segunda-feira, 11 de abril de 2011

15 de outubro de 2027 – quinta-feira - O sonho acabou



Carol abre seus olhos. E se levanta com um grande sorriso no rosto. Estava numa bela suite de hotel, colorida ao extremo e cheia de brilho e glamur. Seus cabelos agora estavam mais curtos e com algumas mechas loiras. Seu sorriso estava maior e mais bonito. Ela levanta com alguém abrindo a porta. Era um rapaz, vestido de garçom. Ele chega com um carrinho com duas bandejas cheias de comida. 
Good morning Mrs. Carol. Mr Alceu ordered him to bring breakfast  "Bom dia senhora Carol. O senhor Alceu mandou lhe trazer o café da manhã."  
Carol estranha e fala fechando seu sorriso.
- Where is he? "Onde ele está?"
- He said he had business to attend to. "Ele disse que tinha negócios para resolver".
- Negócios? Que tipo de negócios? O Alceu não tem negócios nenhum. 
Carol coloca uma camisola de ceda por cima da langeri e sai do quarto antes mesmo do rapaz. Ela pega o elevador e aperta no terrio enquanto tentava ligar para o celular. De repente o elevador para de uma vez. 
- Fucking elevator. - Diz Carol batendo contra o elevador. E ele abrindo o elevador sem chegar no térrio. Carol sai do elevador. Indo parar num grande corredor. Ela apenas vê o número do andar na porta que leva a escada. E xinga mais ainda. 
- Shit. I'm still on the twentieth floor. "Shit. Eu ainda estou no vigésimo andar."
Mas quando ela vai para entrar no elevador ela ouvi uma risada conhecida. Ela caminha pelo corredor e vira para a direita dando em outro amplo corredor, no qual Alma ria enquanto Alceu tentava alcança-la para fazer cócegas em sua barriga. Quando eles se encontram eles se beijam e Carol vê tudo chocada. Logo Alma percebe. E aponta para Alceu ainda o beijando. Alceu se vira assustado e fala:
- Carol. Tenha calma. Não é isso que você está pensando.
Carol se vira e começa a caminhar para o elevador novamente. Alceu corre até Carol. 
- Carol volta aqui. Volta aqui Carol.
Carol corre para não encontrar ele e entra no elevador de novo e o aperta para subir para seu andar de novo. Antes que Alceu pudesse se aproximar do elevador ele se fecha. Carol suspira tentando segurar o choro. Mas ele teimava em cair. O elevador se abre, Carol entra em seu quarto novamente e tranca a porta. Pega uma mala em cima do guarda-roupa e coloca todas suas roupas nela. Batidas na porta. 
- Carol! Abre a porta! 
- Vá embora Alceu!
Alceu arromba a porta num chute. Carol assustada cai no chão. Alceu com brutalidade se aproxima de Carol que estava no chão chorando.
- O que pensa que vai fazer? O que vai fazer?
Alceu pega a mala de Carol com as roupas e taca contra a parede. Carol só fazia chorar.
- Eu pensava que você me amava! Eu pensava que ia ser feliz! - Grita Carol.
Alceu tentando se acalmar tenta abraçar Carol.
- Olha. Podemos esquecer tudo que você viu ali. Não aconteceu nada.
Carol se livra dos braços de Alceu tomando força. 
- Não me fala que nada aconteceu ali! A quanto tempo vocês estão juntos?
- Esculta aqui Carol. Vai ser melhor para você fingir que nada aconteceu. Está me ouvindo?
Carol assustada fala:
- Você está me ameaçando? - Carol olha para o celular. Alceu também olha. Carol pula na cama para tentar alcançar o celular. Alceu a agarra pelo cabelo e a taca contra a parede. Ele pega o celular e o destroi no chão. Carol chorando corre para dentro do banheiro e se tranca.
Alceu corre e bate na porta.
- Carol! Abre a porta! Vamos conversar! Não vai ajudar ninguém ficando ai. E você sabe que eu posso arrombar essa também. 
Alceu tenta arrombar a porta do banheiro. E Carol agradece a Deus pela porta mais bonita da loja para banheiro ser a mais forte. Alceu tenta arrebentar a porta de todos os jeitos mas não consegue. Até que para enquanto Carol chorando no chão abraçada ao vaso sanitário chorava em desespero. 



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