.
- O que você está fazendo aqui garota? - Fala ele nervoso. - O Eriberto sabe que está aqui?
- Não. E nem vai saber. - Diz Calina dum jeito assustador.
- Calina você veio até aqui sozinha? -Pergunta Pureza preocupada.
- Eu tinha que vir.
Elizio pega ela pelo braço nervoso e fala serio.
- Vamos Calina eu vou te levar para casa. - Elizio segurando firme o braço de Calina beija Pureza falando. - Desculpe amor. Amanha agente se....
De repente Calina tira a outra mão de trás das costas e nela estava um taco de baisebol e ela acerta a perna de Elizio. Elizo surpreso cai no chão de dor. A menina aproveitando do momento. Acerta o taco na cabeça de Elizio fazendo ele cair no chão inconciente.
- O meu Deus! - Diz Pureza se afastando assustada. - O que você fez Calina? Como pode?
- Eu fui obrigada. Eu não quero mais ser isso. - Diz Calina chorando. - E você vai me ajudar!

9 de março de 2025 - domingo - 12:40 - Estrada para Orfanato Oculam

Suzi dirige para orfanato Oculam com agunia e medo em mais uma rua deserta . Alguma coisa tinha acontecido. E ela tinha que descobrir o que é. Agora ou nunca. De repente o pneu de seu carro fura. Suzi nervosa desce do carro e chuta o pneu.
- Droga!
Mas tem algo de estranho. Suzi se abaixa e vê varios pregos na rua. Assustada ela se levanta e entra dentro do carro e tenta ligar para a policia. Mas não disca. Começa a ouvir um sussurro. Ela abre o vidro do carro. Era um assobio. De onde vinha?
Suzi sai do carro e procura de onde vinha o barulho. Do meio do mato seco. Ela se aproxima. Tinha alguém ali. Suzi corajosamente se aproxima mais.
- Tem alguém ai?
- Suzi... - Suzi estranha. Era uma voz idosa. Ela corre até o meio do mato já despreocupada e vê com medo. Uma mulher idosa, branca de olhos fundos e tristes, jogada no meio da grama.
- Meu Deus. O que a senhora está fazendo ai? Quem fez isso com a senhora?
- Suzi... - Suzi de repente percebe algo. Como ela sabia seu nome.
- Quem é você?
A velhinha olha fundo em seus olhos e fala com sofrimento.
- Eu sou a Tamara.

9 de março de 2025 - domingo - 12:35 - Casa Yomiko

Yomiko sorrindo trás um café para todos na sala. Suzam e Lauro sempre juntos preocupava Yomiko mas ela fingia que nada estava acontecendo. Ray estava ancioso para mostrar a todos o restaurante. Mas Priscila só queria uma coisa e estava animado conversando com o casal de filhos.
Yomiko entregando o café a Priscila fala rindo.
- Está aqui seu café querida.
- Então Lauro. Estava pensando em colocar alguém atendendo e mostrando a mesa aos clientes.
Yomiko se senta ao lado do irmão e fala rindo.
- Não vai precisar disso Ray. Os clientes sabem aonde vão se sentar não precisam de alguém para mostrar.
Lauro fala serio.
- Eu não sei Yomiko. Acho que prefiria um restaurante com esse tipo de organização para eu jantar.
Suzana se senta do lado da mãe falando.
- Minha mãe não sabe o que é chique Lauro.
- Eu não quero um restaurante chique. Quero um restaurante familiar. - Diz Yomiko contrariada.
- Mas com criatividade tia. Podemos ter os dois. - Diz Priscila com carinho.
Do outro lado da sala Jorge olhava para Priscila distraido. Ela também o olhava. O que Jorge não podia contar é que sua filha via. E mostraria para seu irmão. Os dois se aproximam do pai rindo.
- A Priscila é muito esperta não é pai? - Fala Cristiny rindo.
Jorge sem jeito olha para outro lado.
- Ela o que? É acho que é sim..
- Pai, pode parar de fingir. Já descobrimos que você está gamadão pela Priscila. - Jorge olha assustado para o que Cristian tinha falado.
- Você está louco Cristian! Me respeite! - Fala Jorge nervoso.
- Pai, não tem nada a ver... - Fala despreocupada Cristiny.
- Não tem nada a ver Cristiny! Não faz uma semana que sua mãe morreu.
- O amor não marca hora não pai. - Diz Cristian rindo e olhando para Suzana. - Pra chegar e ir embora. O nosso serviço é só aproveitar entre esses dois momentos.
Jorge olha para os dois filhos rindo.
- Era eu que era para dar conselhos sentimentais para vocês. E não ao contrario.
Ele abraça os filhos rindo.

