terça-feira, 10 de maio de 2011

Carol e Alceu são capturados

Carol se encaminha para o Central Park. A noite iluminada apenas pela lua cheia, aquela rua enorme e vazia, cheia de buracos. Aquelas grandes e altas árvores, com seus galhos tortos, era de dar medo. Carol não tinha certeza se Danielly e George iriam para aquele lugar daquele jeito. Mas aquele era o único ponto de referencia que ela tinha.


Carol entra no parque, e segue o caminho do parque indo para o belo lago que não parecia nada bonito. Mas o reflexo da lua fazia ele ser o mais perto de luz que ela tinha. Carol entra na grama  e se senta do lado do lago. Ela queria apenas ficar do lado da filha. Poderia fazer qualquer coisa para que isso acontecesse. De repente no lago uma movimentação esquisita. Carol se levanta assustada. Era algo flutuando na água. Uma bola? Não. Para seu pavor não era uma bola. Era a cabeça de uma pessoa.
Carol se levanta assustada mas ao se virar vê seu maior pesadelo na sua frente. Alceu a olhava a menos de dois centímetros de seu rosto.
- Sabia que estaria aqui.
Atrás dele estava Alma com seu sorriso antes tão carinhoso.
Alceu agarra o braço de Carol assim que ela tenta correr.
- O ponto de encontro de toda Nova York. Não seria diferente se você e sua filha se separassem.
- Me larga Alceu. Me deixa ir. Fica com o dinheiro, fica com seu luxo. Eu não quero. - Diz ela tentando se soltar.
Alma dá a volta e fica na frente de Carol.
- Você acha que agente é besta Carol. No instante que você conseguir voltar para Oculam vai denunciar agente.
- Mas não se acontecer um acidentizinho com você e sua filhinha. - Diz Alceu falando ao pé de ouvido de Carol. Ela desesperada dá um tapa na cara de Alceu e tenta correr. Alceu a agarra pelo cabelo e a arrasta pela grama para um canto mais escuro. Carol não conseguia enxergar.
- Como vamos matar ela? - Pergunta Alma com aquela voz que era tão doce e falava tantas coisas agradaveis.
- De qualquer jeito. Agente deu parte na policia. Ninguém vai desconfiar da gente.
Ele continuava a arrasta-la e a falar aquelas coisas horriveis enquanto ela só olhava a lua escura. De repente o rosto de Alceu aparece. Aquele rosto que ela pensou que era sua salvação. Seu presente dos céus. Agora a olhava com um sorriso mortal.
- Adeus Carol.
Ele com uma pedra na mão levanta e está pronto para descer no rosto de Carol quando um grito de Alma e folhas balançando. Carol só vê o rosto de Alceu apavorado. Ele sai correndo. Carol se levanta da grama que pinicava suas costas, e com os olhos embassados pelas lágrimas ela tenta enxergar a escuridão. Ela sente uma respiração forte. E de frente a escuridão ela consegue definir grandes olhos vermelhos. Era um grande tigre vermelho. Ele com a boca caindo o sangue que era concerteza de alma simplesmente se afasta. Carol de repente vê o porque. Passos na grama. Ela se vira para trás. Cinco homens. Carol se levanta assustada e vê que eles estavam segurando Alceu.
- Boy helps me. He tried to kill me. "Moço me ajuda. Ele tentou me matar."
- Nós vimos moça. - Diz o homem com uma voz ameaçadora e em português.
Carol dá outro passo para trás. Mas um outro homem a segura.
- O que querem?- Pergunta Carol voltando a chorar.
- Vocês. - Diz o homem que a segurava.

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