terça-feira, 30 de novembro de 2010

8 de março de 2025 - Sabado - 21:00 - Fabrica Terency

Sakura em sua mesa não aguentava mais todo aquele tempo ao lado de Terency. Suas mesas eram uma ao lado da outra. O trabalho dela era apenas atender os telefonemas. O que em doze horas era apenas foi apenas uma ligação. Ela podia ficar o dia todo mexendo na internet. Seria o emprego perfeito para ela, se não fosse os olhares atrevidos de Terency e ver seu pai fazendo entregas toda hora para que Terency e ela terem algum momento assós. Aqueles momentos eram a pior parte de seu dia. Terency entrelaçava ela em seus braços e se não fosse pela espertesa de Sakura seu chefe era capaz de ama-la ali mesmo.
Sakura se desviava e falava seria:
- Eu não sou uma garota assim Terency.
Terency beijando ela fala maliciosamente:
- Eu sei disso Sakura. Eu só quero ficar mais juntinho de você.
- Acho que agente já está ficando junto de mais Terency. - Diz ela se afastando. - Se você quiser algo a mais comigo, terá que afirmar nosso compromisso com meu pai.
- Ou querida. Achei que você já fosse uma garota grandinha.
- Eu sou uma mulher Terency. Não sou garota. Quero algo serio.
- Mas não vai vir com aquela que quer ter "algo a a mais" só depois do casamento.
Sakura usando de sua atuação beija Terency e fala:
- É claro que não. Acha que eu não quero também ser sua Terency? Mas não quero ser piada na empresa. Se quiser algo a mais comigo quero que conte para meu pai.
- Ok. Vou contar. Mas que tal sairmos agora e comemorar o nosso compromisso serio?
De repente Eriberto chega no escritorio falando:
- Pronto seu Terency. Acho que já fiz todas entregas de hoje. - Ele se vira para Sakura e fala: - Vamos Sakura. Sua irmã deve estar te esperando.
Sakura dá um tchauzinho a Terency pega sua bolsa e sai abraçada a Eriberto. E vira-se falando:
- Não se esqueça do que falei Terency. Se quiser, amanha vai lá em casa.
Eriberto entrando em seu carro fala estranhando:
- Que isso filha? Chamando ele só de Terency, e chamando ele para ir lá em casa.
Sakura abaixa a cabeça envergonhada e fala triste.
- Agente se tornou muito amigo pai. Só isso.
Eriberto sorrindo fala:
- Que bom filha. Em tantos anos trabalhando com Terency eu nunca tive coragem de convidar ele para ir lá em casa. E você no primeiro dia.
Sakura na volta de casa não falava nada. Estava triste com a inocencia de seu pai. E com o que tinha que fazer.

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