9 de março de 2025 - domingo - 12:30 - Casa Diana

Diana caminha na rua carregada de sacolas ao lado de uma amiga. Ela ria de Diana que contava a ela como tinha sido a reconcilhiação com a filha. E as duas caminhavam pelas ruas frias de Oculam.
- Então Edagmar, minha filha me perdoou e ainda consegui perdoar minha mãe.
- Mas que coisa boa em minha querida. - Diz Edagmar com um grande sorriso e ageitando os oculos grandes mas não deixando de dar um charme no rosto da mulher. - Adoro finais felizes.
- Eu também. Eu também... - Diana para diante sua casa. - Espera! - Diz ela baixo para amiga e se escondendo atrás de um poste.
- O que foi mulher? - Diz Edagmar tentando olhar.
Diana olhava com raiva para Iti na porta acompanhado de uma linda garota. Linda garota que é ninguém menos que Maria Elizabeth Kane. Policial que estava protegendo a mãe de Angelica, ou que nós achavamos que era a mãe de Angelica. Iti estava muito proximo dela. Proximo demais. E Diana não estava nada daquela proximidade.
- Aquele é seu filho não é Diana? Quem é aquela que está com ela?
Iti beija Maria Elizabeth para a raiva de Diana.
- Concerteza não vai ser a namorada dele.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

9 de março de 2025 - domingo - 12:00 - Jornal Oculam

- Boa noite. Eu sou Meg Hele Hermann.
- E eu sou Caleb Lélis Mauá.
- E esse é mais um Jornal Oculam. - Falam os dois ancoras juntos.
- Em novo horario. - Continua Caleb com um grande sorriso.
- E para começar vamos falar do nosso grande Reporter Chocante que fez um show ontem nos mostrando como é interior dos esgotos de Oculam. Que segundo o nosso prefeito Leonardo Mendes  já está sendo reformado.
            Hoje iremos contar a historia desse grande reporter que começou aqui a dez anos atrás como homem do tempo.
            Nascido em 2 de fevereiro de 1992, nascido de família rica, Joel Meirelles Gornellis Junior, filho de Joel Meirelles Gornellis, o famoso médico de Oculam, cresceu na mansão mais cara de Oculam. Casou-se com Carol Tedesco, sua visinha na época de infância, contra a vontade do pai. E teve dois filhos,  Danielly Meirelles Mourão e Arthur Meirelles Mourão, a menina hoje com 15 anos e o menino com 10 anos.
            Nas ultima semana sua vida deu uma volta e tanto. Ganhou a promoção de  ancora do Jornal Oculam, sua filha foi sequestrada no Shopping Oculam, sua mansão foi queimada, e foi embora de casa para viver com a empregada.  E ontem fez sussesso no mundo todo como o Reporter Chocante do Jornal Oculam.
            - Agora vamos para mais uma reportagem dele. Joel Meirelles. – Diz Caleb aparentemente constrangido da forma que a colega tinha falado.
          
