Inês Elipino, uma linda mulher com roupas sociais e cabelos soltos, grandes e negros caminha pelo corredor de um dos apartamentos mais chiques de Oculam. Ela fala ao celular.
- Oi, Alicinha? Sou eu Inês. Olha não vai dar pra te encontrar no bar. O Lauro me chamou de ultima hora.... - Ela ri e fala. - Jura? E ele é bonito? - Ela para diante da porta e fala:- Depois você me conta tudo. Eu não acredito ainda que enquanto você tá beijando na boca eu tenho que ficar trabalhando. Até mais. Tchau.
Ela desliga o celular e coloca na bolsa ajeita o cabelo e bate na porta. Uma voz groça fala alto:
- Entre senhora Elipino.
Ela entra e vê a sala toda escura e sem iluminação. Era o escritorio de Lauro. E Inês vê ele sentado com a escuridão tapando-lhe o rosto.
- Não acenda a luz. Fiz uma revisão nos olhos e a luz forte está me matando.
Inês se senta e fala:
- Bem senhor Lauro. Eu trouxe o documento que me pediu. Mas não sei se aconcelho o senhor a fazer isso.
- Precisarei de uma caneta para assinar os papeis.
Tirando o papeis da pasta Inês continua.
- Sei que o senhor sabe o que faz. Mas só estou falando que uma procuração e no nome do seu avô não é uma coisa adequada. O senhor sabe como é o seu avô. E é meu dever como sua advogada dizer que você não deve fazer isso.
Lauro olha com um olhar maldoso para Inês e fala assinando os papeis.
- Eu sei o que estou fazendo.
Inês olha para o papel assinado o nome de Lauro Cardoso. Coloca na pasta e sai nervosa. Deixando não Lauro na sala mas sim Murillo rindo e olhando com uma gargalhada malvada uma folha com trenos da assinatura de Lauro. Ele tira a peruca da cor do cabelo do neto, mostrando uma espeça cabeça branca.
- Agora vamos ver quem vai fazer o que Lauro?
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