quinta-feira, 14 de abril de 2011

A Universidade de Ed.Fisica de Nova York.

Carol abre os olhos, o barulho do caminhão andando e o sol batendo em seus olhos. Ela se ajeita assustada se lembrando aonde estava. O frio bate e Carol esfrega os braços gelados para se esquentar. O caminhoneiro ao seu lado dirigindo com alegria o caminhão fala:
- Cold is good. Says that Christmas is coming. "O frio é bom. Diz que o natal está chegando."
- I think my Christmas this year will not be so good. "Acho que meu natal não vai ser tão bom assim esse ano." - Diz Carol assoprando as mãos e esfregando mais os braços.
George o caminhoneiro vendo o frio de Carol estica o braço para trás e pega uma coberta.
- Here. This will keep you warm. "Aqui. Isso vai te esquentar."
Carol o vê sorrindo e com uma camisa apertada xadreza, apertada nos braços.
-You do not feel no cold? "Você não sente frio não?"
- I traveled all my life practically on top of a truck. My father was a truck driver. "Viajei praticamente toda minha vida em cima de um caminhão. Meu pai também era  caminhoneiro." When he died I took wallet and went to work in family business "Quando ele morreu eu tirei carteira e fui trabalhar no negocio da família."
Carol olha para aquele bondoso motorista. Vivendo tão simplesmente e ela apostava que ele era muito mais feliz que ela.
- Where are we? "Aonde estamos?" - Pergunta Carol se embrulhando mais na fina coberta.
- "We are close. I have to deliver the cargo. I'll leave you near the University and then we met at a nearby restaurant." Estamos perto. Eu tenho que entregar a carga. Vou te deixar proximo a Universidade e depois nos encontramos num restaurante próximo. 
- Fine. - Diz Carol olhando para os imensos prédios e um monte de pessoa passando. O lugar era cheio de jovens, livrarias cafés. O caminhão para diante a um prédio imenso, parecia mais um apartamento, com grande árvores na frente.
- I'll be waiting for you at Washington Square Park in the center. "Vou estar te esperando no Parque Washington Square, bem no centro."
- Ok. - Carol desse do caminhão. E se encaminha para a entrada do prédio que era o mesmo da garagem. Quando um policial a para.
- Want something you? "Deseja alguma coisa senhora?"
Carol olha assustada, já tinha ido visitar a filha varias vezes. Ninguém a tinha barrado. Mas ao olhar para a roupa que estava vestindo percebe o problema. Chinela de dedo, e um vestido florido meio sujo. E esperta fala:

- I came to hire me for the position of janitor of the building. I wanted to talk with the owner of the University."Vim me contratar para a vaga de faxineira do prédio. Queria conversar com o dono da Universidade."
- Right. It's the tenth floor. - Carol se encaminha para a escada para subir o elevador para subir os dez andares que o policial tinha indicado. Mas vê com terror outra pessoa na garagem procurando por informações. Era Alceu com Alma, os vestidos elegantemente falando com uma mulher negra de olhos verdes. Carol se esconde atrás de um grande pé de coqueiro que tinha no meio da garagem ao céu aberto e vê a cena. Não dava para escultar muita coisa. Mas Carol sabia que tinha que não podia deixar a filha chegar perto daqueles dois.  Carol olha para a escada. Seria sua unica saida. Enquanto os dois tivessem entretidos com conversando com aquela mulher, poderia chegar até achar a filha em uma daquelas salas da faculdade.
Carol corre até a escada. E o policial a vendo grita:
- Why not use the elevator lady?
Alma e Alceu olham para as escadas aonde o policial gritava e na qual Carol já tinha desaparecido. E volta a falar para a mulher negra.
- It is the mother of Danielly! "É a mãe de Danielly!" - Fala Alceu para a mulher.
E Alma nervosa fala:
- She's crazy. And you can do anything with her ​​daughter or with students who are here. "Ela está louca e pode fazer qualquer coisa com a filha ou com qualquer aluno da sua universidade."
A mulher negra desesperada chama o policial.
- Conny, come on! It has a crazy high school!

Carol sobe as escadas em desespero tentando se lembrar da turma de sua filha. E abre a porta do quinto do andar. E fala nervosa para uma estudante.
- Where is the room in the class of the second year of physical education? "Onde é a sala do segundo ano da classe de Educação Fisica?"
A garota rindo da roupa da mulher fala:
- Third floor of the room number twelve."Terceiro andar do quarto número doze."
Carol desse mais dois andares. Mas antes quando chega ao andar e abre a porta vê com desespero Alceu e Alma ao lado da mesma mulher conversando com Danielly de frente a sala e o policial do lado. Ninguém percebeu que Carol estava ali. Danielly olhava estranhando para Alceu. O que será que Alceu estava inventando? Será que a filha iria acreditar? Como iria tirar a filha dali?
Logo os cinco se encaminham para o elevador novamente. E Carol corre para ver qual é o número que o elevador iria parar. E vê o decimo andar. Na sala da diretora.
Ela corre para subir os dez andares novamente. E chegando lá encontra a filha sentada na porta da diretoria enquanto Alceu e Alma conversavam dentro da sala da diretora. Carol se encaminha para a filha em silencio e ao ve-la Danielly se levanta mas Carol faz gestos para a filha fazer silencio. Carol entra numa sala fazia do lado da diretoria e Danielly também entra.
- Mamãe? O que você fez? Alceu está dizendo que você enlouqueceu, bateu nele.
- É tudo mentira Danielly. Eu  encontrei ele aos beijos com a Alma e para não ficar sem meu dinheiro tentou me matar. Mas eu consegui fugir e vim para fugir atrás de você.
- Mas mãe. Você tem que contar para a policia.
- Ninguém acredita. Deixei o Alceu tomar a frente de todos meus projetos lá em Las Vegas. Ele ficou famoso em vez de mim. Agora ninguém acredita que o cara mais poderoso de Las Vegas é um assassino, preferem acreditar que a esposa dele enlouqueceu. Ele vai te matar também Danielly para ficar com todo o dinheiro.
- Não é possivel mamãe. Ele te ama.
- Acredite em mim. Ele quer te matar.
- Bem que achei essa história muito estranha. - Diz Danielly nervosa. - Sempre desconfiei de algo entre ele e Alma.
- Você tentou me alertar eu lembro. Mas fui cega.
- O que vamos fazer mamãe?
- Volta para Oculam e reaver meu dinheiro. Aqui nos Estados Unidos é impossível. Mas lá tenho amigos.
- Vamos ligar para eles.
- Não dá. Fugi de lá quase nua. Não tenho dinheiro nem para uma ligação do celular. Consegui vir pra cá com ajuda de um camioneiro que foi muito gentil. Ele vai nos ajudar a fugir daqui também. Está nos esperando naquele parque ali da frente. Mas temos que fugir sem que Alceu perceba.
- Vão achar que você me raptou. Estão alertando a policia. - Danielly abraça Carol e fala. - Temos que fugir daqui.
- Venha! Vamos pela escada!

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