quinta-feira, 14 de outubro de 2010

07 de março de 2025 - 08:10 - Barraco Durval

Rafael olha para a Mariana deitada em seu sofá velho. O padre ao fundo olha apavorado para a moça e fala:
- Temos de chamar a policia, os médicos, eu sei lá.
- Padre. - Diz Rafael chateado. - Você não vê que essa é Mariana? Uma das moças que invadiram o shopping e matou aquele homem?
- Mas não é que é verdade. Pois agora é que eu vou chamar a policia mesmo.
- Não padre. Vamos esperar ela acordar e ver o que ela tem para nos falar.
- Você tá doido garoto. Ela é uma assassina. Pode matar todos nós.
Rafael vai até seu quarto e volta com uma corrente e prende no braço da moça e amarra no pé do sofá.
- Pronto. Agora ela não pode fazer nada.
- E vai ficar ai esperando? - Diz o Padre nervoso.
- Uai. Estava pensando nisso.
- E seus amigos mortos? Não se lembra mais deles não?
- É verdade. - Diz Rafael. E sem jeito pega a pá novamente e vai saindo junto do padre. E tranca a porta.
Mariana fica ali dormindo. Mas acorda com um barulho. Ela abre os olhos assustada. E vai para se levantar mas cai no chão acorrentada ao sofá. Ela olha apavorada em volta. E ouve um barulho. Alguém bate a porta. E uma voz rouca e aguniante se ouve.
- Rafael! Trancou seu pai do lado de fora seu patife.
Mariana assustada tenta se soltar. Mas não consegue. Durval tenta arrombar a porta. Mariana apavorada arrasta o sofá até o quarto. E é o tempo dela entrar no quarto com sofá e tudo para a porta ser arrombada. O homem caindo de bebado entra. Mariana escondida atrás do sofá olha para o homem tonto olhando em volta da casa. Ele tinha percebido o sumisso do sofá?
Ele vai até a cozinha que ficava no mesmo comodo e abre a geladeira. Mariana olha assustada para a corrente amarrada ao sofá. Não tinha como arrombar o enorme cadeado.
- Onde é que você se meteu dessa vez Mariana?
Mariana tenta se soltar, mas vê com horror o homem bebado se aproximando e indo para o quarto. Mariana se encolhe o maximo possivel atrás do sofá. Quando o homem simplesmente cai bebado no sofá desmaiado derramando a garrafa recém-aberta no chão e em Mariana que tentava ao maximo ficar calada e não respirar.

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