O vento ainda estava frio e forte quando Joel caminhava pelas ruas desertas de Oculam em busca de algum caixa vinte quatro horas aberto para ele pegar dinheiro e poder se hospedar no grande Hotel. Ele esfregando os braços com frio finalmente encontra uma loja aberta. Era a loja de se Fausto. Ele entra rapidamente e com um belo sorriso. Lucinda estava no balcão com cara de sono. Mas ao ver Joel abre um sorriso.
- Finalmente encontrei algum lugar aberto.
- Bom dia moço. - Responde Lucinda, tentando ajeitar seus cabelos arrepiados na frente das rugas.
- Bom dia não dona. Não é de dia, nem de é tão bom assim. - Diz Joe com dificudade de dizer a verdade.
Lucinda fecha a cara.
- O que o senhor quer?
- A senhora me desculpe o mau jeito, mas não estou dormindo direito tem algum tempo. - Tenta reculperar-se de seu erro Joel. Mas vendo que não tinha jeito fala serio:- Preciso de tirar um dinheiro para me hospedar num hotel.
- Eita. Que hotel moço?
- O do fim da rua. Hotel Surprise Oculam. O melhor da região. Minha casa pegou fogo e tento desde noite arrumar um bom lugar para meus filhos dormir.
- Mas o senhor deve estar enganado. Esse hotel não está aberto a muito tempo.
- Como assim moço? Um homem me atendeu a poucas horas.
- Pois só se for os espiritos dos antigos donos. Porque a algum tempo ouve uma tragedia horrivel lá. E todos morreram. Desde então lá é assombrado. E ninguém teve coragem de ir lá, nem para derrubar o lugar.
- Então me dê o dinheiro logo que eu vou lá buscar meus amigos e parentes e vou embora. Que larguei eles tudo lá.
Joel passa seu cartão e tira um bolo de dinheiro e sai correndo pela porta. Deixando Lucinda suspirando.
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