Sakura acorda e se prepara para encarar mais uma manhã seu serviço. Ela desce para o café da manhã e vê já toda a família reunida.
- Sakuia querida. – Pergunta Eriberto a filha menor. – Porque ontem você estava num hotel abandonado com dois jovens?
- Eu sou apaixonada pelo irmão da Suzi pai. Mas ele gosta de uma outra menina que gosta do Arthur, enteado da Suzi. Mas o Arthur não gosta de ninguém.
- Que novela minha Sakuia. Sua vida deveria ser calma e tranquila como a da Sakura.
Sakura deprimida se senta junto da sua família para jantar.
- Minha filha casada com o chefe. Agora finalmente a nossa vida vai melhorar. – Diz Eriberto abraçado a filha. – Finalmente o Terency vai me dar aquele almento que eu sempre quis.
- Eriberto. – Fala Raimunda. – Larga de ser besta. A Sakura agora vai ser uma mulher rica. E logo não vai mais precisar trabalhar. Vai ser uma dona de casa linda e luxuosa que vai só preparar festas para convidados chiques da auta sociedade. E vai nos sustentar com uma mesada gorda todo mês.
Sakura olha triste para Raimunda.
- É Raimunda vai ser perfeito.
Ela olha para Elizio que está triste no fundo da mesa. E aparentemente triste.
Sakura chega no emprego com seu pai. E vê seu noivo no escritorio. E vão até lá. De longe os outros funcionarios olham invejados Sakura e o pai do lado do chefe conversando animadamente.
- Mas que odio desses dois. Agora vão ter a vida ganha. – Fala Guliver com olhar fervendo.
- Não fala assim Guliver. O Eriberto merece. É o que mais tempo trabalha aqui. – Diz Yong, a unica que não estava com inveja.
Dentro do escritorio Terency abraçado a Sakura fala com alegria.
- Olha só meu amor. – Diz ele tirando algo do bolso. – Ontem estava não emocionado com o pedido de casamento que até me esqueci disso aqui.
Terency tira do bolso uma caixa de anel e abre na frente de Sakura. Ela espantada com a beleza do anel o pega e coloca no dedo e o olha. O pai também pega a mão da filha e o olhad e longe.
- Que beleza em Sakura. É de verdade um lindo anel de noivado chefe.
Terency abraça Eriberto falando.
- Não me chame de chefe Eriberto. Agora você é meu sogro e não pega bem. Pra falar a verdade, não pega bem nem você trabalhando para mim. Você está demitido.
- O que? – Pergunta aterrorizado Eriberto. – Mas como vou sustentar minha família. Minha esposa. Você não sabe como aquela mulher gasta.
Terency abre um sorrisão em meio ao rosto preocupado dos dois.
- Calma meu amigo. Eu vou continuar te pagando. Mas não quero ve-lo obedecêndo as minhas ordens.
Eriberto recuperando do susto fala:
- Mas não quero seu dinheiro de graça Terency. Eu me orgulho do meu trabalho.
Sakura nervosa, se lembra que era exatamente por isso que estava se casando com Terency.
- Pai! Não seja idiota. Você já passou da idade de ter esse orgulho. Já estava mesmo na hora de aposentar. – Sakura se vira para Terency e o beija amorosamente. – Nem sei o que falar Terency. Como posso te agradecer?
- Alias você também está demitida.
- Eu também? Porque? – Pergunta Sakura surpresa.
- Porque eu não quero minha esposa, sendo minha empregada.
- Mas eu sou sua secretária. – Fala Sakura já nervosa.
Terency amoroso fala com amor.
- Amor, você precisa cuidar das coisas do casamento. Escolher os convidados, as madrinhas, o vestido, a festa.
Sakura olha apavorada.
- Meu Deus. Eu vou ter que fazer tudo isso?
- Quem mais iria fazer? – Pergunta Eriberto rindo.
- Mas eu não conheço ninguém. Quem vai ser minha madrinha?
De repente quem entra na loja de Terency? Ninguém menos que Suzi Crof e Yomiko Crof.
- Ai Mãe. Você precisava mesmo de mim? Eu fico com medo de deixar aquela robô no restaurante sozinha.
- Ela não entrando na cozinha tudo vai estar perfeito. Agora eu precisava de você aqui. Eu tenho que pagar o emprestimo com o Terency e eu não viria sozinha.
- Porque todo esse medo do Terency mãe?
- Porque ele quase me atacou da ultima vez. E com o Eduardo do lado. Agora imagina se não tivesse.
De repente Sakura olha pela janela e corre até Suzi:
- Suzi!!!
- Sakura? O que você está fazendo aqui?
- Eu trabalho aqui! Ou trabalhava.
- Eu trabalho aqui! Ou trabalhava.
- Foi demitida? – Pergunta Suzi triste.
- Não menina. Me casei com o dono.
- Com o dono? O Terency? – Pergunta Yomiko surpresa.
- Yomiko? – Terency desse as escadas para receber sua linda freguesa.
- Oi Terency. Vim te pagar o que eu devo.
- Estava te esperando. Fiquei sabendo que seu restaurante, lanchonete e show bar é um sucesso.
- É sim. – Diz Yomiko da defenciva contra Terency.
- Me acompanhe. Vamos cuidar de tudo lá dentro. – Yomiko é levada por Terency até a sala.
Enquanto isso Sakura e Suzi conversavam na frente da fabrica.
- Mas me conta essa história direito como você está se casando com o dono da maior loja de construções de Oculam? – Pergunta Suzi com alegria.
- Bem, ele pegou essa paixão louca por mim. E resolvou que quer se casar comigo. E eu preciso urgentemente de uma madrinha. Você aceita?
- Eu? Ser sua madrinha de casamento? É claro que eu aceito. – As duas se abraçam com alegria.
- Então você vai me ajudar. Porque não tenho a minima idéia de como se faz um casamento. – Diz Sakura nervosa.
- Fica calma. Vamos passar a manhã toda fazendo compras para a festa e montando a lista de convidados.
- Que festa? – Pergunta Sakura inocentemente.
- Uai o chá de panela. Depois vem a festá de noivado. E depois finalmente o casamento e a festa. Vai ser muito divertido. – Fala Suzi rindo.
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