domingo, 21 de novembro de 2010

08 de março de 2025 – sabado - 13:30 - Orfanato Oculam

Raimunda chega no jardim com um grande sorriso com uma grande caixa mostrando para as orfãs um conjunto de chá.
- Olha gente o que eu achei no soton enquanto eu arrumava. Podiamos brincar disso.
Todas olham constrangidas para Raimunda. Até que Fernanda com seu jeito meigo fala:
- Dona Raimunda, sei que você está querendo nos agradar. Mas não acha que isso é infântil demais para gente?
Raimunda se disfas seu sorriso. E Mina se aproxima com um sorriso.
- Eu brinco com você Raimunda.
Mas Raimunda sabia que a mais jovem das meninas também não queria brincar. Apenas estava com dó dela. E fala triste deixando a caixa ao chão.
- É que eu não sei como conviver com meninas. Eu quando criança sempre fui mais proxima dos meninos. As meninas não gostavam de mim. E quando fiquei adulta, tive só um filho. Não estou acostumada. Vocês entendem?
Diz Raimunda desabafando com todas.
- Calma Raimunda. - Diz Bianca com um sorriso maldoso.- A Suzi já vai voltar e você não vai precisar conviver mais com agente. Já vai poder voltar para sua televisão.
Raimunda já iria responder aquela metidinha quando de repente Suzi, Eduardo, Tamara e Calina aparecem de dentro da floresta.
- Suzi? E ai? - Fala Raimunda se esquecendo de Bianca e se aproximando deles e percebendo que algo não saiu bem. Por alguns arranhões em Eduardo e ele e Suzi bem sujos. - Descobriram alguma coisa.
- Não. - Diz Suzi com tristesa. - A floresta é bem mais densa e perigosa do que imaginavamos.
Suzi prefiria não falar nada sobre o acidente na casa na árvore. Mas infelizmente Tamara foi mais rapida.
- Um fantasma atacou o Eduardo. Foi muito assustador.
- Um fantasma? Como assim? - Pergunta Carolayne arregalando seus olhos claros.
Eduardo fala se lembrando da cena.
- Estava na casa na árvore e aquela menina segurou meu braço. Era frio como uma pedra de gelo. E tinha uma tatuagem de uma lua na mão.
- Não era uma tatuagem. - Diz uma das garotas ao longe. Era Cristiana. - Era uma marca de nascensa. Era minha irmã, Lacínia. Ela foi uma das vitimas da Angelica.
Todos se constrangem. Mas o que importa é que estava provado que era uma assombração. Mas Vanessa se levanta e pergunta a Eduardo.
- E ela te falou alguma coisa Eduardo?
- Sim. Disse: "Fujam daqui! Rapido! Enquanto é tempo!"
Gabi assustada fala:
- E agora? O que nós vamos fazer?
Suzi corajosamente fala:
- Ficar e investigar.

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