- Garota acorde.
- O que foi? - Diz Suzana se lembrando que estava em orfanato bem longe de seus pais.
- Seu irmão. Está dentro da sala com a Angelica.
- O Sergio?
Ela se levanta rapidamente e corre até o corredor e vê a porta da sala de Angelica. Varias meninas estam no corredor.
- O que ela quer com ele? - Diz Suzana curiosa.
- Coisa boa que não pode ser.
Suzana olha assustada para a menina.
- Meu nome é Suzana.
- Eu sei. Eu vi você chegar ontem anoite. Meu nome e Calina.
- Mas o que ela pode fazer? Ela é dona de um orfanato.
Suzana olha assustada para Calina. Ela estava com um rosto temeroso demais para uma mulher que não ia fazer nada.
- O que ela pode fazer com meu irmão Calina?
Uma outra menina que estava do lado de Calina chega com uma face metida.
- É melhor você perguntar o que a Angelica não pode fazer?
- E o que ela não pode fazer?
- Nada. - Responde a garota negra de cara metida. - Já vimos coisas horriveis serem feitas naquela sala.
- Mas porque vocês não contam para a policia. Isso é proibido. Sabia?
- Você acha que não tentamos? - Diz Calina. - Olha o que ela já me fez. - Calina levanta a barra da calça e mostra seus pés com cicatrizes terriveis.
- Meu Deus. Tenho que salvar meu irmão.
- É melhor você perguntar o que a Angelica não pode fazer?
- E o que ela não pode fazer?
- Nada. - Responde a garota negra de cara metida. - Já vimos coisas horriveis serem feitas naquela sala.
- Mas porque vocês não contam para a policia. Isso é proibido. Sabia?
- Você acha que não tentamos? - Diz Calina. - Olha o que ela já me fez. - Calina levanta a barra da calça e mostra seus pés com cicatrizes terriveis.
- Meu Deus. Tenho que salvar meu irmão.
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