Yomiko sentada na cadeira. Suas mãos estavam frias e seu coração batia tão forte que chegava doer. Alicinha estava do seu lado e parecia rezar. Ela fez o que pode. Agora era só o juiz dar a centensa final. Ela tentava não ter esperança. Não queria se machucar mais do que estava. Não aguentaria ter esperança e depois ve-las extraido de seu coração. Mas tinha algo em seu coração. Um calor que não queria acreditar que seus filhos iriam ser tirados delas.
O juiz entra na sala acompanhado de todas as sete pessoas do juri. Yomiko deixa uma lagrima cair e ela a limpa com as mãos geladas. Alicinha com segurança segura a mão de Yomiko. O juiz com sua cara calma e tranquila fala:
- Todos se levantam para eu dar o veredito.
Yomiko com suas pernas tremendo mais que ela queria. Não queria que esse momento horrivel acontece-se mas estava ali. Estava acontecendo.
O Juiz se vira para o juri e fala:
- E qual o veridito que o juri chegou?
Uma mulher negra e gorda se levanta com o papel na mão e fala seria:
- O juri concluiu ... - Yomiko aperta forte a mão de Alicinha. Eduardo sai de seu lugar e abraçando Yomiko esculta a mulher falar - Por votos unanimes que a guarda de Suzam Crof e Sergio Crof... - Parecia que Yomiko não ia aguentar a espectativa. Parecia que cada palavra demorava horas para ser ditas. - Vam...- Yomiko fecha os olhos e reza novamente e ouvir com susto o resultado... - continuar com Yomiko Crof. Ela é mais do que capaz para cuidar de seus filhos.
Yomiko aos choro abraça Eduardo, Alicinha, Jim e Riti.
- Eu não acredito! Eles são meus filhos! São meus filhos! - Grita Yomiko sorrindo de alegria. E vira-se para Suzam sentada em meio ao publico e corre e a abraça. As duas choram juntas de alivio.
- Vamos buscar seus irmãos?
Suzam ri e todos saem da grande sala de jugamento. E Yomiko vê com agunia Angelica saindo com uma cara de raiva. Uma cara que a fez ficar assustada. Porque uma simples dona de orfanato ficaria tão nervosa de ver uma criança voltando para sua familia?
De repente a resposta vem com uma sirene e varios carros de policia parando de frente ao tribunal. Walter, Yuri e Yan saem cada um de um dos carro apontando a arma para meio da multidão. Todos ficam apavorados mas Yomiko vê com terror que estavam apontando a arma para Angelica. Mas Yomiko não teve tempo de ver nada porque ela escultou a voz que mais queria ouvir em tanto tempo. De seus dois filhos:
- Mamãe!!! - Eles saem correndo do carro de policia que estava cheio de crianças. E em um estava Sakura e Eriberto. Suzana e Sergio correm e abraçam a mãe. Enquanto Walter algema Angelica falando:
- Angelica você está presa por tortura, maus tratos e assassinato de milhares de crianças que passaram pelo orfanato Oculam desde sua construção e sua contratação em 1985.
Todos ouvem com pavor aquilo, encluindo Yomiko que abraça e beija os filhos com pavor.
Eduardo abraça Suzana e Sergio e vira-se para Yomiko.
- O importante é que eles estão bem agora Yomiko. Não se preocupe.
Alicinha com agunia fala rindo:
- Meu Deus. Eu podia jurar que iriamos perder essa.
Riti se aproximando também fala:
- Era impossivel Alicinha. Estava conversando com o Juiz Bredam. Ele está desconfiando que pagamos o juri.
- Mas como? - Diz Yomiko rindo. - Não temos nem dinheiro pra isso.
- A não ser que alguém que gosta muito de você e tenha muito dinheiro fez isso.- Diz Jim rindo.
- Mãe. - Diz Sergio. - Olha como aquela moça parece com a Suzi.
- E verdade e o senhor do lado dela. Parece você Sergio. - Diz Suzana rindo.
Yomiko se vira para ver quem era o casal. E abre o olho assustada e se aproxima dos dois e fala:
- O que você faz aqui?
Eduardo se aproxima também e pergunta:
- Yomiko? Quem é esse?
- Meu irmão mais velho e sua filha. Priscila.
Suzam se aproxima era de duas pessoas que estavam perto do carro de policia. Sakura e Eriberto.
- Sakura? Começou a bater em crianças também?
Sakura se vira com um sorriso.
- Querida. Fui eu que salvei todas essas crianças. De vilã virei uma heroina.
- Então eu te devo desculpas. - Diz Suzana rindo. - E um obrigada. Salvou meus irmãos também dessa assassina.
- Acho que agente podia passar uma borracha por cima do passado. E nos tornarmos boas amigas.
E no carro de policia sai Walter com duas passageiras no banco de trás. Cada uma algemada em uma vidraça.
- Oi. - Fala a negra com um sorriso.
- Oi. - Responde a ruiva.
- Meu nome é Angelica. Acho que vamos divirdir a mesma cela.
- Eu sou Emiliana. Poderemos ser boas amigas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário