Suzi, Walter, o piloto e o co polito e o médico vasculhavam a as margens do rio em busca de destroços do avião que pudessem ajuda-los a chegar a cidade. Saw tentava em vão fazer com que seu recém-achado laptop funcionasse. Ela nervosa taca o computador no chão e grita:
- Essa porcaria! Estamos perdidos! Nunca vamos conseguir chegar a cidade sem ele.
Suzi já sem paciência fala:
- Acho que se agente seguisse o rio daria em algum lugar. Porque não fazemos isso?
- Ficar aqui é que não vai adiantar nada.- Fala Bruno, o piloto do avião.
- Então vamos seguir viagem logo. - Fala Walter já seguindo a correnteza da água. Todos vão atrás dele. Quando de repente o céu começa a escurecer.
- Nossa. Mas já é tarde assim? - Pergunta Emilio, o co piloto do avião.
- Esse fuso horario mata agente uma hora dessas.
A noite escura deixava o caminho mais dificil. Mas Suzi caminhava sem pestanejar. Até que veêm uma luz e ouvem algumas pessoas conversando.
Suzi vira sorrindo para eles.
- O que será isso? Um grupo de aventureiros? - Pergunta Suzi.
- Isso é impossivel. Ninguém viria para esse lado de cá. - Fala Saw séria. - E não estamos nem proximos de uma aldeia.
- Mas são pessoas. Podem nos ajudar. - Diz Bruno feliz.
- Não Bruno. Espere. Não vamos até lá assim. Pode ser perigoso. - Fala Walter olhando firme para a luz. E tentando enchergar alguma coisa. - Mas o que é aquilo ali?
No meio da mata eles se escondem e tentam enxergar quem eram aquelas pessoas. Para o susto deles era um grupo de varios asiaticos. Um grupo de oito pessoas. Todos estavam nús e mas começaram a vestir as roupas tradicionais da Tailândia e falavam alguma lingua muito esquisita. Suzi vira-se para Saw e pergunta:
- O que eles estão falando? - Pergunta Suzi assustada.
- Não é Tailândes. - Fala Saw assustada. - Não é variação de nenhuma outra lingua que eu conheça.
Um dos homens falava nervoso e sério. Parecia ser o chefe. Dava ordens para outros três homens que já terminavam de se vestirem. De repente ele se encaminha para um lugar escuro e parece que ia tocar em algo. Mas não tinha nada na frente dele. De repente com o toque de sua mão do nada surgiu um capsula prata, alta do tamanho de um prédio de três andares.
- Meu Deus! - Fala Sansão o médico. - Eles são Etes.
- Devem ser algum ciêntistas testando uma maquina que eles criaram. - Fala Bruno tentando manter o controle.
- Eu nunca vi uma maquina fazer isso. Aparecer assim diante dos nossos olhos. - Fala Walter nervoso.
- Você acha que eles são Etes também Walter? - Pergunta Suzi assustada.
- Isso não me interessa o que eles são ou deixam de serem. Eu vi muita coisa estranha em Oculam. E não é isso que vai me tirar da rota de achar Suzam Crof. - Fala Walter já indo para caminhar quando ouvem uma voz nervosa e fria, mas falando claramente o português.
- Parados ai!
Ao se virar o sujeito tailândes apontava uma espingarda para todos. Atrás dele surgem todos os outros tailândeses que estavam ali.
- Você fala português? - Pergunta Saw assustada.
- Nos acompanhe imediatamente. - Fala o coreano com a arma na mão.
- Nosso avião caiu aqui moço. - Diz Emilio.- Não invadimos nada.
De repente o coreano atira em Emilio fazendo ele cair morto no chão. Todos gritam em desespero. Walter protege Suzi atrás de ci.
- Vão nos acompanhar ou vão ficar ai parados?
Walter, Suzi, Saw, Sansão e Bruno se encaminham para o lugar aonde eles avistaram a nave sempre na mira daquela pistola que tirou a vida de Emilio. Ao longo do trajeto um dos tailândeses parecia brigar com o que estava com arma. Mas naquela mesma língua. Para o susto de todos no lugar da nave tinha uma cabana velha.
- Entrem ai.- Diz o homem.
Todos entram na cabana e quando Saw entra a porta se fecha para uma escuridão extrema.
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