O carro de policia chega na Penitenciaria Feminina Oculam. Ficava ao Leste de Oculam, direção completamente diferente da Penitenciaria Masculina Oculam. No carro sai Yan. Ele abre a porta de trás e tira de lá Emiliana. Uma mulher alta, magra e negra de terno e uma saia azul se aproxima dos dois.
- Boa dia senhora Emiliana. Eu sou Bianckiny Suwe Kalym. Serei sua advogada, o governo de Oculam me resignou para o caso. Você pediu uma não?
- Sim senhora. - Responde Emiliana tapando o rosto do sol.
Uma outra mulher se aproxima, agora uma baixa branca e de olhos claros e cabelos negros. Bianckiny olha para Emiliana.
- Você foi ferida ou machucada por um dos policiais?
- Isso será verificado no exame médico Bianckiny. - Diz a outra mulher se aproximando com os dois policias do lado.
- Você ouviu ela. - Diz Yan já se irritando com a advogada. - A carga está entregue. - Diz Yan entregando Emiliana para o policial. Ele entra no carro e sai. A mulher branca se aproxima seria.
- Eu sou a diretora da Delegacia Feminina Oculam. Fililiam Calik Duwoa. Você vai ficar em nossa custodia até o seu jugamento pela tentativa de assassinato dos policias Yan, Yuri e Walter e de ser comparça de Cyrina Gidê pelas mortes de todas as crianças do orfanato Oculam.
Emiliana é levada por uma porta. Atrás da porta um corredor e varias presidiarias atrás das grades gritando e tacando desde rolos de papel higienico e revistas. Emiliana assustada era praticamente empurrada pelo policial e pela advogada e pela diretora.
- Bem vindo a Penitenciaria Feminina Oculam.
Eles entram num escritorio. E lá Fililiam se senta na mesa e Emiliana é colocada na cadeira na frente da mulher. Bianckyny olha firme para Elimiliana e fala:
- Você tem direito a uma ligação. - Fililiam entrega o telefone de aparencia antiga para Bianckyny. - Para quem vai ligar e o numero por favor.
- Luma Frontino. 7485- 2358.
- Luma Frontino? Sua filha? - Pergunta Fililiam interessada enquanto Bianckyny discava o número.
- Não. Ela é minha irmã.
- Alô? - Fala Bianckyny para o telefone. - Seu nome é Luma Frontino?
Bianckyny passa o telefone para Emiliana.
- Você tem cinco minutos.
Emiliana coloca o telefone no ouvido. A voz da irmã se ouve:
- Alô? Alô? Quem está falando?
- Luma?
- Emiliana? É você?
- Preciso de você minha irmã. Estou encrencada.
- O que foi que ouve? - Pergunta a mulher preocupada.
- Venha para Oculam. Miriam precisa de você.
- Onde você está?
- Eu estou presa Luma.
- Presa? O que você fez agora?
- A Miriam está na casa da Assistente Social. Eu vou te passar o endereço. Venha o mais rapido possivel. A Miriam está muito apavorada.
- O minha irmã...
Luma desliga o telefone. Mais uma vez teria que proteger a irmã. Como sempre.
- O que sua irmã fez pra ser presa Luma? - Luma olha para o marido sentado no sofá.
Luma tremendo sobe os degrais de sua casa até o seu quarto. O marido a segue.
- Você não quer que agente vai atrás dela de novo?
- Se você não quiser eu vou Pacheco.
- Não meu amor. Eu vou com você. Mas... - Ele se senta na cama enquanto a mulher faz as malas. - Você vem carregando essa mulher nas costas a vida toda. Quando agente acha que ela está se dando bem... ela não virou diretora de um colegio?
- Era... Eu não sei Pacheco. Sei que desde que ela brigou com o papai eu sou tudo que ela tem e não vou deixar ela na mãe agora.
- Ela não brigou com seu pai. Ela fugiu de casa depois que engravidou de um qualquer.
Luma fecha a mala e olha firme para o marido.
- Eu quero te pedir uma coisa. Se você vai comigo. Não quero que fique julgando minha irmã.
- Ok. - Fala ele beijando a mulher e indo embora.
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