quinta-feira, 31 de março de 2011

13 de março de 2025 - quinta-feira - 12:20 - Casa de Renato.

Renato em sua casa cuida do machucado do pé de Cristiny. A mobilia era linda, e a decoração deixava claro que ele tinha uma mulher em casa. Cristiny sorrindo fala:
- O senhor tem esposa senhor Renato?
Renato olha assustado para Cristiny. Mas se recupera dos susto falando de olhos vidrados no corte de Cristiny e pegando o bandeide e colocando sobre o corte.
- Sim. Ela está viajando.
- Que bom.
Cristiny sem querer chuta o vidro de remédio sobre a calça do professor. E ele se levanta assustado.
- Droga. - Ele olha para Cristiny com constrangimento. - Cristiny espera eu só trocar essa calça que eu te levo em casa.
Renato entra no quarto e tira a calça e pega outra em seu guarda-roupa. Cristiny do lado de fora do guarto olhava para o professor só de cueca pela fresta da porta. E caminha com dificuldade pela estante com as fotos da esposa do professor e dos dois filhos. Dois rapazes de uns doze anos na foto. Renato sai do quarto falando:
- São minha esposa e meus filhos. Hoje eles estão mais velhos que você. Um está no Estados Unidos e o outro viajando com a mãe.
Cristiny sorrindo fala:
- E eles são tão bonitos como você?
Renato fica vermelho e olha aquela bela jovem em sua casa, com saia justa e seios fartos quase aparecendo entre a blusa de alça que de tão apertada parecia que tinha sido pintada em seu corpo cheio de curvas. Seu sorriso ao mesmo tempo mostrando uma sensualidade e um pureza que era difícil de definir se ela estava com a malicia verdadeira ou se apenas estava sendo gentil.
- Podemos ir?
Cristiny se senta cadeira com aquele sorriso doce nos lábios.
- Porque a pressa?
- É que eu tenho muitos cadernos para corrigir Cristiny.
- Não via nem almoçar? - Fala Cristiny preocupada mais num tom teatral.
- É claro que vou.
- A Suzam vai fazer comida para agente hoje. A família  está num julgamento de um cara ai e meu pai está com a namorada dele. Porque não faz um almoço para agente. Eu ia adorar saber qual é o gosto da sua comida.
Renato não podia acreditar como cada palavra daquela garota parecia com tantas segundas intenções. Talvez fosse sua mente. Ela era apenas uma garota.
- Está bem. Você venceu. Prefere um prato especial?
- Qualquer um que você fazer estará ótimo.
Renato vai até a cozinha e respira um pouco. Parecia que não podia se quer respirar perto daquela garota que já seria um atentado a seu casamento, ou a inocência dela. Ele olha para trás. E vê Cristiny de costas esticando seus braços para o alto se espreguiçando. Ele olha para aquelas belas costas descendo para a cintura fina e as pernas cheias cruzadas. Até onde Cristiny tinha inocência?

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