Eduardo e Renata se aproximam atrás da padaria do Silvio, num beco e olha pela janela. Luis fazia o pão e o amassava, cortava e em um colocava o conteúdo de um potinho.
- Aquilo ali não tinha nas receitas dos pãezinhos que eu fazia não.
- O senhor fazia pãezinhos chefe?
Luis sai da cozinha deixando o produto ali. Eduardo sem jeito entra pela janela.
- O que você está fazendo?
Eduardo cai lá dentro da cozinha. E olha o produto. Ele dá uma olhada em volta da cozinha e vê vários potinhos dentro de uma caixa. Ele coloca dentro do bolso e pula a janela novamente. Logo estava de frente a um cientista no laboratório da delegacia.
- E então Alessandro? - Pergunta Eduardo nervoso olhando o garoto olhar pelo microscópio. - O que é isso? Pode causar algum dano a pessoa que ingerir isso?
Alessandro rindo olha para Eduardo.
- Não Eduardo. Pode ficar tranquilo. Isso não faz nenhum mau para o ser humano. Mas só sendo ingerido em grande quantidade. E quando eu digo grande quantidade. É uns trezentos potes desses.
- Mas o que isso pode causar. Porque o Silvio está colocando isso nos pães feitos por ele? - Pergunta Renata sem paciência.
- Isso é como uma marca que fica com a pessoa para sempre dentro do organismo da pessoa. Preciso de testes mas eu acho que é isso mesmo.
- Mas para que ele quer marcar as pessoas que compram pães. E como ele pode identificar essas pessoas? - Pergunta Eduardo.
- Não sei como. Só com exames específicos sanguinários pode ser detectado.
- Será que podemos fechar o estabelecimento por causa disso? - Pergunta Renata nervosa.
- Acho que não. É um produto natural e que pode ser encarado apenas como uma receita. Agora não sei é de onde veio. Vocês poderiam investigar de onde ele pega esse produto.
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