           Joel com um sorriso aparece de frente a um ringue de boxe. E distraido fica olhando para o camera-men. Até que ele percebe que está no ar.
          - A... Oi Meg, oi Caleb. Adorei a tão completa biografia da minha vida. Mas agora estou aqui no academia de box Abelha Mansa. Um nome um tanto peculiar para uma academia de box. Estamos aqui com o grande lutador da academia, Dão Edelmira.
        Um cara enorme aparece atrás de Joe. Ele se vira assustado para o lutador.
        - Oi Dão. Agora me explique aqui: Porque um nome tão ridiculo para uma academia de box.
        - É o nome da minha mãe, que morreu num ringue de box.
        - O que.... - diz  Joel apavorado. - Bem.... E aqui... Quero dizer... - Fala Joel pegando um bilhete. - Agora eu vou dar um exemplo de como .... É SER UM LUTADOR DE BOX....
         Joe apavorado olha para o camera-men.
         - Eu vou o que Lucinio?  - Duas mulheres tiram o microfone de Joe e entregam duas luvas para Joe. E encaminham para dentro da academia e ele entra no ringue apavorado. - E eu vou lutar com quem?
        Lucinio vai filmando tudo. E rindo.
        - Com quem seria Joe. Com o Dão.
       Joe tenta sair do ringue só que as duas mulheres o jogam de novo lá dentro. E Dão entra no ringue.
       - O meu Deus.
       - Seu nome é que vai ficar ridiculo do que eu fizer com você! - Diz Dão indo para dar o murro.
   
      A imagem se fecha. E letras grandes e garrafais aparecem na tela.
    " Por causa do horario não iremos mostrar as cenas de violencia explicita a seguir"
       Meg com um grande sorriso aparece novamente no estudio.
      - Espero que nosso grande reporter esteja bem.
      E Caleb fala com agunia.
      - Agora, vamos aos esportes.


           


9 de março de 2025 - domingo - 11:30 - Estrada para zona rural de Oculam




Riti e Alicinha dirigem o carro pela estrada esburacada e ixolada na direção do zona da rural de Oculam. Riti angustiada dirigia o carro e Alicinha tentava ligar para Jim no banco de trás.
- Não adianta! Ele não atende.
- Tenta no celular do Eduardo. - Fala Riti desviando dos buracos.
- Você acha que eu também não tentei!
De repente Riti freia o carro fazendo Alicinha cair. Ela se levanta já brigando com Riti.
- Você tá doida Riti! Querendo matar agente....- Alicinha percebe que Riti estava paralisada olhando para algo além do carro. Alicinha se vira e vê o carro de Jim parado no meio da estrada com os vidros do carro todo quebrado.
Alicinha sai apavorada. E rodeia o carro a procura de Jim. Riti fica dentro do carro chorando. Alicinha rodeia o carro até o banco do motorista e não vê Jim lá. E apenas o celular dele no chão do carro. Ela se abaixa para pegar e vê todas as chamadas não atendidas. E quando ela se levanta. Vê apenas pelo reflexo do carro uma sombra negra e alta atrás dela.
Alicinha se vira apavorada para ver a cara de Angel com ar maligno olhando para ela.
- Sabia que viria atrás do meu homem! - Angel segura a garganta de Alicinha com uma só mão contra o carro. - Agora meu Jim. Não terá escolha. Terá que ficar comigo.
De repente um estintor de incendio acerta a cabeça de Angel. Fazendo ela largar Alicinha e cair no chão. Alicinha se levanta e corre na direção da amiga que tinha tacado o instintor e entram dentro do carro.
- Rapido Riti! Liga o carro! - Riti tenta ligar o carro, mas não funciona. E Alicinha vê com terror Angel se levantando e se aproximando do carro.
- Não se preocupe o carro é blindado! - As duas trancam o carro e fecham a janela. Mas Angel se aproxima e começa a esmurrar a janela rachando o vidro. Ela bate a segunda vez. Quebrando parte do vidro. O carro liga.
- Acelera Riti!
Riti pisa no acelerado. A mão de Angel fica presa no vidro blindado e sai arrastando ela pela rua.
- O meu Deus! - Grita Riti em lagrimas e desespero.
- Acelera! Acelera!
De repente Angel consegue colocar os pês contra a porta do carro e tirar sua mão e arrancando a porta e se segurar na parte de fora do carro. Ainda. Riti apavorada só vê uma saida. Joga seu lado esquerdo do carro contra um poste. Tirando Angel da porta do carro.
- Ela caiu?
Alicinha se vira para ver se ela estava no asfalto mas vê é a mão de Angel entrando em mais um vidro blindado agora de trás.
Alicinha toma coragem e antes de Angel poder entrar por trás ela joga suas pernas contra a cara de Angel enfiando seu sapato de bico fino na cara de Angel. Mas Angel faz a puxar.
- Riti!
- Alicinha!
Riti só vê uma saida! Joga o carro pela ponte caindo na água.