sábado, 30 de abril de 2011

O hospital é atacado



Enquanto isso no Hospital de Oculam Iti e Troy batalhavam para ajudar no que podiam no hospital. Milhares de feridos e mortos, buracos enormes do meio do hospital, vidraças e maquinas quebradas e sem energia. O hospital estava um desastre. E qualquer ajuda era bem vindo. Iti e Troy improvisavão uma ponte em cima do enorme buraco do corredor para os enfermeiro e médicos passarem com as várias macas. Doutor Cipriano, o médico chefe do hospital vendo eles ajudando tanto fala:
- Nem sei como agradecer vocês, a força que vocês estão dando aqui. - Fala Cipriano com o primeiro sorriso daquela interminável noite.
- Não tinha como não ajudar doutor. Mas agora temos que ir. Não sabemos aonde está nossa mãe. - Fala Iti.
- E na dor que sentimos acabamos descontando tudo nela. - Conclui Troy.
- Foi um erro terrível que temos que acertar. - Diz Iti
- Podem ir. E muito obrigado. - Diz Cipriano indo para sair. Mas de repente ouvindo mais gritos que o normal no hospital.
- O que será que está acontecendo? - Pergunta Cipriano, andando alguns passos na frente do corredor. Mas de repente vê várias pessoas vindo correndo desesperadas correndo. Ele doido tenta perguntar para algumas pessoas.
- O que ouve? Que droga é essa? Porque todos estão correndo?
De repente Cipriano vê. Um tipo de trigre enorme, sem pelos e vermelho como um bife crú pulava em cima da multidão e metia a dentada nas cabeças e costas dos enfermeiros e médicos e pacientes que conseguiam correr. Eram três daqueles terríveis animais. Quando um ia para pular em Cipriano. Iti e Troy pulam em Cipriano fazendo os três caírem no outro corredor. Eles vêm o animal quase voando cair no outro corredor que cruzava aquele. Iti e Troy sem perderem tempo puxam o médico que estava em estado de choque. E os três começam a correr daquele terrível animal. E só param quando entram em uma sala e trancam a porta. E o dormitório dos médicos. Dois beliches prediam o lugar. Enquanto Iti prendia a porta, Troy e Cipriano empurram o beliche para fecha a porta. Os monstros se batem contra a porta tentando entrar.
- Droga! Tragam logo isso! - Diz Iti fazendo força contra a pata do bicho que já estava dentro do quarto. Mas quando o beliche é jogado contra a porta a mão do bicho é prese. Ele bate para tirar a mão do lado de dentro e puxa a aquela pata horrível deixando eles prenderem a porta direito com o beliche. Mas os monstros ainda batiam contra a porta tentando entrar.
- Temos que sair daqui! Esse beliche não vai adiantar muito tempo! - Diz Cipriano.
- Mas nos vamos fugir pra onde? - Pergunta Troy.
A janela de grade dava para a rua. Para Cipriano a pergunta estava esclarecida.
- Como vamos passar por ai?
Cipriano vai até um armário e em cima dele pega uma chave de fenda e começa a desparafusar as grades da janela.
Os monstros continuavam a bater e tentar entrar na sala. Iti e Troy forçavam o beliche a ficarem na frente.
- Vai logo!
Cipriano tira o primeiro parafuso. E o segundo. Só faltava o terceiro quando um monstro pula pelo pequeno buraco que as grades já tinha feito sem os dois parafusos, agarram a cabeça de Cipriano e puxa para fora rasgando-lhe o corpo nas grades.
- O meu Deus!
- Droga!
Diz os dois irmãos em desespero. Para piorar o monstro da janela volta com a boca encharcada de sangue tentando entrar pela janela o que iria ser muito facil já sem dois parafusos.
- O que vamos fazer meu irmão? - Pergunta Iti nervoso.
- Larga isso! Pelo banheiro! - Um pequeno cubiculo era o banheiro. Não deveria ter dois metros de largura, e cumprimento. Eles largam o beliche e correm para o banheiro trancando a porta. Mas logo os monstros começam a bater ali também. Agora presos num cubiculo que não tinha nem janela, estavam perto da morte. Literalmente sentiam o bafo dela vindo dos buracos que os monstros tinham feito na porta.
- Essa porcaria não tem nem janela! - Fala Troy desesperado.
- Como um banheiro não tem janela. Eles cagam e ficam sentindo o fedor? - Pergunta Iti fazendo gracinha até na hora da morte.
- Deve ter uma passagem de ar. - Conclui Troy olhando para cima e vendo uma grade em vez do teto.
Ele sobe em cima do vaso empurra a grade para cima.
- Vem Iti! - Diz Troy subindo e entrando no túnel de ar. Iti dá um chute na porta falando. - Se ferrou otários.
Eles sobem juntos e começam a percorrer o túnel de passagem de ar do hospital.
- Temos que achar a mamãe e pedir desculpas a ela Iti.
- É verdade. Tirando a Riti ela é a unica família que temos.
- E a vovó. - Lembra Troy.
- É verdade a vovó. Você já viu a vovó?
- Não.
- Também não.
- A Marcia também pode ser considerada da família.
- É verdade. Ela também pode. Cuidou da gente quando era bebê.
- Tem razão.

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