sábado, 23 de outubro de 2010
07 de março de 2025 - 10:40 - Barraco Durval
Rafael chega em casa cansado. Abri a porta tranquilo e joga as pás num canto da cozinha e por um segundo se esquece da garota que ele tinha achado no cemiterio e depois de reconhecer que ela era uma das assassinas do shopping center prende-la no pé do sofá. Mas ele lembrou rápido depois de abrir a geladeira pegar uma caixa de leite e ir bebendo até a sala e ver que seu sofá não estava mais lá. Ele olha em volta a assustado e vê com terror o sofá no quarto, seu pai bêbado caído no sofá mas não vendo um braço de uma mulher preso as algemas. Mas ele a acha rápido quando seu cabelo é puxado para trás violentamente e ele sente o frio metal de uma faca de serrinha apertando sua garganta e voz doce bufando em seus ouvidos.
- Quem é você? E que lugar é esse?
Ele tremendo de medo fala:
- Calma moça. Eu sou Rafael Surino. Eu te achei quase morrendo de frio no cemitério da cidade. Eu te trouxe pra cá.
- Ou. Estou muito emocionada. - Diz Mariany hironica. - Porque as algemas então?
- Eu reconheci você do jornal. É a moça que matou aqueles caras no shopping. Mas não ia te entregar. Eu tive algo pra fazer e não te podia acordar. Mas não confiava te deixar sozinha na minha casa.
Por um segundo os dois ficam em silencio ouvindo apenas o ronco do pai de Rafael. Ele preocupado fala:
- Ele fez algo com você? Se ele tiver feito eu que... - diz Rafael nervoso mas ele é interrompido por Mariany o largando. E ele podendo ver aquela linda mulher tendo vida e força. Muita força, pensou ele passando a mão na cabeça dolorida pelo puxão no cabelo.
- Ele não fez nada. Consegui fugir antes dele acordar. - Diz ela largando a faca na mesa e passando a mão no pusso roxo.
- Ou droga. - Diz Rafael correndo e tentando ver o que ouve com a mão dela. - Meu Deus. Moça você destroncou seu dedo para sair das algemas. Pensei que isso dava pra fazer só em filmes.
- É e doi mais do que nos filmes. - Diz ela rindo. Ela olha pra ele fazendo massagem em seu dedo e ela fala rindo. - Eu já fui julgada pelos meus crimes. Não fui condenada. A policia não está me procurando.
Mas Rafael não estava ouvindo.
- Você precisa de um médico.
- Não precisa se preocupar.
- Foi culpa minha. Eu preciso me preocupar.
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