O estômago de Suzi aperta ao ver não sobrava mais cadeiras no tribunal. Isso queria dizer que estava prestes a começar. Carlos Tedesco entra no tribunal e é colocado no banco dos réus pelos dois policiais da penitenciaria.
Suzi não conseguia ver aquele homem com seu pai. Seu pai continuava ser aquele homem de olhos acolhedores e sorriso largo. Tharly Tedesco era seu pai. Carlos era apenas um homem que Suzi queria ajudar a recuperar o pouco de dignidade que tinha sobrado após mandar matar e roubar.
Juiz Sebastian entra com sua cara gorda e séria como sempre. Após ele entrar os sete jurados vão para o seu lugar.
- Todos se levantem para a abertura do julgamento de Carlos Tedesco contra a cidade Oculam pelo crime de latrocinio de Tony Marcondes Várzea e Brad Campos de Rios. Pelo seqüestro de Suzam Crof Meirelles, Sakura Carvalho Cianey e Mariana Forjaz Vetech. Pelo assassinato de Hytorino Chasp Reosd. Roubo e sequestro da menor Danielly Meirelles Mourão, Suzi Crof Meirelles, Adelia Powery Justinalda de Olirep.
Chamo o policial Yuri Sern Sednem para depor representando a policia oficial de Oculam.
Yuri se senta no banco do lado do juiz. E um homem que estava sentado num banco do lado de Taís Rios, mãe de um dos assassinados.Era um dos promotores mais famosos de Oculam. Do lugar aonde Suzi estava não dava para ver o rosto de Carlos, apenas o advogado que se levanta que se vê ao longe. Era um homem alto de cabelos grisalhos.
Ele caminha até Yuri e faz a pergunta claramente.
- Senhor Yuri, Quando foi que ouviu falar de Carlos pela primeira vez?
- Ainda quando estava na academia de policia. Ele é bem famoso em Oculam tem mais de uma décadas.
- Ele é famoso pelo o que?
Yuri abre um sorriso.
- Todos sabem que ele é o maior bandido que já se ouviu falar. Ele é famoso por influênciar os jovens a bandidagem e também dizem que é ele que trouxe o tráfico de drogas para Oculam apesar de não termos provas.
- Mas do que vocês tem provas.
- Temos provas que Suzam, Sakura e a Mariana matavam a mando dele.
Sakura segura forte a mão do pai. Mariana respira fundo e olha para Durval.
O promotor se vira para todos.
- Eu quero deixar claro senhores jure que na minha opnião essas senhoritas também deveriam estar sentadas no banco do réu.
Várias pessoas se levantam. Entre elas Raimunda, Durval, e Yomiko berram em meio a gritaria. Alicinha que era advogada que defendia Carlos se levanta nervosa.
- Protesto meritíssimo!
Sebatian barte o seu martelo nervoso.
- Silêncio! Silêncio no tribunal! - Quando todos se calam Sebastian fala para o promotor. - Senhor Playsty, se resuma em apenas fazer as perguntas.
- Desculpe senhor meritíssimo. - Ele com um sorriso malicioso volta-se para Yuri. - Eu já terminei com você.
Alicinha se levanta e vai até Yuri enquanto Playsty vai se sentar.
Alicinha se aproxima de Yuri que fica mais assustado.
- Senhor Yuri. Quando foi que você conheceu a história de Carlos Tedesco?
- Bem, o Walter comentou comigo e meu irmão quando entramos na delegacia.
Alicinha com um olhar calma fala:
- E o que ele te contou.
- Falou que o Carlos era de família rica da zona rural de Oculam. Mas ai aconteceu um acidente. Um incendio que destruiu as terras de muita gente e matando muita gente. E ele chegou ao centro de Oculam com o irmão e um grupo de amigos. Eles eram muito unidos e acabaram virando outra família.
De repente o promotor se levanta também.
- Protesto meritíssimo. O que isso tem haver com os crimes.
- Protesto aceito. A senhora tem perguntas sobre o caso senhora Alice?
