Suzana abre os olhos. Ela olhava para um teto escuro e cinzento. Seus ouvidos doiam e ela sentia falta de ar. Ela tenta se levantar, mas alguém a segura. Logo o rosto dele aparece. Era o rapaz que estava do lado de Suzana na hora que nadavam em desespero no meio do oceano.
- Não se mova moça. Você machucou a cabeça. A enfermeira está cuidando.
Suzana sem mexer a cabeça olha para cima. Uma senhora com um sorriso triste limpava a cabeça de Suzana com uma tira de pano. Quando a mulher sobe com a tira de pano com sangue Suzana se assusta e tenta colocar a mão. A enfermeira segura a mão dela e fala:
- Fica calma minha filha. Sangrar assim na cabeça é normal. Só tenta se manter acordada. Conversa com ela rapaz. - Diz ela em inglês. Suzana olha para o rapaz de novo. Ele fala rindo para ela.
- Meu nome é Rennan. E o seu?
- Suzana. - Diz Suzana ainda com o olhar assustado.- O que está acontecendo? Aonde estamos?
- Estamos presos. É isso que está acontecendo. - Diz outra voz nervosa do outro lado da cadeia. Suzana tenta se virar. Mas a enfermeira a segura de novo. Mas ela dá conta de ver que tinha quase umas trinta pessoas dentro de um tipo de cela escura.
- Ainda não sabemos o que aconteceu. - Diz Rennan tirando o sorriso calmo do rosto monstrando que ficou ofendido com o outro homem. - Apareceu apenas um homem de roupa branca.
- Seram terroristas? - Pergunta Suzana assustadas.
- Não pareciam israelitas. - Diz a enfermeira amarrando outra faixa na cabeça de Suzana.
- Mas não são só israelitas que fazem terrorismo. - Diz outra voz de mulher do lado da enfermeira.
- Russos? - Pergunta Suzana se levantando com ajuda da enfermeira.- Muito obrigada senhora. Nem sei como agradecer.
- Me ajudando com os outros feridos Suzana. Meu nome é Solina.
Suzana ia levantando para ajudar outras pessoas que estavam machucadas e feridas no chão. Quando de repente aparece novamente o homem de terno branco e óculos de grau grande quase tapando todo o rosto.
- Todos vocês que não se machucaram venham por aqui.
Suzana assustada não sabia que ia ou não. Todos saíram da cela e seguiram os outros dois homens que estavam armados com armas pesadas. Os ouvidos de Suzana continuavam a doer. Quando não tinham mais ninguém só gente ferida no chão. O homem de jaleco branco e óculos grandes no rosto fala:
- Você também moça.
Ele a agarra pelo braço e a leva, subindo uma escada e entrando num corredor branco. E entra numa sala onde todos começavam a ser algemados na parede branquinha. O homem de jaleco branco entra na sala também e fala sério.
- Bom dia seres humanos. - Suzana segura o folêgo. Um frio passa em sua espinha enquanto era algemada a parede. Aquele mirradinho rapaz agora parecia mais assustador que qualquer homens de armas. - Eu sou Epistímonas Exogíini Trelós, e sou agora o donos de vocês.
Todos começam a gritar e a falar nervosos. Epistímonas espera todos se acalmarem com um sorriso calmo no rosto que era de assustar. - Vim do planeta Aiticidup. Descobrimos seu planeta ixolado da população universal e tivemos o direito de ataca-los e fazer da sua população escravos. Enquanto estamos conversando aqui vários terraqueos estão sendo mortos, ou como vocês sendo aprisionados. E daqui a algumas horas todos seram levados para ao nosso planeta e trabalham para nós eternamente.
- Vocês não podem fazer isso! Nos temos família aqui! Nos temos direitos! - Diz o mesmo homem que tinha falado daquela outra vez.
- Errado. Vocês tinham direitos aqui no seu planeta. No universo vocês não tem direitos nenhum. Seus chefes mundiais resolveram fingir que agente não existia do que tentar batalhar contra agente. Vocês foram vendidos e agora são todos escravos do planeta Aiticidup.
- Quer dizer que os lideres mundiais sabiam que vocês existiam? - Pergunta Rennan com calma.
- Alguns resolveram ignorar. Outros negociaram com agente. Mas o importante é que vocês vão para Aiticidup e serão vendidos como escravos para as famílias da alta. Não se preocupem. Não seram tão maltratados assim, se tiverem sorte.
O cientista sai abrindo a porta. e todos vêem os feridos sendo carregados como trouxas velhas. Suzana vira o rosto assustada e chorando. Rennan que estava do seu lado fala com um sorriso.
- Tenha calma Suzana. Agente vai sair dessa.
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