quinta-feira, 24 de março de 2011

12 de março de 2025 - Quarta Feira - Ofidiofobia

Sakura olha uma grande revista falando dos vestidos de noiva. Cada detalhe de tecido, véu, cores diferenciadas, bolos, flores. Ela nervosa taca a revista na mesa. Estava em casa e não aguentava não poder trabalhar. Raimunda se aproxima com um sorriso.
- Olha que chique. Já estou escolhendo meu vestido. O que acha de um vestido amarelo. Combina com meu tom de pele. Não é? - Diz ela mostrando um tecido do lado de outra revista com o desenho da revista.
Sakura não demonstrando tanta animação mas fala com carinho.
- Você não precisa costurar seu vestido Raimunda. O Terency falou que vai pagar as roupas da festa para cada pessoa.
- Nossa. Mas para cada pessoa. Esse Terency esbanja dinheiro demais. Assim não vai sobrar nada para você.
Sakura olha para Raimunda com calma.
- Não se preocupe. Terency tem dinheiro para dar um vestido chique para cada pessoa de Oculam.
- Você tirou a sorte grande minha filha. - Diz Raimunda abraçando a enteada com carinho. - Mas você não ia sair hoje com a Suzi para ver os intens da festa?
- Ia mas olha o que aconteceu.
Sakura aumenta o volume da televisão. E continuava a passeata de frente ao Hospital Psiquiatrico Oculam.

- Libertem  o Joe! Libertem o Joe! - Gritava a multidão. Da multidão surge Suzi nervosa e se aproxima de Eduardo que preocupado tentava controlar a multidão de fãs de Joe.
-Isso não está dando certo Eduardo. Temos que fazer algo. Meu marido vai enlouquecer de verdade lá dentro.
- Não podemos fazer nada Suzi. Ele tem o direito de fazer isso.
- Então eu também tenho o direito de fazer isso.
Suzi pega o mega-fone e taca na janela do hospício e pula lá dentro em meio aos gritos de desespero de Eduardo que pula atrás. Mas caem num buraco que leva a um escorregador que os fazem cair dentro de um cômodo estofado.
Eduardo se levanta e ajuda Suzi a se levantar.
- O que está acontecendo Suzi? Viemos parar num quarto de um doido? - Pergunta ele assustado.
Suzi corre e começa a bater nos estofos e a gritar:
- Ei! Tire agente daqui!
O estofado da sala era divido em vários gomos de um metro por um metro. E na sala apenas tinha uma coisa. Uma micro-câmera e na parede em vez de um gomo tinha uma tela. Que se liga após os gritos de Suzi. Com aquele mesmo boneco.
- Vocês entrando assim em um local reservado a doentes mentais também se mostraram ser doentes. Então são as pessoas certas para a terapia do medo. Minha nova pesquisa.
- Tira agente daqui. O único louco maníaco aqui é você! - Grita Suzi nervosa.
- Eu sou um oficial de policia. Eu exijo que você solte eu, minha amiga e seu marido imediatamente. - Diz Eduardo nervoso.
O boneco fala com sua voz grave.
- Isso não interessa. A maior partes de Oficiais de policia entram nessa profição por desejo de matar. Sabia disso? Vou iniciar a terapia do medo. Se preparem.
A tela se desliga. E de repente um gomo se abre e uma enorme serpente aparece da escuridão do puraco que o gomo se abriu. Quando a serpente sai do buraco ele se fecha. Eduardo entra na frente de Suzi e ambos caminham para trás enquanto a serpente se aproxima com sua boca enorme aberta mostrando seus dentes horripilantes.
Suzi e Eduardo tinham que pensar muito rápido. Suzi olha para as duas unicas coisas que tinham naquele quarto e que poderia ser usado. A câmera e a tela da televisão. A cobra pula para atacar eles. Eduardo segura a cabeça dela antes dela dar sua mordida mortal. E ambos caem no chão. Suzi desesperada não sabia o que fazer. Eduardo lutava bravamente contra aquela temivel serpente enorme que cada vez mais enrolava Eduardo. Suzi desesperada arranca a câmera do lugar onde estava e tenta bater na serpente com ela. Só que nada fazia ela folgar o terrível abraço. Suzi não desiste e em desespero bate com a pequena camera na pele escamosa da serpente. Até que a camera escorrega da sua mão e atinge a televisão rachando o vidro. Suzi olha como uma esperança. Ela pega a camera novamente e joga com toda a força contra a televisão. O visor se quebra. Suzi pega um dos vidros da televisão e enfinca na cabeça da serpente a matando.
Eduardo se desvencilha da serpente morta no chão e se levanta. E olha para cima. O lugar onde tinham saido estava tapado por um dos gomos. A unica saida ela por onde a televisão estava. Ele começa a meter o pé contra o visor da televisão, até que ele se arrebenta abrindo um grande buraco. Um túnel.
- Ei! Tem alguém ai!- Fala Eduardo enfiando a cabeça dentro do túnel. De repente o rádio funciona.
- Alô Eduardo? Aonde você está? - Era a voz de Yan. - Deveria estar cuidando dessa mutidão de loucas aqui fora.
Eduardo pega o seu alk tok correndo e fala:
- Yan, estou aqui dentro do Hospital com a Suzi.
- O que vocês estão fazendo no Hospital? A Suzi se machucou? - Pergunta ele assustado.
- Estamos dentro do hospital psiquiatrico. Nós estamos presos aqui. Faça alguma coisa!- Fala Eduardo assustado.
- Calma nós vamos pegar a ordem judicial com o juiz.
- Vocês o que?- Fala Eduardo sem paciência. - Eles jogaram uma cobra de três metros para nos devorar aqui!
Não adiantava. Tinham desligado. Suzi olha para o túneo e fala seria:
- A única saida é por aqui Eduardo. Vamos.
- Droga. - Fala Eduardo entrando no túneo.
Suzi entra logo depois.

Nenhum comentário:

Postar um comentário