Alicinha nervosa olha para Playsty e vira-se para Yuri.
- Qual o primeiro crime que você sabe que Carlos cometeu?
- Que eu sei que ele cometeu foi a agressão com a esposa. Foi o que o Walter me mostrou. Caso em que foi preso da primeira vez.
Carlos com ar triste relembra daquele triste dia e ferve de raiva.
- E porque Carlos cometeu esse crime?
- Porque achou que os filhos da esposa era do irmão. Mas não era.
- O senhor acharia que isso foi o estepe para ele começar sua onda de crimes.
O promotor se levanta mais uma vez.
- Protesto mais uma vez meritissimo. Como um mero policia vai responder essa pergunta. Ele não é psicólogo.
Antes que o juiz possa falar qualquer coisa Alicinha virasse para Carlos.
- Chamo para depor senhor juiz o réu Carlos Tedesco.
Yuri sai aliviado do juri e Carlos se senta no lugar dele. E Alicinha começa.
- Senhor Carlos como o senhor se define pelos crimes relatados pelo Juiz?
- Eu me declaro culpado Alicinha. Como disse quando fui preso, eu sou abusei da inocência dessas pobres mulheres que conheci ainda garotas. E obriguei elas a matar se não matava cada uma delas. - O olhar de Carlos era frio e de um verdadeiro assassino. Não era mais o Carlos que Alicinha tinha visto da ultima vez. Isso a reprime. Ela olha para Yomiko que também via a cena preocupada. Ela recupera a voz e fala:
- E o senhor acha que não tem o direito de ter uma pena como qualquer outra?
- Eu mereço a pena que ter no livro de direito de todo o pais. E tenho certeza que pena de morte não se encontra nele. - Fala Carlos friamente. Alicinha tenta manter a linha de raciocinio mesmo com aquele olhar a seguindo.
- Porque cometeu esses crimes senhor Carlos Tedesco?
- Porque eu queria me vingar de Yomiko Crof. - Carlos olha friamente para Yomiko. - Ela destruiu minha vida e continua destruindo a cada segundo. Eu queria jogar esse mesmo ódio que eu tenho para outras pessoas de Oculam que viviam em sua vidinha simples e feliz. - Ele olha friamente para Taís e para Nathalia mãe de suas vitimas. - E parece que eu consegui isso.
Elas ficam horrorizadas e juri também, junto de Alicinha. O único não horrorizado naquele lugar era o promotor que com um sorriso fala:
- Eu terminei minhas perguntas senhor Juiz. - Alicinha se senta. E promotor rindo fala:
- Eu não tenho nada a perguntar.
Chamo o policial Yuri Sern Sednem para depor representando a policia oficial de Oculam.
Yuri se senta no banco do lado do juiz. E um homem que estava sentado num banco do lado de Taís Rios, mãe de um dos assassinados.Era um dos promotores mais famosos de Oculam. Do lugar aonde Suzi estava não dava para ver o rosto de Carlos, apenas o advogado que se levanta que se vê ao longe. Era um homem alto de cabelos grisalhos.
Ele caminha até Yuri e faz a pergunta claramente.
- Senhor Yuri, Quando foi que ouviu falar de Carlos pela primeira vez?
- Ainda quando estava na academia de policia. Ele é bem famoso em Oculam tem mais de uma décadas.
- Ele é famoso pelo o que?
Yuri abre um sorriso.
- Todos sabem que ele é o maior bandido que já se ouviu falar. Ele é famoso por influênciar os jovens a bandidagem e também dizem que é ele que trouxe o tráfico de drogas para Oculam apesar de não termos provas.
- Mas do que vocês tem provas.
- Temos provas que Suzam, Sakura e a Mariana matavam a mando dele.
Sakura segura forte a mão do pai. Mariana respira fundo e olha para Durval.
O promotor se vira para todos.
- Eu quero deixar claro senhores jure que na minha opnião essas senhoritas também deveriam estar sentadas no banco do réu.
