Desde que começou a amadurecer Sakura sempre soube que tinha algo a mais que chamava a atenção de todos homens. Era pura hipnoze, mas soube que ao dar o que eles querem os homens simplesmente desapareciam. O unico que ela gostou de verdade e ficou com ela depois foi Jack. Seus olhos castanhos e seu sorriso eram armas faceis contra Sakura. E ele conseguia fazer Sakura fazer qualquer coisa só piscando seus olhos castanhos hipnotizantes e dando seu sorriso fácil. Mas ela descobriu que ele apenas queria usar sua arma para ajudar Carlos com seus planos. Mas agora caminhando para a empresa de construções de Terency Sakura aprendeu com sua madrasta que podia essa arma para si mesma. E era isso que iria fazer. Ela se aproxima do grande portão de grades e Terency ao ve-la do escritorio sorri se aproximando com um sorriso malicioso.
- Então a mocinha medrosa veio pegar seu pai.
Sakura respira fundo e soltando um riso humilde e muito fingido fala:
- Me desculpe seu Terency pelo meu mau jeito com o senhor. Eu é que não estava acostumada com um homem que demonstre de tal forma suas emoções.
Terency estranhando abre o portão e se aproxima de Sakura.
- Emoção?
- O Jack, meu ex-namorado não gostava muito de demonstrar seus sentimentos. Ele não era de demonstrar muito entende? - Diz ela rindo maliciosamente. Ela se aproxima de Terency e agarra sua gravata se aproximando mais do rosto de Terency. - Mas podemos conversar e você poderá demonstrar seus sentimentos melhor... - Ela se vira de costas para Terency e vinge olhar a paisagem. - Enquanto eu trabalho para você...
- Então vai aceitar minha oferta de trabalho senhorita Sakura. - Diz ele rindo e alisando os curtos cabelos e repicados de Sakura.
- Sim. Mas não quero que meu trabalhe naquelas maquinas perigosas. Quero ele trabalhando lá dentro do escritorio comigo. - Diz Sakura se virando mostrando que não era boba.
- Mas como vou te conhecer melhor se seu pai vai estar nos atrapalhando o tempo todo no escritorio meu amorzinho? - Diz ele se aproximando novamente dos labios de Sakura.
Ela se afasta e coloca o dedo nos labios de Terency.
- Não se preocupe. Eu trabalharei até as seis. Teremos a noite toda livre.
- Sakura. Já chegou? - Eles se afastam rapidamente sem Eriberto perceber. - Então vamos ver se sua irmãzinha continua no orfanato?
- Pai. Adivinha? Vou começar amanha de manha.
- Nossa. Seu Terency nem sei como posso agradecer. - Diz ele sorrindo e apertando a mão do patrão.
- Não se preocupe seu Eriberto. Sua filha já vai me agradecer com seu trabalho duro.
- E mas lembra-se dos nossos acordos senhor Terency.
- Não vou esquecer.
Pai e filha saem de carro para o orfanato deixando Terency na porta. Logo chega um outro funcionario da empresa e sorrindo fala:
- E ai chefinho. Vai faturar mais uma secretariazinha?
- Ela mau espera. Fica se fazendo de dificil mas é o estante dela me dar o que eu quero ela e o papaizinho dela vão estar na rua.
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