Várias pessoas se levantam. Entre elas Raimunda, Durval, e Yomiko berram em meio a gritaria. Alicinha que era advogada que defendia Carlos se levanta nervosa.
- Protesto meritíssimo!
Sebatian barte o seu martelo nervoso.
- Silêncio! Silêncio no tribunal! - Quando todos se calam Sebastian fala para o promotor. - Senhor Playsty, se resuma em apenas fazer as perguntas.
- Desculpe senhor meritíssimo. - Ele com um sorriso malicioso volta-se para Yuri. - Eu já terminei com você.
Alicinha se levanta e vai até Yuri enquanto Playsty vai se sentar.
Alicinha se aproxima de Yuri que fica mais assustado.
- Senhor Yuri. Quando foi que você conheceu a história de Carlos Tedesco?
- Bem, o Walter comentou comigo e meu irmão quando entramos na delegacia.
Alicinha com um olhar calma fala:
- E o que ele te contou.
- Falou que o Carlos era de família rica da zona rural de Oculam. Mas ai aconteceu um acidente. Um incendio que destruiu as terras de muita gente e matando muita gente. E ele chegou ao centro de Oculam com o irmão e um grupo de amigos. Eles eram muito unidos e acabaram virando outra família.
De repente o promotor se levanta também.
- Protesto meritíssimo. O que isso tem haver com os crimes.
- Protesto aceito. A senhora tem perguntas sobre o caso senhora Alice?
Alicinha nervosa olha para Playsty e vira-se para Yuri.
- Qual o primeiro crime que você sabe que Carlos cometeu?
- Que eu sei que ele cometeu foi a agressão com a esposa. Foi o que o Walter me mostrou. Caso em que foi preso da primeira vez.
Carlos com ar triste relembra daquele triste dia e ferve de raiva.
- E porque Carlos cometeu esse crime?
- Porque achou que os filhos da esposa era do irmão. Mas não era.
- O senhor acharia que isso foi o estepe para ele começar sua onda de crimes.
O promotor se levanta mais uma vez.
- Protesto mais uma vez meritissimo. Como um mero policia vai responder essa pergunta. Ele não é psicólogo.
Antes que o juiz possa falar qualquer coisa Alicinha virasse para Carlos.
- Chamo para depor senhor juiz o réu Carlos Tedesco.
Yuri sai aliviado do juri e Carlos se senta no lugar dele. E Alicinha começa.
- Senhor Carlos como o senhor se define pelos crimes relatados pelo Juiz?
- Eu me declaro culpado Alicinha. Como disse quando fui preso, eu sou abusei da inocência dessas pobres mulheres que conheci ainda garotas. E obriguei elas a matar se não matava cada uma delas. - O olhar de Carlos era frio e de um verdadeiro assassino. Não era mais o Carlos que Alicinha tinha visto da ultima vez. Isso a reprime. Ela olha para Yomiko que também via a cena preocupada. Ela recupera a voz e fala:
- E o senhor acha que não tem o direito de ter uma pena como qualquer outra?
- Eu mereço a pena que ter no livro de direito de todo o pais. E tenho certeza que pena de morte não se encontra nele. - Fala Carlos friamente. Alicinha tenta manter a linha de raciocinio mesmo com aquele olhar a seguindo.
- Porque cometeu esses crimes senhor Carlos Tedesco?
- Porque eu queria me vingar de Yomiko Crof. - Carlos olha friamente para Yomiko. - Ela destruiu minha vida e continua destruindo a cada segundo. Eu queria jogar esse mesmo ódio que eu tenho para outras pessoas de Oculam que viviam em sua vidinha simples e feliz. - Ele olha friamente para Taís e para Nathalia mãe de suas vitimas. - E parece que eu consegui isso.
Elas ficam horrorizadas e juri também, junto de Alicinha. O único não horrorizado naquele lugar era o promotor que com um sorriso fala:
- Eu terminei minhas perguntas senhor Juiz. - Alicinha se senta. E promotor rindo fala:
- Eu não tenho nada a perguntar.
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